Grupo leva música para alegrar pacientes internados em hospitais no Ceará

NO TOM DA ALEGRIA

Grupo leva música para alegrar pacientes internados em hospitais no Ceará

O grupo No Tom da Alegria surgiu há cerca de dois anos e faz visitas em hospitais de Fortaleza e Região Metropolitana uma vez por mês

Por Tribuna do Ceará em Saúde

17 de março de 2019 às 07:00

Há 3 meses
Eles fazem visitas uma vez por mês em hospitais (FOTO: Arquivo Pessoal)

Eles fazem visitas uma vez por mês em hospitais (FOTO: Arquivo Pessoal)

Um grupo de musicoterapia trabalha a música para levar felicidade a pessoas internadas em unidades hospitalares no Ceará.

O bom humor e a alegria gerados pelo música fazem o sofrimento nos corredores hospitalares ser minimizado. Liderado pelo professor e enfermeiro Francisco Walter, o grupo No Tom da Alegria surgiu a partir de uma ação da faculdade. “Nós queríamos realizar uma ação e, como sou amante da música, sempre tive a ideia de levá-la aos hospitais”.

Antes de colocar em prática, Walter resolveu estudar casos para dar aplicabilidade da música a pessoas enfermas. “Eu encontrei vários artigos que faziam relação do enfermeiro e da música e isso me motivou”.

O projeto teve início há dois anos. O idealizador contactou amigos músicos e estudantes de Enfermagem e montou um repertório baseado em canções que levariam bem-estar aos pacientes. “Encontramos a MPB, algumas músicas de Luiz Gonzaga, do Padre Zezinho”, cita.

A primeira visita ocorreu entre os meses de maio e junho de 2017. “Foi bacana demais. A receptividade das pessoas, algumas se prontificaram a ajudar em um trabalho voluntário”. A ação, proposta pela faculdade, foi realizada inicialmente em um hospital no município de Caucaia.

Mesmo com o fim do projeto na instituição de ensino, o grupo resolveu continuar  a bela ação. “Pensei, por que não criar independente de faculdade? Continuamos, ensaiamos e uma vez por mês realizamos visitas”. Outros hospitais beneficiados foram o Frotinha da Parangaba e Antônio Bezerra, Gonzaguinha do José Walter, Albert Sabin e Instituto José Frota (IJF).

Quem faz parte

O grupo conta, em média, com 7 pessoas, utilizando instrumentos como acordeon, violão, flauta transversal, cajon e pandeiro. “Passamos cerca de uma hora no hospital. Eu mando um ofício falando do grupo e explico um pouco do nosso trabalho voluntário. Não tem custo nenhum para o hospital”.

Os métodos utilizados levam os pacientes a liberarem hormônios do bem-estar. Para ele, a realização pessoal é gratificante. “Esses pacientes estão fora de casa, e 99% deles não se programaram para adoecer. São pegos de surpresas com medicamentos, exames, cirurgias e mudanças da cultura culinária. De repente estão lá… E é nesse momento que a música entra. Isso é gratificante”, finaliza.

Confira uma das apresentações:

http://mais.uol.com.br/view/16607373

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NO TOM DA ALEGRIA

Grupo leva música para alegrar pacientes internados em hospitais no Ceará

O grupo No Tom da Alegria surgiu há cerca de dois anos e faz visitas em hospitais de Fortaleza e Região Metropolitana uma vez por mês

Por Tribuna do Ceará em Saúde

17 de março de 2019 às 07:00

Há 3 meses
Eles fazem visitas uma vez por mês em hospitais (FOTO: Arquivo Pessoal)

Eles fazem visitas uma vez por mês em hospitais (FOTO: Arquivo Pessoal)

Um grupo de musicoterapia trabalha a música para levar felicidade a pessoas internadas em unidades hospitalares no Ceará.

O bom humor e a alegria gerados pelo música fazem o sofrimento nos corredores hospitalares ser minimizado. Liderado pelo professor e enfermeiro Francisco Walter, o grupo No Tom da Alegria surgiu a partir de uma ação da faculdade. “Nós queríamos realizar uma ação e, como sou amante da música, sempre tive a ideia de levá-la aos hospitais”.

Antes de colocar em prática, Walter resolveu estudar casos para dar aplicabilidade da música a pessoas enfermas. “Eu encontrei vários artigos que faziam relação do enfermeiro e da música e isso me motivou”.

O projeto teve início há dois anos. O idealizador contactou amigos músicos e estudantes de Enfermagem e montou um repertório baseado em canções que levariam bem-estar aos pacientes. “Encontramos a MPB, algumas músicas de Luiz Gonzaga, do Padre Zezinho”, cita.

A primeira visita ocorreu entre os meses de maio e junho de 2017. “Foi bacana demais. A receptividade das pessoas, algumas se prontificaram a ajudar em um trabalho voluntário”. A ação, proposta pela faculdade, foi realizada inicialmente em um hospital no município de Caucaia.

Mesmo com o fim do projeto na instituição de ensino, o grupo resolveu continuar  a bela ação. “Pensei, por que não criar independente de faculdade? Continuamos, ensaiamos e uma vez por mês realizamos visitas”. Outros hospitais beneficiados foram o Frotinha da Parangaba e Antônio Bezerra, Gonzaguinha do José Walter, Albert Sabin e Instituto José Frota (IJF).

Quem faz parte

O grupo conta, em média, com 7 pessoas, utilizando instrumentos como acordeon, violão, flauta transversal, cajon e pandeiro. “Passamos cerca de uma hora no hospital. Eu mando um ofício falando do grupo e explico um pouco do nosso trabalho voluntário. Não tem custo nenhum para o hospital”.

Os métodos utilizados levam os pacientes a liberarem hormônios do bem-estar. Para ele, a realização pessoal é gratificante. “Esses pacientes estão fora de casa, e 99% deles não se programaram para adoecer. São pegos de surpresas com medicamentos, exames, cirurgias e mudanças da cultura culinária. De repente estão lá… E é nesse momento que a música entra. Isso é gratificante”, finaliza.

Confira uma das apresentações:

http://mais.uol.com.br/view/16607373