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Investe CE

por Oswaldo Scaliotti

Galeria Contemporarte

Um novo ano, três ideias, um desejo

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

12 de Maio de 2017

Créditos da foto: Caio Paiva

Foi assim que nasceu, em 2016, o projeto Pacto: a união entre uma arquiteta e duas designers que buscavam transformar sonhos em negócio criativo.

O Pacto é sobre empatia, colaboração e coragem. É a tentativa de contar três histórias distintas que se cruzam com um objetivo em comum: aventurar-se junto para dar vida a uma ideia. Brotaram dessa aliança não só joias, roupas e negócios, mas a vontade de mostrar que “é melhor fazer junto que sozinho”.

 

Lançamento das marcas autorais cearenses  K, Elemento fio e Padma que acontecerá na Galeria Contemporarte.

Data:15/05/2017

Hora: das 16h às 21h.

Local: Rua Vilebaldo Aguiar, 300.

 

Conheça um pouco de cada marca.

Elemento fio

O fio da vida e do tempo, algo simples e quase invisível, que possibilita criar todas as formas. Fio, do latim, pode ser traduzido como faço, projeto, desenvolvo. Designa, portanto, a transformação das ideias e dos materiais.  As joias da fio se caracterizam pelo desenho limpo, simples –  elementar – que por vezes dialoga com a rigidez geométrica do desenho técnico, para, no momento seguinte, fluir livre seguindo o contorno irregular de uma pedra bruta.  A principal matéria prima utilizada, a prata, é totalmente processada na oficina, desde a liga, até o último polimento,  moldando o metal à ideia .

Para a primeira coleção da marca, a arquitetura entra em cena de uma forma simbólica – através das Cidades Invisíveis, livro de Italo Calvino. Na obra, Calvino nos fala de uma geografia fantástica, um símbolo complexo e inesgotável da existência humana. Longe de tentar traduzir em um única forma toda a beleza e complexidade das cidades descritas, ou mesmo ilustra-las, as peças propõem um instantâneo, um vislumbre, na tentativa de captar um momento, nem que apenas uma sombra, e trazê-las para outra escala,  outra proporção.

A arquiteta Suyenne Lemos assina e executa as peças da marca.

 

 K

*K é uma marca de moda com espírito de Startup.

Nossas roupas tem um espírito prático e atemporal e o nosso estilo vai do pretinho básico ao nada básico.

#learnbydoing #BlackIsAlwaysTheNewBlack

 

*o K é o Preto (Black (Key)) no sistema de cores CMYK

 

 Padma 

Nosso nome já transmite o que sentimos na alma – pureza.

Somos uma empresa que busca nas joias artesanais transmitir o sentimento e a emoção para que histórias fiquem armazenadas na memória. Em nossa primeira coleção, denominada de Nácar, utilizamos como referência o mar e tudo que ele representa: areia, água, conchas, pérola e todo seu universo místico.   Assim, NINFAS é o tema escolhido para as linhas, e personificam a fertilidade e a natureza. Nossas ninfas das águas são: Dione, Métis, Eudora, Polidora, Criseis e Idia.

“Uma joia com pérola não é o mar, mas o mar está ali, na gota irisada. ” Joie

 

 

  • postado por Oswaldo Scaliotti

 

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Exposição “Caligrama” segue aberta para visitação até 13 de abril

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

22 de Março de 2017


A Galeria Contemporarte, localizada na rua Vilebaldo Aguiar, 300, no bairro Cocó, segue até 13 de abril com a mostra “Caligrama”, que reúne, pela primeira vez, trabalhos das artistas Ana Cristina Mendes, Luiza Simons, Tete Alencar e Tereza Dequinta. Em comum, a cearensidade e o reconhecimento mundial das conterrâneas de estilos tão distintos. A Galeria funciona de segunda à sexta, das 10 às 19h.

A inspiração para o nome da exposição veio da fragmentação poética, quando as frases tomam formas de pessoas, rostos ou qualquer objeto que cause o entendimento geral da mensagem a ser passada. Assim é Caligrama, composta por quarto artistas cearenses de prestígio e conhecimento internacional, numa “conversa” inédita a partir de diferentes técnicas e visões de mundo pelo olhar que cada uma imprime na arte. No acervo, fotografias, desenhos, vídeo e pinturas.

Caligrama
O cearense é um povo com tradição de êxodo, da terra cáustica e falta de oportunidades que o leva a desbravar novos lares e horizontes. Entretanto, há algo ligado ao chão onde nascemos que nos coloca às voltas com nossas questões de identidade e pertencimento.
É com esse sentimento que a Contemporarte apresenta uma exposição de encontros pouco prováveis, de quatro artistas em diferentes lugares e momentos que possuem visões de fronteiras elásticas para sua obra, e entram em diálogo pela primeira vez.
Em comum elas têm o fato de serem mulheres nascidas no Ceará e possuem um conjunto de obra que alcança um público global. Já de diferenças seriam muitas para listar: são processos distintos que passam pela escanografia, fotografia, performance, escultura, costura, tatuagem, grafite e desenho; além de questões e contextos tão diversos e particulares do universo de cada uma. Um caligrama de obras, fragmentos poéticos de quatro artistas, que ecoavam soltos e enfim entrelaçam-se.

Artistas
Ana Cristina Mendes (Fortaleza-CE, 1967)
Ana Cristina Mendes é artista visual, mestra em Artes (UFC-CE), graduada em Artes Plásticas (IFCE–CE), Design (FIT – Fashion Institute of Technology, Nova York / EUA) e extensão em Dança e Pensamento (Escola de dança da Vila das Artes / UFC). Trabalha na fronteira de diferentes linguagens artísticas, com o olhar direcionado ao desenho, à performance, à fotografia e à vídeo-instalação. A experiência artística se dá a partir dos sintomas provocados no corpo que rompem brechas como prováveis escapes. Sua pesquisa recente Oceano [in]vestido teve como proposta um trabalho em processo e em colaboração à distância, através de um experimento (um vestido e um caderno de registro) deslocado como disparo para uma experiência estrangeira. O processo continua e, nesse momento, novos escapes desaguam em extensões mais elásticas através do mar-tecido, que apresenta na galeria a partir de uma performance em vídeo e pinturas que vieram a partir dessa experiência. Metaforicamente, criar esse ”mar”, impregná-lo com seus resíduos naturais e atravessá-lo pelo Atlântico é como uma lente de alcance que, para além da arte, propõe-se a diluir fronteiras, falar de formas de ligação, conexões e viagens. Realizou exposições coletivas, individuais, performances e residências artísticas em âmbito nacional e internacional. Integra grupos ligados a performance e corporeidade.

