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por Oswaldo Scaliotti

Caixa Cultural

Caixa Cultural apresenta Ukiyoe – a magia da gravura japonesa 

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

03 de Janeiro de 2019

A exposição reúne gravuras, livros e máscaras japonesas

dos séculos XVII e XIX

 

Gravura feita por Ichiryusai Hiroshige. Foto: Raquel Silva

 

A Caixa Cultural Fortaleza recebe a partir do dia 8 de janeiro a exposição Ukiyoe – a magia da gravura japonesa, que reúne gravuras realizadas no Japão entre os séculos XVII e XIX, além de livros e máscaras. As obras pertencem a um dos mais importantes acervos de arte no Brasil, a coleção João Maurício de Araújo Pinho, do Rio de Janeiro.

As gravuras Ukiyoe retratam, em sua maioria, o estilo de vida dos japoneses no período EDO (1603 a 1668), no qual o país foi governado pelos xoguns da família Tokugawa. Nesta época, pela primeira vez, a população urbana japonesa teve oportunidade de se interessar pela cultura, moda e divertimento. Este estilo de vida foi denominado ukiyo (mundo flutuante), do qual faziam parte poesia, música, gueixas, os teatros kabuki e bunkaro e as prostitutas Oiran. Os registros em xilogravura dessa vida hedonista foram chamados de ukiyo-e (retratos de um mundo flutuante). As gravuras representam também cidades, províncias, o Monte Fuji, animais, flores, pássaros e heróis.

Segundo a curadora Anna Paola Baptista, a exposição Ukiyoe – a magia da gravura japonesa é um cartão de visita para a cultura tradicional japonesa: “A mostra nos apresenta as paisagens e as gentes do Japão, bem como lança luz sobre aspectos de sua cultura e costumes tais como a dança, o teatro e a religião. Será possível constatar também a grande influência que a gravura japonesa exerceu sobre importantes nomes da arte europeia, como Edgar Degas, Édouard Manet, Claude Monet, Vicent Van Gogh e Henri de Toulouse-Lautrec”, declara.

Incentivo à cultura:

A CAIXA investiu mais de R$ 385 milhões em cultura nos últimos cinco anos. Em 2018, nas unidades da CAIXA Cultural em Brasília, Curitiba, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, está prevista a realização de 244 projetos de Artes Visuais, Cinema, Dança, Música, Teatro e Vivências.

A CAIXA Cultural Fortaleza oferece, desde 2012, uma programação diversificada, com opções gratuitas ou a preços populares, estimulando a inclusão e a cidadania. O espaço, situado em um prédio histórico na Praia de Iracema, conta com um cine-teatro com 181 lugares, três amplas galerias de arte, sala de ensaios, salas para oficinas de arte-educação, foyer, café cultural e livraria, além de um agradável jardim e espaços para convivência e realização de eventos.

Serviço:

ExposiçãoUkioye – A magia da gravura japonesa

Local: CAIXA Cultural Fortaleza – Galeria Multiuso

Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema

Abertura: 08 de janeiro de 2019

Visitação: de 09 de janeiro a 10 de março de 2019

Horário: terça-feira a sábado, das 10h às 20h | domingo, das 12h às 19h

Classificação indicativa: Livre

Entrada gratuita

Paraciclo disponível no pátio interno

 

Informações gerais | CAIXA Cultural Fortaleza:

(85) 3453-2770

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ROBERTA SÁ, MARCELO JENECI E CHICO CÉSAR SE APRESENTAM NA CAIXA CULTURAL FORTALEZA NO PROJETO “PALCO BRASIL”

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

19 de novembro de 2018

As apresentações de cada artista serão realizadas no pátio interno do centro cultural, com capacidade para um público de 400 pessoas por sessão

A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta o projeto “Palco Brasil”, que vai realizar uma série de shows com três renomados cantores e compositores da música brasileira. A temporada inicia com Roberta Sá, entre os dias 30 de novembro e 02 de dezembro, seguida por Marcelo Jeneci, de 07 a 09 de dezembro, e finalizando com Chico César, de 14 a 16 de dezembro. Cada músico fará três apresentações no pátio interno da Caixa Cultural Fortaleza, que tem a capacidade para um público de 400 pessoas por sessão. Os shows acontecem às 20h, na sexta e no sábado, e 19h, no domingo.

Para a temporada 2018 do Palco Brasil, a Caixa Cultural Fortaleza vai funcionar em horário especial. Na sexta e no sábado, o centro cultural fecha 18h30, reabrindo às 19h. No domingo, o encerramento das atividades é às 17h30, com abertura para os shows às 18h.

