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Vagas Online

por Márcia Catunda

Artigo

ARTIGO- QUANDO O GATO SAI, OS RATOS FAZEM A FESTA?

Por Márcia Catunda em Artigo

22 de Maio de 2019

Rebeca Zaupa – Consultora de Gestão de Pessoas da Gomes de Matos Consultores Associados

 

Quando você sai de casa para trabalhar, qual a sua expectativa: fazer um trabalho excelente ou um trabalho medíocre?

Fazer um trabalho excelente, diria a maior parte das pessoas perguntadas e – espero – você também. Se é assim, por que ainda acreditamos que quando o gato sai, os ratos fazem a festa?

E quando é que nós sentimos que estamos fazendo um trabalho excelente? Normalmente quando nos sentimos engajados naquela empresa e com aquela atividade, não é verdade?

Engajamento é uma palavra que já faz parte do vocabulário da área de Recursos Humanos há quase 30 anos e que significa um estado emocional no qual nos sentimos apaixonados, animados e comprometidos com nosso trabalho.

Uma pesquisa realizada pela Decision Wise com 32,2 milhões de profissionais em todo o mundo identificou que apenas 32% estão totalmente engajados, 48% estão comprometidos, atendendo às expectativas de desempenho, respondendo bem a uma boa liderança, mas raramente sentindo-se instigados pelas atividades ou se arriscando a aprender coisas novas. 16% está na empresa apenas pelo salário e 4% estão totalmente não engajados, esforçando-se ativamente para contaminar os colegas com comentários negativos sobre a empresa e os líderes.

Segundo 10.304.000 profissionais (os 32% totalmente engajados) haverá engajamento se 6 aspectos forem respeitados:

  1. O Contrato Psicológico
  2. O Significado
  3. A Autonomia
  4. O Crescimento
  5. O Impacto
  6. A Conexão

 

  1. O Contrato Psicológico

Existem três contratos entre o empregador e o empregado.

O primeiro deles é o contrato da marca, todas as promessas implícitas que a sua marca faz às pessoas que estão expostas a ela. É a sua imagem pública. É aquilo que atrai as pessoas para iniciar um relacionamento e, quando respeitado, nos faz permanecer comprometidos com esse relacionamento iniciado.

O segundo contrato é o transacional, o acordo mutuamente aceito, recíproco e explícito entre as duas partes que define os termos básicos do relacionamento. São as normas acordadas, escritas no papel e assinada pelas partes. Quando esse contrato é respeitado nós nos sentimos satisfeitos com o relacionamento.

Já o contrato psicológico, terceiro contrato entre empregador e empregado, é o conjunto de expectativas e obrigações não escritas e implícitas que definem as trocas do relacionamento. É a segurança psicológica do relacionamento. Quando honrado, aí sim há o engajamento.

  1. O Significado

Quando há o sentimento de que o seu trabalho possui um propósito além da atividade em si, quando há alinhamento entre o propósito do profissional e o propósito da organização, há engajamento.

 

  1. A Autonomia

Quando há diretrizes e expectativas claras para o resultado do trabalho, mas também há a liberdade para o profissional escolher a forma que ele utilizará para alcançar aquele resultado, ou seja, quando há o poder de alterar a forma e o ambiente de trabalho, há engajamento.

Alerta: Não ao micro gerenciamento!

 

  1. O Crescimento

Profissionais de 18 a 28 anos preferem ficar em locais que oferecem possibilidades de desenvolvimento e crescimento, ao invés de em locais que pagam 20% mais.

Ser instigado e desafiado de formas que promovem um desenvolvimento tanto pessoal quanto profissional, gera engajamento.

 

  1. O Impacto

Já entre os profissionais entre 35 e 55 anos, é o impacto que está em primeiro lugar ao avaliar que propostas de trabalho aceitar.

Quando é possível ver resultados positivos e valiosos do trabalho realizado, há engajamento.

 

  1. A Conexão

O ser humano é um ser social, portanto, o poder das conexões sociais precisa ser considerado. Sentir que faz parte de algo maior gera engajamento.

 

Como esses seis (06) aspectos se inter-relacionam nos ambientes físico, cultural e tecnológico em todas as interações entre a organização e os seus colaboradores é a Employee Experience.