Luiza Simons (Quixadá-CE, 1953)
Luzia Simons trabalha vive e trabalha em Berlim e já participou de importantes mostras coletivas em instituições como a Bienal de Curitiba (2013), o Museum der Moderne (Salzburg, Áustria), Kunsthalle Emden (Emden, Alemanha), o Tóquio Art Museum (Tóquio, Japão), o Museu de Arte Moderna de São Paulo, Pinacoteca de São Paulo e individualmente na Bienal de Istambul (2005), no Museum de Buitenplaats (Eelde, Holanda), no Centre d’Art de Nature ( Château Chaumont-Sur-Loire, França). Sua obra faz parte de coleções nacionais e internacionais, como as do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, do Fonds National d Art Contemporain (Paris, França), do Graphische Sammlung der Staatsgalerie (Stuttgart, Alemanha), da Casa de las Américas (Havana, Cuba), da University of Essex Collection of Latin American Art (Essex, Inglaterra), entre outras.
Volta a Fortaleza com a série Tickets (Einzelfahrt), composta por 13 trabalhos em escanografia, que refletem o deslocamento cultural e de identidade da artista em solo alemão. Os elementos de segurança impressos nos bilhetes do transporte público de Berlim brincam com o sentido da palavra alemã Einzelfahrt, que traduz livremente “viagem só de ida”. Estes elementos são mesclados com recortes que representam suas origens nordestinas e brasileiras. Uma dialética do pertencimento e da incessante condição de estrangeira da cearense, que reside há mais de 40 anos na Europa.

Tereza Dequinta (Fortaleza-CE, 1987)
O trabalho de Tereza Dequinta confunde-se com o Acidum Project de arte urbana, fundado em 2006 e que toca junto o marido Robézio Marqs desde 2011. O casal já realizou grandes murais e importantes projetos em Fortaleza, São Paulo, Rio de Janeiro, Colônia, Berlim, Paris, Cabo Verde, Miami e Toronto. A arte do projeto é dinâmica e variada, além das pinturas o projeto utiliza outros suportes e variadas técnicas para as artes, tais como: design, fotografia, graffiti, lambe-lambe, tatuagem, stickers, stencils, vídeos, além da criação de poesias.
Para esta exposição, Tereza traz uma seleção de pinturas com seus personagens e fantasias característicos, reverberando o reconhecido trabalho muralista urbano. A artista nos traz também uma série de desenhos onde a sobreposição de papéis nos mostra como a arte de Tereza e de Robézio se unem e se diferem no processo do Acidum.

Tete de Alencar (Iguatu-CE, 1977)
Nascida em Iguatu, Tete Alencar vive e trabalha em Londres e é membro da Royal British Society of Sculptors. Tem na escultura uma de suas principais vertentes, passando ainda pelo happening, fotografia e desenho. Já expôs seus desenhos e esculturas na galeria Andrea Rehder, em São Paulo, assim como na Alemanha, Inglaterra, França e Cuba.
Em 2001, a artista trouxe objetos em tecido para uma exposição em Fortaleza, que na nossa luz tomou outra configuração, ganhando vida no fim da tarde com a energia do sol, projetando sombras nas paredes que mais pareciam seres vivos. Desde então, copiar as sombras de todas suas esculturas tornou-se um hábito.
No ateliê, em Londres, os desenhos são preenchidos com linhas paralelas que Tete afirma que nunca haver errado uma sequer, parecendo os já ter desenhado na mente, podendo prever todos os obstáculos que encontraria pela frente.
As peças da Caligrama são sombras fotografadas das pedras do deserto do Wadi Rum na Jordânia. As sombras nesta parte do mundo são tão importantes quanto as sombras do Ceará que são essência para a sobrevivência dos seres que vivem neste ambiente.

Serviço
Caligrama
Local: Galeria Contemporarte (Rua Vilebaldo Aguiar, 300 – Cocó)
Rua Vilebaldo Aguiar, 300, Fortaleza-CE

De segunda a sexta, de 10h às 19h

(85) 3023.2001

Programação Gratuita
www.contemporarte.com.br

contato@contemporarte.com.br

instagram @contemporarte

facebook /contemporarte

 

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Galeria Contemporarte apresenta “Caligrama”

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

14 de Março de 2017

A mostra reúne, pela primeira vez, trabalhos das artistas Ana Cristina Mendes, Luiza Simons, Tete Alencar e Tereza Dequinta

 

A Galeria Contemporarte, localizada na rua Vilebaldo Aguiar, 300, no bairro Cocó, recebe, até 3 de abril, a mostra “Caligrama”, que reúne, pela primeira vez, trabalhos das artistas Ana Cristina Mendes, Luiza Simons, Tete Alencar e Tereza Dequinta. Em comum, a cearensidadade e o reconhecimento mundial das conterrâneas de estilos tão distintos. A abertura será nesta quinta (16), às 19h, com a presença das artistas. Luzia Simons virá diretamente de Berlim para a estreia da exposição e conversa com convidados. “É com imenso prazer que retorno ao Ceará para dividir esse momento com estas grandes artisitas”, adianta.

 A inspiração para o nome da exposição veio da fragmentação poética, quando as frases tomam formas de pessoas, rostos ou qualquer objeto que cause o entendimento geral da mensagem a ser passada. Assim, surge a Caligrama, composta por quarto artistas cearenses de prestígio e conhecimento internacional, numa “conversa” inédita a partir de diferentes técnicas e visões de mundo pelo olhar que cada uma imprime na arte. No acervo, fotografias, desenhos, vídeo e pinturas.

Para o diretor da Contemporarte, Aldonso Palácio, o encontro simboliza um recorte de uma cena artística contemporânea feita por artistas que vêm construindo uma carreira notável e carecem do reconhecimento do público cearense. “Este é um novo momento de criação de público para a arte contemporânea no Ceará, com o surgimento de novos nomes e uma democratização da arte. É nesse movimento que temos levado a Contemporarte. Também é um momento de amadurecimento da galeria. Estamos orgulhosos em trabalhar com artistas desta qualidade e realizar este intercâmbio de produções diretamente de Londres e de Berlim.”, afirma o galerista.

Caligrama

O cearense é um povo com tradição de êxodo, da terra cáustica e falta de oportunidades que o leva a desbravar novos lares e horizontes. Entretanto, há algo ligado ao chão onde nascemos que nos coloca às voltas com nossas questões de identidade e pertencimento.

É com esse sentimento que a Contemporarte apresenta uma exposição de encontros pouco prováveis, de quatro artistas em diferentes lugares e momentos que possuem visões de fronteiras elásticas para sua obra, e entram em diálogo pela primeira vez.

Em comum elas têm o fato de serem mulheres nascidas no Ceará e possuem um conjunto de obra que alcança um público global. Já de diferenças seriam muitas para listar: são processos distintos que passam pela escanografia, fotografia, performance, escultura, costura, tatuagem, grafite e desenho; além de questões e contextos tão diversos e particulares do universo de cada uma. Um caligrama de obras, fragmentos poéticos de quatro artistas, que ecoavam soltos e enfim entrelaçam-se.

Sobre a Contemporarte

Fundada em 2014, a Contemporarte surgiu como um projeto de empreendedorismo dos sócios Aldonso Palácio e Mário Acioli, apaixonados pela arte contemporânea nacional do século XX e XXI, sobretudo a cearense. A princípio, funcionou como galeria online, no intuito de facilitar o acesso a gravura e arte cearense para um público cada vez maior e conectado. Com a inauguração da sede física, passou a reunir artistas e interessados em arte. Seja nas grandes exposições, lançamentos editoriais, apresentações ou nos encontros despretensiosos para falar e admirar arte contemporânea.

Atualmente, a galeria incentiva uma nova geração de colecionadores, oferecendo obras com real valor artístico de nomes estabelecidos no cenário e de uma nova safra promissora de artistas.

 

Artistas

 

Ana Cristina Mendes (Fortaleza-CE, 1967)

Ana Cristina Mendes é artista visual, mestra em Artes (UFC-CE), graduada em Artes Plásticas (IFCE–CE), Design (FIT – Fashion Institute of Technology, Nova York / EUA) e extensão em Dança e Pensamento (Escola de dança da Vila das Artes / UFC). Trabalha na fronteira de diferentes linguagens artísticas, com o olhar direcionado ao desenho, à performance, à fotografia e à vídeo-instalação. A experiência artística se dá a partir dos sintomas provocados no corpo que rompem brechas como prováveis escapes. Sua pesquisa recente Oceano [in]vestido teve como proposta um trabalho em processo e em colaboração à distância, através de um experimento (um vestido e um caderno de registro) deslocado como disparo para uma experiência estrangeira. O processo continua e, nesse momento, novos escapes desaguam em extensões mais elásticas através do mar-tecido, que apresenta na galeria a partir de uma performance em vídeo e pinturas que vieram a partir dessa experiência. Metaforicamente, criar esse ”mar”, impregná-lo com seus resíduos naturais e atravessá-lo pelo Atlântico é como uma lente de alcance que, para além da arte, propõe-se a diluir fronteiras, falar de formas de ligação, conexões e viagens. Realizou exposições coletivas, individuais, performances e residências artísticas em âmbito nacional e internacional. Integra grupos ligados a performance e corporeidade.

Luiza Simons (Quixadá-CE, 1953)

Luzia Simons trabalha vive e trabalha em Berlim e já participou de importantes mostras coletivas em instituições como a Bienal de Curitiba (2013), o Museum der Moderne (Salzburg, Áustria), Kunsthalle Emden (Emden, Alemanha), o Tóquio Art Museum (Tóquio, Japão), o Museu de Arte Moderna de São Paulo, Pinacoteca de São Paulo e individualmente na Bienal de Istambul (2005), no Museum de Buitenplaats (Eelde, Holanda), no Centre d’Art de Nature ( Château Chaumont-Sur-Loire, França). Sua obra faz parte de coleções nacionais e internacionais, como as do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, do Fonds National d Art Contemporain (Paris, França), do Graphische Sammlung der Staatsgalerie (Stuttgart, Alemanha), da Casa de las Américas (Havana, Cuba), da University of Essex Collection of Latin American Art (Essex, Inglaterra), entre outras.

Volta a Fortaleza com a série Tickets (Einzelfahrt), composta por 13 trabalhos em escanografia, que refletem o deslocamento cultural e de identidade da artista em solo alemão. Os elementos de segurança impressos nos bilhetes do transporte público de Berlim brincam com o sentido da palavra alemã Einzelfahrt, que traduz livremente “viagem só de ida”. Estes elementos são mesclados com recortes que representam suas origens nordestinas e brasileiras. Uma dialética do pertencimento e da incessante condição de estrangeira da cearense, que reside há mais de 40 anos na Europa.

Tereza Dequinta (Fortaleza-CE, 1987)

O trabalho de Tereza Dequinta confunde-se com o Acidum Project de arte urbana, fundado em 2006 e que toca junto o marido Robézio Marqs desde 2011. O casal já realizou grandes murais e importantes projetos em Fortaleza, São Paulo, Rio de Janeiro, Colônia, Berlim, Paris, Cabo Verde, Miami e Toronto. A arte do projeto é dinâmica e variada, além das pinturas o projeto utiliza outros suportes e variadas técnicas para as artes, tais como: design, fotografia, graffiti, lambe-lambe, tatuagem, stickers, stencils, vídeos, além da criação de poesias.

Para esta exposição, Tereza traz uma seleção de pinturas com seus personagens e fantasias característicos, reverberando o reconhecido trabalho muralista urbano. A artista nos traz também uma série de desenhos onde a sobreposição de papéis nos mostra como a arte de Tereza e de Robézio se unem e se diferem no processo do Acidum.

 

Tete de Alencar (Iguatu-CE, 1977)

Nascida em Iguatu, Tete Alencar vive e trabalha em Londres e é membro da Royal British Society of Sculptors. Tem na escultura uma de suas principais vertentes, passando ainda pelo happening, fotografia e desenho. Já expôs seus desenhos e esculturas na galeria Andrea Rehder, em São Paulo, assim como na Alemanha, Inglaterra, França e Cuba.

Em 2001, a artista trouxe objetos em tecido para uma exposição em Fortaleza, que na nossa luz tomou outra configuração, ganhando vida no fim da tarde com a energia do sol, projetando sombras nas paredes que mais pareciam seres vivos. Desde então, copiar as sombras de todas suas esculturas tornou-se um hábito.

No ateliê, em Londres, os desenhos são preenchidos com linhas paralelas que Tete afirma que nunca haver errado uma sequer, parecendo os já ter desenhado na mente, podendo prever todos os obstáculos que encontraria pela frente.

As peças da Caligrama são sombras fotografadas das pedras do deserto do Wadi Rum na Jordânia. As sombras nesta parte do mundo são tão importantes quanto as sombras do Ceará que são essência para a sobrevivência dos seres que vivem neste ambiente.

Serviço

Caligrama

Local: Galeria Contemporarte (Rua Vilebaldo Aguiar, 300 – Cocó)

Data: 16 de março a 13 de abril

Rua Vilebaldo Aguiar, 300, Fortaleza-CE

De segunda a sexta, de 10h às 19h

(85) 3023.2001

Programação Gratuita

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Galeria Contemporarte apresenta “Caligrama”

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

10 de Março de 2017

 

 

A mostra reúne, pela primeira vez, trabalhos das artistas Ana Cristina Mendes, Luiza Simons, Tete Alencar e Tereza Dequinta

 

A Galeria Contemporarte, localizada na rua Vilebaldo Aguiar, 300, no bairro Cocó, recebe, até 3 de abril, a mostra “Caligrama”, que reúne, pela primeira vez, trabalhos das artistas Ana Cristina Mendes, Luiza Simons, Tete Alencar e Tereza Dequinta. Em comum, a cearensidadade e o reconhecimento mundial das conterrâneas de estilos tão distintos. A abertura será nesta quinta (16), às 19h, com a presença das artistas. Luzia Simons virá diretamente de Berlim para a estreia da exposição e conversa com convidados. “É com imenso prazer que retorno ao Ceará para dividir esse momento com estas grandes artisitas”, adianta.

