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Le Chef Coxinha

por Ariane Cajazeiras

provamos

Bistrô parisiense no meio do hospital

Por Ariane Cajazeiras em Restaurantes

13 de Fevereiro de 2017

Le Pain Le Café abriu as portas há quase um mês no Hospital Regional da Unimed

Imagine estar em um hospital e poder se teletransportar para um ambiente aconchegante… quem sabe um bistrô francês, que tal? Parece um sonho: fugir um pouco, nem que seja por alguns minutos, da realidade a que geralmente um hospital está ligado, não é? Essa é a proposta da nova Le Pain Le Café que abriu as portas em janeiro no Hospital Regional da Unimed (HRU) em Fortaleza.

Le Pain Le Café Bistrô (Foto: Ariane Cajazeiras)

O local onde funcionava um outro restaurante estava desativado e foi todo reformado para dar lugar à nova proposta da cafeteria, que já funciona no bairro Meireles e também contava com um pequeno café no pátio da recepção do HRU.

O local foi inaugurado em janeiro deste ano (Foto: Ariane Cajazeiras)

A ideia dos sócios Gustavo e Eveline Espalter e Isabel e Alexandre Studart foi expandir também o cardápio da Le Pain Le Café, abrindo a versão Bistrô. Segundo Isabel, o novo projeto segue a filosofia da cafeteria: levar bem estar, conforto e boa gastronomia, mas agora também com pratos quentes e um menu desenvolvido especialmente para o espaço do hospital.

Caetano, Iury e eu no dia da inauguração (Foto: Elon Nepomuceno)

O cardápio é a la carte e tem tanto os sanduíches, bolos, cafés, chás e sucos, como também saladas, crepes, pratos quentes e sobremesas. Entre os sanduíches, muitas opções bem convidativas, como o tradicional croque monsieur (com presunto de parma, ricota e um toque de melão) e o Nordestão (com carne de sol crocante, queijo do reino, chutney de cebola e pasta no pão de caju). Já quero provar o Le Pain Le Café, que leva carne de cordeiro, chutney de morango, folhas e pasta de hortelã no croissant.

Degustação do Gratin de Camarões (Foto: Ariane Cajazeiras)

Já entre os pratos, destaque para o Gratin de camarões (que leva camarão, arroz com presunto, ervilha e molho branco, tudo gratinado e finalizado com batata palha) e as massas como os Romanitos (nhoques caseiros de abóbora, recheados com carne de sol e queijo coalho). Também tem pratos com frango, peixe grelhado, estrogonofe de filé e carne de sol.  As Saladas vêm em 3 opções: carne de sol, atum ou camarão. O melhor de tudo: os preços são bem acessíveis, com pratos variando entre R$18 e R$29,90. O cardápio conta ainda com crepes, tapiocas e sopas.

Degustação dos Romanitos (Foto: Ariane Cajazeiras)

Para adoçar o dia, são oferecidas 9 sobremesas, entre elas as fatias de bolo (adoro o de lavanda com laranja e o de limão com frutas cristalizadas, são sempre muito fresquinhos, fofos e saborosos), mil folhas de morango e cheesecake de manjericão com limão siciliano.

Chá Vermelho Intenso e bolo de Limão Siciliano com frutas cristalizadas (Foto: Divulgação)

O Bistrô é aberto ao público e funciona diariamente, entre oito horas da manhã e dez da noite, com serviço de café da manhã, almoço e jantar. O espaço acomoda até 65 pessoas e guarda o colorido e frescor da cafeteria original, que fica na Rua Professor Dias da Rocha.

Claro que ninguém quer precisar usar hospital, mas o espaço já era mais que esperado por quem precisa e pelos próprios profissionais do HRU. Eu precisei do espaço e como um local com comida boa fez falta! Veio em boa hora!

Ouça um trecho do bate papo que tive com a sócia do Le Pain Le Café, Isabel Studart:

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Coxinha sem ovo, lactose e glúten pode ser boa?

Por Ariane Cajazeiras em Coxinha

02 de Fevereiro de 2017

Pois num é que pode? A paixão nacional, o quitute mais amado do Brasil, a melhor iguaria dos bares, botecos e padarias da cidade, aquela que dá nome a esse blog e é politicamente usada de forma errônea como sinônimo de coisa pejorativa, a nossa amada COXINHA é sem dúvida um dos alimentos mais procurados e por isso mesmo um dos que têm mais versões. Afinal, sabemos que ela é cheia de carboidratos, gorduras, lactose, glúten e tudo mais.