Que ambientes são esses? Isso é assunto para um próximo artigo!

 

 

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A Importância do Profissional Especializado na área da Segurança Alimentar

Por Márcia Catunda em Artigo

24 de Abril de 2019

Por Heloisa Oliveira – Coordenadora do curso de  Pós Graduação em Vigilância Sanitária

na indústria de Alimentos da Unicorp

oliveira.heloisa@hotmail.com

 

Nos dias atuais tem crescido o número de pessoas que fazem refeições principais em restaurantes, padarias, lanchonetes, delivery, bem como a aquisição de alimentos industrializados ou Pré-processados, para consumos rápidos.

Uma questão pode ser levantada em relação ao alto consumo de alimentos preparados ou adquiridos fora do lar, onde em outro tempo tinha a mãe que ficava preparando a alimentação do marido e dos filhos que estavam em suas atividades externas e voltariam para almoçar e jantar em casa .

Com toda essa mudança de cenário, houve crescimento no segmento de profissionais na área de segurança alimentar, em que nela se enquadram profissionais como nutricionistas, engenheiros de alimentos, tecnólogo de alimentos, biólogos, veterinários, administrados e gerente de estabelecimento de alimentos. Esses profissionais, que são nomeados responsável técnico, seja a nível comercial ou industrial, tem a obrigação de produzir alimentos seguros.

Mas até que ponto estamos nos alimentando com alimentos que não sejam causadores de doenças? Para isso hoje muitas empresas têm profissionais para garantir o preparo de alimento seguro, em relação à higiene principalmente, no intuito também de diminuir seus custos e aumentar aceitabilidade e posição no mercado.

Para isso o responsável técnico deste local com conhecimento nas normas dos órgãos fiscalizados e através de ferramentas de qualidade, tais como Manual de Boas Práticas e Procedimento Operacional Padronizado através deles pode-se monitorar esses processos. O objetivo maior destas ferramentas são: prevenir as principais causas das doenças transmitidas por alimentos, que são aquelas decorrentes de infecção e toxinas liberadas por microrganismos patogênicos, a contaminação decorre muitas vezes por manipulação ou alimento armazenado e acondicionado inadequadamente; resto de alimentos em ambiente úmido favorece a formação de biofilmes, que são aglomeração de microrganismo resistente a desinfecção.

A insegurança alimentar está ligada também ao binômio tempo X temperatura, umidade, higiene pessoal do manipulador, higiene das instalações e equipamentos, saúde e capacitação dos manipuladores, controle de pragas, todas essas questões devem ser controladas por um profissional capacitado e especializado na área de alimentos, podendo ser na área de gestão de unidade de alimentação ou vigilância sanitária.

É crescente a procura das empresas por esse tipo de profissional, ao sair da graduação os profissionais devem hoje procurar o mais rápido possível ter novas formações e conhecimento nessas áreas por aumentarem as chances de serem absorvidos no mercado, que por sua vez está muito competitivo e exigente. Observa-se que com a globalização essa normas e procedimentos se tornam universal, e a cada ano novas resoluções e exigências são aumentadas.

 

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Permita-se realizar seus sonhos

Por Márcia Catunda em Artigo

02 de Abril de 2019

O que fazer, quando a única coisa que temos são apenas sonhos?

Por Viviane Cavalcante – Analista de RH

É justamente, por este motivo que quero conversar com você, que está do outro lado da telinha. Sabemos que hoje está bem complicado de falar acerca de projetos, metas, e sonhos em especial quando encontra-se fora do mercado de trabalho, pois tudo envolve gastos. O que vejo hoje, são pessoas com currículos e com posturas profissionais invejáveis, e mesmo com tantos méritos encontram-se sem conseguir uma recolocação profissional.

Ao conversar com diversas pessoas, vejo que existem muitos sonhos, sonhos em fazer uma faculdade, em comprar sua casa própria, trocar de carro ou comprar um novo, fazer um curso, viajar, ou simplesmente poder dá o que seus filhos precisam! Só que tais sonhos estão barrados! Barrados pelo medo, pela incerteza, pela falta de dinheiro e pela angústia de não saber até quando e o que fazer para mudar tal situação.