O Palco Brasil, idealizado pela Maré Produções Culturais, tem o objetivo de promover concertos intimistas com artistas consagrados, permeados em memórias, casos curiosos, bastidores e músicas que marcaram a trajetória de cada um. No palco, além das canções, Roberta Sá, Marcelo Jeneci e Chico César estabelecem uma conexão com o público, que interage a cada melodia – ou a cada história partilhada.

Roberta Sá – Natural de Natal (RN), Roberta Sá é uma das maiores cantoras brasileiras de MPB, samba e bossa nova. Sua discografia conta com cinco álbuns e dois CD/DVD ao vivo, que inclui “Braseiro” lançado em 2002, “Que Belo Estranho Dia Para Se Ter Alegria”, de 2007, que recebeu indicações ao Grammy Latino nas categorias Artistas Revelação e Melhor Álbum de Música Popular Brasileira.

Marcelo Jeneci – Nascido em São Paulo, o músico começou tocando sanfona na banda do artista Chico César, com quem fez uma turnê pela Europa em 2000. Tocou também nas bandas de Arnaldo Antunes e Erasmo Carlos. Em 2015, gravou Dia a Dia, Lado a Lado com Tulipa Ruiz, com quem fez em seguida uma série de shows pelo Brasil.

Chico César –  Compositor, cantor, jornalista e escritor, Chico explicita a irreverência, a criatividade e a poética, características de sua obra ao longo de sua trajetória. Autor de sucessos consagrados pelo público como: “Mama África” e “À Primeira Vista”, o paraibano tem oito álbuns lançados: “Aos Vivos” (1995), “Cuscuz Clã” (1996), “Beleza Mano” (1997), “Mama Mundi” (2000), “Respeitem os meus cabelos brancos” (2002), “De uns tempos pra cá” (2005), “Francisco, Forró Y Frevo” (2008) e “Estado de Poesia” (2015).

Incentivo à cultura:

A CAIXA investiu mais de R$ 385 milhões em cultura nos últimos cinco anos. Em 2018, nas unidades da CAIXA Cultural em Brasília, Curitiba, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, está prevista a realização de 244 projetos de Artes Visuais, Cinema, Dança, Música, Teatro e Vivências.

A CAIXA Cultural Fortaleza oferece, desde 2012, uma programação diversificada, com opções gratuitas ou a preços populares, estimulando a inclusão e a cidadania.

O espaço, situado em um prédio histórico na Praia de Iracema, conta com um cine-teatro com 181 lugares, três amplas galerias de arte, sala de ensaios, salas para oficinas de arte-educação, foyer, café cultural e livraria, além de um agradável jardim e espaços para convivência e realização de eventos.

Serviço

Música: Palco Brasil

Local: CAIXA Cultural Fortaleza – Av. Pessoa Anta, 287,  Praia de Iracema

Data:

Roberta Sá – de 30 de novembro a 02 de dezembro de 2018 (sexta a domingo)

Marcelo Jeneci – de 07 a 09 de dezembro (sexta a domingo)

Chico César – de 14 a 16 de dezembro (sexta a domingo)

Horários: sexta e sábado, às 20h, e domingo, às 19h

Duração: 60 minutos

Classificação indicativa: 14 anos

Ingressos: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia)

Vendas a partir do dia 29/11, para as sessões de 30/11 a 02/12, dia 06/12, para as sessões de 07 a 09/12, e dia 13/12, para as sessões de 14 a 16/12, das 10h às 20h, na bilheteria do local.

*Nos dias dos shows, caso ainda disponíveis, os ingressos serão vendidos até 18h30, sexta e sábado, e 17h30, domingo.

Acesso para pessoas com deficiência e assentos especiais

Serviço de manobrista gratuito no local

Paraciclo disponível no pátio interno

 

Informações gerais | Bilheteria da CAIXA Cultural Fortaleza:

(85) 3453-2770

 

Atendimento à imprensa:

Divulga Ação

Ana Peyroton: (85) 99944.2005

imprensa@divulgaacao.com

 

Assessoria de Imprensa da CAIXA Cultural Fortaleza (CE):

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MARGARETH MENEZES INTERPRETA COMPOSITORES CONTEMPORÂNEOS EM REBELDIA NORDESTINA II

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

27 de dezembro de 2017

Projeto de valorização da música nordestina acontece de 05 a 07 de janeiro na CAIXA Cultural Fortaleza

A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta, de 05 a 07 de janeiro de 2018, o show Rebeldia Nordestina 2 – Música Contemporânea, projeto da cantora Margareth Menezes de homenagear artistas que são referência da música urbana da Região. Nessa segunda edição, a cantora baiana reúne no repertório obras da nova geração de compositores, entre eles os baianos Carlinhos Brown, Baiana System e Jorge Portugal, os paraibanos Flávia Wenceslau e Chico César, o cearense Marcos Lessa, o maranhense Zeca Baleiro e o pernambucano Lenine.

