Ceará já registrou mais de 150 casos de calazar em humanos em 2018

LEISHMANIOSE

Ceará já registrou mais de 150 casos de calazar em humanos em 2018

A leishmaniose visceral é o tipo mais grave da doença. Ela é transmitida pela picada do chamado mosquito-palha. Esse tipo da doença afeta os órgãos internos, como o baço, o fígado e a medula óssea

Por Nordestv em Nordestv Notícias

1 de agosto de 2018 às 07:00

Há 10 meses
Cães são vítimas da leishmaniose em Fortaleza (FOTO: Reprodução Nordestv)

Cães são vítimas da leishmaniose em Fortaleza (FOTO: Reprodução Nordestv)

Cerca de 70% dos cães encaminhados ao Centro de Controle de Zoonoses, em Fortaleza, são vítimas da leishmaniose, o conhecido calazar. Em todo o Ceará, 14 pessoas morreram em 2018 em decorrência da doença. Já entre 2008 e novembro de 2017, 342 mortes foram registradas no estado devido à leishmaniose visceral.

A leishmaniose visceral é o tipo mais grave da doença. Ela é transmitida pela picada do chamado mosquito-palha. Esse tipo da doença afeta os órgãos internos, como o baço, o fígado e a medula óssea. Entre os sintomas, destacam-se febre persistente, perda de peso e inchaço do baço ou do fígado.

A Prefeitura de Fortaleza realiza ações para evitar que a doença se espalhe. Hoje, o bairro mais crítico em relação à leishmaniose é a Barra do Ceará. Só em Fortaleza, 63 pessoas tiveram leishmaniose visceral no ano passado. Esse número já foi ainda maior: em 2015, foram registrados 137 casos. E, na luta contra a doença, a população tem papel fundamental.

Veja mais detalhes no vídeo do Nordestv Notícias, da Nordestv/Band:

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Ceará já registrou mais de 150 casos de calazar em humanos em 2018

A leishmaniose visceral é o tipo mais grave da doença. Ela é transmitida pela picada do chamado mosquito-palha. Esse tipo da doença afeta os órgãos internos, como o baço, o fígado e a medula óssea

Por Nordestv em Nordestv Notícias

1 de agosto de 2018 às 07:00

Há 10 meses
Cães são vítimas da leishmaniose em Fortaleza (FOTO: Reprodução Nordestv)

Cães são vítimas da leishmaniose em Fortaleza (FOTO: Reprodução Nordestv)

Cerca de 70% dos cães encaminhados ao Centro de Controle de Zoonoses, em Fortaleza, são vítimas da leishmaniose, o conhecido calazar. Em todo o Ceará, 14 pessoas morreram em 2018 em decorrência da doença. Já entre 2008 e novembro de 2017, 342 mortes foram registradas no estado devido à leishmaniose visceral.

A leishmaniose visceral é o tipo mais grave da doença. Ela é transmitida pela picada do chamado mosquito-palha. Esse tipo da doença afeta os órgãos internos, como o baço, o fígado e a medula óssea. Entre os sintomas, destacam-se febre persistente, perda de peso e inchaço do baço ou do fígado.

A Prefeitura de Fortaleza realiza ações para evitar que a doença se espalhe. Hoje, o bairro mais crítico em relação à leishmaniose é a Barra do Ceará. Só em Fortaleza, 63 pessoas tiveram leishmaniose visceral no ano passado. Esse número já foi ainda maior: em 2015, foram registrados 137 casos. E, na luta contra a doença, a população tem papel fundamental.

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