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Investe CE

por Oswaldo Scaliotti

Centro Internacional de Negócios

Icapuí é o município do Ceará com maior queda nas exportações no primeiro bimestre de 2019

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

18 de Abril de 2019

Nos dois primeiros meses de 2019, Icapuí exportou US$ 7,3 milhões, figurando como o oitavo município que mais exporta no Ceará. Esse valor, no entanto, é 63,1% inferior ao exportado no mesmo período de 2018. Foi a maior queda entre os 20 municípios que mais exportam no Ceará. As importações, por sua vez, somaram US$ 488,5 mil no primeiro bimestre do ano, uma redução de 69,8% em relação ao mesmo período do ano anterior. O saldo comercial foi positivo, com um superávit de US$ 6,8 milhões. Os dados são de estudo realizado pelo Centro Internacional de Negócios da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC).

O subgrupo que engloba “Melões, melancias e papaias (mamões) frescos” é o maior impulsionador das vendas ao exterior, com US$ 6,31 milhões. Logo em seguida, estão os crustáceos, com US$ 754,8 mil. Os principais destinos incluem Holanda, em primeiro lugar, com US$ 3,41 milhões, seguida de Reino Unido, com US$ 2,45 milhões.

Caixas e embalagens são os produtos mais importados pela cidade, registrando US$ 390,1 mil, no primeiro bimestre de 2019. Espanha, México, Israel e Tailândia são as principais origens das importações da cidade.

O PIB a preços correntes de Icapuí foi contabilizado pelo IBGE (2015) em R$ 228,1 milhões, sendo 61% englobado pelo setor de serviços, 27% pelo setor primário e 10% pela indústria. A esfera agropecuária é caracterizada principalmente pela produção de frutas como melões, caju e bananas, além de pescados como lagostas.

Saiba mais

O Centro Internacional de Negócios da FIEC apoia a internacionalização das empresas cearenses e promove ações estratégicas, de capacitação e relações institucionais, com o objetivo de impulsionar as exportações e importações da indústria do Ceará. Faz parte da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), que junto com Serviço Social da Indústria (SESI Ceará), Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI Ceará), Instituto Euvaldo Lodi (IEL Ceará) e o Observatório da Indústria formam o Sistema FIEC.

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Ceará é o principal exportador de pescados do Brasil em janeiro

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

12 de Fevereiro de 2019

O setor de ferro e aço lidera a lista dos principais setores exportadores do Ceará no mês de janeiro, com US$ 139,1 milhões, fazendo do Ceará o 4º no ranking dos que mais exportam nesse segmento. Os calçados também apresentaram resultado revelante em janeiro deste ano, com um total de US$ 38,7 milhões. Esse montante é o maior já registrado em um mês de janeiro desde 2012. Os dados são do estudo Ceará em Comex, elaborado pelo Centro Internacional de Negócios da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), tendo como referência o mês de janeiro de 2019.

O segmento de “Máquinas, aparelhos e materiais elétricos, e suas partes” manteve o desempenho de destaque do ano passado, enviando ao exterior mais de US$ 10 milhões, um incremento de quase quatro mil pontos percentuais. O segmento de pescados, tradicional na pauta exportadora cearense, registrou um forte avanço em 2019, com um crescimento de 199,4%, chegando a US$ 4,8 milhões. Esse valor garantiu ao Ceará o posto de estado que mais exporta pescados do Brasil, principalmente pelas exportações de lagostas.

O Ceará em Comex revela também que os principais produtos da pauta exportadora cearense são as placas de aço, produzidas principalmente na siderúrgica em São Gonçalo do Amarante e os calçados fabricados, em sua maioria, em Sobral. As placas de aço totalizaram US$ 135 milhões e os calçados US$ 24,5 milhões, esses últimos em suas três principais classificações. Além desses, o Ceará exporta mais de 400 produtos (NCM) diferentes.

Um destaque está nas pás e geradores de energia eólica, que voltaram a ser exportadas com significância em 2018 e que são registrados como “Partes de outros motores, geradores/grupos eletrogeradores”. As pás eólicas embasam o forte crescimento da cidade de Caucaia e registraram US$ 10,6 milhões em janeiro desse ano. Outro produto que já teve grande representatividade nas vendas externas do Ceará e que vinha apresentando recorrentes quedas, voltou a crescer em 2019, os “couros e peles inteiros, de bovinos”, aumentaram as vendas internacionais em 393,3% chegando a US$ 4,6 milhões, tendo como Estados Unidos e Itália como principais destinos.

Em janeiro de 2019, os produtos exportados pelo Ceará tiveram como destino 100 países. Os Estados Unidos mantiveram o posto de maior comprador dos produtos fabricados no estado, com US$ 91,8 milhões, mais que o dobro do valor contabilizado no ano passado. O país que exibiu maior crescimento foi a Itália, que passou a ser destino das placas de aço e importou do Ceará um total de US$ 69,9 milhões, crescendo mais de mil pontos percentuais. Outro país que cresceu em proporções semelhantes nas vendas internacionais do estado foi o Japão, que saiu de US$ 373,5 mil, para US$ 4,3 milhões no comparativo entre 2018 e 2019, também por causa da exportação de produtos siderúrgicos.

Importações

Quanto às aquisições internacionais, o estado cearense é o 12° em importações no país no acumulado de 2019. A elevação do volume importado em relação ao mesmo período em 2018 chegou a 5,6%, atingindo o maior total importado desde 2015, quando o volume foi superior aos US$ 600 milhões. Dos US$ 206 milhões importados em 2019, a cidade de São Gonçalo do Amarante responde por US$ 84 milhões, com uma participação de 40%. (Tabelas 9 e 10). O município é líder dessa lista e importa principalmente combustíveis sólidos para abastecimento da siderúrgica local. Logo em seguida, a capital Fortaleza totalizou US$ 39,2 milhões, importando principalmente óleo diesel. Entretanto, devido à aquisição de componente eólicas, o município de Acaraú aumentou em quase cinco mil vezes o valor de suas importações em relação a 2018, exibindo o maior crescimento entre os municípios cearenses.

Com total de US$ 6,61 milhões no período, Acaraú é a 2° cidade brasileira que mais comprou pás eólicas no exterior. As pás eólicas destacam-se por ser o produto que mais elevou seu volume importado, no Ceará, no acumulado do ano, crescendo 328% em relação a 2018 e totalizando US$ 7,6 milhões. O 2° maior crescimento, entre os produtos, pertence ao óleo diesel, com 246% de elevação e total de US$ 7,9 milhões.

Os combustíveis sólidos são o grupo de produtos mais adquirido pelo estado no período. A hulha, combustível utilizado na CSP, é o principal item nas compras do estado, com US$ 58,3 milhões. O 2° colocado, porém, tem peculiar contraste. Os resíduos de ferro e aço, que vêm logo após os combustíveis sólidos, pertencem ao 2° grupo mais adquirido, totalizando US$ 13 milhões. Os desperdícios de ferro só passaram a compor as importações nos últimos meses e já ultrapassaram, inclusive as importações de trigo, pauta tradicional do estado ao longo dos últimos anos. Sendo utilizados como insumo siderúrgico em forma de lingote, os resíduos metálicos são oriundos principalmente do Reino Unido. Vale destacar que o Reino Unido é o país que mais cresceu em exportações ao Ceará no período (139,5%), graças ao fornecimento dos desperdícios metálicos.

A principal origem das importações cearenses foram os Estados Unidos, apresentando o maior crescimento entre os mercados fornecedores, com 195,6% em relação ao mesmo período em 2018. O país norte-americano totalizou US$ 52,7 milhões em fornecimento ao estado, valor que representa 25,5% de participação e compõe principalmente as hulhas. O segundo maior parceiro é o mercado chinês, com US$ 50,6 milhões exportados ao Ceará no período, equivalente a 24,5% de participação. O alto valor fornecido pela China deve-se ao fornecimento de pás eólicas.

Confira o estudo completo AQUI.

Saiba mais

O Centro Internacional de Negócios auxilia as empresas na inserção no mercado internacional, promovendo a cultura exportadora no Estado do Ceará. O CIN faz parte da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), que junto com Serviço Social da Indústria – SESI Ceará, Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – SENAI Ceará e Instituto Euvaldo Lodi – IEL Ceará formam o Sistema FIEC.

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Exportações cearenses atingem maior volume da história com US$ 2,32 bilhões

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

09 de Janeiro de 2019

Seguindo as expectativas, 2018 quebrou recordes e se consolidou como o ano mais expressivo na história das exportações do Ceará. O estado contabilizou US$ 2,32 bilhões vendidos ao exterior, o que representa um crescimento de 10,7% ante 2017 (US$ 2,1 bilhões). No comparativo com 2015, o valor das exportações de 2018 mais que dobrou, sendo 122,9% superior ao contabilizado três anos atrás (US$ 1,04 bilhões). Os dados são do estudo Ceará em Comex, realizado pelo Centro Internacional de Negócios da FIEC.

Em dezembro, de acordo com o estudo, manteve-se a alta performance exportadora do estado, com um crescimento de 36,7%. Os US$ 259,9 milhões vendidos ao exterior no último mês do ano representam o segundo melhor resultado mensal de 2018.

Terceiro maior exportador do Nordeste, o Ceará representou, no acumulado de 2018, 12,55% das exportações da região. O saldo da balança comercial cearense, no período analisado, porém, manteve-se deficitário em US$ 205,4 milhões.

Caucaia e Aquiraz foram os municípios com os maiores percentuais de crescimento entre 2017 e 2018. O primeiro apresentou um aumento de 74,2%, partindo de US$ 46,2 milhões para US$ 80,5 milhões, garantindo o posto de sexta maior cidade exportadora do Ceará. Aquiraz, por sua vez, ocupa a 8ª posição e saltou de US$ 31,4 milhões em 2017 para US$ 48,4 milhões em 2018, uma variação positiva de 53,8%. São Gonçalo do Amarante (US$ 1,3 bilhão), Sobral (US$ 144,5 milhões) e Fortaleza (US$ 144,2 milhões) se mantém como municípios líderes nas vendas externas cearenses.

O setor de “Máquinas, aparelhos e materiais elétricos, e suas partes” merece destaque nas exportações cearenses, com variação positiva de 140,9% em relação à 2017, totalizando US$ 65,3 milhões em 2018. Outros setores da pauta exportadora do estado também exibiram aumentos consideráveis justificando a performance positiva do estado. É o caso do líder em exportações “Ferro fundido, ferro e aço”, que cresceu 28,5%, chegando a US$ 1,37 bilhão. Os segmentos de frutas e de pescados também contribuíram de forma bastante positiva, com acréscimos de 9,3% e 14,2% respectivamente. O setor de calçados cearenses, mesmo com redução de 15,4% em suas exportações, manteve seu posto em segundo lugar no ranking, contabilizando US$ 264,5 milhões.

Quanto aos principais produtos (NCM) exportados pelo Ceará em 2018, os semimanufaturados siderúrgicos somam US$ 1,3 bilhão, representando 57,9% do total das exportações. Ainda no segmento, destaque para o subsetor de produtos com 0,25% ou mais de carbono em sua composição, que exibiu aumento expressivo de 7.736,2%, partindo de US$ 2 milhões para US$ 158 milhões. A exportação de componentes utilizados em usinas de energia eólica também foi um forte impulsionador para as exportações, crescendo 146,8% e chegando a marca de US$ 63,2 milhões. As castanhas de caju mantêm-se como um dos carros chefes do comércio exterior do estado, os frutos chegaram a cifra de US$ 94,1 milhões e são o terceiro maior produto exportado pelo Ceará em 2018. “Melões frescos” é outro setor de alimentos bastante exportado pelo Estado, apresentando aumento de 17,9% nas vendas ao exterior da fruta, contabilizando US$ 62,9 milhões.

A parceria com os Estados Unidos o consolida como maior destino das exportações do estado, com US$ 858,8 milhões, representando 36,9% do total. Os norte-americanos mais que dobraram suas compras do Ceará entre 2017 e 2018. A Coréia do Sul conquista a segunda posição, com um aumento de 92,1% nas vendas externas cearense, contabilizando US$ 180,9 milhões. Turquia e México vêm em seguida com valores aproximados no ranking de US$ 143,1 milhões e US$ 141,5 milhões, respectivamente. Dos 10 maiores destinos das exportações do Ceará, quatro são países europeus e todos esses exibiram aumento nos valores no período analisado, sendo eles: Alemanha (42,3%), Reino Unido (34,5%), Holanda (8,6%) e ainda de forma mais expressiva as vendas para a Polônia, com um avanço de 182,6%.

Sobre o CIN
O Centro Internacional de Negócios auxilia as empresas na inserção no mercado internacional, promovendo a cultura exportadora no Estado do Ceará. O CIN faz parte da Federação das Indústrias do Estado do Ceará – FIEC, que junto com Serviço Social da Indústria – SESI Ceará, Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – SENAI Ceará e Instituto Euvaldo Lodi – IEL Ceará formam o Sistema FIEC.

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Ceará registra superávit comercial em junho

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

11 de julho de 2018

 

Estudo realizado pelo Centro Internacional de Negócios da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC) mostra que o Ceará exportou em junho de 2018 um valor recorde. Foram US$ 242,7 milhões, um aumento de 68,8% em relação a maio deste ano e 72,6% a mais que junho do ano passado. Foi o maior valor exportado em um único mês desde 1997, quando o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) passou a disponibilizar os dados. Já as importações somaram US$ 208,9 milhões – 29,3% a menos que o mês anterior. A queda nas importações e o crescimento das exportações garantiram o primeiro saldo positivo na balança comercial mensal cearense de 2018.

Analisando os dados do acumulado de janeiro a junho de 2018, as exportações atingiram o valor de US$ 1,025 bilhão, o maior dos últimos cinco anos, e as importações contabilizaram US$ 1,3 bilhão, cifra essa 17,8% maior que a de 2017. O saldo comercial do Ceará no primeiro semestre foi negativo em US$ 276,4 milhões, segundo melhor resultado entre 2014 e 2018.

O estudo revela também que o Ceará ocupa o 15º lugar no ranking brasileiro dos Estados que mais exportam. O Estado cresceu, entre 2017 e 2018, acima da média nacional que foi de 5,6%. Entre os Estados nordestinos, o Ceará é o quarto maior exportador. Filtrando as exportações cearenses pelos municípios, sete dos dez maiores apresentaram crescimento nas vendas externas ante igual período de 2017. Lideram o ranking São Gonçalo do Amarante, Sobral e Fortaleza.

Em relação aos setores que mais exportam, calçados, frutas e couros mantiveram sua importância na pauta exportadora do Estado, com destaque para o de frutas que registrou um aumento de 52,9% do ano passado para o atual, contabilizando US$ 79,9 milhões. No entanto, o setor líder das vendas externas continua sendo o de “ferro fundido, ferro e aço” que engloba os produtos da CSP. O segmento atingiu no primeiro semestre desse ano a marca de US$ 578,1 milhões, valor 16,8% maior do que o do ano passado. O segmento de máquinas e aparelhos elétricos surge como sétimo colocado no ranking com um crescimento de 243,1%, e com US$ 23,6 milhões exportados em 2018, esse aumento é explicado pela exportação de pás e geradores de energia eólica.

Com as exportações de ferro e aço da CSP, o Ceará passou a estreitar fortes parceiras com novos destinos, como é o caso da Turquia (US$ 116,7 milhões), Polônia (56,3 milhões), no entanto, assim como nos últimos anos, o principal destino das vendas externas do estado continua sendo osEstados Unidos, com US$ 302,5 milhões, quase 30% do total vendido em 2018. Outros países também apresentaram aumentos significativos entre 2017 e 2018, como Alemanha (210,1%), Canadá (233,3%) e Holanda (109%).

O Ceará cresceu acima da média nacional nas importações, com uma variação de 17,8%, enquanto a brasileira foi de 5,6%. Assim como nas exportações, São Gonçalo do Amarante lidera o ranking dos municípios importadores em 2018 com US$ 528,6 milhões, em comparação com o ano passado o aumento foi de 13,5%. A capital cearense é a segunda cidade que mais importa com US$ 238,6 milhões seguida por Maracanaú (US$ 168,6 milhões) e Caucaia (US$ 115,8 milhões). Com a construção do complexo de energia solar do Apodi, o município de Quixeré passou a figurar entre os dez maiores do estado, com US$ 35,2 milhões, explicados pela a importação de equipamentos e insumos, como células e painéis solares, principalmente da China.