Aplaudido pelo público e pela crítica, o primeiro Rebeldia Nordestina trouxe no repertório composições contemporâneas de artistas como Raimundo Fagner, Belchior, Zé Ramalho, Alceu Valença, Geraldo Azevedo e Raul Seixas. São compositores nordestinos que influenciaram na formação e na trajetória dos 30 anos de carreira da cantora. Agora, Margareth Menezes prepara o show com canções de uma nova geração de autores regionais, também modernos e contemporâneos, que estão trabalhando na formação do pensamento e do sentimento do público jovem brasileiro.

“Estas duas gerações já estão presentes em meus shows, com sua linguagem moderna, repleta de amor e questionamentos. A primeira fez parte da minha formação, ascenderam em mim como cidadã, como cabeça pensante e como artista, o amor pela força nordestina. Depois, chegaram nos novos “rebeldes nordestinos”, que continuaram a influenciar os nossos jovens com uma música urbana e atual”, explica Margareth.

Valorização da música nordestina

O projeto Rebeldia Nordestina foi pensado e desenvolvido na total intenção de valorizar a música nordestina que influenciou a construção da identidade da MPB contemporânea. Depois do sucesso alcançado na primeira edição, a proposta da artista Margareth Menezes é continuar a sua pesquisa e apresentar elementos da obra dos novos representantes da música brasileira.

Os ritmos nordestinos contemporâneos fundidos com instrumentos elétricos e eletrônicos, somados aos efeitos que revelam a influência dos mouros africanos, elementos indígenas e a lírica europeia, resultaram em um estilo musical de uma geração de cantores e compositores que não tinham meias palavras para falar da expressão e da realidade nordestina.

“O conceito AfroPop é que me define – fusão dos comportamentos rítmicos afro-nordestinos com as sonoridades pop – e nasceu com a influência desses grandes artistas que pude ouvir, cantar e cultuar em minha juventude e agora quando completo 30 anos de carreira”, afirma Margareth. “É a vontade de mostrar para o meu público de onde vem as ferramentas que me fazem pensar com mais pertencimento sobre a minha história”, completa.

Serviço

Música: Rebeldia Nordestina 2 – Música Contemporânea, com Margareth Menezes

Local: CAIXA Cultural Fortaleza

Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema

Data: 05 a 07 de janeiro de 2018

Horários: sexta, às 20h | sábado, às 18h e às 20h | domingo, às 19h
Duração: 1h20

Classificação indicativa: Livre

Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia)

Vendas a partir do dia 04/01, das 10h às 20h, na bilheteria da CAIXA Cultural Fortaleza

Acesso para pessoas com deficiência e assentos especiais

Serviço de manobrista gratuito no local

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GRUPO GALPÃO COMEMORA 35 ANOS E FAZ CURTA TEMPORADA DO ESPETÁCULONÓS NA CAIXA CULTURAL FORTALEZA

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

29 de agosto de 2017

Espetáculo Nós, com Grupo Galpão. Foto: Guto Muniz

Esta é a mais recente montagem do grupo mineiro, que leva ao palco questões do mundo contemporâneo, como intolerância, violência, diversidade e convivência com a diferença, em uma abordagem política


CAIXA Cultural Fortaleza e a Petrobras apresentam, de 1 a 3 de setembro de 2017, o espetáculo Nós, do Grupo Galpão, uma das companhias mais importantes do cenário teatral brasileiro, que completa 35 anos de trajetória em 2017. Com direção de Marcio Abreu, esta é a 23ª e mais recente montagem do grupo sediado em Belo Horizonte (MG), que festeja a data em turnê por várias cidades do país e traz a peça pela primeira vez à capital cearense.

 

No palco, os atores Antonio Edson, Beto Franco, Eduardo Moreira, Júlio Maciel, Lydia Del Picchia, Paulo André e Teuda Bara celebram a vida, enquanto preparam a última sopa e debatem, sob um prisma político, questões do mundo contemporâneo – a intolerância, a violência, a diversidade, a convivência com a diferença. “O espetáculo Nós somos nós, o Galpão, esse coletivo que comemora 35 anos de existência e nós, seres humanos e artistas de teatro para lá dos 50, com suas perplexidades, questões, angústias, algumas esperanças e muitos nós”, explica o ator Eduardo Moreira, que assina a dramaturgia com o diretor Marcio Abreu.

