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Investe CE

por Oswaldo Scaliotti

presidente da Adece

Câmara Setorial da Equinocultura é lançada no âmbito do Governo do Ceará

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

16 de agosto de 2017

O crescimento da cadeia produtiva envolvida no setor da equinocultura cearense acaba de ganhar mais um reconhecimento do Governo do Ceará. Na manhã desta quarta-feira (16), a Agência de Desenvolvimento do Estado do Ceará (Adece) lançou a Câmara Setorial da Equinocultura do Ceará (CS Equinos). O órgão colegiado terá o objetivo de propor, apoiar e acompanhar projetos e ações tendo em vista o desenvolvimento sustentável do setor em território cearense.

 

Conforme a presidente da Adece, Nicolle Barbosa, a ideia se deu após a procura de entidades do setor com o intuito de ordenar a cadeia produtiva. “O setor é de extrema importância para a economia cearense, tendo em vista que o Brasil é o quarto maior rebanho de equinos do mundo e o Ceará o quarto do Nordeste, com cerca de 143.000 animais. Com  muito orgulho, somos referência em diversos segmentos do setor, dentre eles, o esportivo. É uma cadeia produtiva que pulsa e cresce a passos largos, gerando emprego e renda em nosso Estado. Para se ter uma ideia, só no manejo direto, a cada três cavalos, é gerada uma oportunidade de trabalho”, comenta.

 

O fórum de discussão é o 27º instaurado pela Adece, que tem atualmente 23 câmaras setoriais em funcionamento, outras duas temáticas, além do Fórum Jovem Empresário Ceará. Somente no âmbito da diretoria de Agronegócios, a de equinocultura será a 11ª câmara.

 

“O setor estava desarticulado. Agora, conseguimos reunir 28 instituições que vão discutir mensalmente as demandas do segmento. A equinocultura gera emprego, renda e desenvolve a economia no Estado do Ceará, tendo em vista sua importância para criação de cavalos, esportes, medicina veterinária e produção industrial de rações. O Estado do Ceará só tem a ganhar com a criação dessa câmara”, avalia o diretor de Agronegócio da Adece, Sílvio Carlos Ribeiro.

 

Para dar início aos trabalhos da CS Equinos, membros presentes na primeira reunião elegeram um presidente, primeiro e segundo secretários. Foi escolhido como presidente o representante do Núcleo Cearense do Cavalo de Trabalho (NCCT), Rodrigo de Freitas. Já para primeiro e segundo secretários foram eleitos, respectivamente, Alexandre Dourado, da Associação dos Criadores de Cavalo Quarto de Milha do Ceará (ACEQM), e Renan Monteiro, do Jockey Club Cearense.

 

“A câmara nada mais é que do que o elo entre o setor privado com o poder público para enxergar o segmento como um negócio e não apenas como lazer. O cavalo é cultura, temos os nossos vaqueiros no Nordeste. No Brasil, o setor gera mais emprego que o ramo automobilístico. Vamos organizar o setor, gerar mais emprego, qualificar mais mão de obra para que, no final, seja proveitoso a todos. Inicialmente vamos olhar para o problema de sanidade animal e a regulamentação de eventos”, declara Rodrigo.

 

Cadeia produtiva

 

De acordo com as entidades cearenses representantes do setor, o crescimento da equinocultura está relacionado ao esporte, lazer e turfe, sediando alguns dos principais eventos e atraindo participantes do Brasil e ainda do exterior. Os eventos fomentam a economia local movimentando os setores de comércio e serviços.

A cadeia produtiva é responsável por movimentar a produção de ração, feno, capacitação de mão de obra e transporte, gerando emprego e renda principalmente na Zona Rural.

 

  • postado por Oswaldo Scaliotti
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Potencialidades econômicas: Adece fará mapeamento individual de recursos minerais por municípios

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

22 de julho de 2017

 
Depois de entregar o Atlas Geológico e da Mineração do Estado, o Governo do Ceará, por meio da Agência de Desenvolvimento do Estado do Ceará (Adece) dará mais um passo para estimular a economia no setor. Agora, municípios cearenses estão sendo estudados individualmente com o intuito de verificar ocorrências minerais locais e fomentar a exploração das áreas por meio da atração de unidades produtivas.
 
