Grupo voluntário percorre bairros de Fortaleza em combate a maus tratos contra animais


Grupo voluntário percorre bairros de Fortaleza em combate a maus tratos contra animais

Após a denúncia recebida, a equipe comparece ao local, juntamente com os voluntários, para analisar a situação e avaliar a melhor medida a ser tomada

Por Thamiris Treigher em Cotidiano

12 de outubro de 2014 às 10:00

Há 5 anos

Muito comum nas grandes cidades, o abandono e os maus tratos com animais é crime previsto em lei e passível de pena. A denúncia de maus-tratos é legitimada pelo Art. 32, da Lei Federal nº. 9.605 de 1998 (Lei de Crimes Ambientais) e o Art. 164 do Código Penal que prevê o crime de abandono de animais para aqueles que introduzirem ou deixarem animais em propriedade alheia, sem consentimento, desde que o fato resulte em prejuízo.

Apesar da existência da lei e das constantes denúncias de populares, o descaso com animais ainda é encoberto pelos órgão públicos. Para tentar amenizar esta situação no Ceará, um grupo voluntário percorre bairros de Fortaleza realizando ações de combate a maus tratos contra animais. É a Sociedade Protetora Ambiental (SPA-CE), uma entidade educativa que atua por meio de denúncias e registra provas de maus tratos, para que, dessa forma, sejam encaminhadas aos órgãos competentes.

Segundo o diretor da sociedade, Márcio Sousa, há uma média de 15 denúncias por dia, mas a maioria delas não pode ser apurada. “Recebemos ligações todos os dias, cerca de 15, mas por falta de uma maior estrutura, o máximo que conseguimos apurar são cerca de três”, lamenta o voluntário.

Após a denúncia recebida, a equipe comparece ao local, para analisar a situação e avaliar a melhor medida a ser tomada. Quando é detectado maus tratos, o animal é resgatado e a denúncia é encaminhada para os órgãos responsáveis, para que haja a apuração e a criminalização, se necessário. Em caso de abandono, os animais são encaminhados para adoção.

Para Márcio, o trabalho da sociedade ambiental é de grande relevância. “Assumi a presidência em 2008, e desde então cuidamos desses animais, que também sofrem e precisam de cuidados como qualquer um de nós. Com esse trabalho, ajudamos a retirá-los das ruas, cuidar e dar uma melhor assistência na medida do possível. A colaboração dos voluntários é essencial”, finaliza.

Telefones para contato: (85) 8833-0283 / (85) 9767-4651

Resgate de animais pela SPA
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Resgate de animais pela SPA

Foto: Márcio Sousa/SPA

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Grupo voluntário percorre bairros de Fortaleza em combate a maus tratos contra animais

Após a denúncia recebida, a equipe comparece ao local, juntamente com os voluntários, para analisar a situação e avaliar a melhor medida a ser tomada

Por Thamiris Treigher em Cotidiano

12 de outubro de 2014 às 10:00

Há 5 anos

Muito comum nas grandes cidades, o abandono e os maus tratos com animais é crime previsto em lei e passível de pena. A denúncia de maus-tratos é legitimada pelo Art. 32, da Lei Federal nº. 9.605 de 1998 (Lei de Crimes Ambientais) e o Art. 164 do Código Penal que prevê o crime de abandono de animais para aqueles que introduzirem ou deixarem animais em propriedade alheia, sem consentimento, desde que o fato resulte em prejuízo.

Apesar da existência da lei e das constantes denúncias de populares, o descaso com animais ainda é encoberto pelos órgão públicos. Para tentar amenizar esta situação no Ceará, um grupo voluntário percorre bairros de Fortaleza realizando ações de combate a maus tratos contra animais. É a Sociedade Protetora Ambiental (SPA-CE), uma entidade educativa que atua por meio de denúncias e registra provas de maus tratos, para que, dessa forma, sejam encaminhadas aos órgãos competentes.

Segundo o diretor da sociedade, Márcio Sousa, há uma média de 15 denúncias por dia, mas a maioria delas não pode ser apurada. “Recebemos ligações todos os dias, cerca de 15, mas por falta de uma maior estrutura, o máximo que conseguimos apurar são cerca de três”, lamenta o voluntário.

Após a denúncia recebida, a equipe comparece ao local, para analisar a situação e avaliar a melhor medida a ser tomada. Quando é detectado maus tratos, o animal é resgatado e a denúncia é encaminhada para os órgãos responsáveis, para que haja a apuração e a criminalização, se necessário. Em caso de abandono, os animais são encaminhados para adoção.

Para Márcio, o trabalho da sociedade ambiental é de grande relevância. “Assumi a presidência em 2008, e desde então cuidamos desses animais, que também sofrem e precisam de cuidados como qualquer um de nós. Com esse trabalho, ajudamos a retirá-los das ruas, cuidar e dar uma melhor assistência na medida do possível. A colaboração dos voluntários é essencial”, finaliza.

Telefones para contato: (85) 8833-0283 / (85) 9767-4651

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