Tasso Jereissati reassume cadeira no Senado e alerta sobre a crise da seca no CE - Noticias


Tasso Jereissati reassume cadeira no Senado e alerta sobre a crise da seca no CE

Em seu retorno ao Senado, o parlamentar centrará seus trabalhos na fiscalização das ações do governo. Suas bandeiras devem ser saúde, educação e qualidade de vida para o Ceará.

Por Tribuna do Ceará em Política

1 de fevereiro de 2015 às 15:01

Há 4 anos
O senador eleito diz que presidenta Dilma deve deixar arrogância de lado (FOTO: Reprodução)

O senador eleito diz que presidenta Dilma deve deixar arrogância de lado (FOTO: Reprodução)

O empresário cearense Tasso Jereissati (PSDB) reassumiu na tarde deste domingo (1), em Brasília, uma das 81 cadeiras no Senado Federal. A solenidade de posse ocorreu no plenário da Casa. Também foram escolhidas a presidência do Senado e a Mesa Diretora.

Ao assumir seu segundo mandato como senador pelo estado do Ceará, Tasso Jereissati (PSDB) defendeu que é preciso resgatar a discussão em torno das políticas de desenvolvimento regional com relação ao Nordeste brasileiro. “Infelizmente, o Nordeste está esquecido com os piores indicadores sociais e econômico do Brasil. E, em especial, o Ceará enfrenta uma crise com seca há anos, uma situação muito grave”, disse.

 

No primeiro mandato, Tasso priorizou debates sobre violência e segurança, apresentou proposições nas áreas de tributação, orçamento, saúde, educação, pesquisas com células-tronco, combate às desigualdades regionais, financiamento agrícola e punições para o trabalho escravo.

Em 2014 foi eleito pelo Ceará para o Senado com 2.314.796 votos (58,06%). Entre os anos de 2003 e 2011 quando exerceu mandato de Senador, destacou-se como um dos parlamentares mais atuantes e influentes no Congresso Nacional.

Em seu retorno ao Senado, o parlamentar centrará seus trabalhos na fiscalização das ações do governo. Suas bandeiras devem ser saúde, educação e qualidade de vida para o Ceará. Segundo o ele, a geração de empregos também será prioridade. Tasso tem como suplentes Chiquinho Feitosa e Fernando Façanha e ocupa a vaga de Inácio Arruda.

Natural de Fortaleza, nasceu em 1948, é casado e formado em administração de empresas. Iniciou a vida política ao se eleger governador do Ceará em 1986. Foi eleito novamente em 1994 e ficou no governo entre 1995 e 2002, após uma reeleição.

Além da atuação como empresário e legislador, é membro integrante desde 2011 do Conselho Estratégico da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) e do Conselho Estratégico da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC).

Refinaria e geração de empregos

Na semana passada Tasso comentou um dos assuntos que certamente deverá entrar na pauta de debates do Senado. O cancelamento dos investimentos para a construção da Refinaria Premium II, no Ceará. Para o Senador, foi um desrespeito à história do estado. Para ele, a construção da refinaria não passava de uma mentira para garantir votos. “Há mais de oito anos que eu venho alertando o povo cearense e os políticos cearenses que isso era uma mentira, que não tinha refinaria nenhuma”, conclui.

O tucano retomou duras críticas à decisão do Governo Dilma de não implantar a Refinaria no Estado, e reafirmou que “houve um engodo, uma trapaça que está causando e vai nos causar um enorme prejuizo. O Ceará infelizmente foi enganado de uma forma vergonhosa pelo Governo, arcando com um prejuizo gigantesto.Diante disso, eu tenho a missão de representar o povo cearense dignamente.” Em seguida, cobrou uma atuação mais forte de toda a bancada federal, em prol do Estado. “É preciso que tenhamos um papel de fiscalização. É preciso que a bancada cearense defenda o Ceará e não o Governo.”

A possibilidade de instalação de uma nova CPI mista para apurar irregularidades na Petrobras também deverá pautar os trabalhos do congresso. O senador cearense deve também deve exercer pressão ao governo federal para que sejam tomadas providências imediatas em relação ao plano de convivência com a seca no estado.

O Senado Federal convocou para a primeira sessão do Senado para a próxima terça-feira (3) a partir das 14h, no Plenário do Senado.

