Samuel L.jackson Archives - Cinema Sinergia 
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Cinema Sinergia

por Thiago Sampaio

Samuel L.jackson

Crítica: Encontrando equilíbrio, “Capitã Marvel” é um filme de origem redondo e eficiente

Por Thiago Sampaio em Crítica

12 de Março de 2019

Foto: Divulgação

Mais de dez anos depois do início do tão bem sucedido universo Marvel nos cinemas, o estúdio finalmente ganha o seu primeiro longa estrelado por uma heroína do sexo feminino, rodeado de expectativas pelos fãs por ser o último filme antes do tão aguardado “Vingadores: Ultimato” (Avengers: Endgame, 2019), em que muitos aguardam ganchos sugestivos.

Além disso, vem sofrendo até ameaças de boicote após declarações da protagonista Brie Larson em que disse que os eventos para a imprensa deveriam ser mais inclusivos. Afinal, há motivo para tanto incômodo? Não! “Capitã Marvel” (Captain Marvel, 2019) está longe de ser um filme marcante, tem os seus defeitos, mas o resultado é um longa bem amarrado dentro do próprio arco, transmitindo suas ideias com sutileza.

Na trama, Carol Danvers (Brie Larson) é uma ex-agente da Força Aérea norte-americana, que, sem se lembrar de sua vida na Terra, é recrutada pelos Kree para fazer parte de seu exército de elite. Inimiga declarada dos Skrull, ela acaba voltando ao seu planeta de origem para impedir uma invasão dos metaformos e, assim, vai acabar descobrindo a verdade sobre si, com a ajuda do agente Nick Fury (Samuel L. Jackson).
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Crítica: M. Night Shyamalan conclui arco em “Vidro” com personalidade

Por Thiago Sampaio em Crítica

25 de Janeiro de 2019

Foto: Divulgação

Foram nada menos que 19 anos para que “Corpo Fechado” (Unbreakable, 2000) viesse a ganhar uma continuação. E veio como uma surpresa quando, ao final de “Fragmentado” (Split, 2016), o diretor M. Night Shyamalan mostrou que estava criando um universo próprio, unindo os personagens dos dois filmes. Obviamente, fãs foram à loucura com o anúncio do início da produção de “Vidro” (Glass, 2018). E se o resultado não gerasse opiniões divergentes, provavelmente não seria um longa de Shyamalan. Neste crossover, o indiano radicado nos Estados Unidos mais uma vez exibe sua técnica apurada, encerra uma trilogia de maneira digna, porém, conta com irregularidades que podem influenciar na percepção geral, principalmente se houve expectativa alta.

A trama se situa poucos dias após os acontecimentos de “Fragmentado”. Kevin Crumb (James McAvoy), o homem com 24 personalidades diferentes, passa a ser perseguido por David Dunn (Bruce Willis). O jogo de gato e rato entre o homem inquebrável e a “Fera” acaba levando-os a um hospital psiquiátrico onde lá se encontra Elijah Price (Samuel L. Jackson), um gênio com doença rara nos ossos que quebram com enorme facilidade.
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Crítica: “Os Incríveis 2” acerta ao manter a fórmula que deu certo em 2004

Por Thiago Sampaio em Crítica

12 de julho de 2018

Foto: Divulgação

“Os Incríveis” (The Incredibles, 2004) foi lançado há nada menos que 14 anos. Arrecadou mais de U$ 630 milhões nas bilheterias e até hoje é uma das melhores produções sobre super heróis já lançadas. Misturava assuntos familiares com cenas de ação e humor de maneira coesa, natural. O final ali dava indícios para uma continuação, que parecia que ficaria engavetada. Os tempos mudaram, a Disney/Pixar lançou diversas animações de qualidade, mas ainda existia a expectativa pelo retorno daquela família que tenta – mas não consegue – ser tradicional americana. Felizmente, o diretor Brad Bird aceitou voltar e “Os Incríveis 2” (The Incredibles, 2018) chega repetindo a receita que deu certo e ainda funciona muito bem nos dias atuais.

Na trama, Helena Pêra (voz original de Holly Hunter) é chamada para liderar uma campanha que pede a volta dos super-heróis, enquanto Beto Pêra (voz de Craig T. Nelson) se empenha nas atividades de casa com os filhos Violeta (voz de Sarah Vowell), Flecha (voz de Huck Milner) e o bebê Zezé – os quais os superpoderes estão prestes a serem descobertos. A missão deles acaba sofrendo uma reviravolta, quando um novo vilão surge com um plano que ameaça todo o mundo. Com isso, os Pêra, contando com a ajuda do amigo Gelado (voz de Samuel L. Jackson), partem para combater esse desafio.