Acesse o estudo completo AQUI.

Sobre o CIN

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Itália se consolidada como principal comprador de rochas ornamentais do Ceará

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

05 de Maio de 2018

A Itália se consolidou, no primeiro trimestre de 2018, como o principal destino das rochas ornamentais cearenses. Nesse período, o país aumentou suas compras em quase mil pontos percentuais tendo como base os primeiros três meses de 2017, alcançando a marca de US$ 3,1 milhões. Esse valor representa mais de 70% do total exportado pelo estado (US$ 7,2 milhões). Setor tradicional na pauta exportadora cearense, o segmento de rochas ornamentais continua apresentando crescimentos significativos nas vendas para o exterior nos últimos meses. No acumulado de 2018, a variação foi de 69,4%.

Já as importações exibiram uma queda de 55,7%, registrando US$ 130,1 mil, mantendo o saldo da balança comercial do setor superavitário em US$ 7,1 milhões. Boa parte do que foi importado vêm da Grécia e da Espanha, apesar de ambos apresentaram quedas de 25,7% e 61,2% respectivamente. Outro ponto favorável ao Ceará, é que o estado ocupa a terceira posição no âmbito exportador, e dentre os líderes, foi o que mais cresceu.

As informações são do Miniestudo Setorial de Rochas Ornamentais, produzido pelo Centro Internacional de Negócios da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC).
Acesse o estudo completo AQUI.

Sobre o Centro Internacional de Negócios da FIEC

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Exportações cearenses em janeiro têm alta de 101,5%

Por Oswaldo Scaliotti em Sem categoria

20 de Fevereiro de 2017

 

O Ceará registrou em janeiro de 2017 o melhor resultado para as exportações nos últimos 20 anos – período de levantamento da série histórica do sistema da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC). O Estado exportou US$ 156,5 milhões – alta de 101,5% em relação a igual período do ano anterior. Trata-se do sexto mês consecutivo em que o Estado registra aumento quando comparado com 2015. Já as importações seguem mudança na tendência de redução que vinha sendo observada nos últimos meses, crescendo 102,6% em relação a janeiro de 2016, passando de US$ 100,3 milhões para US$ 203,3 milhões. Como resultado, a balança comercial cearense registrou déficit de US$ 46,8 milhões no início do ano, valor 106,1% maior se comparado com igual período de 2016.

 

Entre as Unidades da Federação, o Ceará permanece na 14a colocação. Foi o Estado que registrou o terceiro maior aumento nas exportações no País, atrás apenas de Pernambuco e Roraima. São Gonçalo do Amarante é o município cearense que mais exporta, tendo comercializado quase US$ 83 milhões em janeiro de 2017, dos quais US$ 59,8 milhões só em produtos semifaturados de ferro ou aço, o que reflete a importância da Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP) para a localidade. O setor de “ferro fundido, ferro e aço” é o que mais exportou em janeiro de 2017. Destaque para o setor de “produtos diversos das indústrias químicas” que registrou crescimento de 19.943% em relação ao mesmo período do ano passado. Já o setor de fruticultura teve queda de 52,8% em virtude do fim da safra de melões e outras culturas.

 

Essas e outras informações do comércio exterior cearense constam da edição de fevereiro do Ceará em Comex, estudo de inteligência comercial elaborado mensalmente pelo Centro Internacional de Negócios da FIEC. Confira o estudo completo em anexo.

 

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Exportações de móveis cearenses crescem 43,4% impulsionadas pelo projeto Ceará Móveis Export

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

09 de Fevereiro de 2017

 

O projeto Ceará Móveis Export, uma iniciativa do Centro Internacional de Negócios da FIEC em parceria com o Sindmóveis, gerou resultados significativos para o setor moveleiro em 2016. De acordo com dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), o setor apresentou um crescimento de 43,4% nas exportações em 2016 em relação ao ano anterior, totalizando um volume de US$ 843.378 em vendas ao exterior.    

Entre os principais produtos exportados estão estufas pré-fabricadas, móveis de madeira, móveis de metal e assentos estofados. Os países que mais importaram das empresas cearenses foram Indonésia, Porto Rico, Panamá, China e República Dominicana. Destaque para o Panamá, um dos países trabalhados no projeto Ceará Móveis Export, que comprou do Ceará US$ 60.184 – 309,6% a mais que em 2015. 

