Produtoras de vídeo apostam em drones como opção mais acessível para imagens aéreas


Produtoras de vídeo apostam em drones como opção mais acessível para imagens aéreas

Empresas consultadas pelo Tribuna do Ceará cobram a partir de R$ 800 pela diária de trabalho. Bem mais em conta que o aluguel de helicóptero e serviço de fotógrafo

Por Roberta Tavares em Tecnologia

14 de maio de 2015 às 11:00

Há 4 anos
red carpet party dresses

O cearense Luiz Lisboa monta os próprios drones para produzir vídeos no estado (FOTO: Arquivo pessoal)

Quadcópteros, hexacópteros, octacópteros (dependendo da quantidade de hélices) ou vants (Veículos Aéreos Não-Tripulados). Tanto faz o nome: todos são, em sua essência, drones. Eles vêm tomando conta do céu de Fortaleza e atraindo curiosos. São aparelhos voadores monitorados por controle remoto que emitem um ruído parecido com o de alguns insetos. Bem estranhos.

Os drones têm o objetivo de gravar e transmitir imagens, e estão crescendo em popularidade não só entre as forças armadas, mas também entre pessoas comuns. Com um controle via rádio, você pode manobrá-lo sem tocar nele. Seu uso, no entanto, exige cuidados semelhantes ao do aeromodelismo, para acidentes serem evitados.

“Drone não é brinquedo. Quem não sabe manusear corre risco. Sendo possível até perder a comunicação entre o rádio e o equipamento e causar acidente”, explica Luiz Lisboa Júnior, de 35 anos, diretor da empresa Clan do Cinema, que faz imagens aéreas com equipamentos que ele mesmo constrói.

O publicitário cearense encontrou nos drones mais do que uma extensão do seu hobby: é o seu trabalho. E ele fabrica os seus próprios equipamentos, que diz ter maior qualidade do que os vendidos prontos. “Compro as peças pela internet e faço. Esses drones vendidos prontos são muito limitados e suscetíveis a falhas”, compara.

O valor total dos componentes de um dos “veículos” que criou, contudo, não é baixo: R$ 28 mil. Acredite! O preço de um carro. O peso varia de 2 kg a 4,5 kg, dependendo principalmente da bateria. Mesmo assim, Luiz garante já ter conseguido apurar todo o dinheiro investido nos equipamentos. Ele tem quatro drones e usa a paixão pelo aeromodelismo para trabalhar na produtora, que faz desde vídeos mais comuns a propagandas institucionais.

Equipados para resistir a trabalhos pesados e ambientes hostis, esses “robôs” podem ter diversas utilidades, até mesmo para atividades simples, como tirar fotografias. Com o aparelho, é possível registrar imagens sob uma perspectiva diferente e artística ou realizar uma filmagem panorâmica. A cobrança da atividade, na empresa de Luiz, custa de R$ 1,6 mil a R$ 3 mil, por diária. “É um trabalho muito bom. Você pode inovar, porque vai além do limite do braço. As formas são bem interessantes”.

USO DE DRONES NO CEARÁ
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USO DE DRONES NO CEARÁ

Apaixonado por aeromodelismo, Lourenço Assis tornou o hobby um trabalho (FOTO: Arquivo pessoal)

USO DE DRONES NO CEARÁ
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USO DE DRONES NO CEARÁ

Apaixonado por aeromodelismo, Lourenço Assis tornou o hobby um trabalho (FOTO: Arquivo pessoal)

USO DE DRONES NO CEARÁ
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USO DE DRONES NO CEARÁ

Apaixonado por aeromodelismo, Lourenço Assis tornou o hobby um trabalho (FOTO: Arquivo pessoal)

USO DE DRONES NO CEARÁ
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USO DE DRONES NO CEARÁ

Apaixonado por aeromodelismo, Lourenço Assis tornou o hobby um trabalho (FOTO: Arquivo pessoal)

USO DE DRONES NO CEARÁ
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USO DE DRONES NO CEARÁ

A produtora de Luiz faz desde vídeos mais comuns a propagandas institucionais (FOTO: Arquivo pessoal)

