Publicidade

Investe CE

por Oswaldo Scaliotti

Comprometimento de Renda

Inadimplência é a mais baixa do ano

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

16 de dezembro de 2016

A taxa está se ajustando após atingir, em novembro, o patamar mais elevado da série histórica iniciada em 2010

 

Neste mês de dezembro, a Pesquisa sobre Endividamento do Consumidor de Fortaleza, realizada pela Federação do Comércio do Estado do Ceará (Fecomércio/CE), revela 70,1% dos consumidores da capital cearense possuem algum tipo de dívida. O índice veio 6,3 pontos percentuais acima do indicador do último mês de novembro (63,8%), mas, apesar desse aumento, a inadimplência caiu 2,0 pontos percentuais e atingiu o melhor resultado do ano (7,2%).

 

O consumidor mostrou dificuldades para o gerenciamento das dívidas ao longo do ano, pressionado pela crise econômica e pela inflação que corroeu parte do poder de compra de sua renda. Assim, o percentual da renda comprometido com o pagamento de dívidas avançou 0,4 pontos percentuais no mês, fechando o ano com 37,2% da renda familiar dedicada ao pagamento de dívidas – resultado superior à média anual do indicador, de 36,2%.

A proporção dos consumidores com contas ou dívidas em atraso teve crescimento de 1,7 ponto percentual, passando de 21,0%, em novembro, para 22,7% neste mês.  Os problemas financeiros afetam mais as mulheres (23,5% dos entrevistados desse grupo afirmaram possuir contas em atraso), os consumidores do grupo com idade entre 25 e 34 anos (29,4%) e do estrato com renda familiar abaixo de cinco salários mínimos (24,5%).

 

O tempo médio de atraso é de 65 dias e a principal justificativa para o não pagamento das dívidas é o desequilíbrio financeiro – a diferença entre a renda e os gastos correntes – citado por 63,7% dos consumidores. O segundo motivo mais citado é o adiamento por conta do uso dos recursos em outras finalidades, com 28,3%, seguido da contestação da dívida (8,2%).

 

Comprometimento de Renda

Em Fortaleza 70,1% dos consumidores possuem algum tipo de dívida. Os instrumentos de crédito mais utilizados pelos consumidores são: cartões de crédito, citados por 76,1% dos entrevistados; financiamento bancário (veículos, imóveis etc.), com 15,3%;carnês e crediário, com 10,8%; e empréstimos pessoais, com 8,0%.

 

O consumidor utilizou o crédito para a compra de:

  • Itens de alimentação (53,1% das respostas);
  • Artigos de vestuário (39,8%);
  • Eletroeletrônicos (33,6%); e
  • Realização de despesas de educação e saúde (25,6%).

 

O valor médio das dívidas é estimado em R$ 1.349, com prazo médio de sete meses, comprometendo 37,2% da renda familiar dos consumidores com o seu pagamento – nível considerado excessivamente elevado.

 

Inadimplência potencial

A taxa de inadimplência potencial, ou seja, a proporção de consumidores que não terão condições financeiras para honrar seus compromissos, teve redução de 2,0 pontos percentuais, passando de 9,2%, em novembro, para 7,2%, neste mês – o melhor resultado deste ano.A taxa está se ajustando após atingir, em novembro, o patamar mais elevado da série histórica iniciada em 2010, quando a atual metodologia passou a ser adotada pelo IPDC. O perfil do consumidor inadimplente mostra preponderância do grupo de consumidores do sexo masculino (inadimplência potencial de 7,8%), com idade acima de 35 anos (8,0%) e renda familiar inferior a cinco salários mínimos (7,5%).

 

Orçamento familiar

A Pesquisa de Endividamento também revela que 78,9% dos consumidores de Fortaleza afirmam fazer orçamento mensal e acompanhamento eficaz dos seus gastos e rendimentos, o que contribui para um melhor controle dos níveis de endividamento. Dos entrevistados, 8,8% relataram que fazem orçamento dos rendimentos, mas sem controle eficaz dos gastos e 12,3% informaram não possuir orçamento e tampouco controle dos gastos.

