Laudo revela detalhes da morte de Alanis Maria - Noticias


Laudo revela detalhes da morte de Alanis Maria

Antônio Carlos Xavier confessou o crime para o delegado Lira Ximenes, mas mudou a versão da confissão em entrevista exclusiva à TV Jangadeiro. O material recolhido no corpo da vítima, no entanto, pode revelar o contrário

Por Tribuna do Ceará em Polícia

26 de janeiro de 2010 às 08:35

Há 9 anos

Um exame de corpo de delito constatou a crueldade e o sadismo que marcaram a morte da pequena Alanis Maria Laurindo de Oliveira, de 5 anos. Os detalhes são de forte impacto e caracterizam a frieza do assassinato.

Segundo a Coordenadoria de Análises Laboratoriais Forenses do Ceará, Alanis Laurindo morreu em decorrência de “traumatismo crânioencefálico e asfixia mecânica por esganadura, com violência sexual associada”. As informações são do jornal O Povo, publicadas na edição desta terça-feira (26). O  Programa Barra Pesada antecipou o resultado no último dia 13 de janeiro, por meio do repórter Geovani Silva.

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O laudo
De acordo com o laudo, o assassino usou um objeto “contundente” para provocar o “traumatismo crânioencefálico” e “contundente por ação constrictora” para sufocar a garota. Imobilizada, ela foi morta por “meio cruel pela capacidade reduzida de defesa, por sua pouca idade (5 anos), pela multiplicidade, localização e diversidade das lesões”.

Na bochecha de Alanis, foram encontrados marcas de “unhas” do criminoso. Além de estuprar a garota, ele teve relações anais com ela, ainda conforme O Povo.

Sua fragilidade física não permitiu nenhum tipo de reação a força brutal imposta por um adulto. Ainda mais porque o criminoso obstruiu a “boca” de Alanis durante a ação para evitar qualquer tipo de “verbalização ou gritos” que chamassem a atenção de populares.

Antônio Carlos Xavier confessou o crime para o delegado Lira Ximenes, mas mudou a versão da confissão em entrevista exclusiva à TV Jangadeiro. O material recolhido no corpo da vítima, no entanto, deve revelar o contrário.

O laudo cadavérico também constata que foram remetidos, além de roupa, esperma e sangue, “dois filamentos negros, crespos, podendo representar pêlos pubianos de adulto” que foram encontrados no abdômen da garota.

Com informações do O Povo e do Barra Pesada

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Laudo revela detalhes da morte de Alanis Maria

Antônio Carlos Xavier confessou o crime para o delegado Lira Ximenes, mas mudou a versão da confissão em entrevista exclusiva à TV Jangadeiro. O material recolhido no corpo da vítima, no entanto, pode revelar o contrário

Por Tribuna do Ceará em Polícia

26 de janeiro de 2010 às 08:35

Há 9 anos

Um exame de corpo de delito constatou a crueldade e o sadismo que marcaram a morte da pequena Alanis Maria Laurindo de Oliveira, de 5 anos. Os detalhes são de forte impacto e caracterizam a frieza do assassinato.

Segundo a Coordenadoria de Análises Laboratoriais Forenses do Ceará, Alanis Laurindo morreu em decorrência de “traumatismo crânioencefálico e asfixia mecânica por esganadura, com violência sexual associada”. As informações são do jornal O Povo, publicadas na edição desta terça-feira (26). O  Programa Barra Pesada antecipou o resultado no último dia 13 de janeiro, por meio do repórter Geovani Silva.

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O laudo
De acordo com o laudo, o assassino usou um objeto “contundente” para provocar o “traumatismo crânioencefálico” e “contundente por ação constrictora” para sufocar a garota. Imobilizada, ela foi morta por “meio cruel pela capacidade reduzida de defesa, por sua pouca idade (5 anos), pela multiplicidade, localização e diversidade das lesões”.

Na bochecha de Alanis, foram encontrados marcas de “unhas” do criminoso. Além de estuprar a garota, ele teve relações anais com ela, ainda conforme O Povo.

Sua fragilidade física não permitiu nenhum tipo de reação a força brutal imposta por um adulto. Ainda mais porque o criminoso obstruiu a “boca” de Alanis durante a ação para evitar qualquer tipo de “verbalização ou gritos” que chamassem a atenção de populares.

Antônio Carlos Xavier confessou o crime para o delegado Lira Ximenes, mas mudou a versão da confissão em entrevista exclusiva à TV Jangadeiro. O material recolhido no corpo da vítima, no entanto, deve revelar o contrário.

O laudo cadavérico também constata que foram remetidos, além de roupa, esperma e sangue, “dois filamentos negros, crespos, podendo representar pêlos pubianos de adulto” que foram encontrados no abdômen da garota.

Com informações do O Povo e do Barra Pesada