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Investe CE

por Oswaldo Scaliotti

Federação do Comércio de Bens

Confiança do Consumidor cai, mas mantem tendência de recuperação

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

06 de setembro de 2018

77,8% dos entrevistados acreditam que sua situação financeira futura será melhor ou muito melhor do que a atual.

 

 

De acordo com pesquisa realizada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Ceará (Fecomércio/CE), em setembro, o Índice de Confiança do Consumidor de Fortaleza (ICC) apresentou redução de -2,9%, passando de 108,7 pontos, em agosto, para 105,5 pontos neste mês. Apesar da queda, o ICC mantém a tendência de recuperação iniciada no final do ano passado.

Expectativa dos consumidores

 

A pesquisa revela que, em setembro, 42,0% dos entrevistados mostram boa disposição para a compra de bens duráveis. Dentre aqueles que demonstram maior entusiasmo, destacam-se os consumidores do sexo masculino (45,4% dos entrevistados afirmam que setembro é um bom momento para compra de bens de consumo duráveis), do grupo com idade entre 18 e 24 anos (44,8%) e com renda familiar entre cinco e dez salários mínimos (47,6%).

 

O estudo também mostra que 59,7% dos consumidores de Fortaleza consideram que sua situação financeira atual está melhor ou muito melhor do que há um ano – taxa levemente abaixo da verificada em agosto (60,2%). Já as expectativas com o futuro se mostram mais otimistas, com 77,8% dos entrevistados acreditando que sua situação financeira futura será melhor ou muito melhor do que a atual.

 

Pretensão de compra

A taxa de pretensão de compras teve declínio de -6,4 pontos percentuais, passando de 35,7%, em agosto, para 29,3% neste mês, situando-se, também, abaixo da observada no mesmo mês do ano passado (31,9%).

 

Após a Copa do Mundo de Futebol, a demanda de televisores ganhou concorrência com os artigos de vestuário, mas o calendário de promoções do varejo alimenta a procura por bens de consumo duráveis para o lar, conforme sugere a lista de produtos mais procurados: televisores, citados por 19,2% dos entrevistados; artigos de vestuário (18,6%); móveis e artigos de decoração (12,4%); calçados (12,4%); geladeiras e refrigeradores (11,9%); fogões (9,6%); e automóveis (8,1%).

 

O valor médio das compras é estimado em R$ 569,39 e a intenção de compra mostra-se mais elevada para os consumidores do sexo masculino (29,7%), mais vigorosa para o grupo com idade entre 18 a 24 anos (36,3%) e com renda familiar de até cinco salários mínimos (30,1%).

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Adece e Fecomércio farão plano de ação para desenvolvimento do Sertão Central

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

10 de agosto de 2017

O desenvolvimento econômico e social dos 15 municípios do Sertão Central Cearense foi discutido na sede da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio-CE), em Fortaleza. Além do presidente da casa, Luiz Gastão Bittencourt, da presidente da Agência de Desenvolvimento do estado do Ceará (Adece), Nicolle Barbosa, e do presidente da Associação dos Municípios do Sertão Central (Amusc), Marcondes Holanda, a reunião contou com a presença de prefeitos e representantes dos municípios participantes da iniciativa. 
 
Na ocasião, Nicolle destacou as parcerias que já estão sendo realizadas individualmente com alguns municípios e ressaltou a importância do trabalho em conjunto para desenvolver a região em sua totalidade. “É importante dinamizar a economia já existente em cada localidade. A atitude da Amusc em ampliar parcerias é fundamental para o desenvolvimento sustentável da região do Sertão Central que conta com o nosso apoio”, completa.
Bittencourt apresentou a estrutura da Fecomércio e expôs os programas existentes na casa que possam ser utilizados como ferramenta para auxiliar no desenvolvimento econômico e social dos municípios.
 
Uma nova reunião será realizada no mês de setembro. Desta vez, Adece e Fecomércio levarão projetos a serem discutidos e executados na própria região.
* postado por Oswaldo Scaliotti
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Confiança do empresário tem quarta queda consecutiva

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

21 de junho de 2017

 Segundo pesquisa realizada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Ceará (Fecomércio/CE), o Índice de Confiança do Empresário do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Ceará – ICEC do bimestre maio/junho mostra redução de -4,4% no sentimento geral de confiança dos empresários, com o índice passando de 96,0 pontos, no bimestre março/abril, para 91,8 pontos na medição atual.

O componente Índice de Situação Presente (ISP) teve queda de -1,3%, saindo de 51,2 pontos no bimestre março/abril para 50,5 pontos neste período. A crise econômica continua afetando a percepção do empresário do comércio, com 77,0% dos entrevistados afirmando impactos negativos nos seus setores de atividade e 88,4% reconhecendo que as condições gerais das suas empresas pioraram nos últimos seis meses.

 

As perspectivas para o futuro, refletidas no Índice de Situação Futura – ISF, pioraram -5,1%, com o índice passando de 128,5 pontos no bimestre anterior para 121,9 pontos nesta medição, mas permanece no campo que indica otimismo (acima dos 100 pontos). O empresário acredita na melhoria das condições de suas empresas, com 61,8% dos entrevistados esperando momentos melhores nos próximos seis meses e 91,3% com previsão de crescimento das vendas.

