Banco Central lança novas cédulas de R$ 2 e R$ 5


Banco Central lança novas cédulas de R$ 2 e R$ 5

Entre as mudanças, a nova nota de R$ 2 terão como marca tátil uma barra inclinada, enquanto a de R$ 5 possui uma barra horizontal

Por Camila Cabral em Cotidiano

4 de junho de 2013 às 13:36

Há 6 anos

As cédulas de R$ 2 e R$ 5 ganharão caras novas a partir do segundo semestre de 2013. O anúncio foi feito pelo chefe-adjunto do Departamento do Meio Circulante do Banco Central, Luiz Ernani Marques Acciolly, na última segunda-feira (3).

2 reais
5 reais

Mudanças

Entre as mudanças, a nova nota de R$ 2 terão como marca tátil uma barra inclinada, enquanto a de R$ 5 possui uma barra horizontal. Elas também ganharão novo design e ficarão parecidas com as notas de R$ 100, R$ 50, R$ 20 e R$ 10, que já estão em circulação desde 2010. A mudança faz parte do projeto ‘Segunda Família do Real’.

Atualmente, as cédulas da ‘Segunda Família’ representam 55% das notas em circulação, somando cerca de R$ 165 bilhões. As novas cédulas também passaram por tratamento para aumentar sua vida útil.

Com informações da Folha de S. Paulo

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Banco Central lança novas cédulas de R$ 2 e R$ 5

Entre as mudanças, a nova nota de R$ 2 terão como marca tátil uma barra inclinada, enquanto a de R$ 5 possui uma barra horizontal

Por Camila Cabral em Cotidiano

4 de junho de 2013 às 13:36

Há 6 anos

As cédulas de R$ 2 e R$ 5 ganharão caras novas a partir do segundo semestre de 2013. O anúncio foi feito pelo chefe-adjunto do Departamento do Meio Circulante do Banco Central, Luiz Ernani Marques Acciolly, na última segunda-feira (3).

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Mudanças

Entre as mudanças, a nova nota de R$ 2 terão como marca tátil uma barra inclinada, enquanto a de R$ 5 possui uma barra horizontal. Elas também ganharão novo design e ficarão parecidas com as notas de R$ 100, R$ 50, R$ 20 e R$ 10, que já estão em circulação desde 2010. A mudança faz parte do projeto ‘Segunda Família do Real’.

Atualmente, as cédulas da ‘Segunda Família’ representam 55% das notas em circulação, somando cerca de R$ 165 bilhões. As novas cédulas também passaram por tratamento para aumentar sua vida útil.

Com informações da Folha de S. Paulo