 

A inspiração para o nome da exposição veio da fragmentação poética, quando as frases tomam formas de pessoas, rostos ou qualquer objeto que cause o entendimento geral da mensagem a ser passada. Assim, surge a Caligrama, composta por quarto artistas cearenses de prestígio e conhecimento internacional, numa “conversa” inédita a partir de diferentes técnicas e visões de mundo pelo olhar que cada uma imprime na arte. No acervo, fotografias, desenhos, vídeo e pinturas.

 

Para o diretor da Contemporarte, Aldonso Palácio, o encontro simboliza um recorte de uma cena artística contemporânea feita por artistas que vêm construindo uma carreira notável e carecem do reconhecimento do público cearense. “Este é um novo momento de criação de público para a arte contemporânea no Ceará, com o surgimento de novos nomes e uma democratização da arte. É nesse movimento que temos levado a Contemporarte. Também é um momento de amadurecimento da galeria. Estamos orgulhosos em trabalhar com artistas desta qualidade e realizar este intercâmbio de produções diretamente de Londres e de Berlim.”, afirma o galerista.

 

Caligrama

O cearense é um povo com tradição de êxodo, da terra cáustica e falta de oportunidades que o leva a desbravar novos lares e horizontes. Entretanto, há algo ligado ao chão onde nascemos que nos coloca às voltas com nossas questões de identidade e pertencimento.

É com esse sentimento que a Contemporarte apresenta uma exposição de encontros pouco prováveis, de quatro artistas em diferentes lugares e momentos que possuem visões de fronteiras elásticas para sua obra, e entram em diálogo pela primeira vez.

Em comum elas têm o fato de serem mulheres nascidas no Ceará e possuem um conjunto de obra que alcança um público global. Já de diferenças seriam muitas para listar: são processos distintos que passam pela escanografia, fotografia, performance, escultura, costura, tatuagem, grafite e desenho; além de questões e contextos tão diversos e particulares do universo de cada uma. Um caligrama de obras, fragmentos poéticos de quatro artistas, que ecoavam soltos e enfim entrelaçam-se.

 

Sobre a Contemporarte

Fundada em 2014, a Contemporarte surgiu como um projeto de empreendedorismo dos sócios Aldonso Palácio e Mário Acioli, apaixonados pela arte contemporânea nacional do século XX e XXI, sobretudo a cearense. A princípio, funcionou como galeria online, no intuito de facilitar o acesso a gravura e arte cearense para um público cada vez maior e conectado. Com a inauguração da sede física, passou a reunir artistas e interessados em arte. Seja nas grandes exposições, lançamentos editoriais, apresentações ou nos encontros despretensiosos para falar e admirar arte contemporânea.

Atualmente, a galeria incentiva uma nova geração de colecionadores, oferecendo obras com real valor artístico de nomes estabelecidos no cenário e de uma nova safra promissora de artistas.

 

Artistas

 

Ana Cristina Mendes (Fortaleza-CE, 1967)

Ana Cristina Mendes é artista visual, mestra em Artes (UFC-CE), graduada em Artes Plásticas (IFCE–CE), Design (FIT – Fashion Institute of Technology, Nova York / EUA) e extensão em Dança e Pensamento (Escola de dança da Vila das Artes / UFC). Trabalha na fronteira de diferentes linguagens artísticas, com o olhar direcionado ao desenho, à performance, à fotografia e à vídeo-instalação. A experiência artística se dá a partir dos sintomas provocados no corpo que rompem brechas como prováveis escapes. Sua pesquisa recente Oceano [in]vestido teve como proposta um trabalho em processo e em colaboração à distância, através de um experimento (um vestido e um caderno de registro) deslocado como disparo para uma experiência estrangeira. O processo continua e, nesse momento, novos escapes desaguam em extensões mais elásticas através do mar-tecido, que apresenta na galeria a partir de uma performance em vídeo e pinturas que vieram a partir dessa experiência. Metaforicamente, criar esse ”mar”, impregná-lo com seus resíduos naturais e atravessá-lo pelo Atlântico é como uma lente de alcance que, para além da arte, propõe-se a diluir fronteiras, falar de formas de ligação, conexões e viagens. Realizou exposições coletivas, individuais, performances e residências artísticas em âmbito nacional e internacional. Integra grupos ligados a performance e corporeidade.

 

Luiza Simons (Quixadá-CE, 1953)

Luzia Simons trabalha vive e trabalha em Berlim e já participou de importantes mostras coletivas em instituições como a Bienal de Curitiba (2013), o Museum der Moderne (Salzburg, Áustria), Kunsthalle Emden (Emden, Alemanha), o Tóquio Art Museum (Tóquio, Japão), o Museu de Arte Moderna de São Paulo, Pinacoteca de São Paulo e individualmente na Bienal de Istambul (2005), no Museum de Buitenplaats (Eelde, Holanda), no Centre d’Art de Nature ( Château Chaumont-Sur-Loire, França). Sua obra faz parte de coleções nacionais e internacionais, como as do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, do Fonds National d Art Contemporain (Paris, França), do Graphische Sammlung der Staatsgalerie (Stuttgart, Alemanha), da Casa de las Américas (Havana, Cuba), da University of Essex Collection of Latin American Art (Essex, Inglaterra), entre outras.

Volta a Fortaleza com a série Tickets (Einzelfahrt), composta por 13 trabalhos em escanografia, que refletem o deslocamento cultural e de identidade da artista em solo alemão. Os elementos de segurança impressos nos bilhetes do transporte público de Berlim brincam com o sentido da palavra alemã Einzelfahrt, que traduz livremente “viagem só de ida”. Estes elementos são mesclados com recortes que representam suas origens nordestinas e brasileiras. Uma dialética do pertencimento e da incessante condição de estrangeira da cearense, que reside há mais de 40 anos na Europa.

 

Tereza Dequinta (Fortaleza-CE, 1987)

O trabalho de Tereza Dequinta confunde-se com o Acidum Project de arte urbana, fundado em 2006 e que toca junto o marido Robézio Marqs desde 2011. O casal já realizou grandes murais e importantes projetos em Fortaleza, São Paulo, Rio de Janeiro, Colônia, Berlim, Paris, Cabo Verde, Miami e Toronto. A arte do projeto é dinâmica e variada, além das pinturas o projeto utiliza outros suportes e variadas técnicas para as artes, tais como: design, fotografia, graffiti, lambe-lambe, tatuagem, stickers, stencils, vídeos, além da criação de poesias.

Para esta exposição, Tereza traz uma seleção de pinturas com seus personagens e fantasias característicos, reverberando o reconhecido trabalho muralista urbano. A artista nos traz também uma série de desenhos onde a sobreposição de papéis nos mostra como a arte de Tereza e de Robézio se unem e se diferem no processo do Acidum.

 

Tete de Alencar (Iguatu-CE, 1977)

Nascida em Iguatu, Tete Alencar vive e trabalha em Londres e é membro da Royal British Society of Sculptors. Tem na escultura uma de suas principais vertentes, passando ainda pelo happening, fotografia e desenho. Já expôs seus desenhos e esculturas na galeria Andrea Rehder, em São Paulo, assim como na Alemanha, Inglaterra, França e Cuba.