 

 

Saiba mais

O Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Comércio (IPDC) da Fecomércio/CE foi criado para suprir a ausência de informações práticas e de dados estatísticos confiáveis que auxiliassem as ações de planejamento e de desenvolvimento das empresas do segmento de comércio de bens, serviços e   turismo. O Instituto realiza e desenvolve pesquisas, sobretudo, de viés econômico, fornecendo dados referentes ao comportamento do consumidor, a situação econômica do comércio local e as tendências de mercado e de consumo dos fortalezenses.

 

O Índice de Confiança do Empresário (ICEC) é indicador antecedente, apurado exclusivamente entre os tomadores de decisão das empresas do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, cujo objetivo é detectar as tendências das ações empresariais do setor do ponto de vista do empresário. Ele pode ser dividido em três indicadores: Índice de Situação Presente (ISP) Presente, Índice das Expectativas Futuras (IEF) e Índice Geral (ICEC).

 

Índice atual: diz respeito diz respeito às condições atuais da economia brasileira, setor de atividade e da empresa em um prazo de até́ trinta dias.

Índice Futuro: calculado com base na opinião dos empresários no que concerne as expectativas em relação ao setor de atividade e da empresa em um horizonte temporal de onze meses (com exceção dos próximos trinta dias). Índice Geral: é o indicador antecedente das variações na demanda agregada da economia. É um valor ponderado entre o Índice Atual e o Índice Futuro.

 

  • postado por Oswaldo Scaliotti
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Intenção de compra sobe pelo quarto mês consecutivo

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

13 de junho de 2017

 

O valor médio das compras é estimado em R$ 288,15 e a intenção de compra mostra-se mais elevada para os consumidores do sexo masculino

 

A intenção de compra do consumidor de Fortaleza subiu pelo quarto mês consecutivo, com 37,1% dos entrevistados revelando disposição para o consumo em junho. É o que revela pesquisa realizada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Ceará (Fecomércio/CE), sobre o Índice de Confiança do Consumidor de Fortaleza (ICC). Mas apesar do resultado, o ICC apresentou redução de -0,8%, passando de 95,6 pontos, em maio, para 94,9 pontos neste mês.Conforme a pesquisa, o resultado do ICC foi influenciado pela queda de -2,0% no Índice de Situação Presente, que passou de 86,6 pontos, em maio, para 84,9 pontos em junho. O Índice de Situação Futura permaneceu estável (+0,0%), permanecendo em 101,6 pontos.

Expectativa dos consumidores

De acordo com o levantamento do ICC, no perfil daqueles com maior otimismo se destacam os consumidores do gênero masculino (35,7%), do grupo com idade entre 18 e 24 anos (33,8%) e com renda familiar superior a dez salários mínimos (74,1%).A pesquisa também aponta que 47,8% dos consumidores de Fortaleza consideram que sua situação financeira atual está melhor ou muito melhor do que há um ano. Já as expectativas com o futuro se mostram mais otimistas, com 68,9% dos entrevistados acreditando que sua situação financeira futura será melhor ou muito melhor do que a atual.

Por outro lado, a pesquisa revela que o consumidor de Fortaleza tem mostrado preocupações com o ambiente econômico nacional, com 62,1% dos entrevistados descrevendo-o como ruim ou péssimo. Esse sentimento recebe influências da percepção das restrições na oferta de crédito e, principalmente, do sentimento de relativa piora no mercado de trabalho.

Pretensão de compra

Segundo o levantamento, a taxa de pretensão de compras teve crescimento de +1,2 pontos percentuais, passando de 35,9%, em maio, para 37,1% neste mês – o quarto aumento consecutivo desde o início do ano.O valor médio das compras é estimado em R$ 288,15 e a intenção de compra mostra-se mais elevada para os consumidores do sexo masculino (38,7%), mais vigorosa para o grupo com idade entre 18 a 24 anos (47,5%) e com renda familiar superior a dez salários mínimos (54,5%).Os produtos mais procurados são: televisores, citados por 19,7% dos entrevistados; aparelhos de telefonia celular (16,4%); móveis e artigos de decoração (16,1%); artigos de vestuário (14,8%); geladeiras e refrigeradores (12,2%); e calçados (8,2%).

 

Saiba mais

O Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Comércio (IPDC) da Fecomércio/CE foi criado para suprir a ausência de informações práticas e de dados estatísticos confiáveis que auxiliassem as ações de planejamento e de desenvolvimento das empresas do segmento de comércio de bens, serviços e turismo. O Instituto realiza e desenvolve pesquisas, sobretudo, de viés econômico, fornecendo dados referentes ao comportamento do consumidor, a situação econômica do comércio local e as tendências de mercado e de consumo dos fortalezenses.

A Pesquisa de Confiança e Intenção de Compra do Consumidor de Fortaleza (ICC) é realizada mensalmente pelo IPDC. O estudo tem como principal objetivo verificar a expectativa real dos consumidores, em relação à situação econômica e em relação às futuras intenções de compras. A pesquisa avalia, também, o potencial de consumo a cada mês, a confiança do consumidor em relação à capacidade de compra e a situação do país. Além de verificar os produtos que o consumidor deseja adquirir, a propensão para gastar, a situação financeira atual e futura do consumidor, entre outros.