Mesmo assim, diante de tantas tristezas, o ser humano tem algo que o move. Que são os sonhos, sonhos de ser um pai e uma mãe, extraordinários, ser um excelente filho, um profissional competente e melhor a cada dia, e tal motivação os fazem querer alçar novos sonhos, novas trajetórias e refazer novos caminhos.

Neste momento se permitem a criar e passam a descobrir novas competências e habilidades, aprendem que podemos nos reinventar quantos vezes forem necessárias. Decorrente descobrem novas versões de si mesmos. Coisas que você jamais imaginou em fazer, se permitiu fez e continuará a fazer com perfeição pelo fato de saber que existem pessoas que dependem de você e que é bom no que faz.

Percebeu que através de seus sonhos, de seus medos, de suas responsabilidades e de suas descobertas, um novo mundo se abre a você?
Percebeu que pode estar desempregado hoje, mas, as habilidades e pontos de mudanças começam em você? Pois, se redescobrir faz parte do mais alto nível de amadurecimento pessoal.

Observou que a questão de estar atualmente fora do mercado de trabalho formal(carteira assinada+todos os benefícios) não estar relacionado em ser um profissional incapaz?

Resta-me complementar que você é capaz de alcançar seus maiores sonhos sim!
A ponte que liga sua localização atual para, onde deseja chegar, depende apenas de sua garra, motivação e perseverança.

Não estou dizendo aqui que será fácil, este percurso de atravessar esta ponte. No entanto, somos responsáveis por conseguir o que almejamos.

Não sei quais suas ferramentas hoje, não sei sua situação de vida atual, mas consigo enxergar em você um vencedor!

Faça de si um ponto de inspiração, pode ter certeza existem muitas pessoas que precisam de seu exemplo, para começarem a mudança em si.
Permita-se ser espelho!
Permita-se ser inspiração!
Alguém, conta com você!
Permita-se se redescobrir!
Simplesmente, Permita-se!

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Mentiras no currículo podem fechar portas, adverte gestora do CIEE

Por Márcia Catunda em Artigo

31 de Março de 2019

Com o objetivo de alcançar a tão sonhada vaga de estágio, alguns jovens acabam decidindo ‘turbinar’ o currículo da maneira menos apropriada: acrescentando experiências e competências que na verdade não possuem. De acordo com especialistas, os candidatos costumam mentir principalmente nas informações referentes à formação acadêmica e conhecimento de idiomas.

“Esse tipo de conduta pode ser facilmente identificado pelos recrutadores, fazendo com que o candidato seja eliminado do processo seletivo. No caso da língua estrangeira, por exemplo, muitas empresas estão adotando testes rápidos que comprovem o nível de conhecimento em determinada língua”, disse a supervisora de Desenvolvimento Humano e Organizacional do CIEE, Juliana Malaquias.

No caso de cursos de formação complementar, é recomendado que o candidato descreva no currículo a instituição de ensino onde estudou, além do tempo de duração do curso. Para quem está iniciando na carreira e acredita que a falta de experiência profissional pode ser um empecilho, o principal conselho é investir em qualificação.

“Há muitos cursos oferecidos de maneira gratuita, presenciais ou a distância, como os conteúdos do CIEE Saber Virtual, que podem representar um diferencial no currículo de quem está começando. O engajamento com causas sociais e ações voluntárias também são bem vistos pelos recrutadores”, completou Juliana.

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Como Obter Sucesso Profissional

Por Márcia Catunda em Artigo

25 de Março de 2019

Professor Dr. José Bezerra da Silva Filho
Diretor-Acadêmico do Instituto de Capacitação Business School Brasil -BSBr

O primeiro ingrediente para você ser ter sucesso em sua carreira profissional é acreditar que isso é possível.

Deixe eu contar um pouco da minha história. Eu sou alagoano, nascido na Cidade Palmeira dos Índios – AL, dista 139,8 km da Capital Maceió. Meu pai era caminhoneiro e muito otimista. Ele falava para mim que tudo que eu quisesse conseguiria pelos estudos.

Eu tinha 17 anos e, em um dia de sábado, me acordei e fui para a Rua Graciliano Ramos, em Palmeira dos Índios-AL, para brincar com os meus amigos!