Amadas coxinhas (foto: internet)

Além das versões “fit”, que levam massa de batata doce, dentre outras versões, também já é possível achar no mercado as versões para pessoas que têm alergia ou intolerância aos elementos da receita da coxinha.

Essa semana fui convidada para conhecer uma loja que se propõe a ser a primeira especializada em produtos para pessoas que tem restrições alimentares. A Levíssima oferece uma gama de produtos. Além da coxinha, tem pães, croquetes, bolinhos de bacalhau, picolés, bolos, biscoitos, brownies, manteiga ghee, muitas coisas com baixo índice de sódio, gordura, açúcar. Enfim. Ao todo são 1800 produtos! Tem muita coisa para quem tem alergias, intolerâncias, diabetes, para vegetarianos, veganos e pessoas com restrições alimentares em geral.

Sarah Melo, o bebezinho dela no bucho, eu e mamãe (foto: Manuela Sales)

A criadora da loja e dona da marca, Sarah Melo, explica que a loja surgiu há 1 ano e 6 meses após uma demanda própria. Ela tem intolerância a lactose e glúten e buscava em todo o Brasil produtos para consumir. Quando percebeu que com um CNPJ seria mais fácil adquirir os alimentos, enxergou também uma possibilidade de negócio. A Sarah é advogada, mas dá para ver que ela gosta muito de pesquisar o assunto, sabe tudo de todos os produtos que a gente procura nas prateleiras. Afinal, quem tem restrição alimentar sabe que é necessário ter cuidado nos mínimos detalhes, até se as ferramentas que manipulam os produtos que serão consumidos não tiveram contato com resquício de algo que cause reação.

Produtos a granel (Foto: Ariane Cajazeiras)

Manteiga clarificada e várias ghee temperadas (Foto: Ariane Cajazeiras)

Os produtos mais procurados são os brownies sem glúten e lactose e… a COXINHA, claro. E essa, obviamente, eu tive que provar. Ao invés de leite, manteiga, farinha de trigo e óleo, a coxinha que levei tem fécula de batata, farinha de arroz, margarina vegetal, cebola, alho, salsinha, caldo de frango e sal na massa. A recomendação é que a coxinha integral não seja frita, mas assada no forno, para torná-la mais leve (permitam-me o trocadilho). Na loja ela é ofertada apenas congelada. A marca não é própria, de um modo geral os produtos da Levíssima vêm de vários lugares do Brasil.

Tudo bem descrito na embalagem (Foto: Ariane Cajazeiras)

Coloquei as 12 coxinhas de tamanho médio em uma assadeira sem untar nem nada. Levei ao forno como indica a embalagem: por 20 minutos. O cheirinho que se espalhou pela casa foi muito bom. Quando abri o forno, achei que a coxinha tinha ficado meio mole, mas como as pontinhas estavam escuras, achei melhor retirar.

Coxinhas congeladas (Foto: Ariane Cajazeiras)

Recém saídas do forno (Foto: Ariane Cajazeiras)

O salgado não deixa a desejar: o tempero é muito gostoso e dá pra matar a fome de coxinha. A massa é bem levinha e macia, como na versão do salgado cuja massa é feita de batata e não de farinha de trigo. Quando a massa é de farinha, fica bem mais elástica. A casquinha fica bem crocante, também. O ponto baixo é a estética: duas delas estouraram com o calor e a coxinha não fica muito redondinha, já que no forno, a parte que fica em contato com a assadeira fica mais plana e escura. Em resposta ao blog, a Levíssima diz que, embora a embalagem diga que a coxinha deve assar por 20 minutos, os clientes são orientados a colocar apenas por 15 minutos, para evitar que o salgado passe do ponto.

Também comprei outras coisinhas fits na loja. Em breve você vê a avaliação pelo instagram, já seguiu? Vai lá: @lechefcoxinha.

Com amor e com fome,

Ariane.