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Consumidor em busca de liquidações

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

09 de Março de 2017

O valor médio das compras é estimado em R$ 290,95 e a intenção de compra mostra-se superior para os homens.

 

Segundo pesquisa realizada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Ceará (Fecomércio/CE), o Índice de Confiança do Consumidor de Fortaleza apresentou redução de -3,5% em março de 2017, com relação ao último mês de fevereiro, passando de 101,9 pontos para 98,3 pontos neste mês. O índice voltou para o campo que indica pessimismo (abaixo dos 100 pontos), mas a pretensão de compra de bens de consumo duráveis subiu, com o consumidor ávido por liquidações e promoções.

O resultado do ICC de março foi influenciando pela diminuição de -6,3% do Índice de Situação Presente, que passou de 93,1 pontos, em fevereiro, para 87,3 pontos em março. Já o Índice de Situação Futura teve contração de -2,0% indo a 105,6 pontos, como pode ser visto na tabela a seguir:

 

                                           ICC – Síntese dos resultados

Índice Valor mensal – em pontos Média do Trimestre
Jan Fev Mar
ICC 107,9 101,9 98,3 102,7
ISP 98,3 93,1 87,3 92,9
IEF 114,3 107,7 105,6 109,2

 

Fonte: Pesquisa Direta Fecomércio/IPDC

 

 

Pretensão de compra

A taxa de pretensão de compras teve crescimento de +4,1 pontos percentuais, passando de 29,1%, em fevereiro, para 33,2% neste mês. A expressiva presença de bens de consumo duráveis, como eletroeletrônicos, móveis e artigos de decoração, sugere que o consumidor procura por liquidações e promoções e pode movimentar o varejo neste mês.

 

O valor médio das compras é estimado em R$ 290,95 e a intenção de compra mostra-se superior para os homens (34,4%), mais vigorosa para os consumidores do grupo com idade entre 25 e 34 anos (41,8%) e com renda familiar superior a dez salários mínimos (49,7%). Os produtos mais procurados são: televisores, citados por 26,6% dos entrevistados; móveis e artigos de decoração (17,2%); geladeiras e refrigeradores (16,3%); artigos de vestuário (15,7%); aparelhos de telefonia celular (11,4%); máquina de lavar roupa (8,9%); e fogão (8,6%).

 

Expectativa dos consumidores

Nos últimos meses os consumidores têm sentido os efeitos de um ambiente econômico adverso, marcado pelo baixo crescimento, juros elevados e aumento do desemprego. Nesse cenário, o consumidor tem sido cuidadoso nas compras, preservando sua capacidade de pagamento para aquilo que considera essencial ou aproveitando o calendário de promoções e liquidações.

Esse sentimento se reflete no Índice de Situação Presente, que se manteve no campo que indica o pessimismo (abaixo de 100 pontos) desde o final do primeiro trimestre do ano passado. O resultado de março deve, ainda, ser visto considerando a sazonalidade típica desse período, o que colaborou para a diminuição do percentual de consumidores que consideram o momento atual ótimo ou bom para a compra de bens duráveis, indo de 39,0%, em fevereiro, para 31,8% neste mês.

No perfil daqueles com maior otimismo se destacam os consumidores do gênero masculino (34,7%), do grupo com idade entre 18 e 24 anos (36,1%) e com renda familiar superior a dez salários mínimos (85,6%).

 

A pesquisa também revela que 53,7% dos consumidores de Fortaleza consideram que sua situação financeira atual está melhor ou muito melhor do que há um ano. Já as expectativas com o futuro se mostram mais otimistas, com 74,5% dos entrevistados acreditando que sua situação financeira futura será melhor ou muito melhor do que a atual.

O consumidor de Fortaleza tem mostrado preocupações com o ambiente econômico nacional, com 58,2% dos entrevistados descrevendo-o como ruim ou péssimo. Esse sentimento recebe influências da percepção das restrições na oferta de crédito e, principalmente, do sentimento de relativa piora no mercado de trabalho.

 

Saiba mais

O Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Comércio (IPDC) da Fecomércio/CE foi criado para suprir a ausência de informações práticas e de dados estatísticos confiáveis que auxiliassem as ações de planejamento e de desenvolvimento das empresas do segmento de comércio de bens, serviços e turismo. O Instituto realiza e desenvolve pesquisas, sobretudo, de viés econômico, fornecendo dados referentes ao comportamento do consumidor, a situação econômica do comércio local e as tendências de mercado e de consumo dos fortalezenses.

 

A Pesquisa de Confiança e Intenção de Compra do Consumidor de Fortaleza (ICC) é realizada mensalmente pelo IPDC. O estudo tem como principal objetivo verificar a expectativa real dos consumidores, em relação à situação econômica e em relação às futuras intenções de compras. A pesquisa avalia, também, o potencial de consumo a cada mês, a confiança do consumidor em relação à capacidade de compra e a situação do país. Além de verificar os produtos que o consumidor deseja adquirir, a propensão para gastar, a situação financeira atual e futura do consumidor, entre outros.

