Lei que permite a policial afastar agressor da mulher é ferramenta contra feminicídio

PROTEÇÃO À VÍTIMA

Lei que permite a policial afastar agressor da mulher é ferramenta contra feminicídio

O Ceará, em 2018, registrou 447 homicídios contra mulheres, sendo 26 deles registrados como feminicídio

Por TV Jangadeiro em Gente na TV

21 de maio de 2019 às 07:00

Há 4 semanas
Emanuelly foi mais uma vítima de feminicídio no Ceará. (Foto: Reprodução/TV Jangadeiro)

Emanuelly foi mais uma vítima de feminicídio no Ceará. (Foto: Reprodução/TV Jangadeiro)

“Manu não podia pintar as unhas, não podia sorrir, não podia ter família e amigos, não podia falar das agressões que viveu em 17 anos de relacionamento abusivo. E ele dizia: ‘é excesso de amor'”, diz a blusa da família de Emanuelly, mais uma vítima de feminicídio no Ceará. O crime é identificado como feminicídio quando é cometido contra mulher motivado por violência doméstica ou discriminação de gênero.

Mas por que Emanuelly não podia tanta coisa? O homem com quem se relacionou por 17 anos não aceitava. Desde o início da relação, Emanuelly foi vítima de agressões do marido. Em janeiro de 2019, decidiu dar um fim no relacionamento. Ela não sabia que sua decisão, meses depois, ia lhe custar a própria vida.

O Ceará, em 2018, registrou 447 homicídios contra mulheres, sendo 26 deles registrados como feminicídio. Isso deixou o Estado em segundo lugar no ranking de estados onde mais se mata mulheres no Brasil.

A mudança mais recente no combate ao feminicídio é que a Justiça agora permite que a Polícia tire o agressor do convívio da vítima, sem necessidade de aguardar uma decisão da Justiça. Medida vale para cidades onde não houver juiz e quando não houver delegado no momento da denúncia.

Confira a reportagem de Catharina Maia, do Gente na TV / TV Jangadeiro:

Publicidade

Dê sua opinião

PROTEÇÃO À VÍTIMA

Lei que permite a policial afastar agressor da mulher é ferramenta contra feminicídio

O Ceará, em 2018, registrou 447 homicídios contra mulheres, sendo 26 deles registrados como feminicídio

Por TV Jangadeiro em Gente na TV

21 de maio de 2019 às 07:00

Há 4 semanas
Emanuelly foi mais uma vítima de feminicídio no Ceará. (Foto: Reprodução/TV Jangadeiro)

Emanuelly foi mais uma vítima de feminicídio no Ceará. (Foto: Reprodução/TV Jangadeiro)

“Manu não podia pintar as unhas, não podia sorrir, não podia ter família e amigos, não podia falar das agressões que viveu em 17 anos de relacionamento abusivo. E ele dizia: ‘é excesso de amor'”, diz a blusa da família de Emanuelly, mais uma vítima de feminicídio no Ceará. O crime é identificado como feminicídio quando é cometido contra mulher motivado por violência doméstica ou discriminação de gênero.

Mas por que Emanuelly não podia tanta coisa? O homem com quem se relacionou por 17 anos não aceitava. Desde o início da relação, Emanuelly foi vítima de agressões do marido. Em janeiro de 2019, decidiu dar um fim no relacionamento. Ela não sabia que sua decisão, meses depois, ia lhe custar a própria vida.

O Ceará, em 2018, registrou 447 homicídios contra mulheres, sendo 26 deles registrados como feminicídio. Isso deixou o Estado em segundo lugar no ranking de estados onde mais se mata mulheres no Brasil.

A mudança mais recente no combate ao feminicídio é que a Justiça agora permite que a Polícia tire o agressor do convívio da vítima, sem necessidade de aguardar uma decisão da Justiça. Medida vale para cidades onde não houver juiz e quando não houver delegado no momento da denúncia.

Confira a reportagem de Catharina Maia, do Gente na TV / TV Jangadeiro: