No Ceará, dois profissionais desistem de participar do Programa Mais Médicos


No Ceará, dois profissionais desistem de participar do Programa Mais Médicos

“Isso é natural, porque eles têm interesse em um primeiro momento e depois avaliam”, diz a secretaria de saúde do município, Socorro Martins

Por Roberta Tavares em Fortaleza

3 de setembro de 2013 às 12:04

Há 6 anos

Dois médicos brasileiros que escolheram Fortaleza para atuar desistiram de participar do Programa Mais Médicos. Dos 26 profissionais, 24 tomaram posse nesta segunda-feira (2).

De acordo com a titular da Secretaria de Saúde do Município (SMS), Socorro Martins, a desistência é comum. “Isso é natural, porque eles têm interesse em um primeiro momento e depois avaliam. Acho que isso não aconteceu só no Ceará”, diz. Segundo a SMS, os profissionais não informaram o motivo da desistência.

No Rio de Janeiro, somente seis dos 16 médicos se apresentaram. Em Recife, a cerimônia que recepcionaria 62 médicos, na Praia de Boa Viagem, só teve a participação de quatro. Dos 12 profissionais escalados para comparecer às unidades de saúde da família da capital pernambucana, só a metade apareceu.

No Amazonas, dos 40 médicos que aderiram ao programa, 38 já trabalhavam em Manaus. Os outros dois são de Rio e São Paulo. Nesta primeira fase, 12 desistiram. O número inicial era de 52.

Bairros mais carentes de Fortaleza

A partir desta terça-feira (3), os médicos que compareceram vão atender no Programa Saúde da Família (PSF), em postos de saúde dos bairros mais carentes da capital.

“Eles vão atuar nas regionais que têm maior dificuldade em provimento de profissionais médicos e também nas mais carentes. São levadas em conta várias questões de índices de complicações de doenças, como tuberculose e hanseníase”, explica o gerente da Célula de Atenção Básica da Secretaria da Saúde, Rômulo Fernandes.

Médicos estrangeiros

Inicialmente, 107 vagas ociosas foram aplicadas no programa Mais Médicos em Fortaleza. No dia 16 de setembro será a vez dos médicos estrangeiros – que vieram trabalhar no Brasil – iniciarem as atividades. Somando os dois grupos e considerando as desistências, o número deve ficar em torno de 150 profissionais.

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No Ceará, dois profissionais desistem de participar do Programa Mais Médicos

“Isso é natural, porque eles têm interesse em um primeiro momento e depois avaliam”, diz a secretaria de saúde do município, Socorro Martins

Por Roberta Tavares em Fortaleza

3 de setembro de 2013 às 12:04

Há 6 anos

Dois médicos brasileiros que escolheram Fortaleza para atuar desistiram de participar do Programa Mais Médicos. Dos 26 profissionais, 24 tomaram posse nesta segunda-feira (2).

De acordo com a titular da Secretaria de Saúde do Município (SMS), Socorro Martins, a desistência é comum. “Isso é natural, porque eles têm interesse em um primeiro momento e depois avaliam. Acho que isso não aconteceu só no Ceará”, diz. Segundo a SMS, os profissionais não informaram o motivo da desistência.

No Rio de Janeiro, somente seis dos 16 médicos se apresentaram. Em Recife, a cerimônia que recepcionaria 62 médicos, na Praia de Boa Viagem, só teve a participação de quatro. Dos 12 profissionais escalados para comparecer às unidades de saúde da família da capital pernambucana, só a metade apareceu.

No Amazonas, dos 40 médicos que aderiram ao programa, 38 já trabalhavam em Manaus. Os outros dois são de Rio e São Paulo. Nesta primeira fase, 12 desistiram. O número inicial era de 52.

Bairros mais carentes de Fortaleza

A partir desta terça-feira (3), os médicos que compareceram vão atender no Programa Saúde da Família (PSF), em postos de saúde dos bairros mais carentes da capital.

“Eles vão atuar nas regionais que têm maior dificuldade em provimento de profissionais médicos e também nas mais carentes. São levadas em conta várias questões de índices de complicações de doenças, como tuberculose e hanseníase”, explica o gerente da Célula de Atenção Básica da Secretaria da Saúde, Rômulo Fernandes.

Médicos estrangeiros

Inicialmente, 107 vagas ociosas foram aplicadas no programa Mais Médicos em Fortaleza. No dia 16 de setembro será a vez dos médicos estrangeiros – que vieram trabalhar no Brasil – iniciarem as atividades. Somando os dois grupos e considerando as desistências, o número deve ficar em torno de 150 profissionais.