 

  • postado por Oswaldo Scaliotti
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Fecomércio-CE lança novos Guias de Orientação Empresarial

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

08 de Março de 2017

Seis novas edições dos Guias de Orientação Empresarial acabam de ser lançados pela Fecomércio-CE (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo) como parte do Projeto “Fortalecimento do Comércio”. Realizado em parceria com o Sebrae, o Projeto visa tornar mais eficiente a gestão empresarial dos empreendimentos do comércio de bens, serviços e turismo do Ceará.

 

Com a elaboração dos Guias de Orientação, é possível dispor de informações sobre as atividades dos diversos segmentos do Comércio, conhecer os passos indispensáveis para a formalização das empresas, além de contar com um roteiro completo para a preparação de planos de negócios e para a captação de recursos. As publicações integram um projeto mais amplo de fortalecimento setorial, que inclui o levantamento de dados sobre as empresas e o perfil do empresariado, bem como ações focadas no fortalecimento dos Sindicatos filiados à Federação.

Outro ponto relevante é que os Guias também oferecem uma lista completa dos serviços disponibilizados tanto pelos Sindicatos, quanto pelo Sistema Fecomércio que engloba o Sesc, o Senac e o IPDC. “Com esse projeto, a Federação reitera sua missão institucional de contribuir para o desenvolvimento da sociedade e gerar oportunidades para que as empresas do setor assegurem melhores resultados”, destaca Luiz Gastão Bittencourt, presidente da Fecomércio.

A segunda fase do projeto, que já teve outros seis títulos lançados, contempla o Sindilojas de Juazeiro do Norte, Iguatu e Crato, o Comércio varejista de Caucaia e o segmento de farmácias e lavanderias. Na primeira fase, lançada em 2015, os setores de Salão de Beleza, Eventos, Asseio e Conservação, Auto-Escola, e do Comércio Varejista de Pacajus e Sindióptica se integraram ao Projeto. Agora, são 12 os segmentos atendidos, dentre os 36 sindicatos filiados e que representam 150 mil empresas cearenses.

  

Para Antônio Félix, presidente do Sincofarma (Sind. do Com. Varejista de Prod. Farmacêuticos de Estado do Ceará), esse trabalho é de grande importância para o setor: “estamos efetivamente empenhados em contribuir, e a construção deste Guia fortalece nosso segmento farmacista. Com a participação de todos, conseguiremos manter os direitos e assegurar conquistas por meio de um Sindicato forte e em prol da coletividade”.

Para Alci Porto, Diretor Técnico do Sebrae Ceará e parceiro do Projeto, “os Guias reúnem, de forma objetiva e sucinta, tudo o que é necessário para uma gestão eficaz, fortalecendo os sindicatos e reforçando as boas práticas de vendas. Com isso, ganhamos todos: não só pelo reforço da atividade comercial em si, mas pelo fortalecimento dos pequenos negócios, os reais e decisivos promotores do nosso desenvolvimento”, destacou o diretor.

O Projeto prevê o atendimento de todos os segmentos do comércio, representados pela Federação. Tem como fases a elaboração de pesquisa e diagnóstico do setor, seguido de planejamento estratégico e culmina com a elaboração do Guia. 

 

Serviço

Os Guias estão disponibilizados nas sedes dos Sindicatos filiados à Fecomércio-CE.

Encontre os endereços e telefones clicando no link: http://www.fecomercio-ce.org.br/site/sindicatos/

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Empresário do comércio permanece atento ao cenário econômico

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

14 de Fevereiro de 2017

 Segundo pesquisa realizada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Ceará (Fecomércio/CE), o Índice de Confiança do Empresário do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Ceará – ICEC do bimestre janeiro/fevereiro mostra redução de -1,1% no sentimento geral de confiança dos empresários, com o índice passando de 99,5 pontos, no bimestre novembro/dezembro, para 98,4 pontos na medição atual. O resultado decorre, principalmente, da queda na expectativa de vendas futuras, com reflexos sobre a intenção de investimentos e contratações no primeiro semestre.

Apesar da relativa piora no indicador geral, o componente Índice de Situação Presente – ISP teve aumento de +11,8%, saindo de 48,5 pontos no bimestre novembro/dezembro, para 54,3 pontos neste período. O empresário do comércio permanece atento ao momento econômico, com 58,1% afirmando que as condições gerais da economia pioraram nos últimos doze meses e, apesar da expectativa ter melhorado ao longo do último ano, o sentimento ainda é de um ambiente frágil, tendo em vista a permanência do indicador na faixa que indica pessimismo (índice abaixo de 100,0 pontos).

As perspectivas para o futuro, refletidas no Índice de Expectativas Futuras – IEF, tiveram declínio de -4,7%, influenciado, principalmente, com preocupações com a conjuntura econômica nacional. Apesar de 73,5% dos entrevistados esperarem momentos melhores para a economia brasileira, o indicador de expectativa de vendas caiu -2,6%, refletindo numa pior perspectiva para o setor de atividade e, consequentemente, para as próprias empresas.

