Programa de intercâmbio possibilita trabalhar e estudar nos EUA

VIAGEM PROFISSIONAL

Programa de intercâmbio possibilita trabalhar e estudar por até 2 anos nos EUA

Em alguns casos, o estudante faz estágio não remunerado durante o curso, isso facilita encontrar um emprego após a conclusão do programa

Por Hayanne Narlla em Intercâmbio

29 de julho de 2016 às 06:00

Há 3 anos
bandeira estados unidos

Intercâmbio nos EUA (FOTO: Reprodução)

Dados de 2015, revelam que, no Brasil, houve um aumento na procura por cursos no exterior com o objetivo de aperfeiçoar o currículo. De acordo com a Belta (Brazilian Educational & Language Travel Association), dos tipos de intercâmbio que os entrevistados desejam fazer, os seis primeiros estão relacionados à carreira. Entre eles, graduação, pós-graduação e curso profissionalizante.

Com até dois anos de duração, o programa para Trabalhar e Estudar nos EUA é uma ótima oportunidade para se destacar no mercado de trabalho e ainda vivenciar o estilo de vida americano. A CI – Intercâmbio e Viagem oferece opções de cursos de extensão universitária ou pós-graduação, em renomadas universidades da Califórnia, nas mais diversas áreas, como Entretenimento, Esportes e Bioengenharia. De acordo o gerente de produtos a empresa, Eduardo Frigo, no ano passado, a demanda por programas em universidades americanas teve um aumento de 40%.

Recomendado para quem já tem um nível de inglês avançado e tem experiência na área (seja de estudo ou trabalho), após a conclusão do curso, o estudante poderá solicitar um visto que o permitirá trabalhar em qualquer cidade americana por até um ano. “Ele precisa estar matriculado em um curso universitário por um período mínimo de nove meses (três trimestres acadêmicos) para assim aplicar para o Optional Practical Trainning (OPT), que permite que a pessoa faça um estágio remunerado na área de estudo”, explica o gerente.

Em alguns casos, o estudante faz estágio não remunerado durante o curso, isso facilita encontrar um emprego após a conclusão do programa. “Contudo, a própria universidade ajuda nessa busca por trabalho. Durante o curso, os estudantes terão aulas sobre o mercado de trabalho americano e suporte para elaboração do currículo e carta de apresentação. Além disso, as instituições de ensinos têm contatos com empresas”, acrescenta o gerente. “É um investimento para a carreira, mas também para a vida. Nada substitui uma vivência tão rica, com uma troca cultural intensa, que pode transformar a pessoa não apenas profissional”, completa Frigo.

Mais informações no site.

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Programa de intercâmbio possibilita trabalhar e estudar por até 2 anos nos EUA

Em alguns casos, o estudante faz estágio não remunerado durante o curso, isso facilita encontrar um emprego após a conclusão do programa

Por Hayanne Narlla em Intercâmbio

29 de julho de 2016 às 06:00

Há 3 anos
bandeira estados unidos

Intercâmbio nos EUA (FOTO: Reprodução)

Dados de 2015, revelam que, no Brasil, houve um aumento na procura por cursos no exterior com o objetivo de aperfeiçoar o currículo. De acordo com a Belta (Brazilian Educational & Language Travel Association), dos tipos de intercâmbio que os entrevistados desejam fazer, os seis primeiros estão relacionados à carreira. Entre eles, graduação, pós-graduação e curso profissionalizante.

Com até dois anos de duração, o programa para Trabalhar e Estudar nos EUA é uma ótima oportunidade para se destacar no mercado de trabalho e ainda vivenciar o estilo de vida americano. A CI – Intercâmbio e Viagem oferece opções de cursos de extensão universitária ou pós-graduação, em renomadas universidades da Califórnia, nas mais diversas áreas, como Entretenimento, Esportes e Bioengenharia. De acordo o gerente de produtos a empresa, Eduardo Frigo, no ano passado, a demanda por programas em universidades americanas teve um aumento de 40%.

Recomendado para quem já tem um nível de inglês avançado e tem experiência na área (seja de estudo ou trabalho), após a conclusão do curso, o estudante poderá solicitar um visto que o permitirá trabalhar em qualquer cidade americana por até um ano. “Ele precisa estar matriculado em um curso universitário por um período mínimo de nove meses (três trimestres acadêmicos) para assim aplicar para o Optional Practical Trainning (OPT), que permite que a pessoa faça um estágio remunerado na área de estudo”, explica o gerente.

Em alguns casos, o estudante faz estágio não remunerado durante o curso, isso facilita encontrar um emprego após a conclusão do programa. “Contudo, a própria universidade ajuda nessa busca por trabalho. Durante o curso, os estudantes terão aulas sobre o mercado de trabalho americano e suporte para elaboração do currículo e carta de apresentação. Além disso, as instituições de ensinos têm contatos com empresas”, acrescenta o gerente. “É um investimento para a carreira, mas também para a vida. Nada substitui uma vivência tão rica, com uma troca cultural intensa, que pode transformar a pessoa não apenas profissional”, completa Frigo.

Mais informações no site.