Homem que matou ex-namorada e jogou corpo em lagoa vivia com identidade falsa no Pará

FEMINICÍDIO

Homem que matou ex-namorada e jogou corpo em lagoa vivia com identidade falsa no Pará

Stefhani Brito foi morta em 1° de janeiro de 2018 pelo ex-namorado, que trafegou com seu corpo em uma moto até abandoná-la em uma lagoa

Por TV Jangadeiro em Segurança Pública

26 de fevereiro de 2019 às 14:41

Há 2 meses
Francisco Alberto estava vivendo no Pará, com identidade falsa. (Foto: Reprodução/TV Jangadeiro)

Francisco Alberto estava vivendo no Pará, com identidade falsa. (Foto: Reprodução/TV Jangadeiro)

A Polícia divulgou nesta terça-feira (26) a captura do suspeito pela morte da jovem Stefhani Brito Cruz, à época com 22 anos, morta em 1° de janeiro de 2018. Francisco Alberto Nobre Calixto Filho, de 24 anos, estava foragido desde o dia do crime e era considerado um dos homens mais procurados pela Polícia no Estado. Ele foi localizado em uma cidade do Pará.

De acordo com o titular do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Leonardo Barreto, há uma semana, duas equipes da DHPP estavam na cidade de Mãe do Rio, a 200 quilômetros de Belém, capital do Pará. Ele vivia em uma casa alugada e usava identidade falsa.

Francisco Alberto foi autuado por feminicídio e ocultação de cadáver. Ele confessou ter matado Stefhani e disse que foi motivado por “ciúmes”.

À Polícia, Alberto alegou que desconfiava que a jovem tivesse “outro namorado”, por isso chamou ela para um conversa em que já tinha intenção de fazer ameaças à jovem, mas disse que acabou “se excedendo”. Ele confessou ter usado madeira maciça para agredir Stefhani. Com informações do repórter Abraão Ramos, do programa Barra Pesada/TV Jangadeiro.

O caso

Stefhani Brito foi encontrada morta na Lagoa da Libânia, no bairro Mondubim. De acordo com populares, o suspeito do homicídio teria circulado pela região com o corpo da vítima na garupa de uma motocicleta. Ao chegar nas margens da lagoa, teria batido a cabeça da vítima contra uma pedra e depois a abandonado no local.

A jovem sofria constantes agressões físicas e psicológica do companheiro (Foto: Reprodução/Facebook)

A jovem sofria constantes agressões físicas e psicológica do companheiro (Foto: Reprodução/Facebook)

Conforme a nota da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), a jovem foi morta com disparos de arma de fogo e por lesões de objetos cortantes. Um inquérito policial foi instaurado para investigar o caso.

Familiares da jovem disseram que ela sofria agressões físicas e psicológicas do seu companheiro. Na data do crime, ela teria atendido ao chamado de Alberto porque estava com receio de que algo acontecesse com alguém da família. Outras pessoas a aconselharam a não se encontrar com o rapaz, mas ela insistiu em ir para proteger a família.

“Eu creio que ela sofria ameaças porque lembro que a gente falou para ela não ir e ela disse: ‘Eu vou por causa de vocês’”, disse a mulher.

De acordo com a familiar, o suspeito batia em Stefhani e amarrava para que ela não gritasse. Além disso, a jovem aparecia com marcas de queimaduras e agressões no corpo.

“Ele queimava ela com a colher e com cigarro. Ela era cheia de marcas. Batia nela e ainda amarrava”, ressaltou. Para a mulher, o motivo de Stefhani ter ficado com o rapaz por cinco anos deve-se às ameaças que sofria. “Ele devia ameaçar a família”, frisou.

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Homem que matou ex-namorada e jogou corpo em lagoa vivia com identidade falsa no Pará

Stefhani Brito foi morta em 1° de janeiro de 2018 pelo ex-namorado, que trafegou com seu corpo em uma moto até abandoná-la em uma lagoa

Por TV Jangadeiro em Segurança Pública

26 de fevereiro de 2019 às 14:41

Há 2 meses
Francisco Alberto estava vivendo no Pará, com identidade falsa. (Foto: Reprodução/TV Jangadeiro)

Francisco Alberto estava vivendo no Pará, com identidade falsa. (Foto: Reprodução/TV Jangadeiro)

A Polícia divulgou nesta terça-feira (26) a captura do suspeito pela morte da jovem Stefhani Brito Cruz, à época com 22 anos, morta em 1° de janeiro de 2018. Francisco Alberto Nobre Calixto Filho, de 24 anos, estava foragido desde o dia do crime e era considerado um dos homens mais procurados pela Polícia no Estado. Ele foi localizado em uma cidade do Pará.

De acordo com o titular do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Leonardo Barreto, há uma semana, duas equipes da DHPP estavam na cidade de Mãe do Rio, a 200 quilômetros de Belém, capital do Pará. Ele vivia em uma casa alugada e usava identidade falsa.

Francisco Alberto foi autuado por feminicídio e ocultação de cadáver. Ele confessou ter matado Stefhani e disse que foi motivado por “ciúmes”.

À Polícia, Alberto alegou que desconfiava que a jovem tivesse “outro namorado”, por isso chamou ela para um conversa em que já tinha intenção de fazer ameaças à jovem, mas disse que acabou “se excedendo”. Ele confessou ter usado madeira maciça para agredir Stefhani. Com informações do repórter Abraão Ramos, do programa Barra Pesada/TV Jangadeiro.

O caso

Stefhani Brito foi encontrada morta na Lagoa da Libânia, no bairro Mondubim. De acordo com populares, o suspeito do homicídio teria circulado pela região com o corpo da vítima na garupa de uma motocicleta. Ao chegar nas margens da lagoa, teria batido a cabeça da vítima contra uma pedra e depois a abandonado no local.

A jovem sofria constantes agressões físicas e psicológica do companheiro (Foto: Reprodução/Facebook)

A jovem sofria constantes agressões físicas e psicológica do companheiro (Foto: Reprodução/Facebook)

Conforme a nota da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), a jovem foi morta com disparos de arma de fogo e por lesões de objetos cortantes. Um inquérito policial foi instaurado para investigar o caso.

Familiares da jovem disseram que ela sofria agressões físicas e psicológicas do seu companheiro. Na data do crime, ela teria atendido ao chamado de Alberto porque estava com receio de que algo acontecesse com alguém da família. Outras pessoas a aconselharam a não se encontrar com o rapaz, mas ela insistiu em ir para proteger a família.

“Eu creio que ela sofria ameaças porque lembro que a gente falou para ela não ir e ela disse: ‘Eu vou por causa de vocês’”, disse a mulher.

De acordo com a familiar, o suspeito batia em Stefhani e amarrava para que ela não gritasse. Além disso, a jovem aparecia com marcas de queimaduras e agressões no corpo.

“Ele queimava ela com a colher e com cigarro. Ela era cheia de marcas. Batia nela e ainda amarrava”, ressaltou. Para a mulher, o motivo de Stefhani ter ficado com o rapaz por cinco anos deve-se às ameaças que sofria. “Ele devia ameaçar a família”, frisou.