SERVIÇO:

Loja Levíssima: Rua Silva Paulet, 1390 – Aldeota, Fortaleza – CE

Telefone: 3051-1220

A loja funciona de segunda a sábado.
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Mil sabores em mil folhas

Por Ariane Cajazeiras em Experiências Gastronômicas

13 de novembro de 2016

Quem não gosta de açúcar em excesso (eu), certamente curte a misturinha doce+salgado dos mil folhas. O doce tem origem francesa e é feito com massa folhada e recheado geralmente com creme de confeiteiro. É comum encontrar em padarias, confeitarias e delicatessens e um dos meus preferidos é esse sabor aqui:

Mil folhas de morango com creme

Mil folhas de morango com creme (FOTO: Ariane Cajazeiras)

Adoradora de uma sobremesa que sou (não é a toa que meus gatos se chama Suspiro e Biscoito) já conhecia os bolos, sobremesas e salgados da Tortelê (que é detentora da receita da melhor coxinha de frango com polenguinho da cidade, na minha humilde opinião de glutona). Eles já tinham o mil folhas de morango no cardápio em uma versão bem maior, que para mim só rolava se eu repartisse com minha mãe, que curte a sobremesa tanto quanto eu. Geralmente pedimos a sobremesa após a coxinha, ou seja, não cabe tanta coisa ao mesmo tempo nesse estomagozinho, não, então tínhamos que dividir, sim.

Aí eis que continuando a leva de Festivais (a confeitaria já realizou o Festival do Morango esse ano), está sendo realizado até o dia 30 de novembro o 2º Festival Mil Folhas! Agora com versões mini dos nosso queridos mil folhas e com uma gama muito maior de sabores!

Alana em um relacionamento sério com o mil folhas de ninho com creme de avelã

Alana em um relacionamento sério com o mil folhas de ninho com creme de avelã (FOTO: Ariane Cajazeiras)

Ganhamos um voucher para saborear 3 sabores, mas pelo bem da humanidade foi necessário provar mais coisas. Levei minha irmã, Alana, e minha mãe, Regilane. Claro que compramos mais unidades com o único intuito de contar nossas impressões pra vocês, né? Não é porque a gente come muito, não.

O doce Mil Folhas, de acordo com a loja, é um dos produtos mais vendidos nas lojas Tortelê Aldeota e Sul. O tradicional é o de morangos frescos com creme Tortelê, mas com o festival, a cada semana é lançado um sabor novo no cardápio. Todos são criações da doceira Carolina Batista e a ideia é que eles só permaneçam no cardápio nesse mês de novembro. Mas, olha, eu já vou lançar a hashtag #ficacupuaçu. Foi o primeiro que provei:

Come come come come come

Come come come come come

Obrigada, Deus, por ter criado o cupuaçu. Obrigada, região norte brasileira, por ter a ideia de comer cupuaçu. Na versão “Tortelesca”, ele vem em forma de geleia e é misturado ao creme Tortelê, fazendo aquele mix salgado-doce-azedo que eu amo/sou. Pra finalizar, tem um pedaço de castanha-do-pará no topo, aquela maravilhosa castanha bem oleosa. Não senti muito a castanha dentro do doce, o sabor dela acaba não se sobressaindo tanto. Mas esse com certeza foi o meu mil folhas favorito, superou até o de morango.

Mil folhas de Cupuaçu <3

Mil folhas de Cupuaçu <3

Também provamos o Mil Folhas de Ninho com Creme de Avelã. O creme de Ninho é feito a partir do creme Tortelê que é como se fosse um creme de confeiteiro, sabe? Mais leve e fofo, não é textura de brigadeiro, não. Você pode até achar que a comunidade doceira está se aproveitando demais do leite ninho, porque agora tem sorvete, doce, docinho, bolo, recheio, sobremesa, trufa (deposite aqui sua versão) e VOCÊ ESTÁ CERTO! Não vou mentir, gosto muito de leite ninho, mas de uma maneira geral a galera CARREGA MUITO NO AÇÚCAR. Não façam isso, crianças. Não estraguem o leite ninho, ele é muito caro. O Mil folhas de Ninho foi escolha da minha irmã Alana, mas eu dei umas mordidas, porque a gente divide comida, não somos o Joey, de Friends.

