Descobrimos por onde anda Cantarele, ex-Ferroviário


Descobrimos por onde anda Cantarele, ex-Ferroviário

Em nossas andanças por Juazeiro do Norte, encontramos Cantarele, ex-meia do Ferroviário e, pelo menos, de mais uma dúzia de times

Por Hayanne Narlla em Perfil

19 de dezembro de 2010 às 20:59

Há 8 anos

foto: Izaías Vieira

Em nossas andanças por Juazeiro do Norte, encontramos Cantarele, ex-meia do Ferroviário e, pelo menos, de mais uma dúzia de times. Tomando uma cervejinha com os amigos, no próprio bar, Cantarele leva uma vida simples e tranquila depois de abandonar o futebol.

Surpreso, mas, como sempre, simpático, ele nos recebeu. Logo, as histórias sobre futebol foram o principal assunto da conversa.

Cantarele lembrou o time do Ferroviário bi-campeão cearense 94-95. Ainda recorda a escalação do time que, para ele, deu prazer de jogar.

“Zada, Lima, Ricardo Lima, Cícero Ramalho… aquele time dá saudade”, lembra.

Cantarele era reserva desse time que conquistou os últimos títulos do Ferroviário. Ficou na Barra do Ceará por dez anos e se diz torcedor coral.

“Joguei em vários times, mas meu coração é do Ferroviário,” garante o meia, que encerrou a carreira aos 34 anos.

O meia habilidoso, pelo jeito, tem pouca vocação publicitária. O Bar não tem nenhuma identificação.

“A minha propaganda é o ‘boca-a-boca'”, brinca.

Cantarele assegura que é o ‘Bar do Cantarele’ tem a melhor sexta-feira de Juazeiro. Cerveja gelada, tira-gosto de peixe fresco e música ao vivo.

Outro orgulho de Cantarele é o fusca preto, ano 80 (foto), tratado com zelo de carro do ano. Ele garante que o fuscão preto faz sucesso por onde passa.

A carreira no futebol começou e terminou em Juazeiro de Juazeiro. Aos 14 anos, estreou como titular no Icasa e aos 34 pendurou as chuteiras no Guarani. Nesses 20 anos, passou pelo Vasco e Flamengo, do Rio.
Quando perguntei se ele tem saudades do futebol, Cantarele é autêntico: “Dos jogos sim, dos treinos não!”

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Descobrimos por onde anda Cantarele, ex-Ferroviário

Em nossas andanças por Juazeiro do Norte, encontramos Cantarele, ex-meia do Ferroviário e, pelo menos, de mais uma dúzia de times

Por Hayanne Narlla em Perfil

19 de dezembro de 2010 às 20:59

Há 8 anos

foto: Izaías Vieira

Em nossas andanças por Juazeiro do Norte, encontramos Cantarele, ex-meia do Ferroviário e, pelo menos, de mais uma dúzia de times. Tomando uma cervejinha com os amigos, no próprio bar, Cantarele leva uma vida simples e tranquila depois de abandonar o futebol.

Surpreso, mas, como sempre, simpático, ele nos recebeu. Logo, as histórias sobre futebol foram o principal assunto da conversa.

Cantarele lembrou o time do Ferroviário bi-campeão cearense 94-95. Ainda recorda a escalação do time que, para ele, deu prazer de jogar.

“Zada, Lima, Ricardo Lima, Cícero Ramalho… aquele time dá saudade”, lembra.

Cantarele era reserva desse time que conquistou os últimos títulos do Ferroviário. Ficou na Barra do Ceará por dez anos e se diz torcedor coral.

“Joguei em vários times, mas meu coração é do Ferroviário,” garante o meia, que encerrou a carreira aos 34 anos.

O meia habilidoso, pelo jeito, tem pouca vocação publicitária. O Bar não tem nenhuma identificação.

“A minha propaganda é o ‘boca-a-boca'”, brinca.

Cantarele assegura que é o ‘Bar do Cantarele’ tem a melhor sexta-feira de Juazeiro. Cerveja gelada, tira-gosto de peixe fresco e música ao vivo.

Outro orgulho de Cantarele é o fusca preto, ano 80 (foto), tratado com zelo de carro do ano. Ele garante que o fuscão preto faz sucesso por onde passa.

A carreira no futebol começou e terminou em Juazeiro de Juazeiro. Aos 14 anos, estreou como titular no Icasa e aos 34 pendurou as chuteiras no Guarani. Nesses 20 anos, passou pelo Vasco e Flamengo, do Rio.
Quando perguntei se ele tem saudades do futebol, Cantarele é autêntico: “Dos jogos sim, dos treinos não!”