1 de Maio de 2019 - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

1 de Maio de 2019

Dia do Trabalhador: Nada existe mais significativo do que o capital humano

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

01 de Maio de 2019

Está escrito: do suor do teu rosto, comerás o teu pão. A referência bíblica diz respeito ao trabalho. Nada do que existe debaixo do sol é mais significativo ao ser humano do que o exercício pelo desenvolvimento, através do mecanismo do trabalho.

É o trabalho que liberta o homem de suas necessidades. Que evita que ele se marginalize. Que tenha dificuldades de toda ordem. Sem trabalho, o homem não progride. O mundo não avança. As coisas não andam.

Por isso, neste dia em que o mundo todo homenageia a expressiva força do trabalho, que na verdade é o capital humano, é preciso refletir sobre as políticas trabalhistas. Elas devem prosperar em benefício não apenas do empregador, mas do empregado. O que se vê são reformas promovidas nessa área, ao invés de diminuir o desemprego, ampliarem as desigualdades sociais e gerado crises, nas quais o trabalhador é a grande vítima dos que agenciam a ganância em favor de seus interesses.

Por isso, o desemprego a estimular a insatisfação. O medo, a prosperar a violência.

Tudo o que se fizer em favor do trabalhador é preferível a qualquer forma de lucro fácil. Em benefício de poucos. E em prejuízo de muitos.

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Dia do Trabalhador: Nada existe mais significativo do que o capital humano

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

01 de Maio de 2019

Está escrito: do suor do teu rosto, comerás o teu pão. A referência bíblica diz respeito ao trabalho. Nada do que existe debaixo do sol é mais significativo ao ser humano do que o exercício pelo desenvolvimento, através do mecanismo do trabalho.

É o trabalho que liberta o homem de suas necessidades. Que evita que ele se marginalize. Que tenha dificuldades de toda ordem. Sem trabalho, o homem não progride. O mundo não avança. As coisas não andam.

Por isso, neste dia em que o mundo todo homenageia a expressiva força do trabalho, que na verdade é o capital humano, é preciso refletir sobre as políticas trabalhistas. Elas devem prosperar em benefício não apenas do empregador, mas do empregado. O que se vê são reformas promovidas nessa área, ao invés de diminuir o desemprego, ampliarem as desigualdades sociais e gerado crises, nas quais o trabalhador é a grande vítima dos que agenciam a ganância em favor de seus interesses.

Por isso, o desemprego a estimular a insatisfação. O medo, a prosperar a violência.

Tudo o que se fizer em favor do trabalhador é preferível a qualquer forma de lucro fácil. Em benefício de poucos. E em prejuízo de muitos.