“Tanto o aumento das exportações do setor, de maneira geral, como o crescimento das exportações para o Panamá são evidências claras de que alcançamos o nosso objetivo. O Ceará Móveis Export proporcionou a abertura comercial internacional e também consolidou a experiência das empresas que já exportavam de forma a transformar a exportação numa estratégia de negócio e uma atividade permanente”, avalia a gerente do Centro Internacional de Negócios da FIEC, Karina Frota.

Participaram do projeto oito empresas filiadas ao Sindmóveis. Elas receberam capacitação, assessoria e um plano de exportação customizado de acordo com suas características e necessidades. As indústrias também participaram durante o projeto de um encontro de negócios em Fortaleza com compradores internacionais, de uma missão comercial aos Estados Unidos e de rodada de negócios no Panamá. O projeto contou com a parceria da Universidade de Fortaleza (Unifor), através do Núcleo de Práticas em Comércio Exterior (Nupex).

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Setor de rochas ornamentais fecha 2016 com superávit na balança comercial

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

12 de Janeiro de 2017

A indústria de rochas ornamentais registrou saldo positivo na balança comercial em 2016. De acordo com dados do estudo Ceará em Comex, realizado pelo Centro Internacional de Negócios da FIEC, o setor obteve um superávit de US$ 25,02 milhões – um aumento de 40% em relação a 2015. O saldo é resultado de uma elevação de 33% nas exportações, que totalizaram US$ 26,1 milhões, e da queda de 38,3 % das importações que somaram US$ 1,1 milhão.

Entre os países que mais compraram produtos do setor cearense, destaque para a China que importou US$ 2,1 milhões, 104,3 % a mais que em 2015. Com esse volume de negócios, passou a figurar no ranking dos três países que mais compram rochas ornamentais do Ceará, ficando atrás ainda de Estados Unidos (US$ 11,38 milhões) e Itália (US$ 9,35 milhões) que também compraram mais do Estado (aumento de 63,9% e 32,1%, respectivamente).

O estudo também revela que o Ceará, em 2016, foi a terceira Unidade da Federação em volume de exportações, ficando atrás de Espírito Santo e Minas Gerais, que exportaram US$ 921,38 milhões e US$ 132,17 milhões, respectivamente. Ambos, porém, registraram queda enquanto o Ceará segue uma tendência de crescimento.

De acordo com o presidente do Sindicato das Indústrias de Mármores e Granitos do Estado do Ceará (Simagran), Carlos Rubens Alencar, a expectativa é que o setor siga em franca ascensão e ganhe um novo impulso a partir da instalação das indústrias na Zona de Processamento de Exportações (ZPE) neste ano. O presidente lembra que o setor começou a crescer em 2013 e em apenas três anos mais que dobrou as exportações. Até 2020 o setor deve exportar até US$ 200 milhões.

“Um dos fatores importantes que resultaram no aumento das exportações é a animação que o Simagran tem feito, divulgando o potencial geológico do Estado. Isso despertou a atenção das empresas e se em 2013 tínhamos apenas quatro empresas hoje já são 36. A Fortaleza Brazil Stone Fair, uma feira que em 2016 chegou à segunda edição, também fomenta as atividades do setor e chama a atenção do mundo para o potencial produtivo do Ceará. Com a ZPE e o processo de industrialização, esses resultados tendem a melhorar cada vez mais”, afirma o presidente.

 

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Sistema FIEC entra em recesso até 3/1/2017

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

16 de dezembro de 2016

O Sistema FIEC entra em recesso a partir da próxima segunda-feira (19/12). A Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), as unidades do Instituto Euvaldo Lodi (IEL/CE), do Serviço Social da Indústria (SESI/CE) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI/CE) em Fortaleza,  Horizonte, Juazeiro do Norte e Sobral funcionarão em regime de plantão durante este período. As atividades normais retornam no dia 3/1/2017. O atendimento à imprensa será feito pelo número (85) 99998.8551.

