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Investe CE

por Oswaldo Scaliotti

joias

Nova grife de joias é inaugurada durante a CASACOR Ceará 2018

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

20 de agosto de 2018

Partindo da união das artistas-joalheiras Bruna Bortolotti, Carolina Figueiredo, Jamylle Weyne e Eliana Alcântara, a FLUX, nova marca de joias, faz sua primeira apresentação de produtos durante a CASACOR Ceará 2018. A estreia acontece no ambiente “Joalheria Contemporânea”, criado pelos profissionais Josafá Neto, Zaíra Mendes e Juliana Hissa, especialmente, para a FLUX.

Com nome inspirado em uma solução química que corre na superfície metálica, juntando as rupturas da joia com fluidez, a FLUX tem sua primeira coleção apoiada na ideia de inovação e contemporaneidade no mundo da joalheria.

A edição da CASACOR Ceará 2018 celebra o aniversário de 20 anos do evento com o tema “A Casa Viva”, onde a casa se torna um refúgio físico, mental e espiritual. Os profissionais apresentarão ambientes integrados, dando a ideia de união entre os membros da família. E, assim como a edição de anterior, a mostra traz a natureza para dentro de casa. O evento acontece de 13 de setembro até 23 de outubro na rua Visconde de Mauá, 1000, aldeota.

SERVIÇO

CASACOR Ceará 2018

Local: Rua Visconde de Mauá, 1000

Quando: 13 de setembro até 23 de outubro

Mais Informações

Site: www.casacor.com.br/ceara

Facebook: www.facebook.com/casacorceara

Instagram: @casacorceara

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ESPETÁCULO JOIAS DO BALLET RUSSO CHEGA AO NORDESTE

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

27 de novembro de 2017

 

Apresentações ocorrem em Recife, Natal e Fortaleza nos meses de novembro e dezembro

 

Bolshoi e Mariinsky, em Moscou, e Mikhailovsky, próximo a São Petersburgo, famosos pela projeção de grandes estrelas, oferecem a rara oportunidade de ver os principais solistas internacionais em um só espetáculo. Bárbaro! Fantástico! Maravilhoso! Esses adjetivos são frequentemente usados para descrever o vigor técnico aliado à graça e a beleza do espetáculo Joias do Ballet Russo, com grandes nomes da dança clássica. O show reúne os melhores bailarinos dos principais teatros do velho mundo, como Bolshoi, Mariinsky e Mikhailovsky, em um repertório majestoso composto por trechos das obras Lago dos Cisnes, Corsário e Quebra-Nozes. As apresentações ocorrem dia 29 de novembro, no Teatro RioMar Recife (Recife/PE); dia 1 de dezembro, no Teatro Riachuelo (Natal/RN) e dia 2 de dezembro, no Teatro RioMar Fortaleza (Fortaleza/CE)Confira o serviço completo abaixo.

No elenco que passará pelo Nordeste, cinco dos principais solistas consagrados mundialmente. Entre eles, Alexander Volchkov, um dos expoentes do balé russo atual e membro do elenco principal do Bolshoi há 20 anos e a bailarina absoluta do Stanislavsky, Natalia Ledovskaya. Completam o time Anastasiia Lomachenkova, Nicolay Koripaev e Ekaterina Didenko.

A quantidade de medalhas e prêmios que estes solistas já receberam em competições internacionais formam um verdadeiro tesouro. Eles foram praticamente criados nos grandes teatros, pois permanecem ensaiando mais de 10 horas por dia, seis dias por semana.

Integram esse espetáculo bailarinos dispostos a enfrentar uma rígida disciplina de treinos e ensaios, pois só assim as dificuldades da arte conseguem superar o físico – afinal, fazer pliês e botar os pés em meia-ponta numa sapatilha apertada não são tarefas para qualquer um. Toda esta dedicação confere a eles a graça e a sutileza em cada movimento, próprios de príncipes e princesas dos contos de fadas.

Uma oportunidade singular para os amantes do bom balé de vê-los juntos em um único show, composto de belas paisagens e cenários delicados, ingredientes perfeitos para uma noite ao melhor estilo imperial da corte russa.

BALÉ CLÁSSICO

A arte do balé clássico tem sido por mais de três séculos favorita entre os príncipes, reis e imperadores. Embora o balé tenha nascido na Itália e desenvolvido na França – por isso os passos têm nomes franceses – foi no império russo onde ganhou seu esplendor. Os famosos czares durante séculos não pouparam esforços para ter o melhor balé no mundo, tanto que chamaram da França os melhores coreógrafos da época, entre eles Marius Petipa para mencionar apenas um maior, entre tantos.

