Travestis sofrem com preconceito e têm medo de violência nas ruas


Travestis de Fortaleza sofrem com preconceito e têm medo de violência nas ruas

Em 2013, pelo menos onze assassinatos envolvendo homofobia foram registrados em Fortaleza. O problema cresce e preocupa as entidades que lutam pelo preconceito. Organizações de Lésbicas, Gays, Bissexuais e Travestis (LGBT) estimam que a cada 26 horas um homossexual é morto no Brasil, mas a violência vai além das ruas: está na educação, saúde, segurança […]

Por Renato Ferreira em Jornal Jangadeiro

16 de abril de 2014 às 15:25

Há 5 anos

Em 2013, pelo menos onze assassinatos envolvendo homofobia foram registrados em Fortaleza. O problema cresce e preocupa as entidades que lutam pelo preconceito. Organizações de Lésbicas, Gays, Bissexuais e Travestis (LGBT) estimam que a cada 26 horas um homossexual é morto no Brasil, mas a violência vai além das ruas: está na educação, saúde, segurança e família.

Segundo a diretora Dediane Souza, do Grupo Asa Branca (Grab), que é engajado nas causas LGBT, comenta que a falta de política do Ceará aumenta a vulnerabilidade desta população. “A gente não tem uma política que trabalhe com homofobia. Precisamos de algo que reconheça este crime”, comenta.

Nas avenidas escuras de Fortaleza, enquanto aguardam clientes, as travestis têm medo da violência que tem acontecido. “Vem gente e taca pedra. Tem que ter sangue no olho pra estar aqui”, comenta uma delas.

Já a travesti Nicole, que trabalha nas ruas há sete anos, denuncia que já sofreu preconceito até pela segurança pública. “Chamei a polícia e eles acharam uma faca, mas ele não quis levar o caso adiante, disse que não daria em nada”, falou.

[uol video=”https://mais.uol.com.br/view/14997914″]

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Travestis de Fortaleza sofrem com preconceito e têm medo de violência nas ruas

Em 2013, pelo menos onze assassinatos envolvendo homofobia foram registrados em Fortaleza. O problema cresce e preocupa as entidades que lutam pelo preconceito. Organizações de Lésbicas, Gays, Bissexuais e Travestis (LGBT) estimam que a cada 26 horas um homossexual é morto no Brasil, mas a violência vai além das ruas: está na educação, saúde, segurança […]

Por Renato Ferreira em Jornal Jangadeiro

16 de abril de 2014 às 15:25

Há 5 anos

Em 2013, pelo menos onze assassinatos envolvendo homofobia foram registrados em Fortaleza. O problema cresce e preocupa as entidades que lutam pelo preconceito. Organizações de Lésbicas, Gays, Bissexuais e Travestis (LGBT) estimam que a cada 26 horas um homossexual é morto no Brasil, mas a violência vai além das ruas: está na educação, saúde, segurança e família.

Segundo a diretora Dediane Souza, do Grupo Asa Branca (Grab), que é engajado nas causas LGBT, comenta que a falta de política do Ceará aumenta a vulnerabilidade desta população. “A gente não tem uma política que trabalhe com homofobia. Precisamos de algo que reconheça este crime”, comenta.

Nas avenidas escuras de Fortaleza, enquanto aguardam clientes, as travestis têm medo da violência que tem acontecido. “Vem gente e taca pedra. Tem que ter sangue no olho pra estar aqui”, comenta uma delas.

Já a travesti Nicole, que trabalha nas ruas há sete anos, denuncia que já sofreu preconceito até pela segurança pública. “Chamei a polícia e eles acharam uma faca, mas ele não quis levar o caso adiante, disse que não daria em nada”, falou.

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