Participação da energia eólica na matriz nacional pode chegar a 15% em 2020, diz associação - Noticias


Participação da energia eólica na matriz nacional pode chegar a 15% em 2020, diz associação

Além das regiões Nordeste e Sul, onde é mais forte a presença de ventos e, em consequência, de usinas eólicas, estudos que vêm sendo feitos poderão apontar, “em futuro breve” outras regiões

Por Tribuna do Ceará em Ceará

14 de agosto de 2011 às 20:49

Há 8 anos

A participação da energia eólica (dos ventos) na matriz energética brasileira, que hoje está em 0,8%, deverá atingir 7% em 2020, conforme prevê o Plano Decenal de Expansão de Energia (PDEE), da Empresa de Pesquisa Energética (EPE). O presidente da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica), Ricardo de Maya Simões, considera o número modesto.

Segundo ele, o setor pode ter participação, em 2020, de 15% na matriz energética. Para isso, de acordo com Simões, é necessária a realização de leilões exclusivos, além da busca do domínio tecnológico.

Rede de Pesquisas

A Abeeólica trabalha para que o Brasil domine a tecnologia. Para isso, a entidade constrói uma rede de pesquisas que irá culminar na criação de um centro de pesquisas de energia eólica.

No final de setembro, a associação promoverá uma reunião da qual participarão os vários segmentos interessados no projeto: governo, fabricantes, institutos de pesquisa. O objetivo é tentar viabilizar a rede de pesquisas ainda este ano, para definição posterior do centro de energia eólica.

Além das regiões Nordeste e Sul, onde é mais forte a presença de ventos e, em consequência, de usinas eólicas, estudos que vêm sendo feitos poderão apontar, “em futuro breve”, o estado de Minas Gerais como um novo potencial a ser explorado, informou Ricardo Simões.

Redação Jangadeiro Online, com informações da Agência Brasil

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Além das regiões Nordeste e Sul, onde é mais forte a presença de ventos e, em consequência, de usinas eólicas, estudos que vêm sendo feitos poderão apontar, “em futuro breve” outras regiões

Por Tribuna do Ceará em Ceará

14 de agosto de 2011 às 20:49

Há 8 anos

A participação da energia eólica (dos ventos) na matriz energética brasileira, que hoje está em 0,8%, deverá atingir 7% em 2020, conforme prevê o Plano Decenal de Expansão de Energia (PDEE), da Empresa de Pesquisa Energética (EPE). O presidente da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica), Ricardo de Maya Simões, considera o número modesto.

Segundo ele, o setor pode ter participação, em 2020, de 15% na matriz energética. Para isso, de acordo com Simões, é necessária a realização de leilões exclusivos, além da busca do domínio tecnológico.

Rede de Pesquisas

A Abeeólica trabalha para que o Brasil domine a tecnologia. Para isso, a entidade constrói uma rede de pesquisas que irá culminar na criação de um centro de pesquisas de energia eólica.

No final de setembro, a associação promoverá uma reunião da qual participarão os vários segmentos interessados no projeto: governo, fabricantes, institutos de pesquisa. O objetivo é tentar viabilizar a rede de pesquisas ainda este ano, para definição posterior do centro de energia eólica.

Além das regiões Nordeste e Sul, onde é mais forte a presença de ventos e, em consequência, de usinas eólicas, estudos que vêm sendo feitos poderão apontar, “em futuro breve”, o estado de Minas Gerais como um novo potencial a ser explorado, informou Ricardo Simões.

Redação Jangadeiro Online, com informações da Agência Brasil