Líderes de facções criminosas do Ceará já atuam em outros estados

NÍVEL NACIONAL

Líderes de facções criminosas do Ceará já atuam em outros estados

Segundo o Conselho Penitenciário, eles estão presentes em várias regiões do país e fazem parte de um esquema organizado em nível nacional

Por TV Jangadeiro em Jornal Jangadeiro

17 de abril de 2019 às 07:00

Há 1 mês
Seis cearenses foram presos em São Paulo (FOTO: Reprodução/TV Jangadeiro)

Seis cearenses foram presos em São Paulo (FOTO: Reprodução/TV Jangadeiro)

Nessa semana, seis cearenses foram presos em São Paulo acusados de crimes como organização criminosa, tráfico de drogas e associação para o tráfico. De acordo com a Polícia Civil de São Paulo, os acusados tinham se filiado à facção Primeiro Comando da Capital ainda no Ceará e depois migrado para o estado para fugir de investigações realizadas aqui e de ameaças de grupos rivais.

Os presos são dos municípios de Jaguaribara, Jaguaretama, Limoeiro do Norte e Acopiara. Um deles, Josivan Reinaldo Monte, conhecido como Galego dos Colchões, também estaria envolvido na morte de um policial militar em 2016.

No mesmo dia, a Polícia Civil do Ceará prendeu dois homens em Recife. Um deles, Francisco de Assis Fernandes da Silva, o Barrinha, é apontado como um dos conselheiros da facção criminosa Guardiões do Estado e teria envolvimento com a Chacina das Cajazeiras. Com o outro acusado, Francisco Tiago do Nascimento, o Tiago Magão, a polícia encontrou mais de R$ 13 mil em dinheiro, onze relógios de luxo, anéis de ouro e uma pistola.

Outro cearense, Carlenilto Pereira Maltas, de Acopiara, foi preso semana passada pela Polícia Federal em Sergipe, acusado de envolvimento nas mortes de dois líderes nacionais do PCC no Ceará, Rogério Jeremias de Simone, o Gegê do Mangue, e Fabiano Alves de Souza, o Paca.

De acordo com o Conselho Penitenciário, essas prisões evidenciam que os criminosos cearenses ligados à facções não estão mais restritos a atuação apenas neste estado. Eles estão presentes em várias regiões do país e fazem parte de um esquema organizado em nível nacional. O Conselho destaca ainda que as investigações precisam acontecer de forma interligada entre as polícias de cada estado e a inteligência da Polícia Federal.

Veja mais detalhes no Jornal Jangadeiro, da TV Jangadeiro/SBT:

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Líderes de facções criminosas do Ceará já atuam em outros estados

Segundo o Conselho Penitenciário, eles estão presentes em várias regiões do país e fazem parte de um esquema organizado em nível nacional

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17 de abril de 2019 às 07:00

Há 1 mês
Seis cearenses foram presos em São Paulo (FOTO: Reprodução/TV Jangadeiro)

Seis cearenses foram presos em São Paulo (FOTO: Reprodução/TV Jangadeiro)

Nessa semana, seis cearenses foram presos em São Paulo acusados de crimes como organização criminosa, tráfico de drogas e associação para o tráfico. De acordo com a Polícia Civil de São Paulo, os acusados tinham se filiado à facção Primeiro Comando da Capital ainda no Ceará e depois migrado para o estado para fugir de investigações realizadas aqui e de ameaças de grupos rivais.

Os presos são dos municípios de Jaguaribara, Jaguaretama, Limoeiro do Norte e Acopiara. Um deles, Josivan Reinaldo Monte, conhecido como Galego dos Colchões, também estaria envolvido na morte de um policial militar em 2016.

No mesmo dia, a Polícia Civil do Ceará prendeu dois homens em Recife. Um deles, Francisco de Assis Fernandes da Silva, o Barrinha, é apontado como um dos conselheiros da facção criminosa Guardiões do Estado e teria envolvimento com a Chacina das Cajazeiras. Com o outro acusado, Francisco Tiago do Nascimento, o Tiago Magão, a polícia encontrou mais de R$ 13 mil em dinheiro, onze relógios de luxo, anéis de ouro e uma pistola.

Outro cearense, Carlenilto Pereira Maltas, de Acopiara, foi preso semana passada pela Polícia Federal em Sergipe, acusado de envolvimento nas mortes de dois líderes nacionais do PCC no Ceará, Rogério Jeremias de Simone, o Gegê do Mangue, e Fabiano Alves de Souza, o Paca.

De acordo com o Conselho Penitenciário, essas prisões evidenciam que os criminosos cearenses ligados à facções não estão mais restritos a atuação apenas neste estado. Eles estão presentes em várias regiões do país e fazem parte de um esquema organizado em nível nacional. O Conselho destaca ainda que as investigações precisam acontecer de forma interligada entre as polícias de cada estado e a inteligência da Polícia Federal.

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