Migração para Fortaleza diminuiu nos últimos anos, aponta estudo - Noticias


Migração para Fortaleza diminuiu nos últimos anos, aponta estudo

A pesquisa mostra que o tempo médio de residência dos migrantes na Capital atingiu quatro anos

Por Tribuna do Ceará em Fortaleza

18 de março de 2010 às 16:03

Há 9 anos

Orla da Capital cearense

Nos últimos anos, a migração para a Capital cearense vem diminuindo, uma vez que a participação dos “migrantes”, que era de 11,3% (1992) do total da população, caiu para 7,8%, em 2000, e atingiu o patamar de 6,4% dos residentes, em 2008, representando uma população de 163,5 mil pessoas. Esta é uma das constatações feitas pelo estudo “Força de Trabalho Migrante: o caso de Fortaleza”, divulgado nesta quinta-feira (18), na sede do Instituto de Desenvolvimento do Trabalho – IDT, na Capital.

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O documento aponta também que a maior parcela dessa mobilidade advém de fluxos migratórios urbanos, tanto do próprio Estado, como de outras unidades da federação e de outros países. Os migrantes de fora do território cearense já representam 1/3 do total.

Tempo que os migrantes passam na Capital
No geral, estimou-se que o tempo médio de residência dos migrantes, em Fortaleza, atingiu quatro anos e que as características do mercado de trabalho local foram bem semelhantes tanto para os migrantes, como para os não-migrantes.

O presidente do IDT, Francisco de Assis Diniz, avalia que “este seria um dado interessante se nós não tivéssemos identificado que boa parte de nossos trabalhadores, independentemente de suas características pessoais, ainda encontra dificuldade de alcançar um trabalho decente, com proteção social e trabalhista”.

Em 2008, estimou-se que 70,5 mil migrantes estavam ocupados, enquanto 11,7 mil enfrentavam situação de desemprego na Capital.

Confira reportagem sobre o assunto exibida no Jornal Jangadeiro 1ª Edição desta quinta-feira (18):

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Migração para Fortaleza diminuiu nos últimos anos, aponta estudo

A pesquisa mostra que o tempo médio de residência dos migrantes na Capital atingiu quatro anos

Por Tribuna do Ceará em Fortaleza

18 de março de 2010 às 16:03

Há 9 anos

Orla da Capital cearense

Nos últimos anos, a migração para a Capital cearense vem diminuindo, uma vez que a participação dos “migrantes”, que era de 11,3% (1992) do total da população, caiu para 7,8%, em 2000, e atingiu o patamar de 6,4% dos residentes, em 2008, representando uma população de 163,5 mil pessoas. Esta é uma das constatações feitas pelo estudo “Força de Trabalho Migrante: o caso de Fortaleza”, divulgado nesta quinta-feira (18), na sede do Instituto de Desenvolvimento do Trabalho – IDT, na Capital.

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Tempo que os migrantes passam na Capital
No geral, estimou-se que o tempo médio de residência dos migrantes, em Fortaleza, atingiu quatro anos e que as características do mercado de trabalho local foram bem semelhantes tanto para os migrantes, como para os não-migrantes.

O presidente do IDT, Francisco de Assis Diniz, avalia que “este seria um dado interessante se nós não tivéssemos identificado que boa parte de nossos trabalhadores, independentemente de suas características pessoais, ainda encontra dificuldade de alcançar um trabalho decente, com proteção social e trabalhista”.

Em 2008, estimou-se que 70,5 mil migrantes estavam ocupados, enquanto 11,7 mil enfrentavam situação de desemprego na Capital.

Confira reportagem sobre o assunto exibida no Jornal Jangadeiro 1ª Edição desta quinta-feira (18):