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Tasso Jereissati reassume cadeira no Senado e alerta sobre a crise da seca no CE

Em seu retorno ao Senado, o parlamentar centrará seus trabalhos na fiscalização das ações do governo. Suas bandeiras devem ser saúde, educação e qualidade de vida para o Ceará.

Por Tribuna do Ceará em Política

1 de fevereiro de 2015 às 15:01

Há 4 anos
O senador eleito diz que presidenta Dilma deve deixar arrogância de lado (FOTO: Reprodução)

O senador eleito diz que presidenta Dilma deve deixar arrogância de lado (FOTO: Reprodução)

O empresário cearense Tasso Jereissati (PSDB) reassumiu na tarde deste domingo (1), em Brasília, uma das 81 cadeiras no Senado Federal. A solenidade de posse ocorreu no plenário da Casa. Também foram escolhidas a presidência do Senado e a Mesa Diretora.

Ao assumir seu segundo mandato como senador pelo estado do Ceará, Tasso Jereissati (PSDB) defendeu que é preciso resgatar a discussão em torno das políticas de desenvolvimento regional com relação ao Nordeste brasileiro. “Infelizmente, o Nordeste está esquecido com os piores indicadores sociais e econômico do Brasil. E, em especial, o Ceará enfrenta uma crise com seca há anos, uma situação muito grave”, disse.

 

No primeiro mandato, Tasso priorizou debates sobre violência e segurança, apresentou proposições nas áreas de tributação, orçamento, saúde, educação, pesquisas com células-tronco, combate às desigualdades regionais, financiamento agrícola e punições para o trabalho escravo.

Em 2014 foi eleito pelo Ceará para o Senado com 2.314.796 votos (58,06%). Entre os anos de 2003 e 2011 quando exerceu mandato de Senador, destacou-se como um dos parlamentares mais atuantes e influentes no Congresso Nacional.

Em seu retorno ao Senado, o parlamentar centrará seus trabalhos na fiscalização das ações do governo. Suas bandeiras devem ser saúde, educação e qualidade de vida para o Ceará. Segundo o ele, a geração de empregos também será prioridade. Tasso tem como suplentes Chiquinho Feitosa e Fernando Façanha e ocupa a vaga de Inácio Arruda.

Natural de Fortaleza, nasceu em 1948, é casado e formado em administração de empresas. Iniciou a vida política ao se eleger governador do Ceará em 1986. Foi eleito novamente em 1994 e ficou no governo entre 1995 e 2002, após uma reeleição.

Além da atuação como empresário e legislador, é membro integrante desde 2011 do Conselho Estratégico da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) e do Conselho Estratégico da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC).

Refinaria e geração de empregos

Na semana passada Tasso comentou um dos assuntos que certamente deverá entrar na pauta de debates do Senado. O cancelamento dos investimentos para a construção da Refinaria Premium II, no Ceará. Para o Senador, foi um desrespeito à história do estado. Para ele, a construção da refinaria não passava de uma mentira para garantir votos. “Há mais de oito anos que eu venho alertando o povo cearense e os políticos cearenses que isso era uma mentira, que não tinha refinaria nenhuma”, conclui.

O tucano retomou duras críticas à decisão do Governo Dilma de não implantar a Refinaria no Estado, e reafirmou que “houve um engodo, uma trapaça que está causando e vai nos causar um enorme prejuizo. O Ceará infelizmente foi enganado de uma forma vergonhosa pelo Governo, arcando com um prejuizo gigantesto.Diante disso, eu tenho a missão de representar o povo cearense dignamente.” Em seguida, cobrou uma atuação mais forte de toda a bancada federal, em prol do Estado. “É preciso que tenhamos um papel de fiscalização. É preciso que a bancada cearense defenda o Ceará e não o Governo.”

A possibilidade de instalação de uma nova CPI mista para apurar irregularidades na Petrobras também deverá pautar os trabalhos do congresso. O senador cearense deve também deve exercer pressão ao governo federal para que sejam tomadas providências imediatas em relação ao plano de convivência com a seca no estado.

O Senado Federal convocou para a primeira sessão do Senado para a próxima terça-feira (3) a partir das 14h, no Plenário do Senado.