Quando cheguei na rua observei que o irmão do meu amigo estava lavando um carro – Um Chevette Azul, perguntei de quem era aquele carro? Ele respondeu: -É meu!

Confesso que fiquei surpreso, e perguntei como ele conseguiu comprar aquele carro. Ele falou: -Sou funcionário do Banco do Nordeste do Brasil (BNB). Eu indaguei o que era um banco e ele me explicou.

Imediatamente, eu falei que queria trabalhar no BNB e ele me falou que era muito difícil passar no concurso do Banco.

Perguntei para ele como era o concurso e o que eu deveria fazer para passar? Ele respondeu: O concurso tem quatro provas: datilografia, matemática, português e contabilidade, e você deve ser muito bom nessas disciplinas.

Eu Tomei uma Decisão

Quando meu pai chegou de viagem fui correndo falar para ele e disse que precisava fazer um curso de datilografia porque eu queria trabalhar no BNB. Imediatamente, meu pai me matriculou em curso de datilografia.

Eu Mudei de Atitude

Depois que decidi que iria fazer o concurso do BNB mudei de atitude. Na época, eu gostava muito de brincar e os meus estudos ficavam em segundo plano, para você ter uma ideia eu sentava no fundão da sala de aula e as minhas notas não eram muito boas, em média, 5, 6.

Na ocasião, eu estudava no Colégio Estadual Humberto Mendes, cheguei na sala de aula e falei: -Bem, agora irei estudar para ser o primeiro aluno da sala porque eu quero passar no concurso do BNB. E perguntei: -Quem se candidata a ser o primeiro lugar da classe? E, por sorte minha, se levantou o meu amigo Carlos Gomes, que já era um dos melhores alunos da sala de aula, e topou o desafio.

Eu Busquei uma Motivação

A partir daquela data passei a querer tirar notas melhores do que o Carlos Gomes.

Com a nova meta mudei de atitude. Primeiro, passei a sentar na primeira fileira da sala de aula. Essa decisão de sentar na frente me perseguiu em toda a minha vida acadêmica. Inclusive ainda hoje quando vou para um evento ou para a missa eu procuro sentar na primeira fila, quando é possível.

Também, mudei os meus hábitos, eu estudava pela manhã, quando chegava em casa ia almoçar depois costumava ir jogar sinuca ou bola com os amigos. A primeira decisão foi só vou brincar nos finais de semana. E passava a maior parte do tempo disponível estudando. Consequentemente, passei a tirar boas notas. Por conta disso, passei a ser convidado para dar aulas particulares aos meus colegas. Foi a partir daí que descobri a minha vocação para ser professor!

Sucesso é Preparação mais Oportunidade

Bem, eu já estava trabalhando na Rádio Educadora Sampaio, em Palmeira dos Índios, quando saiu o Edital do Concurso do BNB. A primeira prova foi de datilografia, e mais de 50% dos candidatos foram reprovados. As demais provas tinham algumas características: matemática, você era obrigado a deixar os cálculos das questões, na prova de português também tinha uma redação com no mínimo 50 linhas. A prova de contabilidade não era eliminatória, e sim classificatória.

Fui Aprovado no Concurso do BNB na Primeira Tentativa

Saiu o resultado do concurso do BNB e eu fui aprovado. Vale assinalar que infelizmente poucas pessoas da minha cidade passaram no concurso.

Lições Aprendidas

Um Chevette Azul fez com que eu acreditasse que era possível realizar um sonho de ter o meu próprio carro. Apenas ter um sonho não foi o suficiente para eu conseguir ser aprovado no concurso do BNB.

O verdadeiro responsável pelo meu sucesso foi a mudança de comportamento que foi alimentado pelo meu sonho. Portanto, sorte é quando a oportunidade aparece e você está preparado.

Pela minha experiência tenho observado que a melhor formar de você transformar um sonho em realidade é encará-lo como um projeto. Exatamente por isso, sugiro a você fazer um MBA de Gerenciamento de Projetos. A propósito, quero te apresentar o nosso MBA em Gerenciamento de Projetos da Business School Brasil – BSBr.