Eles também importaram pedagogos, arquitetos, escultores e pintores para construir teatros luxuosos e o resultado não poderia ser melhor: o Bolshoi, em Moscou, e o Mariinsky, em São Petersburgo. As ordens continuaram e eles escolheram Tchaikovsky para compor a música de um bom Balé e por esse encanto a humanidade conheceu o fantástico “O Lago dos Cisnes”, além da incrível “Bela Adormecida” e “Quebra-Nozes”. Verdade é que os russos nunca pouparam gastos para a arte. Prova disso é que acabaram de completar os Jogos Olímpicos mais caros da história até hoje.

Mais informações dos solistas:

Alexander Volchkov

Nascido em Moscou. Em 1997, tendo ensaiado na Escola Coreográfica de Moscou (hoje a Academia de Coreografia de Moscou), na turma de Leonid Zhdanov, ele ingressou na Companhia de Ballet Bolshoi. Seu instrutor é Vladimir Nikonov. Repertórios: 1998 Trubadur (Romeu e Julieta. Coreografia por Leonid Lavrovsky); Friend to the Prince (Lago dos Cisnes. Produção de Vladimir Vasiliev). 1999 Prince Fortune (A Bela Adormecida. Produção de Yuri Grigorovich); ‘Two pairs’ in Part 4 (Sinfonia em Dó Maior) — criação no Teatro Bolshoi. 2001 Solista (Passacaille para música por Anton von Webern. Produção de Rolan Petit) — criação no Teatro Bolshoi. 2002 Friend to Ferkhad (A Lenda do Amor. Música por Arif Melikov. Produção de Yuri Grigorovich);

Count Albrecht (Giselle. Produção de Yuri Grigorovich, depois produção de Vladimir Vasiliev); Solista (Chopiniana). 2003 Phoebus (Notre-Dame de Paris. Produção de Rolan Petit) — criação no Teatro Bolshoi; Jean de Brienne (Raimonda. Produção de Yuri Grigorovich); Ferkhad (A Lenda do Amor); Paris (Romeu e Julieta. Criação de Declan Donnelan e Radu Poklitary). 2004 The Nutcracker-Prince (O Quebra-Nozes. Produção de Yuri Grigorovich); Prince Desire (A Bela Adormecida); Solista Parte 2 (Sinfonia em Dó Maior); Crassus (Spartacus); Hannan (Lea para música por Leonard Bernstein. Produção de Alexei Ratmansky). 2005 Lysander (A Midnight’s Summer Dream. Produção de John Neumeier) — criação no Teatro Bolshoi; Hero (Les Presages para música por Pyotr Tchaikovsky. Coreografia por Leonide Massine); Prince Siegfried (Lago dos Cisnes. Nova produção de Yuri Grigorovich). 2006 Boris (The Golden Age. Música por Dmitry Shostakovich. Produção de Yuri Grigorovich). 2007 Solista em Dança com Leques (Le Corsaire Adolphe Adam; coreografia Marius Petipa, produção e nova coreografia por Alexei Ratmansky e Yuri Burlaka); Class Concert (para música por diferentes compositores; coreografia por Asaf Messerer); Basilio (Dom Quixote, coreografia por Marius Petipa, Alexander Gorsky em uma versão por Alexei Fadeyechev). 2008 Solor (La Bayadere. Produção de Yuri Grigorovich); Philippe (As Chamas de Paris de Boris Asfiev. Produção e nova coreografia por Alexei Ratmansky após Vasily Vainonen) — criação; Lucien d’Hervilly (Paquita. Encenação e nova versão de coreografia por Yuri Burlaka); Couple in Red (Temporadas Russas. Música por Leonid Desyatnikov, coreografia por Alexei Ratmansky). 2009 Lambda (Zakharova Super Game, de Emiliano Palmieri. Coreografia por Francesco Ventriglia) — criação; Phoebus (Esmeralda por Cesare Pugni, coreografia por Marius Petipa, encenação e nova versão de coreografia por Yuri Burlaka e Vasily Medvedev). Em 2002, dançou o papel principal em Romeu e Julieta de Yuri Grigorovich para a Companhia de Ballet Kremlin — em uma performance para marcar o jubileu do coreógrafo. No mesmo ano, no Teatro de Ópera e Ballet de Tbilisi, dançou no papel do Príncipe Siegfried em Lago dos Cisnes (produção de Konstantin Sergeyev) e do Príncipe em O Quebra-Nozes (coreografia — Yuri Grigorovich). Em 2003, fez parte do Festival de Ballet Rudolf Nureyev em Ufa, onde interpretou em A Bela Adormecida e dançou no papel principal em Romeu e Julieta (coreografia — Yuri Grigorovich). Em 2001, obteve o segundo lugar na Competição Internacional de Dançarinos de Ballet Jovens, em Kazan.