Em 2001, a artista trouxe objetos em tecido para uma exposição em Fortaleza, que na nossa luz tomou outra configuração, ganhando vida no fim da tarde com a energia do sol, projetando sombras nas paredes que mais pareciam seres vivos. Desde então, copiar as sombras de todas suas esculturas tornou-se um hábito.

No ateliê, em Londres, os desenhos são preenchidos com linhas paralelas que Tete afirma que nunca haver errado uma sequer, parecendo os já ter desenhado na mente, podendo prever todos os obstáculos que encontraria pela frente.

As peças da Caligrama são sombras fotografadas das pedras do deserto do Wadi Rum na Jordânia. As sombras nesta parte do mundo são tão importantes quanto as sombras do Ceará que são essência para a sobrevivência dos seres que vivem neste ambiente.

 

Serviço
Caligrama
Local: Galeria Contemporarte (Rua Vilebaldo Aguiar, 300 – Cocó)
Data: 16 de março a 13 de abril
Rua Vilebaldo Aguiar, 300, Fortaleza-CE
De segunda a sexta, de 10h às 19h
(85) 3023.2001
Programação Gratuita
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Galeria Contemporarte celebra aniversário de um ano

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

31 de agosto de 2016

Além de marcar os últimos dias exposição coletiva do acervo do bimeste julho-agosto, será entregue no evento a primeira obra do programa Clube do Colecionador

 

A Galeria Contemporarte comemora nesta quarta-feira (31), a partir das 19h, um ano de fundação. Para celebrar a data, convidados serão recepcionados para coquetel na sede do espaço: Rua Vilebaldo Aguiar, 300 – Cocó. O evento marca os últimos dias exposição coletiva do acervo do bimeste julho-agosto com obras de artistas como Luiz Hermano, Tete de Alencar, Pedro Parente, Tulio Paracampos, Wilson Neto e muitos outros.

Aldonso Palácio Neto, galerista da Contemporarte, comemora o sucesso. “Aos poucos, nosso mercado de arte está crescendo  e fico muito orgulhoso em fazer parte disso. É preciso cada vez mais incentivar a produção artística do Estado e a Contemporarte tem feito isso ao longo desse tempo”, conta.

Na ocasião, ocorrerá também a entrega da primeira obra do Clube do Colecionador que será do artista Totonho Laprovitera. Em parceria com a Artequattro, a Galeria Contemporarte lançou em julho a primeira edição do programa Clube do Colecionador.  A dinâmica do projeto consiste em selecionar diferentes artistas cearenses que criarão edições limitadas destinadas aos sócios do clube. As obras serão adquiridas por um valor abaixo do cotado no mercado. As obras exclusivas do Clube do Colecionador serão entregues aos sócios com os certificados de autenticidade na Contemporarte.

Nesta primeira edição, 15 sócios participam do programa e terão acesso às obras de edição limitada dos artistas Cadeh Juaçaba (Objeto), Rafael Limaverde (Fine art print), Totonho Laprovitera (Fine art print), Tulio Paracampos (Linoleogravura) e Zé Tarcísio(Serigrafia). Para cada edição, as obras selecionadas podem variar de técnica, entre as áreas de gravura, fotografia, objetos e entre outras.

 

Serviço:

Galeria Contemporarte celebra aniversário de um ano

Dia: 31 de agosto

Horário: 19h

Local: Rua Vilebaldo Aguiar, 300 – Cocó

Informações: (85) 3023.2001

Email: contato@contemporarte.com.br

Site: contemporarte.com.br

 

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Cadeh Juaçaba lança exposição “Plácido Povo” na Galeria Contemporarte 

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

14 de junho de 2016

A mostra é uma parceria das Galerias Contemporarte e Artequattro e segue aberta para visitação até 8 de julho

 divulgacao

Foto de Dario Matos

A galeria Contemporarte recebe, a partir de 16 de junho, a exposição “Plácido Povo”, de Cadeh Juaçaba, que usa a tecnologia digital num processo quase arqueológico para o resgate de uma Fortaleza escondida, na busca da ressignificação de sua arquitetura originalmente eclética. A mostra é uma parceria das Galerias Contemporarte e Artequattro e segue aberta para visitação até 8 de julho.

 

O trabalho é resultado de uma vasta pesquisa de Cadeh Juaçaba sobre a relevância sociocultural de obras arquitetônicas no Centro de Fortaleza e as intervenções por elas sofridas. “Fui motivado pela nostalgia da memória que não é minha e busco compreender os contrastes promovidos pelo tempo, os costumes, volumes urbanos e o lugar comum da publicidade”, revela.

 

Para a exposição, o artista buscou registros fotográficos de importantes construções erguidas entre 1915 e 1940, com o interesse de montar um passeio pelo centro histórico de Fortaleza. Posteriormente, capturou imagens atuais das obras para submeter aos softwares de fotogrametria. O produto final é o confronto desses contrastes visuais, como um convite para reobservar o espaço urbano e a paisagem cultural, o respeito à memória da cidade e suas construções históricas, motivando debates entre todos os setores sobre as condições do patrimônio público e privado.

 

De acordo com o diretor da Contemporarte, Aldonso Palácio, a exposição traz um olhar subjetivo de Cadeh Juaçaba para uma Fortaleza cheia de contrastes. “A cidade é viva e está em constante de mudança. Cada um tem uma nostalgia particular e também um modo próprio de lidar com as intervenções de cada época. As obras são um excelente convite para essa reflexão”, provoca.

CADEH JUAÇABA

Nascido de duas famílias diretamente ligadas a arte, Cadeh Juaçaba cresceu cercado de pessoas criativas e com suas criações artísticas distintas, de extrema relevância e projeção na cidade de Fortaleza. Por volta dos 9 anos, começou a frequentar o ateliê de sua tia-avó paterna, Heloysa Juaçaba, que o influenciou em suas primeiras experiências com a pintura. No decorrer dos anos, foi experimentando também a arte da escultura em cerâmica e desenvolvendo o desenho.

Após a graduação em Publicidade e Propaganda na Universidade de Fortaleza, atuou no mercado como diretor de arte e ilustração, por quatro anos, até iniciar o curso de pós-graduação em design de produto na Scuola Politécnica de Milão, na Itália. Na volta para Fortaleza, abriu o estúdio de design DEGIZ.

Participa assiduamente de cursos, workshops e seminários nacionais e internacionais na área das artes visuais e design. Recentemente, apresentou trabalho dedicado ao objeto de fé e a história de Padre Cicero, em mostra coletiva realizada em Fortaleza.

CLUBE DO COLECIONADOR

Durante o coquetel de lançamento da exposição “Plácido Povo”, a Contemporarte apresentará o Clube do Colecionar, programa da Galeria, em parceria com a Artequattro para fomentar a arte no Ceará. No primeiro grupo, 15 sócios receberão obras de uma edição limitada dos artistas Cadeh Juaçaba, Rafael Limaverde, Totonho Laprovitera, Tulio Paracampos e Zé Tarcísio. Cada trabalho será produzido em apenas 15 unidades, exclusivas para os sócios do projeto.