Este é o único MBA de Gerenciamento de Projetos com uma metodologia única de uma empresa consolidada com seis anos de experiência no mercado.

Autor

Prof. Dr. José Bezerra da Silva Filho. Entusiasta em Gerenciamento de Projetos. Doutor em Engenharia pela Universidade Federal de Campina Grande – UFCG e Universiy of Maryland at College Park (EUA) e Mestre em Ciência da Computação pela UFCG. Elaborou, implantou e coordenou um curso de Mestrado em Informática Aplicada. Já coordenou dezenas de turmas de cursos de MBA/Especialização. Trabalhou no Banco do Nordeste do Brasil por mais de três décadas. É autor de seis livros, sendo os últimos dois: Tecnologia da Informação e Comunicação para Gestores; e Na Trilha dos Lucros: Prática de Gestão para Tornar sua Empresa mais lucrativa. Coordena a 17ª Turma do MBA em Gerenciamento de Projetos do Instituto de Capacitação Business School Brasil – BSBr e o Treinamento de Preparação para as Certificações PMP e CAPM, que já está na sua 41ª Turma.

Contatos do autor

(85) 9.9921-1675

E-mail: Professor.Dr.Bezerra@BSBr.com.br

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O RH e a nova educação corporativa

Por Márcia Catunda em Artigo

07 de dezembro de 2018

Por Rebeca Zaupa-Consultora Associada da Gomes de Matos

 

A pesquisa Panorama do Treinamento no Brasil, edição 2017-2018, realizada pela Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento em conjunto com a Integração Escola de Negócios, com 738 empresas e 3.561 funcionários, revela que cada profissional de Treinamento e Desenvolvimento tem gerenciado, em média, 770 colaboradores.

E este número vem crescendo sistematicamente, ano a ano, tendo quase que dobrado a quantidade de colaboradores gerenciada em 2014.

A esses 770 colaboradores têm sido facilitadas 21 horas de treinamento por ano.

Isso significa que os profissionais de T&D – afinal tudo na área de Recursos Humanos se traduz em siglas – têm atuado de forma cada vez mais operacional e menos estratégica.

Como investir 0,63% do faturamento anual bruto em treinamentos de forma realmente estratégica, que realmente se traduza em aplicação prática e resultados superiores no dia a dia de trabalho?

A resposta pode estar em se afastar dos meios tradicionais de treinamento, em que todo o grupo de treinandos é chamado a participar de momentos presenciais no estilo sala de aula da educação básica, e passar a trabalhar com novas formas de ensino, como a educação por projetos e a microaprendizagem.

 

A EDUCAÇÃO POR PROJETOS

O ambiente profissional se centra no alcance de metas organizacionais e resolução dos problemas que impedem o atingimento desses resultados. Mesmo os trabalhadores mais operacionais precisam estar atentos aos problemas que podem atrapalhá-los na execução de suas atividades e devem, portanto, buscar alternativas para solucionar esses problemas.

Ainda assim, quando falamos em educação corporativa, nós, na grande maioria das vezes, colocamos adultos sentados durante horas em sala de aula ouvindo as explanações dialogadas de uma outra pessoa.  Seria de se esperar mais do que os 12% médios de absenteísmo nas ações de desenvolvimento.

Por que não centrar o aprendizado também na busca pela solução de problemas? Essa é a proposta da educação – ou pedagogia – por projetos, onde o objetivo é a construção dos conhecimentos em torno de metas previamente estabelecidas, de forma coletiva, entre treinandos e treinadores.

Aos treinandos é proposto um desafio, um problema a solucionar e são eles quem decidem por onde começar a pesquisar, o que começar a aprender primeiro para desvendar esse mistério. Ao treinador cabe o papel de orientador, de facilitador, de mediador.

A MICROAPRENDIZAGEM

Os treinamentos no formato presencial caíram 11% e no formato EAD/ e-learning aumentaram 9% comparando 2017 com 2016. 16% das 738 empresas pesquisadas usam o e-learning ou o ensino à distância para treinar seus funcionários e 9% utilizam o sistema blended ou misto, em que são utilizadas técnicas presenciais e à distância.