Joey não divide comida (Reprodução Internet)

Joey não divide comida! (Reprodução Internet)

O sabor ninho com creme de avelã (Nutella hihihi) não é pesado nem doce demais. Alana achou “bem leve e gostoso e no tamanho ideal”. Vem com esse rolinho callebaut em cima pra ficar bonitim e um tiquim de cacau em pó por cima:

Ninho com creme de avelã

Ninho com creme de avelã

Talvez no tamanho grande ficasse um pouco doce demais para um só ser. Já mamãe não quis sair do tradicional e apostou no Morango com creme Tortelê, que já falei acima. Gosto da leveza do creme e do azedinho do morango (porque nunca comi um morango doce em Fortaleza, né, mores). Pra finalizar, açúcar de confeiteiro por cima, vejam:

Mil Folhas de Morango

Mil Folhas de Morango

Não pude deixar de provar a versão “mil folhas” salgada. É, na verdade, um salgado que eles já comercializam, mas em versão mini, o “Vol-au-vent”. O vol-au-vent é uma cestinha de massa folhada, como você pode ver na foto. Para o festival, foram desenvolvidos dois sabores: creme de salmão e mix de cogumelos. Não curto muito cogumelos (a versão deles é com creme de shitake e funghi), então optei pelo creme de salmão. Muito gostoso, temperadinho e com uma boa porção de recheio:

Vou-la-vent de salmão

Vou-la-vent de salmão

Mas… ficaria melhor bem quentinho, comemos em temperatura ambiente. O valor é um pouco acima dos doces, custa R$11,50, cada um. Os Mil Folhas versão mini custam  R$6,90! Não é barato, né, mas é um preço bem justo pela qualidade do produto.

Mil folhas de pistache

Mil folhas de pistache

No dia que fomos ainda tinha versão de Pistache (fiquei muito a fim, mas não cabia mais), mousse de doce de leite e maçã. Fiquei com vontade de provar (mas não tinha) a versão Romeu e Julieta (goiabadinha, amigos, quem curte?). Não sei em qual sequência são oferecidas, pois não estavam lá na vitrine, mas de acordo com a divulgação, existem 16 versões, entre elas: Baba de Moça com ameixa, Ninho com Oreo, Abacaxi com Coco e Brigadeiro com Morango. Os doces não estavam sendo recheados na hora, já estavam expostos, mas isso não comprometeu a crocância da massa. A Tortelê tem lojas na rua Vicente Leite, 1422 – Aldeota (funciona de segunda-feira a sábado, das 10h às 19h) e a Sul fica na Rua República da Armênia, 1170 – Água Fria (horário mais estendido, de Segunda a Domingo: 12:00 às 20:30).

Com amor e com fome,

Ariane

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Mil sabores em mil folhas

Por Ariane Cajazeiras em Experiências Gastronômicas

13 de novembro de 2016

Quem não gosta de açúcar em excesso (eu), certamente curte a misturinha doce+salgado dos mil folhas. O doce tem origem francesa e é feito com massa folhada e recheado geralmente com creme de confeiteiro. É comum encontrar em padarias, confeitarias e delicatessens e um dos meus preferidos é esse sabor aqui:

Mil folhas de morango com creme

Mil folhas de morango com creme (FOTO: Ariane Cajazeiras)

Adoradora de uma sobremesa que sou (não é a toa que meus gatos se chama Suspiro e Biscoito) já conhecia os bolos, sobremesas e salgados da Tortelê (que é detentora da receita da melhor coxinha de frango com polenguinho da cidade, na minha humilde opinião de glutona). Eles já tinham o mil folhas de morango no cardápio em uma versão bem maior, que para mim só rolava se eu repartisse com minha mãe, que curte a sobremesa tanto quanto eu. Geralmente pedimos a sobremesa após a coxinha, ou seja, não cabe tanta coisa ao mesmo tempo nesse estomagozinho, não, então tínhamos que dividir, sim.

Aí eis que continuando a leva de Festivais (a confeitaria já realizou o Festival do Morango esse ano), está sendo realizado até o dia 30 de novembro o 2º Festival Mil Folhas! Agora com versões mini dos nosso queridos mil folhas e com uma gama muito maior de sabores!

Alana em um relacionamento sério com o mil folhas de ninho com creme de avelã

Alana em um relacionamento sério com o mil folhas de ninho com creme de avelã (FOTO: Ariane Cajazeiras)

Ganhamos um voucher para saborear 3 sabores, mas pelo bem da humanidade foi necessário provar mais coisas. Levei minha irmã, Alana, e minha mãe, Regilane. Claro que compramos mais unidades com o único intuito de contar nossas impressões pra vocês, né? Não é porque a gente come muito, não.

