peter jackson Archives - Cinema Sinergia 
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Cinema Sinergia

por Thiago Sampaio

peter jackson

Crítica: ‘O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos’ encerra a saga de maneira honrosa

Por Thiago Sampaio em Crítica

18 de dezembro de 2014

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Não é novidade para ninguém que as 328 páginas do livro “O Hobbit” não têm pano na manga para três filmes, com quase oito horas no total. Sendo assim, entre cenas de ação prolongadas e personagens adicionados, a saga que antecede “O Senhor dos Anéis” chega ao episódio final, “O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos” (The Hobbit: The Battle of the Five Armies, 2014) entre trancos e barrancos, mas apresentando com muita qualidade os ingredientes que tornaram as obras de de J.R.R. Tolkien e, posteriormente, os filmes dirigidos por Peter Jackson, tão cultuados.

Sinopse

Após ser expulso da montanha de Erebor, o dragão Smaug (voz de Benedict Cumberbatch) ataca com fúria a cidade dos homens que fica próxima ao local. Não demora muito para que os mais variados interessados nas riquezas que existem dentro de Erebor ameaçem os anões, porém, Thorin (Richard Armitage) está disposto a tudo para impedir a entrada de elfos, humanos, ainda mais por ser tomado por uma obsessão crescente pela riqueza à sua volta. Paralelamente a estes eventos, Bilbo Bolseiro (Martin Freeman) e Gandalf (Ian McKellen) tentam impedir a guerra contras os orcs.

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Crítica: ‘O Hobbit: Uma Jornada Inesperada’ é um agradável retorno a Terra Média

Por Thiago Sampaio em Crítica

19 de dezembro de 2012

Martin Freeman vive o jovem Bilbo Bolseiro em “O Hobbit” – Foto: Divulgação

O diretor Peter Jackson impressionou o mundo e colecionou prêmios ao levar às telonas, entre 2001 e 2003, a trilogia “O Senhor dos Anéis”, obras de J.R.R Tolkien consideradas antes por muitos impossíveis de serem adaptadas. Mais de uma década depois, o cineasta retoma aquele universo com “O Hobbit” rodeado de expectativas e desconfianças. Se os fãs forem assistir sem esperar por uma nova revolução, o resultado é um agradável retorno a mágica Terra Média.

Primeiro de três filmes que adaptam o livro que narra os fatos anteriores a Saga do Anel, “O Hobbit: Uma Jornada Inesperada” apresenta o jovem Bilbo Bolseiro, (Freeman), um pacato hobbit que é procurado pelo mago Gandalf (Ian McKellen) no Condado onde vive e convidado a participar de uma grande aventura: ir além de suas terras para ajudar treze anões a recuperar as suas terras e encontrar um tesouro. Em meio às batalhas, um objeto surge para ameaçar toda a humanidade: Um Anel.

Um dos principais temores dos fãs é o fato de apenas um livro ser transformado em três longos filmes. De fato, 169 minutos para abordar um terço de uma história soa exagerado e a produção, em muitas ocasiões, se torna arrastada. Algumas cenas, como a “visita” dos anões na casa de Bilbo, o primeiro ataque dos Trolls e a reunião da cúpula dos elfos em Valfenda poderiam ser encurtadas sem nenhum prejuízo ao produto final. Além disso, há um excesso de personagens, de modo que alguns surgem deslocados e poderiam ser facilmente excluídos, como o mago atrapalhado Radagast.

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Crítica: ‘O Hobbit: Uma Jornada Inesperada’ é um agradável retorno a Terra Média

Por Thiago Sampaio em Crítica

19 de dezembro de 2012

Martin Freeman vive o jovem Bilbo Bolseiro em “O Hobbit” – Foto: Divulgação

O diretor Peter Jackson impressionou o mundo e colecionou prêmios ao levar às telonas, entre 2001 e 2003, a trilogia “O Senhor dos Anéis”, obras de J.R.R Tolkien consideradas antes por muitos impossíveis de serem adaptadas. Mais de uma década depois, o cineasta retoma aquele universo com “O Hobbit” rodeado de expectativas e desconfianças. Se os fãs forem assistir sem esperar por uma nova revolução, o resultado é um agradável retorno a mágica Terra Média.

Primeiro de três filmes que adaptam o livro que narra os fatos anteriores a Saga do Anel, “O Hobbit: Uma Jornada Inesperada” apresenta o jovem Bilbo Bolseiro, (Freeman), um pacato hobbit que é procurado pelo mago Gandalf (Ian McKellen) no Condado onde vive e convidado a participar de uma grande aventura: ir além de suas terras para ajudar treze anões a recuperar as suas terras e encontrar um tesouro. Em meio às batalhas, um objeto surge para ameaçar toda a humanidade: Um Anel.

Um dos principais temores dos fãs é o fato de apenas um livro ser transformado em três longos filmes. De fato, 169 minutos para abordar um terço de uma história soa exagerado e a produção, em muitas ocasiões, se torna arrastada. Algumas cenas, como a “visita” dos anões na casa de Bilbo, o primeiro ataque dos Trolls e a reunião da cúpula dos elfos em Valfenda poderiam ser encurtadas sem nenhum prejuízo ao produto final. Além disso, há um excesso de personagens, de modo que alguns surgem deslocados e poderiam ser facilmente excluídos, como o mago atrapalhado Radagast.

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