Lei do Cadastro Positivo é sancionada por Bolsonaro: "grande passo para diminuir os juros", diz Tasso

NOVAS REGRAS

Lei do Cadastro Positivo é sancionada por Bolsonaro: “grande passo para diminuir juros”, diz Tasso

Com a nova lei, que entrará em vigor em 90 dias, consumidores que tiverem histórico de bons pagadores serão incluídos automaticamente em um banco de dados.

Por Tribuna do Ceará em Política

8 de abril de 2019 às 19:49

Há 2 meses
A lei foi sancionada na tarde desta segunda-feira (FOTO: Divulgação)

A lei foi sancionada na tarde desta segunda-feira (FOTO: Divulgação)

A Lei que torna automática a adesão dos brasileiros ao Cadastro Positivo foi sancionada na tarde desta segunda-feira (8), pelo presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL).

O relator do projeto no Senado Federal, Tasso Jereissati (PSDB) avaliou que a nova lei “significa um passo importante na diminuição dos juros no Brasil. A elevada taxa de juros é um dos maiores problemas que temos na economia e, principalmente, para o cidadão brasileiro que vai às compras”.

Com as novas regras, a expectativa do Ministério da Economia é de que sejam beneficiadas 130 milhões de pessoas, inclusive 22 milhões de brasileiros que estão hoje fora do mercado de crédito, embora apresentem bons históricos de adimplência.

Tasso ainda comentou que a lei irá permitir que os bancos tenham informações sobre os bons pagadores. “Sobre todas aquelas pessoas que são contribuintes e que terão a oportunidade de ter, em função dessa análise, os juros mais baratos”.

Entenda o que muda

O cadastro positivo foi criado em 2011 para ser um banco de dados sobre bons pagadores, contrapondo-se aos famosos cadastros negativos (como Serasa e SPC), que registram maus pagadores.  O objetivo do cadastro positivo é incentivar que bons pagadores tenham acesso a juros menores. Com a nova lei, consumidores que tiverem bom histórico de pagamentos serão incluídos automaticamente no banco de dados, o que não ocorria antes, pois a adesão acontecia de forma voluntária. A participação no cadastro não é obrigatória, sendo possível pedir para se retirar.

Publicidade

Dê sua opinião

NOVAS REGRAS

Lei do Cadastro Positivo é sancionada por Bolsonaro: “grande passo para diminuir juros”, diz Tasso

Com a nova lei, que entrará em vigor em 90 dias, consumidores que tiverem histórico de bons pagadores serão incluídos automaticamente em um banco de dados.

Por Tribuna do Ceará em Política

8 de abril de 2019 às 19:49

Há 2 meses
A lei foi sancionada na tarde desta segunda-feira (FOTO: Divulgação)

A lei foi sancionada na tarde desta segunda-feira (FOTO: Divulgação)

A Lei que torna automática a adesão dos brasileiros ao Cadastro Positivo foi sancionada na tarde desta segunda-feira (8), pelo presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL).

O relator do projeto no Senado Federal, Tasso Jereissati (PSDB) avaliou que a nova lei “significa um passo importante na diminuição dos juros no Brasil. A elevada taxa de juros é um dos maiores problemas que temos na economia e, principalmente, para o cidadão brasileiro que vai às compras”.

Com as novas regras, a expectativa do Ministério da Economia é de que sejam beneficiadas 130 milhões de pessoas, inclusive 22 milhões de brasileiros que estão hoje fora do mercado de crédito, embora apresentem bons históricos de adimplência.

Tasso ainda comentou que a lei irá permitir que os bancos tenham informações sobre os bons pagadores. “Sobre todas aquelas pessoas que são contribuintes e que terão a oportunidade de ter, em função dessa análise, os juros mais baratos”.

Entenda o que muda

O cadastro positivo foi criado em 2011 para ser um banco de dados sobre bons pagadores, contrapondo-se aos famosos cadastros negativos (como Serasa e SPC), que registram maus pagadores.  O objetivo do cadastro positivo é incentivar que bons pagadores tenham acesso a juros menores. Com a nova lei, consumidores que tiverem bom histórico de pagamentos serão incluídos automaticamente no banco de dados, o que não ocorria antes, pois a adesão acontecia de forma voluntária. A participação no cadastro não é obrigatória, sendo possível pedir para se retirar.