Natalia Ledovskaya
Natalia Ledovskaya é uma das melhores representantes da escola de coreografia de Moscou, que combina técnica de ballet perfeita com uma performance vigorosa e uma arte extraordinária. Poucas bailarinas da atualidade têm qualidades como o apelo emocional e a performance brilhante e vigorosa que acentuam a forma clássica perfeita. Seu talento radiante torna Natalia Ledovskaya uma Kitry ideal: extravagante, charmosa, pungente em sua dança. Ela desempenha com audacidade variações extremamente difíceis, de tirar o fôlego, e está absolutamente em seu elemento como uma atriz de comédia. No entanto, o talento dela é multifacetado: ela pode transmitir com igual competência lirismo, tragédia e o ardor fervente das paixões. Suas heroínas clássicas são resultado de seu esforço sutil e meticuloso, sua devoção altruísta à arte. Sua Julieta (Romeu e Julieta, coreografia por Vladimir Vasilyev) é uma alma revelada em uma erupção de emoções. Sua Giselle é um coração ingênuo e vulnerável. A delicada Medora (Corsário), a encantadora Masha (O Quebra-Nozes), a apaixonada Esmeralda (Esmeralda) – em todos esses papéis, ela busca em primeiro lugar ser uma atriz em sua dança; todos os personagens clássicos dela irradiam seu charme individual. Natalia Ledovskaya impressionou pela leveza e rapidez de seu salto, a virtuosidade de suas piruetas, a rigidez incrível de suas poses, a precisão filigrana do desempenho em repertório clássico extremamente difícil. Todas essas qualidades, combinadas a seu movimento plástico livre e espontaneidade jovem, tornam as interpretações de papéis clássicos por ela inexplicavelmente encantadoras. A arte da jovem bailarina é vividamente demonstrada na performance que ela faz de coreografia moderna. Ela trabalhou com coreógrafos tão famosos quanto Dmitry Bryantzev (O Cavalinho Corcunda, música por R. Shchedrin, Bravo Figaro!, música por A. Kolker, Otello, música por A. Machavariani), Vladimir Vasilyev (Romeu e Julieta), Alex Ursulyak, Alexei Ratmansky e Marina Nikitina. Natalia Ledovskaya dança brilhantemente em The evening Dances, por Tom Shilling, em um dueto lírico de O Fantasma da Ópera por D. Briantzev e no Pas de deux de Tchaikovsky por George Balanchine. A diversidade da coreografia moderna ajuda a revelar as muitas facetas do talento da jovem bailarina. Ela está claramente fascinada pelos estilos modernista e neoclássico, bem como por jazz. Ao aprender novas formas e estilos plásticos, Natalia Ledovskaya nunca se esquece de que seu forte é o repertório clássico. É ali que sua feminilidade e a força de sua dança são claramente manifestadas. Esse estilo permite que ela crie obras-primas e busque a perfeição. Sua Bacchante irresistível de Noite de Walpurgis ou a Sylphide etérea oferecem dois argumentos brilhantes a favor do ballet clássico. Uma dançarina determinada e audaciosa, sempre pronta para correr riscos beirando o impossível, Natalia Ledovskaya ama a arte da dança pela beleza e expressividade de suas formas. O talento dela lhe rendeu aclamação internacional. Ela venceu alguns prêmios de competições internacionais e realizou com êxito turnês por capitais do ballet como Paris, Tóquio, Madrid, Buenos Aires, Caracas e outras. A frágil e charmosa, delicada, mas incansável Natalia Ledovskaya é uma genuína primeira-bailarina e uma estrela.

Duração: 90min.
Classificação: Livre

FORTALEZA
Dia 2 de dezembro
Sábado, às 21h
Teatro RioMar Fortaleza (Rua Desembargador Lauro Nogueira, 1500 Piso L3 – Shopping RioMar Fortaleza – Papicu / Fortaleza – CE)

www.teatroriomarfortaleza.com.br
INGRESSOS:

Setor Valor  Meia-Entrada
Plateia Alta R$ 160,00  R$ 80,00
Plateia Baixa B R$ 180,00  R$ 90,00
Plateia Baixa A R$ 200,00  R$ 100,00

*Descontos não cumulativos a demais promoções e/ou descontos;