 

A falta de planejamento orçamentário é um problema crítico para o controle do endividamento, estando sempre entre um dos principais motivos para o atraso ou inadimplência. Dos fatores que os consumidores consideram que mais contribuem para esse problema, listam-se: A falta de orçamento e controle dos gastos, com 33,3%; as compras por impulso, sem necessidade ou além do necessário, com 28,8%; gastos imprevistos, com 18,4%; o aumento dos gastos considerados essenciais, com 16,3%;compras antecipadas, com 15,8%; facilidade e oferta de crédito, com 9,2%; e desemprego, com 9,1%.

 

Saiba mais

A pesquisa é realizada mensalmente e tem como objetivo indicar a capacidade de endividamento do consumidor de Fortaleza, visando conhecer o comprometimento financeiro desse, em relação ao comércio local. Auxilia os empresários a planejarem estratégias de vendas, analisarem situações de risco, entre outras oportunidades. Quatro indicadores distintos são verificados nessa pesquisa: Taxa de Consumidores com Contas ou Dívidas em Atrasos; Taxa de Comprometimento da Renda do Consumidor; Taxa de Inadimplência em Potencial e Planejamento Financeiro e Orçamento Familiar. Mensalmente, cerca de mil consumidores da região metropolitana de Fortaleza são entrevistados pelo IPDC para a realização desta pesquisa.

Publicidade

Taxa de endividamento é a mais baixa desde novembro de 2014

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

17 de novembro de 2016

 

 

O valor médio das dívidas é estimado em R$ 1.310, com prazo médio de oito meses

 

Neste mês de novembro, a Pesquisa sobre Endividamento do Consumidor de Fortaleza, realizada pela Federação do Comércio do Estado do Ceará (Fecomércio-CE), revela que 63,8% dos consumidores da capital cearense possuem algum tipo de dívida. O índice veio 2,4 pontos percentuais abaixo do indicador do último mês de outubro (66,2%) e é o melhor resultado desde novembro de 2014, quando índice media 58,4%.

Além da redução na taxa de endividamento, caíram a proporção de consumidores com contas em atraso (21,0%) e o percentual da renda comprometida com o pagamento de dívidas (36,8%), mas permanece a recomendação da necessidade de atenção no controle das dívidas, já que os principais motivos declarados para o desequilíbrio financeiro são a falta do orçamento familiar e as compras por impulso.

A proporção dos consumidores com contas ou dívidas em atraso teve redução de 1,0 ponto percentual, passando de 22,0%, em outubro, para 21,0% neste mês.  Os problemas financeiros afetam mais as mulheres (21,4% dos entrevistados desse grupo afirmaram possuir contas em atraso), os consumidores do grupo com idade entre 25 e 34 anos (24,2%) e do estrato com renda familiar abaixo de cinco salários mínimos (21,2%).

O tempo médio de atraso é de 72 dias e a principal justificativa para o não pagamento das dívidas é o desequilíbrio financeiro – a diferença entre a renda e os gastos correntes – citado por 69,4% dos consumidores. O segundo motivo mais citado é o adiamento por conta do uso dos recursos em outras finalidades, com 29,3%, seguido da contestação da dívida (80,4%).

 

Comprometimento de Renda

Em Fortaleza 63,8% dos consumidores possuem algum tipo de dívida. Os instrumentos de crédito mais utilizados pelos consumidores são os cartões de crédito, citados por 79,6% dos entrevistados; o financiamento bancário (veículos, imóveis etc.), com 13,8%; os carnês e crediários, com 9,5%; e os empréstimos pessoais, com 8,8%.

 

O consumidor utilizou o crédito para a compra de:

  • Itens de alimentação (58,1% das respostas);
  • Eletroeletrônicos (37,7%); e
  • Artigos de vestuário (32,3%);
  • Realização de despesas de educação e saúde (31,4%).

 

O valor médio das dívidas é estimado em R$ 1.310, com prazo médio de sete meses, comprometendo 36,8% da renda familiar dos consumidores com o seu pagamento – nível considerado excessivamente elevado.