 

 

Serviço:

Exposição “Plácido Povo”

Artista: Cadeh Juaçaba

Abertura: 16 de junho (quinta)

Horário: 19h

Período da exposição: de 16/06 a 08/07

Horários: de segunda a sexta, das 10 às 19:00h.

Local: Galeria Contemporarte – Rua Vilebaldo Aguiar, 300 – Cocó – Fortaleza-CE

Informações (85) 3023 2001

contato@contemporarte.com.br

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Galeria Contemporarte apresenta exposição “Híbridos” de Mário Sanders

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

17 de Maio de 2016

Mario Sanders - Diga com quem andas (2015) - nanquim sobre papel - 30x42cm

O artista é um dos criadores do Movimento “Fratura Exposta”, que revolucionou as artes plásticas no Ceará na década de 1980

 

A galeria Contemporarte recebe, de 17 de maio a 7 de junho, a exposição “Híbridos”, com desenhos e objetos de Mário Sanders e curadoria de Cardoso Júnior, criadores do Movimento “Fratura Exposta”, que revolucionou as artes plásticas no Ceará na década de 1980. Mário Sanders já participou de várias coletivas e salões oficiais com premiações nos principais deles, como o XXXV Salão de Abril, o 2o Salão Norman Rockwel do Desenho e da Gravura e a XIV Unifor Plástica, todos em Fortaleza e a 7a Mostra do Desenho Brasileiro, em Curitiba.

As obras da exposição trazem a dualidade do comportamento humano sobre a funcionalidade dos objetos, num mergulho de Mário Sanders em sua autoconsciência para buscar um acordo com o mundo circundante. Apresentando formas reconfiguradas, o artista explora dois polos diametralmente opostos: o estranho e o familiar.

“Como definição concreta, meu trabalho seria desenhos ou objetos em forma de gente”, simplifica o artista, mas atentando para a mensagem contida em cada obra: “Híbrido está nos desenhos através dos traços e texturas para provocar, denunciar, pensar a vida no seu cotidiano urbano. Existe um pouco de política, de sexo, de violência, mas tudo com muita ironia e bom humor como sempre foi o teor do meu trabalho”, justificando assim, as características do objeto assemelhando-se a performance humana.

Para o diretor da Contemporarte, Aldonso Palácio, a exposição agradará em cheio o público frenquentador da galeria. “O trabalho do Mário Sanders buscaharmonizar os conflitos entre o “eu” e o “outro”, é provocativo e moderno. Vale a visita”, avalia.

 

MÁRIO SANDERS

Cearense de Aquiraz, Mario Sanders participou de várias coletivas e salões oficiais com premiações nos principais deles, como o XXXV Salão de Abril (Fortaleza/CE), a 7a Mostra do Desenho Brasileiro (Curitiba/PR), o 2o Salão Norman Rockwel do Desenho e da Gravura (Fortaleza/CE), a XIV Unifor Plástica (Fortaleza/CE) e outras.

“Performance Urbana” desenhos em nanquim sobre papel que retratavam o cotidiano com ironia e irreverência. Título de sua primeira exposição individual em 1988, Galeria Tukano em Fortaleza (1988).

“Desculpe” sua segunda individual (em parceria com Cardoso Junior) pinturas e desenhos numa homenagem à Arnaldo Batista dos mutantes no Museu de Arte da UFC (MAUC) em 1988.

Fundou e participou do grupo de artistas “Fratura Exposta”, principal movimento que revolucionou as artes plásticas no Ceará na década de 1980. A participação no movimento da arte contemporânea local e nacional. Performances e provocações estéticas. Seis jovens artistas da periferia. Exposições nada convencionais e muita irreverência.

Trabalhou no Jornal O Povo, fez ilustrações inesquecíveis para o Segundo Caderno e outros cadernos especiais de cultura. Trabalhou também para a Fundação Demócrito Rocha e outras importante editoras, como a Editora Vozes e Editora Osho, criando variadas ilustrações autorais. Também desenvolveu projetos gráficos e campanhas publicitárias em diversas agências de propaganda.

Hoje, dirige seu estúdio de arte e ilustrações.

 

EXPOSIÇÕES:

– II Prêmio Pirelli de Pintura Jovem – Masp-SP – (1985)

– Grupo Fratura Exposta – Casa Rdo Cela e Arte Galeria – Fortaleza-CE (1985)

– XXXV Salão de Abril – Fortaleza-CE – (1985)

– VII Unifor Plástica – Fortaleza-CE – (1986)

– XXXVI Salão de Abril – Fortaleza-CE – (1986)

– 7ª Mostra do Desenho Brasileiro – Curitiba-PR – (1986)

– 43º Salão Paranaense – Curitiba-PR – (1986)

– XXXIX Salão de Artes Plásticas de Pernambuco – Recife-PE – (1986)

– Salão de Arte Contemporânea de Pernambuco – Recife-PE – (1987)

– II Exposição Internacional de Esculturas Efêmeras Fortaleza-CE – (1987)

– XXXVIII Salão de Abril – Fortaleza-CE – (1988)

– Performance urbana – Galeria Tukano – Individual – Fortaleza-CE – (1988)

– Máscara – Espaço Cultural Teleceará – Coletiva – (1988)

– Artistas Cearenses em Montevidéu – Uruguai – (1988)

– Salão Paulista de Arte Contemporânea – São Paulo-SP – (1988)

– 3 artistas Cearenses – Sesc Paulista – São Paulo-SP (1988)

– X Unifor Plástica – Fortaleza-CE – (1989)

– Desculpe – MAUC – Individual – Fortaleza-CE – (1990)

– 2º Salão Norman Rockwel do Desenho e da Gravura – Fortaleza-CE – (1996)

– 54º Salão de Abril – Fortaleza-CE – (2003)

– Segunda pele – Coletiva no Museu de Arte Contemporânea do Paraná (2003)

– XIV Unifor Plástica – Fortaleza-CE – (2007)

– Desenhistas Cearenses – Galeria Vicente leite – Fortaleza-CE (2008)

– A Linha de Sombra – Galeria Vicente Leite – Fortaleza-CE (2010)

– De casa para o mundo…  (Salão de Abril – 1980-2009) – Dragão do Mar – Fortaleza-CE (2010)

– Copa com Arte – Galeria Vicente leite – Fortaleza-CE (2014)

PREMIAÇÕES:

– XXXV Salão de Abril – Fortaleza-CE – (1985)

– XXXVI Salão de Abril – Fortaleza-CE – (1986)

– VII Unifor Plástica – Fortaleza-CE – (1986)

– 7ª Mostra do Desenho Brasileiro – Curitiba-PR – (1986)

– XXXIX Salão de Artes Plásticas de Pernambuco – Recife-PE – (1986)

– XXXVIII Salão de Abril – Fortaleza-CE – (1988)

– Listel Teleceará – Fortaleza-CE – (1988)

– 2º Salão Norman Rockwel do Desenho e da Gravura – Fortaleza-CE – (1996)

– XIV Unifor Plástica – Fortaleza-CE – (2007)

 

Serviço:

Exposição “Híbridos”

Artistas: Mário Sanders

Abertura: 17 de maio (terça)

Horário: 19h

Período da exposição: de 17/05 a 07/06

Horários: de segunda a sexta, das 10 às 19:00h.