** Política de venda de ingressos com desconto: as compras poderão ser realizadas nos canais de vendas oficiais físicos, mediante apresentação de documentos que comprovem a condição de beneficiário. Nas compras realizadas pelo site e/ou call center, a comprovação deverá ser feita no ato da retirada do ingresso na bilheteria e no acesso à casa de espetáculo;
***A lei da meia-entrada mudou: agora o benefício é destinado a 40% dos ingressos disponíveis para venda por apresentação. Veja abaixo quem têm direito a meia-entrada e os tipos de comprovações oficiais no Ceará:
– IDOSOS (com idade igual ou superior a 60 anos) mediante apresentação de documento de identidade oficial com foto.
– ESTUDANTES mediante apresentação da Carteira de Identificação Estudantil (CIE) nacionalmente padronizada, em modelo único, emitida pela ANPG, UNE, UBES, entidades estaduais e municipais, Diretórios Centrais dos Estudantes, Centros e Diretórios Acadêmicos. Mais informações: www.documentodoestudante.com.br
– PESSOAS COM DEFICIÊNCIA E ACOMPANHANTES mediante apresentação do cartão de Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social da Pessoa com Deficiência ou de documento emitido pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que ateste a aposentadoria de acordo com os critérios estabelecidos na Lei Complementar nº 142, de 8 de maio de 2013. No momento de apresentação, esses documentos deverão estar acompanhados de documento de identidade oficial com foto.
– JOVENS PERTENCENTES A FAMÍLIAS DE BAIXA RENDA (com idades entre 15 e 29 anos) mediante apresentação da Carteira de Identidade Jovem que será emitida pela Secretaria Nacional de Juventude a partir de 31 de março de 2016, acompanhada de documento de identidade oficial com foto.
– JOVENS COM ATÉ 15 ANOS mediante apresentação de documento de identidade oficial com foto.
– PROFESSORES DA REDE PÚBLICA MUNICIPAL DE ENSINO DE FORTALEZA mediante apresentação de carteira funcional emitida pela Secretaria Municipal de Educação e Assistência Social (SEDAS).
– DOADORES REGULARES DE SANGUE mediante apresentação de documento oficial válido, expedido por banco de sangue. São considerados doadores regulares de sangue aqueles registrados nos bancos de sangue cos hospitais do Estado do Ceará.
**** Caso os documentos necessários não sejam apresentados ou não comprovem a condição do beneficiário no momento da compra e retirada dos ingressos ou acesso ao teatro, será exigido o pagamento do complemento do valor do ingresso.

CANAIS DE VENDAS OFICIAIS:
Ingresso Rápido: 4003-1212
www.ingressorapido.com.br

Bilheteria do Teatro RioMar Fortaleza: Rua Desembargador Lauro Nogueira, 1500 Piso L3 – Shopping RioMar Fortaleza – Papicu / Horário de funcionamento: de terça-feira a sábado, das 12h às 21h, e domingo e feriados, das 14h às 20h. Em dias de apresentações: das 12h até o início da última apresentação. Segunda-feira: fechada.

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SOLD leiloa centena de joias, relógios suíços e artigos de luxo

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

19 de outubro de 2017

 

O leilão será encerrado no dia 9 de novembro e podem ser encontrados lances iniciais com valor a partir de R$ 30

Líder brasileira no mercado de leilões eletrônicos, a SOLD está oferecendo mais uma oportunidade aos consumidores interessados em adquirir artigos de luxo a preços acessíveis. Esmeraldas, pérolas, joias em prata e relógios suíços são alguns dos itens que podem ser encontrados no pregão que se encerra no dia 9 de novembro, a partir das 13h. Os lotes estão em Curitiba (PR) e podem ser enviados via Sedex ou transportadora. Além disso, também podem ser visitados entre os dias 6 e 8 de novembro, mediante agendamento no site da SOLD.

Ao todo, foram disponibilizados 106 lotes que podem ser consultados pelo link: http://www.sold.com.br/lote/lista/leilao/5486. Entre as opções mais acessíveis, estão um anel em prata de lei e zircônia com lance inicial de R$ 30 e um par de brincos com pérolas de 1,8g ofertado inicialmente por R$ 50. Entre os destaques de joias está um anel H.Stern de aço e ouro 18K, com um brilhante, com lance inicial de R$ 450. Já para quem é fã de relógios, um relógio de bolso suíço de prata e com corda manual tem lance inicial de R$ 500, e é possível encontrar ainda um relógio Frank Muller, caracterizado por corda manual, vidro de safira e por fazer parte da série limitada de 500 peças, pelo lance inicial de R$ 17 mil.

Como participar

Qualquer pessoa pode participar dos leilões: basta se cadastrar no site www.sold.com.br, criar um login e senha e se habilitar para ofertar lances no leilão de interesse. A partir daí, é só acompanhar os lances no dia marcado para o encerramento. O método usado na internet é o mesmo de qualquer leilão, isto é: quem der o maior lance leva o produto. O usuário que tiver dúvidas sobre as condições do produto deve conferir seu estado verificando, pessoalmente, a qualidade da mercadoria.

Sobre a SOLD Leilões

Fundada em 2008, a SOLD Leilões é líder no Brasil no segmento de leilões online. Especializada em desativações corporativas, industriais e hoteleiras e na venda de ativos inservíveis/estoque excedente em todo o Brasil. A empresa possui 3 milhões de usuários cadastrados em seu banco de dados, sendo 75% pessoas físicas e 25% pessoas jurídicas. Presente em 14 Estados do Brasil, a SOLD Leilões leiloou no ano passado mais de R$ 700 milhões em ativos e a previsão para este ano é alcançar R$ 1 bilhão. Seu portfólio de produtos inclui imóveis, veículos, máquinas, equipamentos industriais e agrícolas e bens de consumo em geral.