USO DE DRONES NO CEARÁ
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USO DE DRONES NO CEARÁ

Apaixonado por aeromodelismo, Lourenço Assis tornou o hobby um trabalho (FOTO: Arquivo pessoal)

USO DE DRONES NO CEARÁ
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USO DE DRONES NO CEARÁ

A produtora de Luiz faz desde vídeos mais comuns a propagandas institucionais (FOTO: Arquivo pessoal)

USO DE DRONES NO CEARÁ
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USO DE DRONES NO CEARÁ

Os drones de Luiz Lisboa são montados por ele. O valor de um dos ‘veículos’ que criou custa R$ 28 mil (FOTO: Arquivo pessoal)

USO DE DRONES NO CEARÁ
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USO DE DRONES NO CEARÁ

Os drones de Luiz Lisboa são montados por ele. O valor de um dos ‘veículos’ que criou custa R$ 28 mil (FOTO: Arquivo pessoal)

USO DE DRONES NO CEARÁ
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USO DE DRONES NO CEARÁ

A produtora de Luiz faz desde vídeos mais comuns a propagandas institucionais (FOTO: Arquivo pessoal)

USO DE DRONES NO CEARÁ
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USO DE DRONES NO CEARÁ

Os drones de Luiz Lisboa são montados por ele. O valor de um dos ‘veículos’ que criou custa R$ 28 mil (FOTO: Arquivo pessoal)

USO DE DRONES NO CEARÁ
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USO DE DRONES NO CEARÁ

Os drones de Luiz Lisboa são montados por ele. O valor de um dos ‘veículos’ que criou custa R$ 28 mil (FOTO: Arquivo pessoal)

Lourenço Assis, de 27 anos, trabalha com prestação de serviços de imagens aéreas na empresa FotoAir Imagens Aéreas. Fascinado desde criança pela aviação, logo que teve oportunidade tornou o hobby uma forma de ganhar dinheiro. Em 2011, iniciou a empreitada. “Hoje em dia, se você quiser uma foto aérea da sua casa, existem duas opções. Ou contrata um helicóptero real mais um fotógrafo ou contrata uma empresa que trabalha utilizando drones”, diz.

A diferença está exatamente no valor. Segundo o microempresário, o drone consegue diminuir consideravelmente o valor que seria pago por um helicóptero real. “A qualidade do trabalho é igual. A mesma câmera que o fotógrafo leva no helicóptero, o drone também leva”. A média de preço de um aluguel de helicóptero por hora custa R$ 3 mil, e o fotógrafo cobra de R$ 500 e R$ 1 mil, pois considera o risco do trabalho.

O fotógrafo Fábio Arruda acredita que os dois tipos de trabalho são válidos, e a contratação deve depender da preferência do cliente pela qualidade do produto. “O resultado não é o mesmo. Tem que ver o custo-benefício. Alguns trabalhos não podem ser feitos por drones, em razão do tempo da bateria e da qualidade de algumas câmeras utilizadas”, explica, acrescentando que os fotógrafos levam em conta ainda a iluminação e a lente do aparelho.

Mesmo assim, ele entende a importância da tecnologia para a realização de imagens aéreas. “Na maioria dos casos, o drone resolve, porque é uma invenção fabulosa. As vezes eu até uso quando preciso. As duas formas não se anulam. São dois trabalhos muito bons”.

Veja as imagens feitas com drones:

[uol video=”http://mais.uol.com.br/view/15441726″]

Valores

Apesar de os modelos utilizados por Lourenço terem valor bem acima da média (R$ 25 mil) e serem de última geração, atualmente é possível ter um amador por R$ 200, o Hubsan X4. Com trabalhos em eventos, como casamentos, atividades esportivas e até em propagandas, cobrando de R$ 800 a R$ 14 mil (dependendo da demanda), ele admite ter recuperado o investimento com os drones em apenas dois anos. “Como já tinha uma boa experiência como aeromodelista, não tive dificuldades em operar o equipamento”.