A pesquisa ainda mostra que, acompanhando o retrocesso no índice geral de confiança, a intenção de investimentos também caí, com o Índice de Investimentos das Empresas tendo diminuição de -4,7% no bimestre e atingindo 105,6 pontos. O principal impacto será a redução no nível de investimentos, com 89,7% dos empresários avaliando baixa disposição para investir e queda de -6,4% na intenção de contratação de empregados.

 

Saiba mais

O Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Comércio (IPDC) da Fecomércio/CE foi criado para suprir a ausência de informações práticas e de dados estatísticos confiáveis que auxiliassem as ações de planejamento e de desenvolvimento das empresas do segmento de comércio de bens, serviços e turismo. O Instituto realiza e desenvolve pesquisas, sobretudo, de viés econômico, fornecendo dados referentes ao comportamento do consumidor, a situação econômica do comércio local e as tendências de mercado e de consumo dos fortalezenses.

 

O Índice de Confiança do Empresário (ICEC) é indicador antecedente, apurado exclusivamente entre os tomadores de decisão das empresas do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, cujo objetivo é detectar as tendências das ações empresariais do setor do ponto de vista do empresário. Ele pode ser dividido em três indicadores: Índice de Situação Presente (ISP) Presente, Índice das Expectativas Futuras (IEF) e Índice Geral (ICEC).

 

Índice atual: diz respeito diz respeito às condições atuais da economia brasileira, setor de atividade e da empresa em um prazo de até́ trinta dias.Índice Futuro: calculado com base na opinião dos empresários no que concerne as expectativas em relação ao setor de atividade e da empresa em um horizonte temporal de onze meses (com exceção dos próximos trinta dias). Índice Geral: é o indicador antecedente das variações na demanda agregada da economia. É um valor ponderado entre o Índice Atual e o Índice Futuro.

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Sazonalidade contribui para queda da Confiança do Consumidor Fortalezense 

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

08 de Fevereiro de 2017

O valor médio das compras é estimado em R$261,97 e a intenção de compra mostra-se superior para os homens. 

 

Segundo pesquisa realizada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Ceará (Fecomércio/CE), o Índice de Confiança do Consumidor de Fortaleza apresentou redução de -5,6% em fevereiro de 2017 com relação ao último mês de janeiro, passando de 107,9 pontos para 101,9 pontos neste mês. Apesar da queda o Índice permanece no campo que indica otimismo (acima dos 100 pontos), mantendo uma tendência de melhoria gradual no ânimo dos consumidores.

 

O resultado do ICC de fevereiro foi influenciando pela diminuição de -5,3% do Índice de Situação Presente, que passou de 98,3 pontos, em janeiro, para 93,1 pontos em fevereiro. Já o Índice de Situação Futura teve contração de -5,8% indo a 107,7 pontos, como pode ser visto na tabela a seguir:

 

 

ICC – Síntese dos resultados

Índice Valor mensal – em pontos Média do Trimestre
Dez Jan Fev
ICC 100,0 107,9 101,9 103,3
ISP 90,0 98,3 93,1 93,8
IEF 106,7 114,3 107,7 109,6

Fonte: Pesquisa Direta Fecomércio/IPDC

 

Pretensão de compra

A taxa de pretensão de compras teve queda significativa de -13,4 pontos percentuais, passando de 42,5%, em janeiro, para 29,1% neste mês. O resultado é uma surpresa negativa, pois esse foi o pior resultado desse índice desde setembro de 2012, quando atingiu a marca de 28,1%.

 

O valor médio das compras é estimado em R$ 261,97 e a intenção de compra mostra-se superior para os homens (29,5%), mais vigorosa para os consumidores do grupo com idade entre 18 e 24 anos (39,2%) e com renda familiar superior a dez salários mínimos (49,9%). Os produtos mais procurados são: artigos de vestuário, citados por 24,8% dos entrevistados; televisores (21,6%); aparelhos de telefonia celular (19,1%); calçados (18,6%); móveis e artigos de decoração (13,0%); e geladeiras e refrigeradores (10,1%).

 

Expectativa dos consumidores

Nos últimos meses os consumidores têm sentido os efeitos de um ambiente econômico adverso, marcado pelo baixo crescimento, inflação em alta e aumento do desemprego. Nesse cenário, o consumidor tem sido cuidadoso nas compras, preservando sua capacidade de pagamento para aquilo que considera essencial ou aproveitando o calendário de promoções e liquidações.

 

Esse sentimento se reflete no Índice de Situação Presente, que se manteve no campo que indica o pessimismo (abaixo de 100 pontos) desde março do ano passado. Apesar disso, o histórico recente da pesquisa tem revelado uma tendência, ainda tímida, de melhora, com contínuas elevações da confiança.

 

O resultado de fevereiro deve, ainda, ser visto considerando a sazonalidade típica desse período, o que colaborou para a diminuição do percentual de consumidores que consideram o momento atual ótimo ou bom para a compra de bens duráveis, indo de 43,9%, em janeiro, para 39,0% neste mês. No perfil daqueles com maior otimismo se destacam os consumidores do gênero masculino (40,2%), do grupo com idade entre 18 e 24 anos (41,3%) e com renda familiar superior a dez salários mínimos (50,2%).