 

Inadimplência potencial

A taxa de inadimplência potencial, ou seja, a proporção de consumidores que não terão condições financeiras para honrar seus compromissos, teve aumento de 0,8 pontos percentuais, passando de 8,4%, em outubro, para 9,2%, neste mês.

 

O percentual está se ajustando após atingir, em outubro, o patamar mais elevado da série histórica iniciada em 2010, quando a atual metodologia passou a ser adotada pelo IPDC. O perfil do consumidor inadimplente mostra preponderância do grupo de consumidores do sexo masculino (inadimplência potencial de 9,8%), com idade acima de 35 anos (10,4%) e renda familiar entre cinco e dez salários mínimos (10,3%).

 

Orçamento familiar

A Pesquisa de Endividamento também revela que 80,1% dos consumidores de Fortaleza afirmam fazer orçamento mensal e acompanhamento eficaz dos seus gastos e rendimentos, o que contribui para um melhor controle dos níveis de endividamento. 10,9% relataram que fazem orçamento dos rendimentos, mas sem controle eficaz dos gastos e 9,0% dos entrevistados informaram não possuir orçamento e tampouco controle dos gastos.

 

A falta de planejamento orçamentário é um problema crítico para o controle do endividamento, estando sempre entre um dos principais motivos para o atraso ou inadimplência. Dos fatores que os consumidores consideram que mais contribuem para esse problema, listam-se: a falta de orçamento e controle dos gastos, com 48,1%; as compras por impulso, sem necessidade ou além do necessário, com 27,3%; o aumento dos gastos considerados essenciais, com 22,9%; compras antecipadas, com 21,7%;desemprego, com 11,8%; gastos imprevistos, com 11,7%; e redução dos rendimentos, com 10,6%.

 

Saiba mais

A pesquisa é realizada mensalmente e tem como objetivo indicar a capacidade de endividamento do consumidor de Fortaleza, visando conhecer o comprometimento financeiro desse, em relação ao comércio local. Auxilia os empresários a planejarem estratégias de vendas, analisarem situações de risco, entre outras oportunidades. Quatro indicadores distintos são verificados nessa pesquisa: Taxa de Consumidores com Contas ou Dívidas em Atrasos; Taxa de Comprometimento da Renda do Consumidor; Taxa de Inadimplência em Potencial e Planejamento Financeiro e Orçamento Familiar. Mensalmente, cerca de mil consumidores da região metropolitana de Fortaleza são entrevistados pelo IPDC para a realização desta pesquisa.

 

  • postado por Oswaldo Scaliotti
Publicidade

Endividamento permanece estável em novembro

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

12 de novembro de 2015

Neste mês de novembro, a Pesquisa sobre Endividamento do Consumidor de Fortaleza, divulgada pela Federação do Comércio do Estado do Ceará (Fecomércio-Ce),  mostra que 71,7% dos consumidores da capital cearense possuem algum tipo de dívida. O resultado veio 0,3 pontos percentuais abaixo do indicador do último mês de outubro (72,0%), mostrando estabilidade do nível de endividamento.

A proporção dos consumidores com contas ou dívidas em atraso teve aumento de 3,1 pontos percentuais, indo de 20,7%, em outubro, para 23,8% neste mês.  Os problemas financeiros afetam mais as mulheres (24,3% afirmam possuir contas em atraso), os consumidores do grupo com idade entre 25 e 34 anos (32,2%) e do estrato com renda familiar inferior a cinco salários mínimos (25,8%).

O tempo médio de atraso é de 67 dias e a principal justificativa para o não pagamento das dívidas é o desequilíbrio financeiro – a diferença entre a renda e os gastos correntes – citado por 62,9% dos consumidores. O segundo motivo mais citado é o adiamento por conta do uso dos recursos em outras finalidades, com 28,1%, seguido da contestação da dívida (8,4%).

 

Comprometimento de Renda

Em Fortaleza 71,7% dos consumidores possuem algum tipo de dívida. Os instrumentos de crédito mais utilizados pelos consumidores são: cartões de crédito, citados por 79,6% dos entrevistados; o financiamento bancário (veículos, imóveis etc.), com 14,9%; os carnês e crediários (9,2%); e os empréstimos pessoais, com 7,0%.