O município de Piquet Carneiro, a 332 km da capital, acaba de ser o primeiro contemplado. A presidente da Adece, Nicolle Barbosa, entregou ao prefeito Bismarck Bezerra, um relatório sobre os recursos minerais existentes na localidade e as possibilidades de seus aproveitamentos econômicos.
 
“Fomos procurados por mais de 20 prefeitos cearenses em busca de investimentos para seus municípios gerarem trabalho e renda. Entregamos o primeiro relatório ao prefeito de Piquet Carneiro e, de posse do documento, ele agora irá conversar com os proprietários dessas áreas para estimular sua produção. Nessa primeira etapa, já estamos concluindo  também um trabalho em Cedro e outros 10 municípios serão contemplados com relatórios de suas potencialidades minerais com ou sem licenças regularizadas e que possam virar unidades produtivas”, explica Nicolle.
 
Conforme o relatório, que contou com dados do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), o município de Piquet Carneiro caracteriza-se pela existência de quartzo, quartzito, granito, manganês, ametista e mármore. Segundo Nicolle, também foram listados os nomes dos titulares das áreas. “A ideia é disponibilizar à Prefeitura a relação desses proprietários tanto das áreas quanto das licenças para que o gestor municipal estimule o início das atividades produtivas com o intuito de desenvolver a economia municipal”, completa.
 
De acordo com o assessor de Mineração da Adece, Francisco Pessoa, ainda há muito a ser explorado no estado do Ceará no que se refere ao setor de bens minerais. “O trabalho visa nortear as prefeituras cearenses e fazê-las interagirem com investidores”, opina.
 
Atlas
 
No início do mês de junho, a Adece lançou o Atlas Geológico e da Mineração do Estado do Ceará. A ferramenta, disponível no site da agência, mapeia informações sobre as riquezas minerais do Estado, bem como seus títulos legais. O trabalho permite também a visualização de toda a infraestrutura hídrica, ferroviária, rodoviária, portos, aeroportos e linhas de transmissão de energia existentes em território cearense.
 
Bilíngue, a ferramenta permite nortear empresários com intenções de investirem no Ceará, especialmente nas áreas de construção civil, agronegócio e indústria de transformação.
* postado por Oswaldo Scaliotti
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Ceará é destaque em feira internacional da calçados

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

05 de julho de 2017

Mais de 10 empresas cearenses expõem o potencial do Estado no setor calçadista durante a Francal 2017 – Feira Internacional da Moda em Calçados e Acessórios, que acontece até esta quarta-feira (05), em São Paulo. A iniciativa é um apoio do Governo do Estado, por meio da Agência de Desenvolvimento (Adece), da Secretaria do Desenvolvimento Econômico (SDE), em parceria com o Sindicato das Indústrias de Calçados e Vestuários de Juazeiro do Norte (Sindindústria) e o Sebrae.
Em um estande de 400 metros quadrados, as empresas recebem os visitantes do evento, interessados em concretizar negócios e apresentam o trabalho desempenhado pelas indústrias cearenses.
“A Francal é um dos eventos mais importantes da indústria de calçados em todo o mundo. O Ceará é um expressivo polo calçadista, com presença de grandes marcas e geração de desenvolvimento econômico, com empregos,  produção para o comércio nacional e internacional, fomento de toda uma cadeia produtiva em seu entorno.  Assim, a intenção do Governo do Estado é ampliar essa atuação e também manter os investimentos no Ceará”, destaca o secretário Cesar Ribeiro.
Atração de investimentos
Mais de 10 prefeituras municipais cearenses também estão presentes no evento. Conforme a presidente da Adece, Nicolle Barbosa, a articulação feita pela Agência é uma maneira de fomentar a prospecção de novas empresas para atuarem no Estado, gerando emprego e renda. “Tivemos um primeiro contato com algumas indústrias em Franca, São Paulo, no mês passado. Agora, é o momento do diálogo entre empresas e os nossos prefeitos”, explica Nicolle.
Os municípios de Chorozinho, Coreaú, Caridade, Amontada, Crato, Missão Velha, Horizonte, Cascavel, Barreira, Icó, Juazeiro do Norte e Jaguaribe estão entre os presentes no evento representados por prefeitos e secretários.
Protagonismo
Nos cinco primeiros meses de 2017, o Ceará comercializou 18,23 milhões de pares de calçados para outros países. O número representa US$ 106 milhões. O Rio Grande do Sul desponta na segunda posição do número de calçados exportados e primeiro em valores gerados, com 11,3 milhões de pares que geraram US$ 183,44 milhões. São Paulo figura na terceira posição do ranking, com 3,58 milhões de pares embarcados e receita de US$ 52,58 milhões.
Entre janeiro e maio os Estados Unidos importaram 4,7 milhões de pares de calçados brasileiros, sendo o principal país a comercializar os produtos, gerando US$ 79,27 milhões em compras. A Argentina foi o segundo destino do período, totalizando 3,57 milhões de pares importados por US$ 56,17 milhões. O Paraguai figura na terceira posição do país que mais importou do Brasil, com 5,75 milhões de pares por US$ 39 milhões.
* postado por Oswaldo Scaliotti
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Ceará é destaque em feira internacional da calçados