Local: Galeria Contemporarte – Rua Vilebaldo Aguiar, 300 – Cocó – Fortaleza-CE

Informações (85) 3023 2001

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Galeria Contemporarte apresenta Diego de Santos e o projeto “Poema 193”

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

16 de Fevereiro de 2016

Diego de Santos - Artista Plástico Cearense

Arte ] O novo trabalho do artista plástico cearense associa o confronto entre o imaginário da morada e o fogo para discorrer poeticamente sobre questões que permeiam o campo da intimidade e conflitos sociais

 

A galeria Contemporarte recebe, a partir de 19 de fevereiro, o “Poema 193”, novo trabalho do artista plástico cearense Diego de Santos, que possui obras em coleções particulares no Brasil e no exterior, além de acervos de instituições brasileiras. A exposição, que contará com desenhos, fotografias e vídeos do artista Diego de Santos, segue em Fortaleza até 4 de abril e depois viaja para as principais capitais brasileiras.

O projeto “Poema 193” consiste em um intenso processo experimental em que aciona-se o imaginário da concha, da casa, do arquétipo de morada, em confronto com o fogo e suas simbologias para discorrer poeticamente sobre questões que permeiam tanto o campo da intimidade, como sobre conflitos sociais.  Nos desenhos, Diego utiliza a técnica de fixação da fuligem e o uso de diferentes processos de queima além da utilização de intempéries naturais e da parafina na formação das gravuras. As obras em evidência estão avaliadas entre R$ 1,5 e 4 mil.

O projeto “Poema 193”, que também será transformado em livro, obteve pontuação máxima no Prêmio Funarte de Arte Contemporânea 2015. Com esta premiação, a exposição “Poema 193” ganhará notoriedade nacional e será realizada nas galerias e espaços Funarte em Brasília (DF), São Paulo (SP) e Belo Horizonte (MG), além de espaços parceiros da Fundação em Belém (PA) e Recife (PE).

Sobre Diego de Santos

Diego de Santos é formado em Artes Plásticas pelo IFCE e expõe desde 2005. Vive e trabalha em Caucaia e Fortaleza. Em 2014 ganhou o prêmio PIPA (Prêmio Investidor Profissional de Arte), o mais relevante prêmio brasileiro de artes visuais, na categoria Online Popular. Recentemente, foi premiado no Salão de Artes de Mato Grosso do Sul (edição 2013), além de ter sido premiado também no 8º Salão de Arte SESC Amapá, em 2010. Já participou de edições de feiras como SPArte e ArtRio. Tem obras no acervo do Centro Cultural Banco do Nordeste (Fortaleza), da Galeria Graça Landeira (Belém), Amparo 60 (Recife) e de vários galeristas, colecionadores e curadores no Brasil e no exterior.

 

 

Exposições individuais do artista:

 

2013
– “Leitura de Poemas Gastos”, Memorial da Paz, Vitória, ES
2012
– “Graças ao Perigo”, CUCA Che Guevara, Fortaleza, CE
2011
– “Um Mundo Aqui Dentro”, Galeria Amparo 60, Recife, PE
– “Graças ao Perigo”, Dança no Andar de Cima, Fortaleza, CE
2010
– “Passagem Sutil / Paisagem Permanente”, Galeria Antonio Bandeira, Fortaleza, CE
2009
– “Arranha-Verso”, Centro Cultural Banco do Nordeste, Fortaleza, CE
2008
– “Não Adianta Esfregar os Olhos” (Projeto “Sala Experimental”), MAC CE, Fortaleza, CE

 

Principais exposições coletivas

2014
– “Impressões Contemporâneas”, Centro Cultural Banco do Nordeste, Fortaleza, CE
2013
– “Por Entre Biografias”, Estoril, Fortaleza, CE
– Salão de Arte de Mato Grosso do Sul, MAC MS, Campo Grande, MS
– 19º Salão Anapolino de Arte, Anápolis, GO
– “Em Obras” – Dança no Andar de Cima, Fortaleza CE.
2012
– “O Universo Fantástico de Uma Memória Inventada”, Galeria SESC Iracema, Fortaleza, CE
– “Múltiplas Linguagens”, Galeria Vicente Leite, Fortaleza, CE
– “Mostra Panorama”, Galeria SESC Juazeiro, Juazeiro do Norte, CE
– 18º Salão UNAMA de Pequenos Formatos, Galeria Graça Landeira, Belém, PA
2011
– 62º Salão de Abril, IPPOO II, Fortaleza, CE
– “Campelo Costa e o Desenho Cearense”, Sobrado Dr. José Lourenço, Fortaleza, CE
2010
– Salão de Abril 1980 – 2010: “De Casa Para o Mundo, Do Mundo Para Casa”, MAC CE , Fortaleza, CE
– “Entre Desenhos”, Galeria SESC, Crato, CE
– X Bienal do Recôncavo, Centro Cultural Dannemman, São Félix, BA
– “Arte Cámara”/ ARTBO: 6ª Feira Internacional de Arte de Bogotá, Corferias, Bogotá, Colômbia
– 8º Salão de Arte SESC Amapá, Galeria SESC, Macapá, AP
– “Ponto de Partida”, Galeria Antonio Bandeira, Fortaleza, CE
– “Circuito Compartilhado”, Casa da Cultura, Sobral, CE
– 9º Salão Nacional de Jataí, MAC, Jataí, GO
– 16º Salão UNAMA de Pequenos Formatos, Galeria Graça Landeira, Belém, PA
– 61º Salão de Abril, Galeria Antonio Bandeira, Fortaleza, CE
2009
– “Fogo-Fátuo”, Museu de Arte da UFC, Fortaleza, CE
– “SPA das Artes”, Pátio de São Pedro, Recife, PE

2008

– 59º Salão de Abril, Centro de Referência do Professor, Fortaleza, CE
2007
– “Vestígios de Pensamentos Incertos”, Biblioteca Pública de Sobral, Sobral, CE
– “Zeitlup! Câmera Lenta”, Centro Cultural Banco do Nordeste, Sousa, PB
2006
– “Zeitlup! Câmera Lenta”, Galeria Antonio Bandeira, Fortaleza, CE
– “Hiperzoom: Fotografias Contemporâneas”, Museu da Estação, Antonina, PR
2005
– “Adesgraçadalebre”, Alpendre: Casa de arte, pesquisa e produção, Fortaleza, CE
– “Laboratório de Artistas”, Galeria Antonio Bandeira, Fortaleza, CE

 

Serviço:

Poema 193 – Diego de Santos

Abertura: 19 de fevereiro de 2016, às 19h

Período da exposição: de 19/02 a 04/04 de 2016

Horários: de segunda a sexta, de 10h às 19h

Local: Contemporarte (Rua Vilebaldo Aguiar, 300 – Cocó – Fortaleza-CE)

Informações: (85) 3023.2001

contato@contemporarte.com.br

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Galeria Contemporarte apresenta Diego de Santos e o projeto “Poema 193”

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

16 de Fevereiro de 2016

Diego de Santos - Artista Plástico Cearense

Arte ] O novo trabalho do artista plástico cearense associa o confronto entre o imaginário da morada e o fogo para discorrer poeticamente sobre questões que permeiam o campo da intimidade e conflitos sociais

 

A galeria Contemporarte recebe, a partir de 19 de fevereiro, o “Poema 193”, novo trabalho do artista plástico cearense Diego de Santos, que possui obras em coleções particulares no Brasil e no exterior, além de acervos de instituições brasileiras. A exposição, que contará com desenhos, fotografias e vídeos do artista Diego de Santos, segue em Fortaleza até 4 de abril e depois viaja para as principais capitais brasileiras.

O projeto “Poema 193” consiste em um intenso processo experimental em que aciona-se o imaginário da concha, da casa, do arquétipo de morada, em confronto com o fogo e suas simbologias para discorrer poeticamente sobre questões que permeiam tanto o campo da intimidade, como sobre conflitos sociais.  Nos desenhos, Diego utiliza a técnica de fixação da fuligem e o uso de diferentes processos de queima além da utilização de intempéries naturais e da parafina na formação das gravuras. As obras em evidência estão avaliadas entre R$ 1,5 e 4 mil.

O projeto “Poema 193”, que também será transformado em livro, obteve pontuação máxima no Prêmio Funarte de Arte Contemporânea 2015. Com esta premiação, a exposição “Poema 193” ganhará notoriedade nacional e será realizada nas galerias e espaços Funarte em Brasília (DF), São Paulo (SP) e Belo Horizonte (MG), além de espaços parceiros da Fundação em Belém (PA) e Recife (PE).

Sobre Diego de Santos

Diego de Santos é formado em Artes Plásticas pelo IFCE e expõe desde 2005. Vive e trabalha em Caucaia e Fortaleza. Em 2014 ganhou o prêmio PIPA (Prêmio Investidor Profissional de Arte), o mais relevante prêmio brasileiro de artes visuais, na categoria Online Popular. Recentemente, foi premiado no Salão de Artes de Mato Grosso do Sul (edição 2013), além de ter sido premiado também no 8º Salão de Arte SESC Amapá, em 2010. Já participou de edições de feiras como SPArte e ArtRio. Tem obras no acervo do Centro Cultural Banco do Nordeste (Fortaleza), da Galeria Graça Landeira (Belém), Amparo 60 (Recife) e de vários galeristas, colecionadores e curadores no Brasil e no exterior.

 

 

Exposições individuais do artista:

 

2013
– “Leitura de Poemas Gastos”, Memorial da Paz, Vitória, ES
2012
– “Graças ao Perigo”, CUCA Che Guevara, Fortaleza, CE
2011
– “Um Mundo Aqui Dentro”, Galeria Amparo 60, Recife, PE
– “Graças ao Perigo”, Dança no Andar de Cima, Fortaleza, CE
2010
– “Passagem Sutil / Paisagem Permanente”, Galeria Antonio Bandeira, Fortaleza, CE
2009
– “Arranha-Verso”, Centro Cultural Banco do Nordeste, Fortaleza, CE
2008
– “Não Adianta Esfregar os Olhos” (Projeto “Sala Experimental”), MAC CE, Fortaleza, CE

 

Principais exposições coletivas

2014
– “Impressões Contemporâneas”, Centro Cultural Banco do Nordeste, Fortaleza, CE
2013
– “Por Entre Biografias”, Estoril, Fortaleza, CE
– Salão de Arte de Mato Grosso do Sul, MAC MS, Campo Grande, MS
– 19º Salão Anapolino de Arte, Anápolis, GO
– “Em Obras” – Dança no Andar de Cima, Fortaleza CE.
2012
– “O Universo Fantástico de Uma Memória Inventada”, Galeria SESC Iracema, Fortaleza, CE
– “Múltiplas Linguagens”, Galeria Vicente Leite, Fortaleza, CE
– “Mostra Panorama”, Galeria SESC Juazeiro, Juazeiro do Norte, CE
– 18º Salão UNAMA de Pequenos Formatos, Galeria Graça Landeira, Belém, PA
2011
– 62º Salão de Abril, IPPOO II, Fortaleza, CE
– “Campelo Costa e o Desenho Cearense”, Sobrado Dr. José Lourenço, Fortaleza, CE
2010
– Salão de Abril 1980 – 2010: “De Casa Para o Mundo, Do Mundo Para Casa”, MAC CE , Fortaleza, CE
– “Entre Desenhos”, Galeria SESC, Crato, CE
– X Bienal do Recôncavo, Centro Cultural Dannemman, São Félix, BA
– “Arte Cámara”/ ARTBO: 6ª Feira Internacional de Arte de Bogotá, Corferias, Bogotá, Colômbia
– 8º Salão de Arte SESC Amapá, Galeria SESC, Macapá, AP
– “Ponto de Partida”, Galeria Antonio Bandeira, Fortaleza, CE
– “Circuito Compartilhado”, Casa da Cultura, Sobral, CE
– 9º Salão Nacional de Jataí, MAC, Jataí, GO
– 16º Salão UNAMA de Pequenos Formatos, Galeria Graça Landeira, Belém, PA
– 61º Salão de Abril, Galeria Antonio Bandeira, Fortaleza, CE
2009
– “Fogo-Fátuo”, Museu de Arte da UFC, Fortaleza, CE
– “SPA das Artes”, Pátio de São Pedro, Recife, PE

2008

– 59º Salão de Abril, Centro de Referência do Professor, Fortaleza, CE
2007
– “Vestígios de Pensamentos Incertos”, Biblioteca Pública de Sobral, Sobral, CE
– “Zeitlup! Câmera Lenta”, Centro Cultural Banco do Nordeste, Sousa, PB
2006
– “Zeitlup! Câmera Lenta”, Galeria Antonio Bandeira, Fortaleza, CE
– “Hiperzoom: Fotografias Contemporâneas”, Museu da Estação, Antonina, PR
2005
– “Adesgraçadalebre”, Alpendre: Casa de arte, pesquisa e produção, Fortaleza, CE
– “Laboratório de Artistas”, Galeria Antonio Bandeira, Fortaleza, CE

 

Serviço:

Poema 193 – Diego de Santos

Abertura: 19 de fevereiro de 2016, às 19h

Período da exposição: de 19/02 a 04/04 de 2016

Horários: de segunda a sexta, de 10h às 19h

Local: Contemporarte (Rua Vilebaldo Aguiar, 300 – Cocó – Fortaleza-CE)

Informações: (85) 3023.2001

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