 

A pesquisa também revela que 56,0% dos consumidores de Fortaleza consideram que sua situação financeira atual está melhor ou muito melhor do que há um ano. Já as expectativas com o futuro se mostram mais otimistas, com 75,2% dos entrevistados acreditando que sua situação financeira futura será melhor ou muito melhor do que a atual.

 

O consumidor de Fortaleza tem mostrado preocupações com o ambiente econômico nacional, com 58,1% dos entrevistados descrevendo-o como ruim ou péssimo. Esse sentimento recebe influências da percepção da inflação, das restrições na oferta de crédito e, principalmente, do sentimento de relativa piora no mercado de trabalho.

 

Saiba mais

O Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Comércio (IPDC) da Fecomércio/CE foi criado para suprir a ausência de informações práticas e de dados estatísticos confiáveis que auxiliassem as ações de planejamento e de desenvolvimento das empresas do segmento de comércio de bens, serviços e turismo. O Instituto realiza e desenvolve pesquisas, sobretudo, de viés econômico, fornecendo dados referentes ao comportamento do consumidor, a situação econômica do comércio local e as tendências de mercado e de consumo dos fortalezenses.

 

A Pesquisa de Confiança e Intenção de Compra do Consumidor de Fortaleza (ICC) é realizada mensalmente pelo IPDC. O estudo tem como principal objetivo verificar a expectativa real dos consumidores, em relação à situação econômica e em relação às futuras intenções de compras. A pesquisa avalia, também, o potencial de consumo a cada mês, a confiança do consumidor em relação à capacidade de compra e a situação do país. Além de verificar os produtos que o consumidor deseja adquirir, a propensão para gastar, a situação financeira atual e futura do consumidor, entre outros.

 

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Pesquisa da Fecomércio revela elevação da confiança do consumidor e do empresário do comércio

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

07 de junho de 2016

 A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Ceará (Fecomércio/CE), está divulgando nesta terça-feira (7) o resultado das pesquisas;Índice de Confiança do Consumidor de Fortaleza (ICC) e o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC). As recentes alterações no cenário político já refletem nos resultados de ambas, enquanto o ICC apresenta crescimento de 6,2% em relação ao mês de maio, o ICEC também mostra uma elevação expressiva de 22,5%, com o índice passando de 75,8 pontos para 92,9 pontos nesta última medição.

 

ICC

 O resultado do ICC de junho derivou do aumento combinado dos seus dois componentes: o Índice de Situação Presente subiu 3,7%, passando de 82,4 pontos em maio para 85,5 pontos neste mês; o Índice de Situação Futura avançou 7,6%, atingindo 113,6 pontos, como pode ser visto na tabela a seguir:

 

Tabela 1 – ICC, Síntese dos resultados

Índice Valor mensal – em pontos Média do Trimestre
Abr Mai Jun
ICC 97,8 96,4 102,4 98,9
ISP 90,7 82,4 85,5 86,2
IEF 102,6 105,7 113,6 107,3

 

Fonte: Pesquisa Direta Fecomércio/IPDC

Pretensão de compra

Acompanhando a melhora no Índice de Confiança, a taxa de pretensão de compras teve avanço de 7,1 pontos percentuais, passando de 35,8%, em maio, para 42,9% neste mês. Essa taxa também é superior à verificada no mesmo mês do ano passado, de 37,1%, podendo sugerir uma retomada de consumo como resultado da melhoria da confiança.

O valor médio das compras é estimado em R$ 304,69 e a intenção de compra mostra-se superior para as mulheres (44,6%), mais vigorosa para os consumidores do grupo com idade entre 18 e 24 anos (58,3%) e com renda familiar entre cinco e dez salários mínimos (48,8%). Os produtos mais procurados são: Artigos de vestuário, citados por 21,7% dos entrevistados; Televisores (17,9%); Aparelhos de telefonia celular (14,7%); Calçados (13,0%); Móveis e artigos de decoração (12,7%); Geladeira e refrigeradores (11,8%); e Máquina de lavar roupa (10,4%).

 

Expectativa dos consumidores

A expectativa dos consumidores, medida pelo percentual de consumidores que consideram o momento atual ótimo ou bom para a compra de bens duráveis teve incremento em junho, passando de 28,2%, em maio, para 30,8% neste mês. No perfil daqueles com maior disposição para as compras se destacam os consumidores do gênero masculino (32,3%), do grupo com idade entre de 25 e 34 anos (33,1%) e com renda familiar superior a dez salários mínimos (48,4%).

A pesquisa também revela que 51,2% dos consumidores de Fortaleza consideram que sua situação financeira atual está melhor ou muito melhor do que há um ano. Já as expectativas com o futuro se mostram mais otimistas, com 75,5% dos entrevistados acreditando que sua situação financeira futura será melhor ou muito melhor do que a atual.

O consumidor de Fortaleza tem mostrado preocupações com a situação econômica nacional, com 50,4% dos entrevistados descrevendo-a como ruim ou péssima. Esse sentimento recebe influências da percepção da inflação, da piora nas condições do crédito e do sentimento de relativa piora no mercado de trabalho.

