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Investe CE

por Oswaldo Scaliotti

Grupo Hays

87% das empresas pretendem contratar em 2018, aponta estudo da Hays

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

02 de Março de 2018

Levantamento ouviu 250 companhias e indica gradual recuperação do mercado de trabalho

 

O Grupo Hays, líder mundial em recrutamento, lança nesta sexta-feira (2/3), a sétima edição da Análise de Tendências & Salários do Brasil 2018, o mais relevante estudo da consultoria sobre o mercado de trabalho. Essa análise reuniu a percepção de 2.500 profissionais e de 250 empresas de todos os portes e dos principais setores do país.

Entre os destaques estão os sinais da gradual recuperação do mercado de trabalho. Enquanto em 2016 e 2017 60% das empresas demitiram, em 2018, 87% pretendem contratar. Segundo o levantamento, os setores com maior expectativa de recrutamento são engenharia e manufatura (23,56%), minério e energia (15,38%) e varejo e consumo (13,46%). Apesar das mudanças na legislação trabalhista, que incluem reformas para o recrutamento de empregados temporários, 72% das contratações pretendidas ainda assim serão permanentes. “Esse dado mede o indicador confiança a curto e médio prazo”, diz Caroline Cadorin, diretora da Hays.

Em 2017, 76% das empresas passaram por alguma reestruturação e 16% tinham a pretensão de recrutar diretores exatamente para conduzir essas mudanças. Situação diferente de 2018, quando a intenção é empregar 94% de especialistas/analistas e, apenas, 9% de diretores.

O estudo aponta também que 32% dos empregadores tem um desafio com o turnover de funcionários. No ano passado, metade dos entrevistados considerou mudar de emprego. A razão mais comum foi a insatisfação com os salários: 47% não se sentem reconhecidos financeiramente e 58% não tiveram aumento ou promoção.

O levantamento indica que com o aumento da confiança em torno das perspectivas econômicas, combinadas à insatisfação do ano passado, os profissionais pretendem encontrar meios para progredir. Para a maioria das empresas será importante fornecer os benefícios certos para atrair e reter talentos. Entre os mais valorizados pelos colaboradores estão os relacionados à saúde e qualidade de vida: plano de saúde (92%), flexibilidade no horário de trabalho (67%) e home office (51%).

“Essas informações podem nortear a tomada de decisões adequadas pelas companhias”, conclui a diretora da Hays.

O estudo completo pode ser acessado pelo link: https://www.hays.com.br/guia-salarial-2018/index.htm

Sobre a Hays

Hays plc é um dos principais grupos globais de recrutamento profissional e está comemorando seu 50º aniversário neste ano. O grupo é especialista em recrutar profissionais qualificados em todo o mundo, sendo líder de mercado no Reino Unido e Ásia-Pacífico e um dos líderes de mercado na Europa Continental e América Latina. Atua nos setores público e privado, com posições permanentes, contratos e atribuições temporárias. A Hays emprega 10.800 funcionários em 256 escritórios em 33 mercados e 20 especialidades. O grupo colocou cerca de 70 mil candidatos em empregos permanentes e aproximadamente 240 mil pessoas em oportunidades temporárias.

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87% das empresas pretendem contratar em 2018, aponta estudo da Hays

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

02 de Março de 2018

Levantamento ouviu 250 companhias e indica gradual recuperação do mercado de trabalho

 

O Grupo Hays, líder mundial em recrutamento, lança nesta sexta-feira (2/3), a sétima edição da Análise de Tendências & Salários do Brasil 2018, o mais relevante estudo da consultoria sobre o mercado de trabalho. Essa análise reuniu a percepção de 2.500 profissionais e de 250 empresas de todos os portes e dos principais setores do país.

Entre os destaques estão os sinais da gradual recuperação do mercado de trabalho. Enquanto em 2016 e 2017 60% das empresas demitiram, em 2018, 87% pretendem contratar. Segundo o levantamento, os setores com maior expectativa de recrutamento são engenharia e manufatura (23,56%), minério e energia (15,38%) e varejo e consumo (13,46%). Apesar das mudanças na legislação trabalhista, que incluem reformas para o recrutamento de empregados temporários, 72% das contratações pretendidas ainda assim serão permanentes. “Esse dado mede o indicador confiança a curto e médio prazo”, diz Caroline Cadorin, diretora da Hays.

Em 2017, 76% das empresas passaram por alguma reestruturação e 16% tinham a pretensão de recrutar diretores exatamente para conduzir essas mudanças. Situação diferente de 2018, quando a intenção é empregar 94% de especialistas/analistas e, apenas, 9% de diretores.

O estudo aponta também que 32% dos empregadores tem um desafio com o turnover de funcionários. No ano passado, metade dos entrevistados considerou mudar de emprego. A razão mais comum foi a insatisfação com os salários: 47% não se sentem reconhecidos financeiramente e 58% não tiveram aumento ou promoção.

O levantamento indica que com o aumento da confiança em torno das perspectivas econômicas, combinadas à insatisfação do ano passado, os profissionais pretendem encontrar meios para progredir. Para a maioria das empresas será importante fornecer os benefícios certos para atrair e reter talentos. Entre os mais valorizados pelos colaboradores estão os relacionados à saúde e qualidade de vida: plano de saúde (92%), flexibilidade no horário de trabalho (67%) e home office (51%).

“Essas informações podem nortear a tomada de decisões adequadas pelas companhias”, conclui a diretora da Hays.

O estudo completo pode ser acessado pelo link: https://www.hays.com.br/guia-salarial-2018/index.htm

Sobre a Hays

Hays plc é um dos principais grupos globais de recrutamento profissional e está comemorando seu 50º aniversário neste ano. O grupo é especialista em recrutar profissionais qualificados em todo o mundo, sendo líder de mercado no Reino Unido e Ásia-Pacífico e um dos líderes de mercado na Europa Continental e América Latina. Atua nos setores público e privado, com posições permanentes, contratos e atribuições temporárias. A Hays emprega 10.800 funcionários em 256 escritórios em 33 mercados e 20 especialidades. O grupo colocou cerca de 70 mil candidatos em empregos permanentes e aproximadamente 240 mil pessoas em oportunidades temporárias.