Uma das estratégias equivocadas que se utiliza quando se fala sobre EAD/e-learning é, simplesmente, a gravação do conteúdo tal qual ele estivesse sendo ministrado de forma presencial.

Hoje, com a quantidade de conteúdos disponíveis em plataformas como o Youtube, por exemplo, e com a facilidade em acessar diversas informações em pouco tempo, é preciso pensar em novas estratégias, como, por exemplo, a microaprendizagem.

Microaprendizagem é uma forma de transmissão de conteúdos focados em informações específicas com não mais do que 03 a 07 minutos de duração.

Com essa metodologia é possível tornar o processo de aprendizagem corporativo mais rápido e acessível, com menos evasão e taxa de desistência, mais rápido e fácil de atualizar e com possibilidade de aplicações ainda mais amplas.

 

Que tal pensar as suas próximas estratégias de educação corporativa baseando-se na educação por projetos com o apoio da microaprendizagem que pode ser, inclusive, gamificada?

 

Referências:

https://www.integracao.com.br/pesquisa-panorama-do-treinamento-no-brasil-2017.pdf

https://www.skillbuilderlms.com/br/10-reasons-adopt-microlearning-online-training/

 

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Planejamento continua sendo uma boa estratégia de sucesso

Por Márcia Catunda em Artigo

05 de dezembro de 2018

Por  Simone Lima- Psicóloga e Orientadora Vocacional 

Eu sei que é clichê mas o óbvio também precisa ser dito.

Final de ano é considerado um momento chave para planejar sua carreira. Novos ciclos de oportunidades se formam. Para quem já passou pelo processo de escolha profissional e está na faculdade, a hora é propícia para mapear o caminho, definir estratégias que o ajudarão a tornar-se o profissional desejado.
Quais atividades extras precisa fazer, conhecer os professores disponíveis para a grade de disciplinas obrigatórias, buscar desenvolver competências pessoais imprescindíveis para o exercício da profissão, entrar num curso de línguas ou quem sabe aprender sobre oratória. Já para aqueles que estão no mercado de trabalho, o momento é bom para avaliar os resultados até aqui, olhar para si e compreender o nível de satisfação com o que foi alcançado.
Revisar seu planejamento, ‘afiar o machado’ ou fazer alterações estratégicas se necessário e consultar a viabilidade de buscar mais aprendizado na sua expertise; no mundo globalizado uma experiência no estrangeiro pode ser de grande valor. É no início do ano que geralmente as instituições de ensino ofertam as vagas em cursos de pós graduação nos seus diversos níveis. Depois do primeiro trimestre do ano é bem mais difícil ser aceito nas turmas, não só por falta de vagas mas pelo avanço do conteúdo.
Lembre-se de fazer a projeção de seus rendimentos e de seu tempo, pois sem recursos financeiros e disponibilidade de tempo fica difícil realizar alguns empreendimentos pessoais. Invista em autoconhecimento, pois de nada adianta planejar uma vida para alguém que não se conhece. Busque fazer sua agenda dividindo as atividades no nível pessoal e profissional. Trabalhe, desenvolva sua carreira e se dedique a seus afetos, de nada adianta o sucesso sem alguém pra compartilhar.

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MINHA PROFISSÃO ACABOU: E AGORA?

Por Márcia Catunda em Artigo

31 de outubro de 2018

Thiago Alencar Alves- Gestor de Recursos Humanos da Gomes de Matos Consultores Associados 

O trabalho e tudo relacionado a ele está mudando drasticamente. Novas tecnologias, maior expectativa de vida e novas profissões tem exigido uma verdadeira revolução na forma como trabalhamos hoje. Segundo um estudo de 2016 da Universidade de Oxford, 47% dos empregos desaparecerá em 20 anos, tanto em vagas operacionais como em cargos de liderança e novas demandas por especialistas, para atender as necessidades dos negócios da nova economia, vem exigindo novas habilidades.

O impacto ocasionado no emprego tem como grande responsável a tecnologia, uma vez que ela será capaz de oferecer soluções cada vez mais baratas e eficientes para substituir a força de trabalho humana. Para se ter uma ideia deste impacto, um estudo de 2017 da Robert Half aponta que 74% dos empregos em transporte e armazenamento serão afetados e 56% das vagas da indústria podem desaparecer.

