Estudante cearense coleciona autógrafos de professores e palestrantes


Estudante cearense coleciona autógrafos de professores e palestrantes

Em vez de selfies, assinaturas. Os ídolos de Alexandre Mota, de 17 anos, são aqueles que contribuem para sua formação profissional

Por Mayana Fontenele em Perfil

24 de novembro de 2015 às 06:00

Há 4 anos
Ele já acumula mais de 40 "autógrafos" de pessoas que eles considera importante para seu crescimento profissional (Foto: Arquivo Pessoal)

Ele já acumula mais de 40 “autógrafos” de pessoas que ele considera importante para seu crescimento profissional (Foto: Arquivo Pessoal)

Quando você encontra um palestrante, qual a primeira coisa que você faz: pede um autógrafo ou tira selfie? Um cearense de 17 anos tem uma forma peculiar de registrar momentos como esse: em vez de fotos, ele pede assinaturas.

Alexandre Mota é estudante de jornalismo e coleciona mais de 40 assinaturas de pessoas que ele admira e que contribuem para sua formação profissional.

“Para cada curso, palestra ou evento tenho um caderno específico. No final da apresentação, vou até a pessoa e peço para que assine na capa ou na contracapa no caderno. Para professores, peço para que assinem no final do ano ou do semestre. Esse é meu jeito de registrar o momento: alguns pedem fotos, eu peço autógrafos”, bem humorado, explica Alexandre.

O jovem conta que o costume começou no 8º ano do ensino fundamental, quando no encerramento do ano letivo, os amigos se reuniam para tirar fotos e assinar na camisa do uniforme uns dos outros. “Nunca gostei de tirar fotos, mas sempre gostei da ideia de guardar recordações”. Encerrando o colegial, ele se deparou com dezenas de assinaturas, o que o motivou a aumentar a coleção, agora na faculdade. 

No final de uma palestra, por exemplo, eu abordo a pessoa perguntando: você pode assinar meu caderno? Naturalmente, causa uma estranheza, e a pessoa logo me pergunta se eu não prefiro tirar uma foto. Depois que eu explico, falo da minha coleção e conto que prefiro registrar o momento com assinaturas. Elas acham curioso, mas nunca me negaram”, ele explica.

Neste ano, Alexandre participou de um curso de jornalismo esportivo, ministrado por alguns nomes do jornalismo, dentre eles, Thiago Conrado. No final dos 10 dias de aulas, o estudante tratou de aumentar sua coleção. “Quando ele me abordou, fiquei surpreso. Depois que ele me explicou o porquê daquilo, fui parar para pensar e faz todo sentido. Lá na frente, ele vai olhar essas assinaturas e lembrar desses momentos de um jeito diferente. Muitos pedem selfie, ele pediu uma assinatura, o que marcou, porque ele foi o único”, relembra Thiago.

Alexandre conta que, além de não gostar de ser fotografado, e adorar guardar recordações, sempre admirou a relação de torcedores com seus ídolos esportivos. “No esporte, a prática de pedir autógrafos a craques de futebol ainda é muito comum. Meus ídolos são todos que, de alguma forma, contribuem para minha formação”.

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Estudante cearense coleciona autógrafos de professores e palestrantes

Em vez de selfies, assinaturas. Os ídolos de Alexandre Mota, de 17 anos, são aqueles que contribuem para sua formação profissional

Por Mayana Fontenele em Perfil

24 de novembro de 2015 às 06:00

Há 4 anos
Ele já acumula mais de 40 "autógrafos" de pessoas que eles considera importante para seu crescimento profissional (Foto: Arquivo Pessoal)

Ele já acumula mais de 40 “autógrafos” de pessoas que ele considera importante para seu crescimento profissional (Foto: Arquivo Pessoal)

Quando você encontra um palestrante, qual a primeira coisa que você faz: pede um autógrafo ou tira selfie? Um cearense de 17 anos tem uma forma peculiar de registrar momentos como esse: em vez de fotos, ele pede assinaturas.

Alexandre Mota é estudante de jornalismo e coleciona mais de 40 assinaturas de pessoas que ele admira e que contribuem para sua formação profissional.

“Para cada curso, palestra ou evento tenho um caderno específico. No final da apresentação, vou até a pessoa e peço para que assine na capa ou na contracapa no caderno. Para professores, peço para que assinem no final do ano ou do semestre. Esse é meu jeito de registrar o momento: alguns pedem fotos, eu peço autógrafos”, bem humorado, explica Alexandre.

O jovem conta que o costume começou no 8º ano do ensino fundamental, quando no encerramento do ano letivo, os amigos se reuniam para tirar fotos e assinar na camisa do uniforme uns dos outros. “Nunca gostei de tirar fotos, mas sempre gostei da ideia de guardar recordações”. Encerrando o colegial, ele se deparou com dezenas de assinaturas, o que o motivou a aumentar a coleção, agora na faculdade. 

No final de uma palestra, por exemplo, eu abordo a pessoa perguntando: você pode assinar meu caderno? Naturalmente, causa uma estranheza, e a pessoa logo me pergunta se eu não prefiro tirar uma foto. Depois que eu explico, falo da minha coleção e conto que prefiro registrar o momento com assinaturas. Elas acham curioso, mas nunca me negaram”, ele explica.

Neste ano, Alexandre participou de um curso de jornalismo esportivo, ministrado por alguns nomes do jornalismo, dentre eles, Thiago Conrado. No final dos 10 dias de aulas, o estudante tratou de aumentar sua coleção. “Quando ele me abordou, fiquei surpreso. Depois que ele me explicou o porquê daquilo, fui parar para pensar e faz todo sentido. Lá na frente, ele vai olhar essas assinaturas e lembrar desses momentos de um jeito diferente. Muitos pedem selfie, ele pediu uma assinatura, o que marcou, porque ele foi o único”, relembra Thiago.

Alexandre conta que, além de não gostar de ser fotografado, e adorar guardar recordações, sempre admirou a relação de torcedores com seus ídolos esportivos. “No esporte, a prática de pedir autógrafos a craques de futebol ainda é muito comum. Meus ídolos são todos que, de alguma forma, contribuem para minha formação”.