Uso da camisinha ainda é o método mais eficaz contra DSTs


Uso da camisinha ainda é o método mais eficaz contra DSTs

Na 20ª e última matéria da série “Vida Saudável”, infectologista reforça a necessidade do uso de camisinha para evitar a aids, doença dos anos 80 que ainda é problema

Por Lucas Matos em Bem-Estar

30 de abril de 2015 às 09:00

Há 4 anos
O uso da camisinha é indispensável nas relações sexuais (Foto: Divulgação)

O uso da camisinha é indispensável nas relações sexuais (Foto: Divulgação)

Anos 80. Inicia-se uma nova fase na saúde mundial. Pessoas de diversas origens são diagnosticadas com uma certa sigla: AIDS (Acquired Immune Deficiency Syndrome), a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida. A doença, transmitida através de transfusões de sangue errôneas, uso de seringas compartilhadas ou relação sexual insegura.

De acordo com o infectologista Alfredo Passacqua, da rede de saúde Hapvida, já há método para controlar a doença, através de “coquetéis” lançados em 1995. Porém, mesmo com o avanço da medicina e após diversas pesquisas, ainda não existe a cura para tal patologia.

“Com o passar do tempo e os estudos crescendo, a maneira de se evitar a doença ainda é o uso de preservativo durante as relações sexuais, a utilização de seringas e agulhas descartáveis e o uso de luvas para manipular feridas e líquidos corporais”, afirma o especialista.

Sintomas

Na maioria dos casos, quem adquire tem os sintomas iniciais, podendo ser leves, sendo atribuídos a um mal estar passageiro. Febre constante, manchas na pele, calafrios, ínguas, dores de cabeça, de garganta e dores musculares surgem de duas a quatro semanas após a pessoa contrair o vírus. Nas fases mais avançadas, é comum o aparecimento de doenças oportunistas, ou seja, doenças que não são comuns em indivíduos sadios, como toxoplasmose cerebral, pneumonia por fungos, certos tipos de linfomas e leucemias.

Gestação

Ainda para o infectologista, dificilmente há a transmissão da doença durante a gravidez. Ela acontece durante o parto, principalmente e, para isso, os médicos iniciam o tratamento logo depois do nascimento.

“Quando o bebê nasce, nós temos que seguir todo o protocolo do Ministério da Saúde, tendo em vista o começo de uso de drogas para inibir o HIV”, indica.

Para o médico, ele acredita que a cura ainda é possível, mas está distante. A prevenção é o método mais eficaz, pois não existe vacina, devido às altas taxas de mutações.

Acompanhe a série “Vida Saudável”:

1) Saiba como identificar se seu filho é mais uma vítima do consumismo infantil (24/2)

2) Uso excessivo de equipamentos eletrônicos prejudica visão. Confira cuidados (26/2)

3) Brincar é coisa séria, e precisa ser tarefa diária de toda criança (2/3)

4) Mulheres têm 7 vezes mais chances do que homens de apresentar disfunção hormonal (5/3)

5) Prática exagerada de exercícios físicos pode desencadear doença: a vigorexia (9/3)

6) Metade da população masculina apresenta calvície até chegar aos 50 anos (12/3)

7) Confira as causas do chulé e saiba como se livrar desse mau cheiro (16/3)

8) Aprenda receita de cozinha que ajuda no combate a osteoporose (19/3)

9) Pessoas com diabetes precisam cuidar da saúde dos pés, para evitar ferimentos (23/3)

10) Saiba como se alimentar direito antes, durante e depois de atividade física (26/3)

11) Saiba como tratar o estresse pós-traumático, resultado da violência urbana (30/3)

12) Melhor remédio contra enxaqueca é alimentação saudável (2/4)

13) Entenda o que é febre chikungunya, doença causada pelo mesmo mosquito da dengue (6/4)

14) Tratamento de dentes fora do lugar certo é mais eficaz quando iniciado na infância (9/4)

15) Atenção, mamães: a saúde bucal é essencial para uma gravidez sem riscos (13/4)

16) Fuja das dietas malucas que não atendem as necessidades diárias (16/4)

17) Parto normal apresenta menor risco de infecções para o bebê e para a mãe (20/4)

18) Grávidas precisam adotar cuidados ao ter relações sexuais (23/4)

19) Gestante precisa beber três litros de água para garantir a saúde do bebê (27/4)