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

05 de julho de 2017

Mais de 10 empresas cearenses expõem o potencial do Estado no setor calçadista durante a Francal 2017 – Feira Internacional da Moda em Calçados e Acessórios, que acontece até esta quarta-feira (05), em São Paulo. A iniciativa é um apoio do Governo do Estado, por meio da Agência de Desenvolvimento (Adece), da Secretaria do Desenvolvimento Econômico (SDE), em parceria com o Sindicato das Indústrias de Calçados e Vestuários de Juazeiro do Norte (Sindindústria) e o Sebrae.
Em um estande de 400 metros quadrados, as empresas recebem os visitantes do evento, interessados em concretizar negócios e apresentam o trabalho desempenhado pelas indústrias cearenses.
“A Francal é um dos eventos mais importantes da indústria de calçados em todo o mundo. O Ceará é um expressivo polo calçadista, com presença de grandes marcas e geração de desenvolvimento econômico, com empregos,  produção para o comércio nacional e internacional, fomento de toda uma cadeia produtiva em seu entorno.  Assim, a intenção do Governo do Estado é ampliar essa atuação e também manter os investimentos no Ceará”, destaca o secretário Cesar Ribeiro.
Atração de investimentos
Mais de 10 prefeituras municipais cearenses também estão presentes no evento. Conforme a presidente da Adece, Nicolle Barbosa, a articulação feita pela Agência é uma maneira de fomentar a prospecção de novas empresas para atuarem no Estado, gerando emprego e renda. “Tivemos um primeiro contato com algumas indústrias em Franca, São Paulo, no mês passado. Agora, é o momento do diálogo entre empresas e os nossos prefeitos”, explica Nicolle.
Os municípios de Chorozinho, Coreaú, Caridade, Amontada, Crato, Missão Velha, Horizonte, Cascavel, Barreira, Icó, Juazeiro do Norte e Jaguaribe estão entre os presentes no evento representados por prefeitos e secretários.
Protagonismo
Nos cinco primeiros meses de 2017, o Ceará comercializou 18,23 milhões de pares de calçados para outros países. O número representa US$ 106 milhões. O Rio Grande do Sul desponta na segunda posição do número de calçados exportados e primeiro em valores gerados, com 11,3 milhões de pares que geraram US$ 183,44 milhões. São Paulo figura na terceira posição do ranking, com 3,58 milhões de pares embarcados e receita de US$ 52,58 milhões.
Entre janeiro e maio os Estados Unidos importaram 4,7 milhões de pares de calçados brasileiros, sendo o principal país a comercializar os produtos, gerando US$ 79,27 milhões em compras. A Argentina foi o segundo destino do período, totalizando 3,57 milhões de pares importados por US$ 56,17 milhões. O Paraguai figura na terceira posição do país que mais importou do Brasil, com 5,75 milhões de pares por US$ 39 milhões.
* postado por Oswaldo Scaliotti