As profissões que correm o maior risco de tornarem-se obsoletas são aquelas mais operacionais e administrativas com atividades intelectualmente repetitivas e que exigem pouco grau de interação. Elas têm tendência maior de deixarem de existir em virtude da tecnologia ser capaz de automatizá-las com o uso de robôs. Em 2016 uma empresa com sede em Taiwan, a maior do mundo na fabricação de componentes eletrônicos e de computadores, substituiu 60 mil empregados por robôs.

O que a princípio ainda não corre tanto risco de extinção são as atividades que exigem elevado grau de interação ou “inteligência social”. Elas têm apenas 23% de chance de automação, segundo a pesquisa. Neste tipo de emprego incluem-se professores, assistentes sociais, coordenadores de equipes, terapeutas, psicólogos, etc.

Ainda é incerto o que o impacto de todas estas transformações irá ocasionar, mas é ponto pacífico entre os especialistas que os profissionais de hoje devem repensar suas carreiras, abrindo espaço para novas possibilidades. De acordo com o relatório do Fórum Econômico Mundial sobre o futuro do trabalho deste ano, em muitas indústrias e países, algumas das principais ocupações ou especialidades de hoje não existiam há 10 anos ou mesmo há cinco anos.

Estudos apontam que 65% das crianças que entram no primário hoje, estarão no futuro trabalhando em atividades complemente novas. Já é possível ver, nos anúncios de vagas de emprego, profissões como cientista de dados, perito digital, coordenador de robôs, gestor de equipes móveis, etc.

Os profissionais do futuro deverão buscar o desenvolvimento de competências que atendam as exigências das novas profissões, uma vez que a tecnologia tenderá a criar mais trabalho do que eliminar. 56% dos novos postos de trabalho são para realizar funções recém-criadas, segundo recente estudo da consultoria Mckinsey. São profissões como especialistas em inteligência artificial, internet das coisas, segurança cibernética, redes sociais, startups, robótica, etc. São profissões cujo salário vem aumentando consideravelmente, enquanto o salário de funções tradicionais tende a encolher no futuro.

O relatório “A Future of Jobs for All” do Fórum Econômico Mundial deste ano evidencia ainda a necessidade de atualização das habilidades dos profissionais, chamando de “revolução de reskilling”, ou revolução da requalificação em tradução livre do inglês, e aponta algumas dicas práticas aos profissionais que desejam se destacar, tais como identificar e adquirir habilidades que estão em alta na atual área ou na área que o profissional deseja atuar, fortalecer as habilidades interpessoais, comunicacionais, colaborativas, além da inteligência emocional. Criar uma rede de contatos consistente de forma online, além de considerar novas maneiras de trabalho como freelancer, autônomo e remoto. Aprender de forma contínua para o desenvolvimento pessoal, internalizando o aprendizado ao longo da vida são caminhos viáveis para uma adequação mais confortável a esta revolução iniciada.

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Os desafios do mercado de trabalho: o que é preciso fazer para se destacar?

Por Márcia Catunda em Artigo

06 de setembro de 2018

Elaine Martins – Analista de carreiras da UNINASSAU Fortaleza

O mercado de trabalho vem sofrendo mudanças significativas nos últimos anos. Cada vez mais moderno, exigente e competitivo, o mercado atual busca pela qualificação profissional e atualização de saberes. E com intuito de identificar o que é preciso fazer para se destacar diante desse cenário, a analista de carreiras da UNINASSAU Fortaleza, Elaine Martins, revela dicas para os estudantes e profissionais.

Trabalhabilidade. Essa é a palavra-chave que Elaine cita para o profissional se destacar em meio aos processos seletivos. “Vivenciamos um período em que é essencial a busca constante pelo aprendizado, dentro ou fora da sua área de formação”, frisa. E a partir disso, a especialista revela que para driblar o alto índice de desemprego, é preciso se atualizar e estar atento às novas tecnologias e ao empreendedorismo. Como dicas, a profissional destaca o desenvolvimento através do seu marketing pessoal e da oratória.