O doce Mil Folhas, de acordo com a loja, é um dos produtos mais vendidos nas lojas Tortelê Aldeota e Sul. O tradicional é o de morangos frescos com creme Tortelê, mas com o festival, a cada semana é lançado um sabor novo no cardápio. Todos são criações da doceira Carolina Batista e a ideia é que eles só permaneçam no cardápio nesse mês de novembro. Mas, olha, eu já vou lançar a hashtag #ficacupuaçu. Foi o primeiro que provei:

Come come come come come

Come come come come come

Obrigada, Deus, por ter criado o cupuaçu. Obrigada, região norte brasileira, por ter a ideia de comer cupuaçu. Na versão “Tortelesca”, ele vem em forma de geleia e é misturado ao creme Tortelê, fazendo aquele mix salgado-doce-azedo que eu amo/sou. Pra finalizar, tem um pedaço de castanha-do-pará no topo, aquela maravilhosa castanha bem oleosa. Não senti muito a castanha dentro do doce, o sabor dela acaba não se sobressaindo tanto. Mas esse com certeza foi o meu mil folhas favorito, superou até o de morango.

Mil folhas de Cupuaçu <3

Mil folhas de Cupuaçu <3

Também provamos o Mil Folhas de Ninho com Creme de Avelã. O creme de Ninho é feito a partir do creme Tortelê que é como se fosse um creme de confeiteiro, sabe? Mais leve e fofo, não é textura de brigadeiro, não. Você pode até achar que a comunidade doceira está se aproveitando demais do leite ninho, porque agora tem sorvete, doce, docinho, bolo, recheio, sobremesa, trufa (deposite aqui sua versão) e VOCÊ ESTÁ CERTO! Não vou mentir, gosto muito de leite ninho, mas de uma maneira geral a galera CARREGA MUITO NO AÇÚCAR. Não façam isso, crianças. Não estraguem o leite ninho, ele é muito caro. O Mil folhas de Ninho foi escolha da minha irmã Alana, mas eu dei umas mordidas, porque a gente divide comida, não somos o Joey, de Friends.

Joey não divide comida (Reprodução Internet)

Joey não divide comida! (Reprodução Internet)

O sabor ninho com creme de avelã (Nutella hihihi) não é pesado nem doce demais. Alana achou “bem leve e gostoso e no tamanho ideal”. Vem com esse rolinho callebaut em cima pra ficar bonitim e um tiquim de cacau em pó por cima:

Ninho com creme de avelã

Ninho com creme de avelã

Talvez no tamanho grande ficasse um pouco doce demais para um só ser. Já mamãe não quis sair do tradicional e apostou no Morango com creme Tortelê, que já falei acima. Gosto da leveza do creme e do azedinho do morango (porque nunca comi um morango doce em Fortaleza, né, mores). Pra finalizar, açúcar de confeiteiro por cima, vejam:

Mil Folhas de Morango

Mil Folhas de Morango

Não pude deixar de provar a versão “mil folhas” salgada. É, na verdade, um salgado que eles já comercializam, mas em versão mini, o “Vol-au-vent”. O vol-au-vent é uma cestinha de massa folhada, como você pode ver na foto. Para o festival, foram desenvolvidos dois sabores: creme de salmão e mix de cogumelos. Não curto muito cogumelos (a versão deles é com creme de shitake e funghi), então optei pelo creme de salmão. Muito gostoso, temperadinho e com uma boa porção de recheio:

Vou-la-vent de salmão

Vou-la-vent de salmão

Mas… ficaria melhor bem quentinho, comemos em temperatura ambiente. O valor é um pouco acima dos doces, custa R$11,50, cada um. Os Mil Folhas versão mini custam  R$6,90! Não é barato, né, mas é um preço bem justo pela qualidade do produto.

Mil folhas de pistache

Mil folhas de pistache

No dia que fomos ainda tinha versão de Pistache (fiquei muito a fim, mas não cabia mais), mousse de doce de leite e maçã. Fiquei com vontade de provar (mas não tinha) a versão Romeu e Julieta (goiabadinha, amigos, quem curte?). Não sei em qual sequência são oferecidas, pois não estavam lá na vitrine, mas de acordo com a divulgação, existem 16 versões, entre elas: Baba de Moça com ameixa, Ninho com Oreo, Abacaxi com Coco e Brigadeiro com Morango. Os doces não estavam sendo recheados na hora, já estavam expostos, mas isso não comprometeu a crocância da massa. A Tortelê tem lojas na rua Vicente Leite, 1422 – Aldeota (funciona de segunda-feira a sábado, das 10h às 19h) e a Sul fica na Rua República da Armênia, 1170 – Água Fria (horário mais estendido, de Segunda a Domingo: 12:00 às 20:30).

Com amor e com fome,

Ariane