Cinco razões que geram insegurança antes de fazer uma cirurgia plástica

CUIDADO

Cinco razões que geram insegurança antes de fazer uma cirurgia plástica

Ao decidir por cirurgia plástica, deve-se atentar para a acessibilidade e a segurança de procedimentos cirúrgicos. Confira dicas

Por Tribuna do Ceará em Mulher

5 de dezembro de 2016 às 06:15

Há 2 anos
Confira cinco razões que geram insegurança. (FOTO: Creative Commons/ Agência Brasília)

Confira cinco razões que geram insegurança (FOTO: Creative Commons/Agência Brasília)

Todos querem ficar bem esteticamente. Porém, como encarar o desafio do desconhecido? Normalmente o que é novo, diferente e, principalmente, quando está relacionado à saúde do corpo, pode provocar certo receio nas pessoas.

A mudança realmente causa medo e pode surgir da nossa imaginação. Esse temor também pode surgir da limitação em perceber o quanto o diferente pode ser estimulante e motivador.

Ao decidir por cirurgia plástica – mesmo com todos os avanços da medicina e da tecnologia, que aumentam a acessibilidade e a segurança de procedimentos cirúrgicos -, ainda é comum que as pessoas sintam receio de encarar o bisturi. Isso pode acontecer, porque normalmente as pessoas têm uma tendência maior em pensar mais no lado negativo das coisas do que no lado positivo.

A visão pessimista costuma dar mais ênfase ao que pode dar errado, do que ao que pode dar certo. Tal atitude é explicável, pois esse comportamento ajudou a sobrevivência em tempos primitivos. Mas, para quem não mora mais em cavernas, o ideal é perceber que não há mais necessidade de tanto medo e ansiedade, pois as mudanças atualmente são muito favoráveis e possíveis.

Uma matéria do site Smart Beauty Guide, mantido pela American Society of Aesthetic and Plastic Surgeons demonstrou cinco razões comuns que geram insegurança em pessoas que desejam se submeter a uma cirurgia plástica.

1 – As notícias sobre procedimentos mal-sucedidos. Porém, segundo afirma Arnaldo Korn, diretor do Centro Nacional – Cirurgia Plástica, se a pessoa for pesquisar sobre o assunto em veículos sérios verá que há mais cirurgias bem-sucedidas do que mal-sucedidas. Tudo dependerá da credibilidade do cirurgião plástico e dos serviços escolhidos

2 – Outro ponto é que, com crise ou não, os preços dos procedimentos podem assustar. Porém, os valores já estão mais acessíveis e podem ser parcelados. “Há empresas que intermedeiam, organizam e administram as questões do fluxo administrativo-financeiro daqueles que querem fazer cirurgias, possibilitando que os mesmos atinjam os seus objetivos da forma menos onerosa possível. Porém, se a oferta é muito grande, melhor desconfiar”, alerta Korn.

3 – Há também quem tem medo de ter uma aparência que não fique natural após o procedimento. “Neste ponto também é necessário se atentar na escolha de um profissional com histórico positivo e conversar muito com ele sobre as expectativas quanto ao procedimento. O foco da cirurgia é deixar as pessoas mais belas e naturais possíveis, e não transformá-las em outra pessoa”, explica o diretor do Centro Nacional – Cirurgia Plástica.

4 – A correria do dia a dia, excesso de atividades e afazeres também geram insegurança quanto ao tempo de recuperação. Pode não ser tão penoso assim! É necessário conversar com o médico e ver o que dá para encaixar na rotina. Cada procedimento tem um pós-operatório diferenciado em intervalos que podem variar.

5 – Outro temor é se os familiares e as pessoas de relacionamento próximo irão concordar com o procedimento. “Neste caso, quem irá passar pela cirurgia pode inteirar essas pessoas sobre as suas pesquisas e sanar toda e qualquer dúvida sobre o assunto, eliminando a insegurança natural sobre o assunto”, finaliza Arnaldo Korn.

“A única coisa que devemos temer é o próprio medo”, disse Roosevelt. Por isso, a insegurança pode ser vencida com a alteração de pensamento. Vale pensar nas vantagens referente às mudanças e se cercar de cuidados para ser bem-sucedido no desafio a ser encarado.