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J. REGÁS representa a história da joalheria no Ceará

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

19 de novembro de 2015

JOAIS

Neste último dia 18 de novembro aconteceu a celebração de 40 anos do início das atividades da Maison J. Regás – joalheria criada no Ceará, que marcou a história da joia no estado.

O ano de 2015, marca os 40 anos da J.Regás com o lançamento da coleção Duo, desenhada por Jussara e Joaquim Regás, que foi realizada no Ideal, onde foi sua primeira exposição.

Na ocasião, Marcio Rezende e Banda se apresentaram e houve sorteio de uma joia. A ambientação ficou por conta da arquiteta Márcia Andrea Vieira e a promoter Inara de Almeida comandou a lista vip.

A ideia do nome Duo surgiu da união de dois designers pai e filha para desenvolver uma coleção juntos em comemoração aos 40 anos da J.Regás. São duas formas diferentes de ver o mundo e transformar em uma só arte. O conceito da coleção está baseado nas formas geométricas, no minimalismo, nas texturas diferenciadas do ouro, com efeito martelado e enrugado. As pedras utilizadas nessa coleção são lapidadas de uma forma totalmente diferenciada e inusitada, com a presença dos tons azuis como lapis lazuli, opala profit, água marinha, tons alaranjados como citrinos, granadas, além da pedra da lua, greengold e outros.

 

História da J. Regás

A Maison J.Regás, hoje uma das mais bem sucedidas no ramo de joias, surgiu em 1975, há 40 anos.

Joaquim Regás, o fundador, nasceu em Barcelona, no seio de uma família de joalheiros tradicionais da Catalunha, terra onde, na arte da joalheria, sempre floresceram inúmeros artistas de renome internacional, sendo ainda hoje referência nessa atividade.

No início, todo o trabalho de criação, produção e acabamento era realizado pelo próprio Joaquim. Regina, sua esposa, era responsável pela área comercial,  atendia as clientes em suas residências e na loja contígua ao seu domicílio. Foram anos de definição e aprimoramento do seu estilo. Aos poucos, a J. Regás ia conquistando seus clientes.

Em agosto de 1975, Joaquim realiza sua primeira exposição em Fortaleza: foi um sucesso, quase todas as peças foram comercializadas em apenas três dias. Em dezembro do mesmo ano, apresenta uma nova coleção, desta vez na Galeria Inês Fiúza. O êxito desta segunda exibição consolida a J. Regás como principal joalheria da cidade, na criação de peças exclusivas.

Com o tempo, a demanda foi crescendo, sentindo-se a necessidade de ampliar a produção. Joaquim começaria então a desempenhar o papel de mestre, formando artesãos na arte e na tradição da confecção de joias. O apuro e a perfeição exigem anos de dedicação e aprendizado, mas o resultado foi uma equipe capaz de elaborar as mais finas peças.

Na década de 90, a Joalheria já é uma das mais respeitadas e tradicionais do Estado. Nessa época, Walter Regás, seu filho mais novo e natural sucessor na produção das joias, começa a aprender com o pai os segredos da ourivesaria. Inicia com pequenos trabalhos e, aos poucos, adquirindo confiança e habilidade, executa em sua banca peças cada vez mais complexas.

Alguns anos depois, Jussara, a filha mais velha, que já se notabilizara pela aptidão para o design, passa a criar modelos para a marca J. Regas. Dotados de estilo diferenciado e grande personalidade, conquistam logo o apreço dos clientes. Jussara, atualmente, é responsável por mais da metade das criações que são destaque nas coleções de J. Regás.

Em 2000, Walter volta às origens e vai estudar joalheria em Barcelona, onde fica um ano se especializando na escola da Federação Catalã de Joalheiros.

Em 2004, a filha Uiara, que durante quase dez anos estivera morando em diversos países da Europa, conclui seu Máster em administração e retorna ao Brasil, assumindo a gestão administrativa e financeira da joalheria.

Com os filhos trabalhando a seu lado, Joaquim dispõe de mais tempo para se dedicar à criação e à pesquisa e, em 2005, inicia a preparação da sua coleção comemorativa de 30 anos.

O lançamento da coleção Reminiscências, em maio de 2006, marca o fechamento de um ciclo de 30 anos, construído com competência e criatividade, ao mesmo tempo em que começa a escrever outro, unindo técnica e beleza, requinte e qualidade, experiência e paixão.