 

Saiba mais

A Pesquisa de Confiança e Intenção de Compra do Consumidor de Fortaleza (ICC) é realizada mensalmente pelo IPDC- Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Comércio, ligado à Fecomércio-CE. Tem como principal objetivo verificar a expectativa real dos consumidores, em relação à situação econômica e em relação às futuras intenções de compras. A pesquisa avalia, também, o potencial de consumo a cada mês, a confiança do consumidor em relação à capacidade de compra e a situação do país. Além de verificar os produtos que o consumidor deseja adquirir, a propensão para gastar, a situação financeira atual e futura do consumidor, entre outros.

 

ICEC

Já o resultado da pesquisa Índice de Confiança do Empresário do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Ceará – ICEC, aponta que as mudanças do cenário político elevaram a confiança do empresário do comércio. De periodicidade bimestral, o ICEC do terceiro bimestre do ano (maio-junho) mostra uma elevação expressiva de 22,5%, com o índice passando de 75,8 pontos (março –abril) para 92,9 pontos nesta última medição.

O componente Índice de Situação Presente – ISP teve uma melhora de 12,2%, passando de 45,5 pontos, para 51,1 pontos, neste bimestre. Apesar da expressiva melhora percentual, o baixo patamar do índice é motivo de preocupação e reflete o desânimo dos empresários do comércio com o atual momento econômico, com 43,3% dos entrevistados acreditando que as condições gerais da economia nacional pioraram muito nos últimos doze meses.

As perspectivas para o futuro, refletidas no Índice de Expectativas Futuras – IEF, são melhores em termos absolutos e estão no campo que indica otimismo, tendo sido observado melhoria de 34,9%, com o índice passando de 95,5 pontos, em abril, para 128,9 pontos neste mês. A absoluta maioria dos entrevistados (82,3%) acreditam que o cenário tende a melhorar nos próximos seis meses, com aumento das vendas (77,1%) e da oferta de empregos (43,2%).

Quanto ao Índice de Investimento das Empresas – IIE, que reflete a disposição de inversão de recursos na atividade, houve crescimento mais modesto, de 8,7%, com o índice passando de 79,9 pontos em abril para 86,9 pontos neste mês. Apesar do sentimento de otimismo com a economia e o cenário projetado de crescimento das vendas, apenas 17,5% dos entrevistados esperam maior investimento em estoques.

 

  • postado por Oswaldo Scaliotti
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Consumidor com confiança em alta no início do ano

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

19 de Janeiro de 2016

Segundo pesquisa divulgada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Ceará (Fecomércio/CE), o Índice de Confiança do Consumidor de Fortaleza apresentou aumento de 5,8%, neste início de ano, passando de 99,6 pontos em dezembro, para 105,4 pontos neste mês – voltando à área de otimismo do índice.

A recuperação do ICC decorreu da melhora dos seus dois componentes: o Índice de Situação Presente subiu 9,4%, passando de 93,3 pontos em dezembro para 102,1 pontos neste mês e o Índice de Situação Futura ascendeu 3,6%, atingindo 107,6 pontos, como pode ser visto na tabela a seguir:

 

Tabela 1 – ICC, Síntese dos resultados

Índice Valor mensal – em pontos Média do Trimestre
Nov Dez Jan
ICC 95,7 99,6 105,4 100,2
ISP 88,1 93,3 102,1 94,5
IEF 100,7 103,9 107,6 104,1

Fonte: Pesquisa Direta Fecomércio/IPDC

 

Pretensão de compra

Apesar da melhoria da confiança, a taxa de pretensão de compras teve queda de 7,6 pontos percentuais, passando de 50,0%, em dezembro, para 42,4% neste mês – o que pode ser explicado pela sazonalidade, já que dezembro é o melhor mês para o varejo. Excluindo esse efeito, a tendência do indicador é a mesma observada para o ICC, sinalizando retomada das compras, com o índice se aproximando do observado em janeiro do ano passado (43,8%).

 

O valor médio das compras é estimado em R$ 320,03 e a intenção de compra mostra-se ligeiramente superior para as mulheres (42,5%), mais vigorosa para os consumidores do grupo com idade entre 25 e 34 anos (52,0%) e com renda familiar superior a dez salários mínimos (60,2%). Os produtos mais procurados são: Televisores; citados por 18,1% dos entrevistados; Móveis e Artigos de Decoração (16,05%); Geladeiras e Refrigeradores (15,5%); Artigo de Vestuário (12,3%); Máquina de Lavar Roupa (10,2%); Fogão (10,1%); Aparelho de Telefonia Celular (9,5%).

 

Expectativa dos consumidores

A expectativa dos consumidores, medida pelo percentual de consumidores que consideram o momento atual ótimo ou bom para a compra de bens duráveis também teve melhora em janeiro, passando de 35,6%, em dezembro, para 46,1% neste mês.

No perfil daqueles com maior disposição para as compras se destacam os consumidores do gênero feminino (41,5%), do grupo com idade acima dos 35 anos (42,5%) e com renda familiar superior a dez salários mínimos (50,0%).

