Cearense cria um "Netflix de filmes e séries nacionais": o Snapcine

CINEMA EM CASA

Cearense cria um “Netflix de filmes e séries nacionais”: o Snapcine

O Snapcine, de Philipe Ribeiro, terá seu lançamento no dia 15 de julho. A plataforma quer trazer mais visibilidade para as produções nacionais

Por Daniel Rocha em Cinema

10 de julho de 2017 às 07:00

Há 2 anos

A proposta do cearense é solucionar problema às produções audiovisuais brasileiras: a distribuição (FOTO: Arquivo Pessoal)

Filmes e séries nacionais não recebem a mesma divulgação que as produções internacionais, ficando restritos a festivais de cinema e a cineclubes. Ao observar problemas de distribuição, o cearense e diretor da produtora Casa de Bits, Philipe Ribeiro, criou uma plataforma de streaming com apenas filmes e séries brasileiras: o Snapcine.

“O Snapcine foi gerado a partir de uma necessidade de alcançar um público maior das produções brasileiras. Ao invés de criar uma plataforma similar, a gente pensou em resolver um problema que o audiovisual tem: a distribuição”, explicou Philipe.

O acervo de filmes e séries promete trazer produções dos mais variados temas e estilo. Philipe garante até que haverá filmes nacionais do início do século XX.

O aplicativo irá iniciar com uma coleção de 100 filmes e séries para dar maior visibilidade e engajamento aos conteúdos. O objetivo é que até o mês de dezembro o Snapcine possa oferecer 1.000 conteúdos aos usuários. 

Crescimento ano a ano

“A gente está com uma estratégia de lançar cem títulos por mês para que no fim do ano termos um acervo de 1.000 filmes e séries. A meta é acrescentar 1.000 produções a cada ano”, diz Philipe.

A proposta é mostrar a pluralidade do cinema brasileiro. “Temos uma série, por exemplo, chamada de ‘Mulheres em série’, que aborda o feminismo”, conta Philipe.

Ao contrário das plataformas de streaming tradicionais, como o Netflix, o Snapcine vai disponibilizar a maioria dos seus conteúdos de graça aos usuários. Mas a gratuidade não será aplicada para séries e filmes de lançamento. O aplicativo irá cobrar R$ 1,99 para filmes e R$ 3,99 pelas novas temporadas das séries.

A plataforma será lançada no dia 15 de julho (FOTO: divulgação)

“O preço é bem mais acessível comparado a outras plataformas, e 50% do valor pago retorna ao produtor da locação”, diz. Já a monetização dos filmes gratuitos se dará por meio da publicidade, e a metade desse valor também será repassado aos produtores.

O aplicativo já está disponível desde o último dia 19, Dia do Cinema Brasileiro, no playstore para a visualização. Somente a partir do dia 15 de julho, quando ocorrerá o lançamento, é que os usuários poderão conferir os filmes e as séries nacionais.

 

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Cearense cria um “Netflix de filmes e séries nacionais”: o Snapcine

O Snapcine, de Philipe Ribeiro, terá seu lançamento no dia 15 de julho. A plataforma quer trazer mais visibilidade para as produções nacionais

Por Daniel Rocha em Cinema

10 de julho de 2017 às 07:00

Há 2 anos

A proposta do cearense é solucionar problema às produções audiovisuais brasileiras: a distribuição (FOTO: Arquivo Pessoal)

Filmes e séries nacionais não recebem a mesma divulgação que as produções internacionais, ficando restritos a festivais de cinema e a cineclubes. Ao observar problemas de distribuição, o cearense e diretor da produtora Casa de Bits, Philipe Ribeiro, criou uma plataforma de streaming com apenas filmes e séries brasileiras: o Snapcine.

“O Snapcine foi gerado a partir de uma necessidade de alcançar um público maior das produções brasileiras. Ao invés de criar uma plataforma similar, a gente pensou em resolver um problema que o audiovisual tem: a distribuição”, explicou Philipe.

O acervo de filmes e séries promete trazer produções dos mais variados temas e estilo. Philipe garante até que haverá filmes nacionais do início do século XX.

O aplicativo irá iniciar com uma coleção de 100 filmes e séries para dar maior visibilidade e engajamento aos conteúdos. O objetivo é que até o mês de dezembro o Snapcine possa oferecer 1.000 conteúdos aos usuários. 

Crescimento ano a ano

“A gente está com uma estratégia de lançar cem títulos por mês para que no fim do ano termos um acervo de 1.000 filmes e séries. A meta é acrescentar 1.000 produções a cada ano”, diz Philipe.

A proposta é mostrar a pluralidade do cinema brasileiro. “Temos uma série, por exemplo, chamada de ‘Mulheres em série’, que aborda o feminismo”, conta Philipe.

Ao contrário das plataformas de streaming tradicionais, como o Netflix, o Snapcine vai disponibilizar a maioria dos seus conteúdos de graça aos usuários. Mas a gratuidade não será aplicada para séries e filmes de lançamento. O aplicativo irá cobrar R$ 1,99 para filmes e R$ 3,99 pelas novas temporadas das séries.

A plataforma será lançada no dia 15 de julho (FOTO: divulgação)

“O preço é bem mais acessível comparado a outras plataformas, e 50% do valor pago retorna ao produtor da locação”, diz. Já a monetização dos filmes gratuitos se dará por meio da publicidade, e a metade desse valor também será repassado aos produtores.

O aplicativo já está disponível desde o último dia 19, Dia do Cinema Brasileiro, no playstore para a visualização. Somente a partir do dia 15 de julho, quando ocorrerá o lançamento, é que os usuários poderão conferir os filmes e as séries nacionais.