A gestora de Recursos Humanos da UNINASSAU, Kilvia de Lima, aborda como o profissional deve se comportar em uma entrevista de emprego. “Para um bom processo seletivo o profissional deve chegar no horário marcado; estar bem apresentado; ser honesto nas respostas; não se vangloriar para o entrevistador e deixar que ele conduza o processo e, além disso, transmitir confiança. Essas são dicas essenciais”, disse Kilvia.

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Fui demitido(a), e agora?

Por Márcia Catunda em Artigo

12 de julho de 2018

Por Viviane Cavalcante – Analista de RH

Ser demitido não é nada interessante. No entanto, quem não passou por esta situação? Sabemos que hoje a sociedade associa muito o trabalho à pessoa, como se fosse uma espécie de identidade. E em decorrência de ao ser desligado de uma empresa, ocorre uma explosão de sentimentos, emoções e sonhos que por segundos parecem ser barrados, onde causam um desespero momentâneo, lembrando-se de todas as contas mensais, faturas, colégios de filhos e sustentação de um lar por completo, na dúvida do porque fui demitido(a), surgem as afirmações: “Sou um incompetente e impotente nem um emprego consigo sustentar! E agora o que irei fazer?” todas estas questões surgem em frações de segundos.

No entanto, o que tenho a lhe dizer é: CALMA, NÃO SE DESESPERE! A partir disto temos que imediatamente pensarmos em criar estratégias para mudar a situação e conseguirmos uma recolocação o mais rápido possível.

Elaborei hoje uma listinha para ajudar a enfrentar e driblar este momento!

  • Permita-se ficar triste!
  • Conte para a família!
  • Busque a partir de agora se redescobrir como pessoa e profissional;
  • Crie estratégias para “vender” seus talentos;
  • Mergulhe fundo em qualificações profissionais(Cursos, palestras, Workshops);
  • Amplie sua gama de networking;
  • Mude sua visão! Veja que eis capaz de sair deste estado;
  • Permita-se alçar novos voos!
  • Seja ousado na busca! Vá confiante e mostre que eis o melhor candidato para a vaga;
  • Agora usufrua da sua conquista!

Lembre-se que em todo o tempo o que pode mudar o mundo é a educação! Então, a qualificação profissional sempre será o seu diferencial. Opte em ser melhor a cada dia. Há um mundo extraordinário cheios de descobertas esperando por você!

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Fui demitido(a), e agora?

Por Márcia Catunda em Artigo

12 de julho de 2018

Por Viviane Cavalcante – Analista de RH

Ser demitido não é nada interessante. No entanto, quem não passou por esta situação? Sabemos que hoje a sociedade associa muito o trabalho à pessoa, como se fosse uma espécie de identidade. E em decorrência de ao ser desligado de uma empresa, ocorre uma explosão de sentimentos, emoções e sonhos que por segundos parecem ser barrados, onde causam um desespero momentâneo, lembrando-se de todas as contas mensais, faturas, colégios de filhos e sustentação de um lar por completo, na dúvida do porque fui demitido(a), surgem as afirmações: “Sou um incompetente e impotente nem um emprego consigo sustentar! E agora o que irei fazer?” todas estas questões surgem em frações de segundos.

No entanto, o que tenho a lhe dizer é: CALMA, NÃO SE DESESPERE! A partir disto temos que imediatamente pensarmos em criar estratégias para mudar a situação e conseguirmos uma recolocação o mais rápido possível.

Elaborei hoje uma listinha para ajudar a enfrentar e driblar este momento!

  • Permita-se ficar triste!
  • Conte para a família!
  • Busque a partir de agora se redescobrir como pessoa e profissional;
  • Crie estratégias para “vender” seus talentos;
  • Mergulhe fundo em qualificações profissionais(Cursos, palestras, Workshops);
  • Amplie sua gama de networking;
  • Mude sua visão! Veja que eis capaz de sair deste estado;
  • Permita-se alçar novos voos!
  • Seja ousado na busca! Vá confiante e mostre que eis o melhor candidato para a vaga;
  • Agora usufrua da sua conquista!

Lembre-se que em todo o tempo o que pode mudar o mundo é a educação! Então, a qualificação profissional sempre será o seu diferencial. Opte em ser melhor a cada dia. Há um mundo extraordinário cheios de descobertas esperando por você!