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Crítica: Tarantino ainda convence ao brincar de ele mesmo em “Os Oito Odiados”

Por Thiago Sampaio em Crítica

14 de Janeiro de 2016

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Já é do conhecimento geral que os filmes dirigidos por Quentin Tarantino se tornaram um subgênero do cinema. Suas loucuras criativas, impulsionadas pelas suas influências cinematográficas, se tornaram tão rotineiras de modo que o espectador já sabe o que esperar. Ainda assim, há muita expectativa pela chegada de um novo projeto. E não é à toa. Em “Os Oito Odiados” (The Hateful Eight, 2015), ao mesmo tempo em que o cineasta segue elevando a própria grandiloquência colocando “O 8º filme de Quentin Tarantino” nos créditos iniciais, figurando junto ao da lenda Ennio Morricone como trilha-sonora original, ele prova que, mesmo brincando com os próprios vícios, consegue prender a atenção e garantir um sanguinário entretenimento como poucos.

Sinopse

Na trama, durante uma nevasca, John Ruth (Kurt Russell) está transportando uma prisioneira, a famosa Daisy Domergue (Jennifer Jason Leigh), que ele espera trocar por grande quantia de dinheiro. No caminho, os viajantes aceitam transportar o caçador de recompensas Marquis Warren (Samuel L. Jackson), que está de olho em outro tesouro, e o xerife Chris Mannix (Walton Goggins), prestes a ser empossado em sua cidade. Como as condições climáticas pioram, eles buscam abrigo no Armazém da Minnie, onde quatro outros desconhecidos estão abrigados. Aos poucos, os oito viajantes no local começam a descobrir os segredos sangrentos uns dos outros.

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Crítica: “Kingsman: Serviço Secreto” é uma excelente homenagem aos filmes de espionagem

Por Thiago Sampaio em Crítica

12 de Março de 2015

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Matthew Vaughn é um daqueles cineastas da nova geração que já atrai a atenção pela sua visão diferenciada dos blockbusters. Com apenas cinco filmes no currículo, ele não só mostra sua marca própria em cada produção, desde a estreia no pouco visto (e ótimo!) “Nem Tudo é o Que Parece” (2004), como parece se divertir fazendo o que faz. Passando por “Stardust: O Mistério da Estrela” (2007), ganhando fãs em “Kick-Ass: Quebrando Tudo” (2010) e se consolidando com o excelente “X-Men: Primeira Classe” (2011), ele mais uma vez acerta em cheio com essa divertida homenagem/paródia dos filmes de espionagem, “Kingsman: Serviço Secreto” (Kingsman: The Secret Service, 2015).

Sinopse

A trama apresenta o agente secreto Harry Hart (Colin Firth), que, após um erro do passado, tenta se redimir recrutando o adolescente Eggsy (Taron Egerton), um jovem com problemas de disciplina que parece perto de se tornar um criminoso. Enquanto Eggsy é submetido a um rigoroso processo de seleção para se tornar um espião, a agência tenta impedir a ascensão de Valentine (Samuel L. Jackson), um inescrupuloso cientista com planos catastróficos.

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Crítica: Novo ‘Robocop’ atualiza com eficiência os conceitos do original

Por Thiago Sampaio em Crítica

27 de Fevereiro de 2014

Pôster de 'Robocop' (2014)

Foto: Divulgação

Muitos torceram o nariz quando foi anunciado que “Robocop” (idem, 1987) ganharia uma nova versão nas telonas. Afinal, o longa dirigido por Paul Verhoeven trouxe um novo conceito de herói, usando e abusando de violência e com uma crítica irônica às grandes corporações e a política de segurança pública. De fato, o remake passa longe de bater o original. Mas a boa notícia é que o diretor brasileiro José Padilha consegue manter o bom nível e trazer de maneira interessante o teor social para os dias atuais.

A história

A trama se passa no ano de 2028, em que drones não tripulados e robôs são usados para garantir a segurança mundo afora, mas o combate ao crime nos Estados Unidos não pode ser realizado por eles. Uma das razões para a proibição é uma lei apoiada pela maioria dos americanos. Querendo conquistar a população, o dono da companhia Raymond Sellars (Michael Keaton) decide criar um robô que tenha consciência humana e a oportunidade aparece quando o policial Alex Murphy (Joel Kinnaman) sofre um atentado, deixando-o entre a vida e a morte.

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Crítica: Novo ‘Robocop’ atualiza com eficiência os conceitos do original

Por Thiago Sampaio em Crítica

27 de Fevereiro de 2014

Pôster de 'Robocop' (2014)

Foto: Divulgação

Muitos torceram o nariz quando foi anunciado que “Robocop” (idem, 1987) ganharia uma nova versão nas telonas. Afinal, o longa dirigido por Paul Verhoeven trouxe um novo conceito de herói, usando e abusando de violência e com uma crítica irônica às grandes corporações e a política de segurança pública. De fato, o remake passa longe de bater o original. Mas a boa notícia é que o diretor brasileiro José Padilha consegue manter o bom nível e trazer de maneira interessante o teor social para os dias atuais.

A história

A trama se passa no ano de 2028, em que drones não tripulados e robôs são usados para garantir a segurança mundo afora, mas o combate ao crime nos Estados Unidos não pode ser realizado por eles. Uma das razões para a proibição é uma lei apoiada pela maioria dos americanos. Querendo conquistar a população, o dono da companhia Raymond Sellars (Michael Keaton) decide criar um robô que tenha consciência humana e a oportunidade aparece quando o policial Alex Murphy (Joel Kinnaman) sofre um atentado, deixando-o entre a vida e a morte.

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