O uso da tecnologia ainda carece de regulamentação pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), pois o aeromodelo pode causar acidentes e colocar a segurança de transeuntes em perigo. Além disso, a falta de manutenção do aparelho pode aumentar chances de falhas técnicas. Lourenço até já passou por algumas dificuldades com o aparelho voador. Em razão de trabalhos realizados em regiões praianas, houve falha em um dos motores, sendo necessário que o drone fosse substituído.

Segurança?

Não é difícil encontrar alguém que associe drones a naves perigosas, algo relacionado a armas e militares. Os veículos não-tripulados ganharam destaque após denúncias de que o governo dos Estados Unidos havia matado civis com o uso de drones enquanto caçava terroristas. O uso particular também é algo bastante discutido. Eles podem ser usados apenas para gravar imagens de determinados eventos ou então para segurança pública, ou monitoramento de propriedades particulares.

O vereador de Fortaleza Eulógio Neto (PSC) até propôs, em maio de 2014, que os drones fossem utilizados nos programas e ações de segurança cidadã na cidade. A intenção era contribuir para a prevenção e a diminuição da violência e da criminalidade, além de monitorar os equipamentos públicos municipais. Em 7 de abril deste ano, o projeto foi aprovado.

Apesar do crescimento do uso, os drones ainda causam algum estranhamento. A cada dia, mais veículos não-tripulados conquistam o céu do Brasil. E são de todos os tamanhos – da pequena joaninha chinesa aos enormes aviões. Da próxima vez que você olhar para o céu e encontrar luzes estranhas, não pense que são OVNIs: é bem mais provável que seja apenas mais um drone sobrevoando as ruas de Fortaleza.

“A aceitação dessa tecnologia tem aumentado a cada dia. Imagine uma câmera que pode voar em todas as direções a partir de 50 centímetros de altura? O céu é o limite”, conclui Lourenço.

Serviço:
– Clan do Cinema
Luiz Júnior
Contatos: (85) 88514070 / luizjrmac@gmail.com
Facebook: https://www.facebook.com/ClanDoCinema

– FotoAir
Lourenço Assis
(85)3065-6115 / (85)8528-9002 / 9725-5113 /contato@fotoair.com.br
Site: http://www.fotoair.com.br
Facebook: http://www.facebook.com/fotoairimagens

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Produtoras de vídeo apostam em drones como opção mais acessível para imagens aéreas

Empresas consultadas pelo Tribuna do Ceará cobram a partir de R$ 800 pela diária de trabalho. Bem mais em conta que o aluguel de helicóptero e serviço de fotógrafo

Por Roberta Tavares em Tecnologia

14 de maio de 2015 às 11:00

Há 4 anos
red carpet party dresses

O cearense Luiz Lisboa monta os próprios drones para produzir vídeos no estado (FOTO: Arquivo pessoal)

Quadcópteros, hexacópteros, octacópteros (dependendo da quantidade de hélices) ou vants (Veículos Aéreos Não-Tripulados). Tanto faz o nome: todos são, em sua essência, drones. Eles vêm tomando conta do céu de Fortaleza e atraindo curiosos. São aparelhos voadores monitorados por controle remoto que emitem um ruído parecido com o de alguns insetos. Bem estranhos.

Os drones têm o objetivo de gravar e transmitir imagens, e estão crescendo em popularidade não só entre as forças armadas, mas também entre pessoas comuns. Com um controle via rádio, você pode manobrá-lo sem tocar nele. Seu uso, no entanto, exige cuidados semelhantes ao do aeromodelismo, para acidentes serem evitados.

“Drone não é brinquedo. Quem não sabe manusear corre risco. Sendo possível até perder a comunicação entre o rádio e o equipamento e causar acidente”, explica Luiz Lisboa Júnior, de 35 anos, diretor da empresa Clan do Cinema, que faz imagens aéreas com equipamentos que ele mesmo constrói.

O publicitário cearense encontrou nos drones mais do que uma extensão do seu hobby: é o seu trabalho. E ele fabrica os seus próprios equipamentos, que diz ter maior qualidade do que os vendidos prontos. “Compro as peças pela internet e faço. Esses drones vendidos prontos são muito limitados e suscetíveis a falhas”, compara.