A pesquisa também revela que 64,5% dos consumidores de Fortaleza consideram que sua situação financeira atual está melhor ou muito melhor do que há um ano. Já as expectativas com o futuro se mostram mais otimistas, com 74,6% dos entrevistados acreditando que sua situação financeira futura será melhor ou muito melhor do que a atual.

O consumidor de Fortaleza tem mostrado preocupações com a situação econômica nacional, com 56,8% dos entrevistados descrevendo-a como ruim ou péssima. Esse sentimento recebe influências da aceleração da inflação, do aumento dos juros e da percepção de relativa piora no mercado de trabalho.

 

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A Pesquisa de Confiança e Intenção de Compra do Consumidor de Fortaleza (ICC) é realizada mensalmente pelo IPDC- Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Comércio, ligado à Fecomércio/CE. Tem como principal objetivo verificar a expectativa real dos consumidores, em relação à situação econômica e em relação às futuras intenções de compras. A pesquisa avalia, também, o potencial de consumo a cada mês, a confiança do consumidor em relação à capacidade de compra e a situação do país. Além de verificar os produtos que o consumidor deseja adquirir, a propensão para gastar, a situação financeira atual e futura do consumidor, entre outros.

  • postado por Oswaldo Scaliotti
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Consumidor com confiança em alta no início do ano

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

19 de Janeiro de 2016

Segundo pesquisa divulgada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Ceará (Fecomércio/CE), o Índice de Confiança do Consumidor de Fortaleza apresentou aumento de 5,8%, neste início de ano, passando de 99,6 pontos em dezembro, para 105,4 pontos neste mês – voltando à área de otimismo do índice.

A recuperação do ICC decorreu da melhora dos seus dois componentes: o Índice de Situação Presente subiu 9,4%, passando de 93,3 pontos em dezembro para 102,1 pontos neste mês e o Índice de Situação Futura ascendeu 3,6%, atingindo 107,6 pontos, como pode ser visto na tabela a seguir:

 

Tabela 1 – ICC, Síntese dos resultados

Índice Valor mensal – em pontos Média do Trimestre
Nov Dez Jan
ICC 95,7 99,6 105,4 100,2
ISP 88,1 93,3 102,1 94,5
IEF 100,7 103,9 107,6 104,1

Fonte: Pesquisa Direta Fecomércio/IPDC

 

Pretensão de compra

Apesar da melhoria da confiança, a taxa de pretensão de compras teve queda de 7,6 pontos percentuais, passando de 50,0%, em dezembro, para 42,4% neste mês – o que pode ser explicado pela sazonalidade, já que dezembro é o melhor mês para o varejo. Excluindo esse efeito, a tendência do indicador é a mesma observada para o ICC, sinalizando retomada das compras, com o índice se aproximando do observado em janeiro do ano passado (43,8%).

 

O valor médio das compras é estimado em R$ 320,03 e a intenção de compra mostra-se ligeiramente superior para as mulheres (42,5%), mais vigorosa para os consumidores do grupo com idade entre 25 e 34 anos (52,0%) e com renda familiar superior a dez salários mínimos (60,2%). Os produtos mais procurados são: Televisores; citados por 18,1% dos entrevistados; Móveis e Artigos de Decoração (16,05%); Geladeiras e Refrigeradores (15,5%); Artigo de Vestuário (12,3%); Máquina de Lavar Roupa (10,2%); Fogão (10,1%); Aparelho de Telefonia Celular (9,5%).

 

Expectativa dos consumidores

A expectativa dos consumidores, medida pelo percentual de consumidores que consideram o momento atual ótimo ou bom para a compra de bens duráveis também teve melhora em janeiro, passando de 35,6%, em dezembro, para 46,1% neste mês.

No perfil daqueles com maior disposição para as compras se destacam os consumidores do gênero feminino (41,5%), do grupo com idade acima dos 35 anos (42,5%) e com renda familiar superior a dez salários mínimos (50,0%).

A pesquisa também revela que 64,5% dos consumidores de Fortaleza consideram que sua situação financeira atual está melhor ou muito melhor do que há um ano. Já as expectativas com o futuro se mostram mais otimistas, com 74,6% dos entrevistados acreditando que sua situação financeira futura será melhor ou muito melhor do que a atual.

O consumidor de Fortaleza tem mostrado preocupações com a situação econômica nacional, com 56,8% dos entrevistados descrevendo-a como ruim ou péssima. Esse sentimento recebe influências da aceleração da inflação, do aumento dos juros e da percepção de relativa piora no mercado de trabalho.

 

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A Pesquisa de Confiança e Intenção de Compra do Consumidor de Fortaleza (ICC) é realizada mensalmente pelo IPDC- Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Comércio, ligado à Fecomércio/CE. Tem como principal objetivo verificar a expectativa real dos consumidores, em relação à situação econômica e em relação às futuras intenções de compras. A pesquisa avalia, também, o potencial de consumo a cada mês, a confiança do consumidor em relação à capacidade de compra e a situação do país. Além de verificar os produtos que o consumidor deseja adquirir, a propensão para gastar, a situação financeira atual e futura do consumidor, entre outros.

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