 

Joaquim Regás

JOAQUEIM

Membro da 2ª geração de joalheiros da família, Joaquim Regás, aprendeu e desenvolveu o ofício no início da década de 50, com seu pai, Francisco Regás. A oficina se localizava na Via Laietana, n° 55, uma das principais avenidas de Barcelona.

As jóias, desenhadas pelo seu pai e executadas por uma equipe de exímios artesãos, eram expostas em uma loja inaugurada em 1933, em Mataró, pequena e agradável cidade de veraneio da costa do mar Mediterrâneo, próxima à cidade de Barcelona.

Joaquim, durante três anos, frequentou a Escola de Artes Suntuárias Massana, uma das mais bem conceituadas escolas de artes da cidade, onde, estudando e praticando modelagem, desenho e pintura, desenvolveu uma acurada sensibilidade no campo das artes aplicadas.

A profissão do pai foi também seguida por Rosa Maria Regás, irmã de Joaquim, que ainda hoje cria e executa peças de joalheria.

Na década de 60, Joaquim, de temperamento inquieto, decide viajar em busca do aperfeiçoamento da sua técnica. Vai à Suíça, país onde a criação e confecção de jóias atinge o mais alto grau de prestígio internacional. Joaquim fixa residência na cosmopolita cidade de Genebra e começa a trabalhar em uma das mais respeitadas empresas de jóias do mundo, a Weber Genève, na qual eram confeccionados modelos exclusivos para as mais renomadas casas do mundo de jóias, tais quais Vacheron, Rolex, Patek Philippe e Cartier.

Paralelamente, Joaquim se especializava em desenhos de jóias no Instituto Politécnico de Genève. Morando e trabalhando nesta cidade, tem a oportunidade de confeccionar várias jóias que conseguem ser exibidas na prestigiosa feira internacional de relógios e jóias de Basiléia.

Depois de morar dois anos e meio na Suíça, Joaquim decide novamente viajar e, em 1972, vem de navio para o até então distante e exótico Brasil. Após uma viagem de 13 dias pelo Atlântico, chega ao Rio de Janeiro e depara-se  com uma realidade que o surpreende: muita luz, muitas cores, um povo alegre e um país cheio de possibilidades. Ainda em meados de 72, começa a trabalhar como modelista e desenhista na H.Stern, uma das mais respeitadas joalherias, até hoje, no Brasil.

Em 1972, no Rio de Janeiro, conhece Regina Helena Fiúza Porto, que estava ali de férias, com quem se casa. Em 1973, nasce a primeira filha, Jussara Regás. Em 1975, muda-se do Rio de Janeiro para o Ceará e funda a J. Regás.

Durante 40 anos, Joaquim Regás desenvolve criações para a Maison J.Regás e atualmente coordena uma equipe de ourives junto com seu filho Walter Regás. Em 2006, lança a coleção Reminiscências, comemorativa de 30 anos da Maison.

 

Jussara Regás

JUSSARA REGAS

Jussara Regás representa a 3ª geração da família de ourives. Aprendeu o ofício com seu pai, Joaquim Regás e em cursos de design de jóias realizados no Brasil (Rio de Janeiro e Ceará). Desde sua infância, conviveu com o mundo das jóias e o ambiente em torno delas. Realizou inúmeras viagens de aprendizado a Europa (Barcelona, Paris, Londres, etc) que apuraram seu senso de estética e refinamento. Residiu no ano de 1996 em Barcelona, convivendo com seu avô joalheiro e sua tia Rosa Maria, da mesma profissão.

Em 1997, começa a trabalhar na Maison J. Regás, joalheria de sua família. Procura, no início, um conhecimento abrangente das diversas atividades que dão sustentação à produção de jóias. Contudo, no mesmo ano, começa a sua preparação na área de design. Em 1998, vêm à luz suas primeiras peças e, dotada de grande criatividade, não demoraria em assinar metade das criações da Maison. Em 2004, decide participar de seu primeiro concurso de Designer de Jóias, sendo premiada como uma das dez melhores designers do Brasil no XII Prêmio de designers de jóias promovido pelo IBGM (Instituto Brasileiro de Gemas e Metais preciosos).

Durante sua carreira participou e visitou feiras nacionais e internacionais:
– Casa Cor São Paulo.
– Feira de artes na Daslu em dez/2008.
– Exposição de jóias com o grupo Joia Brasil durante o  LABRFF (Los Angeles Brazilian Film Festival) em março de 2009
– Baselworld 2014 – maior feira do setor de relojoaria e a joalheria, realizada na Basileia, Suiça.
– Dragão Fashion Brasil 2014 – Desfile em parceria com Kallil Nepomuceno para o Atelier Criativo Brasil, projeto realizado pelo SEBRAE.- Exposição na Casa Cor Ceará em 2014 para o Atelier Criativo do SEBRAE

Hoje, Jussara é uma designer reconhecida e suas criações são destaques nas coleções e exposições da Maison J. Regás.