O valor total dos componentes de um dos “veículos” que criou, contudo, não é baixo: R$ 28 mil. Acredite! O preço de um carro. O peso varia de 2 kg a 4,5 kg, dependendo principalmente da bateria. Mesmo assim, Luiz garante já ter conseguido apurar todo o dinheiro investido nos equipamentos. Ele tem quatro drones e usa a paixão pelo aeromodelismo para trabalhar na produtora, que faz desde vídeos mais comuns a propagandas institucionais.

Equipados para resistir a trabalhos pesados e ambientes hostis, esses “robôs” podem ter diversas utilidades, até mesmo para atividades simples, como tirar fotografias. Com o aparelho, é possível registrar imagens sob uma perspectiva diferente e artística ou realizar uma filmagem panorâmica. A cobrança da atividade, na empresa de Luiz, custa de R$ 1,6 mil a R$ 3 mil, por diária. “É um trabalho muito bom. Você pode inovar, porque vai além do limite do braço. As formas são bem interessantes”.

USO DE DRONES NO CEARÁ
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Apaixonado por aeromodelismo, Lourenço Assis tornou o hobby um trabalho (FOTO: Arquivo pessoal)

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USO DE DRONES NO CEARÁ

Apaixonado por aeromodelismo, Lourenço Assis tornou o hobby um trabalho (FOTO: Arquivo pessoal)

USO DE DRONES NO CEARÁ
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USO DE DRONES NO CEARÁ

Apaixonado por aeromodelismo, Lourenço Assis tornou o hobby um trabalho (FOTO: Arquivo pessoal)

USO DE DRONES NO CEARÁ
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USO DE DRONES NO CEARÁ

Apaixonado por aeromodelismo, Lourenço Assis tornou o hobby um trabalho (FOTO: Arquivo pessoal)

USO DE DRONES NO CEARÁ
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USO DE DRONES NO CEARÁ

A produtora de Luiz faz desde vídeos mais comuns a propagandas institucionais (FOTO: Arquivo pessoal)

USO DE DRONES NO CEARÁ
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USO DE DRONES NO CEARÁ

Apaixonado por aeromodelismo, Lourenço Assis tornou o hobby um trabalho (FOTO: Arquivo pessoal)

USO DE DRONES NO CEARÁ
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USO DE DRONES NO CEARÁ

A produtora de Luiz faz desde vídeos mais comuns a propagandas institucionais (FOTO: Arquivo pessoal)

USO DE DRONES NO CEARÁ
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USO DE DRONES NO CEARÁ

Os drones de Luiz Lisboa são montados por ele. O valor de um dos ‘veículos’ que criou custa R$ 28 mil (FOTO: Arquivo pessoal)

USO DE DRONES NO CEARÁ
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USO DE DRONES NO CEARÁ

Os drones de Luiz Lisboa são montados por ele. O valor de um dos ‘veículos’ que criou custa R$ 28 mil (FOTO: Arquivo pessoal)

USO DE DRONES NO CEARÁ
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USO DE DRONES NO CEARÁ

A produtora de Luiz faz desde vídeos mais comuns a propagandas institucionais (FOTO: Arquivo pessoal)

USO DE DRONES NO CEARÁ
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USO DE DRONES NO CEARÁ

Os drones de Luiz Lisboa são montados por ele. O valor de um dos ‘veículos’ que criou custa R$ 28 mil (FOTO: Arquivo pessoal)

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Os drones de Luiz Lisboa são montados por ele. O valor de um dos ‘veículos’ que criou custa R$ 28 mil (FOTO: Arquivo pessoal)

Lourenço Assis, de 27 anos, trabalha com prestação de serviços de imagens aéreas na empresa FotoAir Imagens Aéreas. Fascinado desde criança pela aviação, logo que teve oportunidade tornou o hobby uma forma de ganhar dinheiro. Em 2011, iniciou a empreitada. “Hoje em dia, se você quiser uma foto aérea da sua casa, existem duas opções. Ou contrata um helicóptero real mais um fotógrafo ou contrata uma empresa que trabalha utilizando drones”, diz.