20) Proteção é essencial para evitar a Aids (30/4)

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Uso da camisinha ainda é o método mais eficaz contra DSTs

Na 20ª e última matéria da série “Vida Saudável”, infectologista reforça a necessidade do uso de camisinha para evitar a aids, doença dos anos 80 que ainda é problema

Por Lucas Matos em Bem-Estar

30 de abril de 2015 às 09:00

Há 4 anos
O uso da camisinha é indispensável nas relações sexuais (Foto: Divulgação)

O uso da camisinha é indispensável nas relações sexuais (Foto: Divulgação)

Anos 80. Inicia-se uma nova fase na saúde mundial. Pessoas de diversas origens são diagnosticadas com uma certa sigla: AIDS (Acquired Immune Deficiency Syndrome), a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida. A doença, transmitida através de transfusões de sangue errôneas, uso de seringas compartilhadas ou relação sexual insegura.

De acordo com o infectologista Alfredo Passacqua, da rede de saúde Hapvida, já há método para controlar a doença, através de “coquetéis” lançados em 1995. Porém, mesmo com o avanço da medicina e após diversas pesquisas, ainda não existe a cura para tal patologia.

“Com o passar do tempo e os estudos crescendo, a maneira de se evitar a doença ainda é o uso de preservativo durante as relações sexuais, a utilização de seringas e agulhas descartáveis e o uso de luvas para manipular feridas e líquidos corporais”, afirma o especialista.

Sintomas

Na maioria dos casos, quem adquire tem os sintomas iniciais, podendo ser leves, sendo atribuídos a um mal estar passageiro. Febre constante, manchas na pele, calafrios, ínguas, dores de cabeça, de garganta e dores musculares surgem de duas a quatro semanas após a pessoa contrair o vírus. Nas fases mais avançadas, é comum o aparecimento de doenças oportunistas, ou seja, doenças que não são comuns em indivíduos sadios, como toxoplasmose cerebral, pneumonia por fungos, certos tipos de linfomas e leucemias.

Gestação

Ainda para o infectologista, dificilmente há a transmissão da doença durante a gravidez. Ela acontece durante o parto, principalmente e, para isso, os médicos iniciam o tratamento logo depois do nascimento.

“Quando o bebê nasce, nós temos que seguir todo o protocolo do Ministério da Saúde, tendo em vista o começo de uso de drogas para inibir o HIV”, indica.

Para o médico, ele acredita que a cura ainda é possível, mas está distante. A prevenção é o método mais eficaz, pois não existe vacina, devido às altas taxas de mutações.

Acompanhe a série “Vida Saudável”:

1) Saiba como identificar se seu filho é mais uma vítima do consumismo infantil (24/2)

2) Uso excessivo de equipamentos eletrônicos prejudica visão. Confira cuidados (26/2)

3) Brincar é coisa séria, e precisa ser tarefa diária de toda criança (2/3)

4) Mulheres têm 7 vezes mais chances do que homens de apresentar disfunção hormonal (5/3)

5) Prática exagerada de exercícios físicos pode desencadear doença: a vigorexia (9/3)

6) Metade da população masculina apresenta calvície até chegar aos 50 anos (12/3)

7) Confira as causas do chulé e saiba como se livrar desse mau cheiro (16/3)

8) Aprenda receita de cozinha que ajuda no combate a osteoporose (19/3)

9) Pessoas com diabetes precisam cuidar da saúde dos pés, para evitar ferimentos (23/3)

10) Saiba como se alimentar direito antes, durante e depois de atividade física (26/3)

11) Saiba como tratar o estresse pós-traumático, resultado da violência urbana (30/3)

12) Melhor remédio contra enxaqueca é alimentação saudável (2/4)

13) Entenda o que é febre chikungunya, doença causada pelo mesmo mosquito da dengue (6/4)

14) Tratamento de dentes fora do lugar certo é mais eficaz quando iniciado na infância (9/4)

15) Atenção, mamães: a saúde bucal é essencial para uma gravidez sem riscos (13/4)

16) Fuja das dietas malucas que não atendem as necessidades diárias (16/4)

17) Parto normal apresenta menor risco de infecções para o bebê e para a mãe (20/4)

18) Grávidas precisam adotar cuidados ao ter relações sexuais (23/4)

19) Gestante precisa beber três litros de água para garantir a saúde do bebê (27/4)

20) Proteção é essencial para evitar a Aids (30/4)