 

Website: www.jregas.com.br

 

  • postado por Oswaldo Scaliotti
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J. REGÁS representa a história da joalheria no Ceará

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

19 de novembro de 2015

JOAIS

Neste último dia 18 de novembro aconteceu a celebração de 40 anos do início das atividades da Maison J. Regás – joalheria criada no Ceará, que marcou a história da joia no estado.

O ano de 2015, marca os 40 anos da J.Regás com o lançamento da coleção Duo, desenhada por Jussara e Joaquim Regás, que foi realizada no Ideal, onde foi sua primeira exposição.

Na ocasião, Marcio Rezende e Banda se apresentaram e houve sorteio de uma joia. A ambientação ficou por conta da arquiteta Márcia Andrea Vieira e a promoter Inara de Almeida comandou a lista vip.

A ideia do nome Duo surgiu da união de dois designers pai e filha para desenvolver uma coleção juntos em comemoração aos 40 anos da J.Regás. São duas formas diferentes de ver o mundo e transformar em uma só arte. O conceito da coleção está baseado nas formas geométricas, no minimalismo, nas texturas diferenciadas do ouro, com efeito martelado e enrugado. As pedras utilizadas nessa coleção são lapidadas de uma forma totalmente diferenciada e inusitada, com a presença dos tons azuis como lapis lazuli, opala profit, água marinha, tons alaranjados como citrinos, granadas, além da pedra da lua, greengold e outros.

 

História da J. Regás

A Maison J.Regás, hoje uma das mais bem sucedidas no ramo de joias, surgiu em 1975, há 40 anos.

Joaquim Regás, o fundador, nasceu em Barcelona, no seio de uma família de joalheiros tradicionais da Catalunha, terra onde, na arte da joalheria, sempre floresceram inúmeros artistas de renome internacional, sendo ainda hoje referência nessa atividade.

No início, todo o trabalho de criação, produção e acabamento era realizado pelo próprio Joaquim. Regina, sua esposa, era responsável pela área comercial,  atendia as clientes em suas residências e na loja contígua ao seu domicílio. Foram anos de definição e aprimoramento do seu estilo. Aos poucos, a J. Regás ia conquistando seus clientes.

Em agosto de 1975, Joaquim realiza sua primeira exposição em Fortaleza: foi um sucesso, quase todas as peças foram comercializadas em apenas três dias. Em dezembro do mesmo ano, apresenta uma nova coleção, desta vez na Galeria Inês Fiúza. O êxito desta segunda exibição consolida a J. Regás como principal joalheria da cidade, na criação de peças exclusivas.

Com o tempo, a demanda foi crescendo, sentindo-se a necessidade de ampliar a produção. Joaquim começaria então a desempenhar o papel de mestre, formando artesãos na arte e na tradição da confecção de joias. O apuro e a perfeição exigem anos de dedicação e aprendizado, mas o resultado foi uma equipe capaz de elaborar as mais finas peças.

Na década de 90, a Joalheria já é uma das mais respeitadas e tradicionais do Estado. Nessa época, Walter Regás, seu filho mais novo e natural sucessor na produção das joias, começa a aprender com o pai os segredos da ourivesaria. Inicia com pequenos trabalhos e, aos poucos, adquirindo confiança e habilidade, executa em sua banca peças cada vez mais complexas.

Alguns anos depois, Jussara, a filha mais velha, que já se notabilizara pela aptidão para o design, passa a criar modelos para a marca J. Regas. Dotados de estilo diferenciado e grande personalidade, conquistam logo o apreço dos clientes. Jussara, atualmente, é responsável por mais da metade das criações que são destaque nas coleções de J. Regás.

Em 2000, Walter volta às origens e vai estudar joalheria em Barcelona, onde fica um ano se especializando na escola da Federação Catalã de Joalheiros.

Em 2004, a filha Uiara, que durante quase dez anos estivera morando em diversos países da Europa, conclui seu Máster em administração e retorna ao Brasil, assumindo a gestão administrativa e financeira da joalheria.

Com os filhos trabalhando a seu lado, Joaquim dispõe de mais tempo para se dedicar à criação e à pesquisa e, em 2005, inicia a preparação da sua coleção comemorativa de 30 anos.

O lançamento da coleção Reminiscências, em maio de 2006, marca o fechamento de um ciclo de 30 anos, construído com competência e criatividade, ao mesmo tempo em que começa a escrever outro, unindo técnica e beleza, requinte e qualidade, experiência e paixão.

 

Joaquim Regás

JOAQUEIM

Membro da 2ª geração de joalheiros da família, Joaquim Regás, aprendeu e desenvolveu o ofício no início da década de 50, com seu pai, Francisco Regás. A oficina se localizava na Via Laietana, n° 55, uma das principais avenidas de Barcelona.