Publicidade

Dê sua opinião

CUIDADO

Cinco razões que geram insegurança antes de fazer uma cirurgia plástica

Ao decidir por cirurgia plástica, deve-se atentar para a acessibilidade e a segurança de procedimentos cirúrgicos. Confira dicas

Por Tribuna do Ceará em Mulher

5 de dezembro de 2016 às 06:15

Há 2 anos
Confira cinco razões que geram insegurança. (FOTO: Creative Commons/ Agência Brasília)

Confira cinco razões que geram insegurança (FOTO: Creative Commons/Agência Brasília)

Todos querem ficar bem esteticamente. Porém, como encarar o desafio do desconhecido? Normalmente o que é novo, diferente e, principalmente, quando está relacionado à saúde do corpo, pode provocar certo receio nas pessoas.

A mudança realmente causa medo e pode surgir da nossa imaginação. Esse temor também pode surgir da limitação em perceber o quanto o diferente pode ser estimulante e motivador.

Ao decidir por cirurgia plástica – mesmo com todos os avanços da medicina e da tecnologia, que aumentam a acessibilidade e a segurança de procedimentos cirúrgicos -, ainda é comum que as pessoas sintam receio de encarar o bisturi. Isso pode acontecer, porque normalmente as pessoas têm uma tendência maior em pensar mais no lado negativo das coisas do que no lado positivo.

A visão pessimista costuma dar mais ênfase ao que pode dar errado, do que ao que pode dar certo. Tal atitude é explicável, pois esse comportamento ajudou a sobrevivência em tempos primitivos. Mas, para quem não mora mais em cavernas, o ideal é perceber que não há mais necessidade de tanto medo e ansiedade, pois as mudanças atualmente são muito favoráveis e possíveis.

Uma matéria do site Smart Beauty Guide, mantido pela American Society of Aesthetic and Plastic Surgeons demonstrou cinco razões comuns que geram insegurança em pessoas que desejam se submeter a uma cirurgia plástica.

1 – As notícias sobre procedimentos mal-sucedidos. Porém, segundo afirma Arnaldo Korn, diretor do Centro Nacional – Cirurgia Plástica, se a pessoa for pesquisar sobre o assunto em veículos sérios verá que há mais cirurgias bem-sucedidas do que mal-sucedidas. Tudo dependerá da credibilidade do cirurgião plástico e dos serviços escolhidos

2 – Outro ponto é que, com crise ou não, os preços dos procedimentos podem assustar. Porém, os valores já estão mais acessíveis e podem ser parcelados. “Há empresas que intermedeiam, organizam e administram as questões do fluxo administrativo-financeiro daqueles que querem fazer cirurgias, possibilitando que os mesmos atinjam os seus objetivos da forma menos onerosa possível. Porém, se a oferta é muito grande, melhor desconfiar”, alerta Korn.

3 – Há também quem tem medo de ter uma aparência que não fique natural após o procedimento. “Neste ponto também é necessário se atentar na escolha de um profissional com histórico positivo e conversar muito com ele sobre as expectativas quanto ao procedimento. O foco da cirurgia é deixar as pessoas mais belas e naturais possíveis, e não transformá-las em outra pessoa”, explica o diretor do Centro Nacional – Cirurgia Plástica.

4 – A correria do dia a dia, excesso de atividades e afazeres também geram insegurança quanto ao tempo de recuperação. Pode não ser tão penoso assim! É necessário conversar com o médico e ver o que dá para encaixar na rotina. Cada procedimento tem um pós-operatório diferenciado em intervalos que podem variar.

5 – Outro temor é se os familiares e as pessoas de relacionamento próximo irão concordar com o procedimento. “Neste caso, quem irá passar pela cirurgia pode inteirar essas pessoas sobre as suas pesquisas e sanar toda e qualquer dúvida sobre o assunto, eliminando a insegurança natural sobre o assunto”, finaliza Arnaldo Korn.

“A única coisa que devemos temer é o próprio medo”, disse Roosevelt. Por isso, a insegurança pode ser vencida com a alteração de pensamento. Vale pensar nas vantagens referente às mudanças e se cercar de cuidados para ser bem-sucedido no desafio a ser encarado.