 

O consumidor utilizou o crédito para a compra de:

  • Itens de alimentação (53,5% das respostas);
  • Eletroeletrônicos (38,2%);
  • Artigos de vestuário (33,2%); e
  • Realização de despesas de educação e saúde (26,9%).

 

O consumidor vem apresentando dificuldades no gerenciamento de suas dívidas, desde o final do ano passado. Além disso, o peso dos itens de alimentação nas contas a prazo indica dificuldades no controle do orçamento doméstico nos últimos meses. O valor médio das dívidas é estimado em R$ 1.395 e prazo médio de sete meses, comprometendo 32,4% da renda familiar dos consumidores com o seu pagamento.

Inadimplência potencial

A taxa de inadimplência potencial, ou seja, a proporção de consumidores que não terão condições financeiras para honrar seus compromissos, teve aumento de 3,8 pontos percentuais, passando de 5,5%, em outubro, para 9,3%, neste mês.

A manutenção de um percentual elevado da renda comprometida com o pagamento de dívidas e o aumento do custo de vida contribui para o crescimento da inadimplência potencial, mas a maioria dos consumidores parece estar conseguindo administrar a qualidade do crédito. O perfil do consumidor inadimplente mostra preponderância do grupo de consumidores do sexo feminino (11,0%), com idade entre 25 e 34 anos (12,0%) e renda familiar abaixo de cinco salários mínimos (9,9%).

 

Orçamento familiar

A Pesquisa de Endividamento também revela que 78,4% dos consumidores de Fortaleza afirmam fazer orçamento mensal e acompanhamento eficaz dos seus gastos e rendimentos, o que contribui para um melhor controle dos níveis de endividamento. 10,3% relataram que fazem orçamento dos rendimentos, mas sem controle eficaz dos gastos e 11,2% dos entrevistados informaram não possuir orçamento e tampouco controle dos gastos.

A falta de planejamento orçamentário é um problema crítico para o controle do endividamento, estando sempre entre um dos principais motivos para o atraso ou inadimplência. Dos fatores que os consumidores consideram que mais contribuem para esse problema, listam-se:

  • A falta de orçamento e controle dos gastos, com 43,1%;
  • O aumento dos gastos considerados essenciais, com 30,4%;
  • As compras por impulso, sem necessidade ou além do necessário, com 30,1%;
  • Compras antecipadas, com 14,8%;
  • Gastos imprevistos, com 12,4%; e
  • Redução dos rendimentos, com 9,4%.

 

 Saiba mais

A pesquisa é realizada mensalmente e tem como objetivo indicar a capacidade de endividamento do consumidor de Fortaleza, visando conhecer o comprometimento financeiro desse, em relação ao comércio local.

Auxilia os empresários a planejarem estratégias de vendas, analisarem situações de risco, entre outras coisas. Quatro indicadores distintos são verificados nessa pesquisa: Taxa de Consumidores com Contas ou Dívidas em Atrasos; Taxa de Comprometimento da Renda do Consumidor; Taxa de Inadimplência em Potencial e Planejamento Financeiro e Orçamento Familiar. Mensalmente, cerca de mil consumidores da região metropolitana de Fortaleza são entrevistados pelo IPDC para a realização desta pesquisa.

  • postado por Oswaldo Scaliotti
Publicidade

Endividamento permanece estável em novembro

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

12 de novembro de 2015

Neste mês de novembro, a Pesquisa sobre Endividamento do Consumidor de Fortaleza, divulgada pela Federação do Comércio do Estado do Ceará (Fecomércio-Ce),  mostra que 71,7% dos consumidores da capital cearense possuem algum tipo de dívida. O resultado veio 0,3 pontos percentuais abaixo do indicador do último mês de outubro (72,0%), mostrando estabilidade do nível de endividamento.

A proporção dos consumidores com contas ou dívidas em atraso teve aumento de 3,1 pontos percentuais, indo de 20,7%, em outubro, para 23,8% neste mês.  Os problemas financeiros afetam mais as mulheres (24,3% afirmam possuir contas em atraso), os consumidores do grupo com idade entre 25 e 34 anos (32,2%) e do estrato com renda familiar inferior a cinco salários mínimos (25,8%).