O Museu da Indústria estará fechado nos dias 24, 25, 31/12/2016 e no dia 01/01/2017. Os horários de funcionamento são: terça a sexta-feira, das 9h às 18h / sábado, das 9h às 17h / domingo, das 9h às 13h. Fechado às segundas-feiras. museudaindustria-ce.org.br.

No SESI, estarão suspensos os atendimentos de Segurança e Saúde do Trabalho nas unidades de Fortaleza (Parangaba e Barra do Ceará), Sobral e Juazeiro do Norte. A marcação de consulta deve ser realizada pelo endereço www.sesi-ce.org.br/sesisaude ou pelos e-mails: albanofranco@sfiec.org.br (SESI Maracanaú) ou nrs-autorizacao@sfiec.org.br (SESI Centro). As unidades de Fortaleza (Centro) e Maracanaú funcionarão em regime de plantão, conforme calendário abaixo:

No SENAI, as unidades da Barra do Ceará (Fortaleza) e de Horizonte não funcionarão. As demais unidades funcionarão de acordo com os horários do calendário abaixo:

O Centro Internacional de Negócios (CIN/CE) funcionará em regime de plantão, entre 19/12 e 30/12, com atendimento exclusivo de emissão de Certificados de Origem e envio de documentos/amostras da DHL, de 8h às 12h e das 13h às 16h30. Mais informações: cin@sfiec.org.br/ (85) 3421 5420.

 

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Centro Internacional de Negócios da FIEC divulga calendário de atividades de promoção comercial no exterior para o segundo semestre de 2016

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

17 de Maio de 2016

O Centro Internacional de Negócios da FIEC está com inscrições abertas para as atividades de promoção comercial do segundo semestre de 2016. São feiras, missões e ações de capacitação em vários países destinadas às indústrias de diversos segmentos. A iniciativa busca fortalecer a cultura exportadora das empresas cearenses, tendo como finalidades específicas a realização de contatos comerciais e/ou experiências sobre novas oportunidades de negócios e/ou a aquisição de conhecimentos técnicos.

Confira o calendário de eventos internacionais:

Cosméticos

Feira Belleza e Salud 2016

De 17 a 21/8

Bogotá, Colômbia

 

Confecção

Circuito Moda Milão – Ação de capacitação

Em setembro

Milão, Itália

 

Alimentos e Bebidas

Missão Prospectiva Expoalimentaria 2016

De 28 a 30/09

Lima, Peru

Missão Prospectiva Sial Paris 2016

De 16 a 20/10

Paris, França

 

Multisetorial

Missão Prospectiva Fihav 2016

De 2 a 7/11

Havana, Cuba

 

Tecnologia para a Indústria

Missão Prospectiva Ecomondo Rimini 2016

De 5 a 12/11

Rimini, Itália

Informações: 3421-5419 ou pelo e-mail akfrota@sfiec.org.br

 

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Centro Internacional de Negócios da FIEC divulga calendário de atividades de promoção comercial no exterior para o segundo semestre de 2016

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

17 de Maio de 2016

O Centro Internacional de Negócios da FIEC está com inscrições abertas para as atividades de promoção comercial do segundo semestre de 2016. São feiras, missões e ações de capacitação em vários países destinadas às indústrias de diversos segmentos. A iniciativa busca fortalecer a cultura exportadora das empresas cearenses, tendo como finalidades específicas a realização de contatos comerciais e/ou experiências sobre novas oportunidades de negócios e/ou a aquisição de conhecimentos técnicos.

Confira o calendário de eventos internacionais:

Cosméticos

Feira Belleza e Salud 2016

De 17 a 21/8

Bogotá, Colômbia

 

Confecção

Circuito Moda Milão – Ação de capacitação

Em setembro

Milão, Itália

 

Alimentos e Bebidas

Missão Prospectiva Expoalimentaria 2016

De 28 a 30/09

Lima, Peru

Missão Prospectiva Sial Paris 2016

De 16 a 20/10

Paris, França

 

Multisetorial

Missão Prospectiva Fihav 2016

De 2 a 7/11

Havana, Cuba

 

Tecnologia para a Indústria

Missão Prospectiva Ecomondo Rimini 2016

De 5 a 12/11

Rimini, Itália

Informações: 3421-5419 ou pelo e-mail akfrota@sfiec.org.br

 

  • postado por Oswaldo Scaliotti