A diferença está exatamente no valor. Segundo o microempresário, o drone consegue diminuir consideravelmente o valor que seria pago por um helicóptero real. “A qualidade do trabalho é igual. A mesma câmera que o fotógrafo leva no helicóptero, o drone também leva”. A média de preço de um aluguel de helicóptero por hora custa R$ 3 mil, e o fotógrafo cobra de R$ 500 e R$ 1 mil, pois considera o risco do trabalho.

O fotógrafo Fábio Arruda acredita que os dois tipos de trabalho são válidos, e a contratação deve depender da preferência do cliente pela qualidade do produto. “O resultado não é o mesmo. Tem que ver o custo-benefício. Alguns trabalhos não podem ser feitos por drones, em razão do tempo da bateria e da qualidade de algumas câmeras utilizadas”, explica, acrescentando que os fotógrafos levam em conta ainda a iluminação e a lente do aparelho.

Mesmo assim, ele entende a importância da tecnologia para a realização de imagens aéreas. “Na maioria dos casos, o drone resolve, porque é uma invenção fabulosa. As vezes eu até uso quando preciso. As duas formas não se anulam. São dois trabalhos muito bons”.

Veja as imagens feitas com drones:

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Valores

Apesar de os modelos utilizados por Lourenço terem valor bem acima da média (R$ 25 mil) e serem de última geração, atualmente é possível ter um amador por R$ 200, o Hubsan X4. Com trabalhos em eventos, como casamentos, atividades esportivas e até em propagandas, cobrando de R$ 800 a R$ 14 mil (dependendo da demanda), ele admite ter recuperado o investimento com os drones em apenas dois anos. “Como já tinha uma boa experiência como aeromodelista, não tive dificuldades em operar o equipamento”.

O uso da tecnologia ainda carece de regulamentação pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), pois o aeromodelo pode causar acidentes e colocar a segurança de transeuntes em perigo. Além disso, a falta de manutenção do aparelho pode aumentar chances de falhas técnicas. Lourenço até já passou por algumas dificuldades com o aparelho voador. Em razão de trabalhos realizados em regiões praianas, houve falha em um dos motores, sendo necessário que o drone fosse substituído.

Segurança?

Não é difícil encontrar alguém que associe drones a naves perigosas, algo relacionado a armas e militares. Os veículos não-tripulados ganharam destaque após denúncias de que o governo dos Estados Unidos havia matado civis com o uso de drones enquanto caçava terroristas. O uso particular também é algo bastante discutido. Eles podem ser usados apenas para gravar imagens de determinados eventos ou então para segurança pública, ou monitoramento de propriedades particulares.

O vereador de Fortaleza Eulógio Neto (PSC) até propôs, em maio de 2014, que os drones fossem utilizados nos programas e ações de segurança cidadã na cidade. A intenção era contribuir para a prevenção e a diminuição da violência e da criminalidade, além de monitorar os equipamentos públicos municipais. Em 7 de abril deste ano, o projeto foi aprovado.

Apesar do crescimento do uso, os drones ainda causam algum estranhamento. A cada dia, mais veículos não-tripulados conquistam o céu do Brasil. E são de todos os tamanhos – da pequena joaninha chinesa aos enormes aviões. Da próxima vez que você olhar para o céu e encontrar luzes estranhas, não pense que são OVNIs: é bem mais provável que seja apenas mais um drone sobrevoando as ruas de Fortaleza.

“A aceitação dessa tecnologia tem aumentado a cada dia. Imagine uma câmera que pode voar em todas as direções a partir de 50 centímetros de altura? O céu é o limite”, conclui Lourenço.

Serviço:
– Clan do Cinema
Luiz Júnior
Contatos: (85) 88514070 / luizjrmac@gmail.com
Facebook: https://www.facebook.com/ClanDoCinema

– FotoAir
Lourenço Assis
(85)3065-6115 / (85)8528-9002 / 9725-5113 /contato@fotoair.com.br
Site: http://www.fotoair.com.br
Facebook: http://www.facebook.com/fotoairimagens