O tempo médio de atraso é de 67 dias e a principal justificativa para o não pagamento das dívidas é o desequilíbrio financeiro – a diferença entre a renda e os gastos correntes – citado por 62,9% dos consumidores. O segundo motivo mais citado é o adiamento por conta do uso dos recursos em outras finalidades, com 28,1%, seguido da contestação da dívida (8,4%).

 

Comprometimento de Renda

Em Fortaleza 71,7% dos consumidores possuem algum tipo de dívida. Os instrumentos de crédito mais utilizados pelos consumidores são: cartões de crédito, citados por 79,6% dos entrevistados; o financiamento bancário (veículos, imóveis etc.), com 14,9%; os carnês e crediários (9,2%); e os empréstimos pessoais, com 7,0%.

 

O consumidor utilizou o crédito para a compra de:

  • Itens de alimentação (53,5% das respostas);
  • Eletroeletrônicos (38,2%);
  • Artigos de vestuário (33,2%); e
  • Realização de despesas de educação e saúde (26,9%).

 

O consumidor vem apresentando dificuldades no gerenciamento de suas dívidas, desde o final do ano passado. Além disso, o peso dos itens de alimentação nas contas a prazo indica dificuldades no controle do orçamento doméstico nos últimos meses. O valor médio das dívidas é estimado em R$ 1.395 e prazo médio de sete meses, comprometendo 32,4% da renda familiar dos consumidores com o seu pagamento.

Inadimplência potencial

A taxa de inadimplência potencial, ou seja, a proporção de consumidores que não terão condições financeiras para honrar seus compromissos, teve aumento de 3,8 pontos percentuais, passando de 5,5%, em outubro, para 9,3%, neste mês.

A manutenção de um percentual elevado da renda comprometida com o pagamento de dívidas e o aumento do custo de vida contribui para o crescimento da inadimplência potencial, mas a maioria dos consumidores parece estar conseguindo administrar a qualidade do crédito. O perfil do consumidor inadimplente mostra preponderância do grupo de consumidores do sexo feminino (11,0%), com idade entre 25 e 34 anos (12,0%) e renda familiar abaixo de cinco salários mínimos (9,9%).

 

Orçamento familiar

A Pesquisa de Endividamento também revela que 78,4% dos consumidores de Fortaleza afirmam fazer orçamento mensal e acompanhamento eficaz dos seus gastos e rendimentos, o que contribui para um melhor controle dos níveis de endividamento. 10,3% relataram que fazem orçamento dos rendimentos, mas sem controle eficaz dos gastos e 11,2% dos entrevistados informaram não possuir orçamento e tampouco controle dos gastos.

A falta de planejamento orçamentário é um problema crítico para o controle do endividamento, estando sempre entre um dos principais motivos para o atraso ou inadimplência. Dos fatores que os consumidores consideram que mais contribuem para esse problema, listam-se:

  • A falta de orçamento e controle dos gastos, com 43,1%;
  • O aumento dos gastos considerados essenciais, com 30,4%;
  • As compras por impulso, sem necessidade ou além do necessário, com 30,1%;
  • Compras antecipadas, com 14,8%;
  • Gastos imprevistos, com 12,4%; e
  • Redução dos rendimentos, com 9,4%.

 

 Saiba mais

A pesquisa é realizada mensalmente e tem como objetivo indicar a capacidade de endividamento do consumidor de Fortaleza, visando conhecer o comprometimento financeiro desse, em relação ao comércio local.

Auxilia os empresários a planejarem estratégias de vendas, analisarem situações de risco, entre outras coisas. Quatro indicadores distintos são verificados nessa pesquisa: Taxa de Consumidores com Contas ou Dívidas em Atrasos; Taxa de Comprometimento da Renda do Consumidor; Taxa de Inadimplência em Potencial e Planejamento Financeiro e Orçamento Familiar. Mensalmente, cerca de mil consumidores da região metropolitana de Fortaleza são entrevistados pelo IPDC para a realização desta pesquisa.

  • postado por Oswaldo Scaliotti