As jóias, desenhadas pelo seu pai e executadas por uma equipe de exímios artesãos, eram expostas em uma loja inaugurada em 1933, em Mataró, pequena e agradável cidade de veraneio da costa do mar Mediterrâneo, próxima à cidade de Barcelona.

Joaquim, durante três anos, frequentou a Escola de Artes Suntuárias Massana, uma das mais bem conceituadas escolas de artes da cidade, onde, estudando e praticando modelagem, desenho e pintura, desenvolveu uma acurada sensibilidade no campo das artes aplicadas.

A profissão do pai foi também seguida por Rosa Maria Regás, irmã de Joaquim, que ainda hoje cria e executa peças de joalheria.

Na década de 60, Joaquim, de temperamento inquieto, decide viajar em busca do aperfeiçoamento da sua técnica. Vai à Suíça, país onde a criação e confecção de jóias atinge o mais alto grau de prestígio internacional. Joaquim fixa residência na cosmopolita cidade de Genebra e começa a trabalhar em uma das mais respeitadas empresas de jóias do mundo, a Weber Genève, na qual eram confeccionados modelos exclusivos para as mais renomadas casas do mundo de jóias, tais quais Vacheron, Rolex, Patek Philippe e Cartier.

Paralelamente, Joaquim se especializava em desenhos de jóias no Instituto Politécnico de Genève. Morando e trabalhando nesta cidade, tem a oportunidade de confeccionar várias jóias que conseguem ser exibidas na prestigiosa feira internacional de relógios e jóias de Basiléia.

Depois de morar dois anos e meio na Suíça, Joaquim decide novamente viajar e, em 1972, vem de navio para o até então distante e exótico Brasil. Após uma viagem de 13 dias pelo Atlântico, chega ao Rio de Janeiro e depara-se  com uma realidade que o surpreende: muita luz, muitas cores, um povo alegre e um país cheio de possibilidades. Ainda em meados de 72, começa a trabalhar como modelista e desenhista na H.Stern, uma das mais respeitadas joalherias, até hoje, no Brasil.

Em 1972, no Rio de Janeiro, conhece Regina Helena Fiúza Porto, que estava ali de férias, com quem se casa. Em 1973, nasce a primeira filha, Jussara Regás. Em 1975, muda-se do Rio de Janeiro para o Ceará e funda a J. Regás.

Durante 40 anos, Joaquim Regás desenvolve criações para a Maison J.Regás e atualmente coordena uma equipe de ourives junto com seu filho Walter Regás. Em 2006, lança a coleção Reminiscências, comemorativa de 30 anos da Maison.

 

Jussara Regás

JUSSARA REGAS

Jussara Regás representa a 3ª geração da família de ourives. Aprendeu o ofício com seu pai, Joaquim Regás e em cursos de design de jóias realizados no Brasil (Rio de Janeiro e Ceará). Desde sua infância, conviveu com o mundo das jóias e o ambiente em torno delas. Realizou inúmeras viagens de aprendizado a Europa (Barcelona, Paris, Londres, etc) que apuraram seu senso de estética e refinamento. Residiu no ano de 1996 em Barcelona, convivendo com seu avô joalheiro e sua tia Rosa Maria, da mesma profissão.

Em 1997, começa a trabalhar na Maison J. Regás, joalheria de sua família. Procura, no início, um conhecimento abrangente das diversas atividades que dão sustentação à produção de jóias. Contudo, no mesmo ano, começa a sua preparação na área de design. Em 1998, vêm à luz suas primeiras peças e, dotada de grande criatividade, não demoraria em assinar metade das criações da Maison. Em 2004, decide participar de seu primeiro concurso de Designer de Jóias, sendo premiada como uma das dez melhores designers do Brasil no XII Prêmio de designers de jóias promovido pelo IBGM (Instituto Brasileiro de Gemas e Metais preciosos).

Durante sua carreira participou e visitou feiras nacionais e internacionais:
– Casa Cor São Paulo.
– Feira de artes na Daslu em dez/2008.
– Exposição de jóias com o grupo Joia Brasil durante o  LABRFF (Los Angeles Brazilian Film Festival) em março de 2009
– Baselworld 2014 – maior feira do setor de relojoaria e a joalheria, realizada na Basileia, Suiça.
– Dragão Fashion Brasil 2014 – Desfile em parceria com Kallil Nepomuceno para o Atelier Criativo Brasil, projeto realizado pelo SEBRAE.- Exposição na Casa Cor Ceará em 2014 para o Atelier Criativo do SEBRAE

Hoje, Jussara é uma designer reconhecida e suas criações são destaques nas coleções e exposições da Maison J. Regás.

 

Website: www.jregas.com.br

 

  • postado por Oswaldo Scaliotti