Conheça a história do surfe cearense contada por seus pioneiros


Conheça a história do surfe cearense contada por seus pioneiros

O Tribuna do Ceará conta um pouco da história do surfe local e lista as gerações de surfistas estaduais

Por Lucas Matos em Outros Esportes

18 de fevereiro de 2015 às 07:00

Há 4 anos
Ricardo Martins, o "Kadinho", já passou por todos os continentes em busca de surfar (Foto: Arquivo Pessoal)

Ricardo Martins, o “Kadinho”, já passou por todos os continentes em busca de surfar (Foto: Arquivo Pessoal)

Com um litoral que é um convite aos surfistas, o Ceará se tornou um exportador de grandes atletas. Nos anos 80, alguns deles conseguiram o status de “fundadores” do surfe na ‘Terra do Sol’, como Quinderé, André Griezer, Anselmo Mororó, Alfredo Montenegro, Sérgio Capibaribe, Picolé, entre outros.

Amélio Junior e Pena, dois dos precursores do surfe estadual (Foto: Amélio Junior/Arquivo Pessoal)

Amélio Junior e Pena, dois dos precursores do surfe estadual (Foto: Amélio Junior/Arquivo Pessoal)

A primeira geração do esporte, segundo Amélio Junior, presidente da Federação Cearense de Surfe e surfista da mesma geração, passou por dificuldades, mas, com o passar dos anos, foi superando.

“Como tudo no começo é difícil, então nós tínhamos que conseguir pranchas, sendo que não era fácil”, disse. Mantendo a mesma linha de raciocínio, Anselmo Mororó, um dos pioneiros do surfe cearense, afirmou que as pessoas utilizavam portas de madeira para surfar ou mesmo mesas. “Quem quisesse um bom material, ou seja, pranchas de poliuretano, tinha que ir ao Rio de Janeiro, pois lá é que as pessoas compravam seu equipamento”.

Antes, não haviam espigões, o que facilitava para os surfistas (Foto: Amélio Junior/Arquivo Pessoal)

Antes, não haviam espigões, o que facilitava para os surfistas (Foto: Amélio Junior/Arquivo Pessoal)

Antes da década de 80, os campeonatos eram raros. Para Ricardo Martins, o “Kadinho”, que veio da segunda geração, o primeiro campeonato no Titanzinho só aconteceu no ano de 1975, mesmo assim ele competiu, à época com 11 anos. Os torneios se fortaleceram a partir dos anos 90, que foi o momento dos campeonatos nordestinos, depois de competições nacionais.

Com a lembrança dos pioneiros, o Tribuna do Ceará listou atletas que fizeram e ainda participam da história do surfe alencarino.

1ª geração

Quinderé, André Griezer, Anselmo Mororó, Alfredo Montenegro

2ª geração

Odauto de Castro, Zorrinho, David Zanotelli, Amélio Jr, Ricardo Martins, Romero Jucah, Picolé, Pena.

3ª geração

Marco Aurélio, Cardoso Jr, Cesar Picureia.

4ª geração

Dunga Neto, Tita Tavares, Fábio Silva, Pablo Paulino.

[uol video=”http://mais.uol.com.br/view/15357432″]

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Conheça a história do surfe cearense contada por seus pioneiros

O Tribuna do Ceará conta um pouco da história do surfe local e lista as gerações de surfistas estaduais

Por Lucas Matos em Outros Esportes

18 de fevereiro de 2015 às 07:00

Há 4 anos
Ricardo Martins, o "Kadinho", já passou por todos os continentes em busca de surfar (Foto: Arquivo Pessoal)

Ricardo Martins, o “Kadinho”, já passou por todos os continentes em busca de surfar (Foto: Arquivo Pessoal)

Com um litoral que é um convite aos surfistas, o Ceará se tornou um exportador de grandes atletas. Nos anos 80, alguns deles conseguiram o status de “fundadores” do surfe na ‘Terra do Sol’, como Quinderé, André Griezer, Anselmo Mororó, Alfredo Montenegro, Sérgio Capibaribe, Picolé, entre outros.

Amélio Junior e Pena, dois dos precursores do surfe estadual (Foto: Amélio Junior/Arquivo Pessoal)

Amélio Junior e Pena, dois dos precursores do surfe estadual (Foto: Amélio Junior/Arquivo Pessoal)

A primeira geração do esporte, segundo Amélio Junior, presidente da Federação Cearense de Surfe e surfista da mesma geração, passou por dificuldades, mas, com o passar dos anos, foi superando.

“Como tudo no começo é difícil, então nós tínhamos que conseguir pranchas, sendo que não era fácil”, disse. Mantendo a mesma linha de raciocínio, Anselmo Mororó, um dos pioneiros do surfe cearense, afirmou que as pessoas utilizavam portas de madeira para surfar ou mesmo mesas. “Quem quisesse um bom material, ou seja, pranchas de poliuretano, tinha que ir ao Rio de Janeiro, pois lá é que as pessoas compravam seu equipamento”.

Antes, não haviam espigões, o que facilitava para os surfistas (Foto: Amélio Junior/Arquivo Pessoal)

Antes, não haviam espigões, o que facilitava para os surfistas (Foto: Amélio Junior/Arquivo Pessoal)

Antes da década de 80, os campeonatos eram raros. Para Ricardo Martins, o “Kadinho”, que veio da segunda geração, o primeiro campeonato no Titanzinho só aconteceu no ano de 1975, mesmo assim ele competiu, à época com 11 anos. Os torneios se fortaleceram a partir dos anos 90, que foi o momento dos campeonatos nordestinos, depois de competições nacionais.

Com a lembrança dos pioneiros, o Tribuna do Ceará listou atletas que fizeram e ainda participam da história do surfe alencarino.

1ª geração

Quinderé, André Griezer, Anselmo Mororó, Alfredo Montenegro

2ª geração

Odauto de Castro, Zorrinho, David Zanotelli, Amélio Jr, Ricardo Martins, Romero Jucah, Picolé, Pena.

3ª geração

Marco Aurélio, Cardoso Jr, Cesar Picureia.

4ª geração

Dunga Neto, Tita Tavares, Fábio Silva, Pablo Paulino.

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