 

Processo criativo

 

Para chegar nesse resultado, tudo começou em 2014, quando Marcio Abreu foi convidado para a direção de Nós. Na época, os atores se entregavam a exercícios solo, com o objetivo de contemplar desejos individuais e criar alternativas para um projeto coletivo. O diálogo e o confronto entre o coletivo e os anseios de cada artista se manifestavam de maneira urgente, num grupo de atores com mais de três décadas de convivência artística diária.

 

Assim que começaram os ensaios, em agosto de 2015, o diretor foi indagado sobre que tipo de espetáculo vislumbrava construir em parceria com o Galpão. A resposta foi direta e precisa: “um trabalho político”. Segundo o artista carioca, responsável pela direção de produções recentes como “Krum” e “projeto brasil”, ambos realizados em 2015 com a companhia brasileira de teatro, “o Galpão é um dos primeiros grupos de trabalho continuado, com patrocínio em longo prazo, planejamento, turnês internacionais e circulação por todo país”, e acrescenta: “em tanto tempo de estrada, o Grupo criou um centro cultural, o Galpão Cine Horto, onde muita gente se forma e se recicla, onde festivais acontecem, espetáculos de toda parte se apresentam, artistas se encontram, ideias são fomentadas e reverberam na cidade de Belo Horizonte e pelo Brasil afora. Por tudo isso, assumiu uma dimensão política e hoje  pertence ao imaginário teatral brasileiro como uma referência”.

 

Esse desejo essencial norteou a elaboração de uma dramaturgia própria, criada a partir de improvisos, tomando como tema a reação do coletivo de atores diante das pressões exercidas pelo mundo sobre cada um deles. Durante o processo, foi experimentado o significado de estar dentro e ser colocado para fora e vice-versa. Situações intimamente conectadas à utopia de se conviver com as diferenças, sem que fossem emitidos juízos de valor.

 

Os atores mergulharam ainda em diversas leituras de textos contemporâneos, como “Programa de Televisão” de Michel Vinaver e “Ódio à Democracia” de Jacques Rancière, entre outros. Marcio provocou questões que foram fundamentais para definir qual caminho seguir na estruturação do texto e da encenação: “o que podemos fazer juntos?” e “de que maneira respondemos ou reagimos ao mundo como ele nos chega hoje?”, perguntas às quais sempre recorria no decorrer dos ensaios.  Para o diretor, “buscar uma abordagem política num trabalho de criação é pensar não só no que dizer, mas como dizer, e nesse sentido, a forma dos textos é tão fundamental quanto o conteúdo. Assim podemos encontrar uma zona de diálogo mais intenso entre nós e entre nós e o mundo lá fora”.

 

Nesse contexto, a criação teatral seria um ato de pura incompletude, em que se faz necessário recomeçar sempre, mesmo que não se saiba nem como, nem por quê. “Obstinado como o próprio “fazer teatral”, ofício de que não desistimos nunca e continuamos em frente, mesmo que os tempos pareçam demasiado sombrios. Ato pelo qual esperamos sempre reafirmar que seguimos vivos, ato de reinvenção”, completa, Eduardo Moreira.

 

 

Diretor Marcio Abreu

 

Dramaturgo, diretor e ator. Fundador e integrante da Companhia Brasileira de Teatro, sediada em Curitiba. Desenvolve projetos de pesquisa e criação de dramaturgia própria, releitura de clássicos e encenação de autores contemporâneos inéditos no país. Realiza ações de intercâmbio com artistas do Brasil e da França. Escreveu uma versão de Os três porquinhos para a Commedie Française, dirigida por Thomas Quillardet, com temporada de estreia em 2012, em Paris. É autor de A história do rock por Raphaelle Bouchard, que estreou em Limoges, na França, também em 2012, com a Compagnie Jakart Mugiscué. Recebeu inúmeros prêmios e indicações. Entre eles o prêmio Bravo!, o prêmio Shell, o APCA, o prêmio Governador do Estado, no Paraná, o APTR e o Questão de Crítica. Foi escolhido pelo jornal Folha de São Paulo como personalidade teatral do ano, em 2012.

 

A Petrobras é patrocinadora do Grupo Galpão.

 

Bate-papo

 

No dia 2 de setembro, sábado, das 13h às 15h, o Grupo Galpão vai realizar um bate-papo, como forma de possibilitar a aproximação entre o público e o elenco da companhia, incentivando o desenvolvimento artístico e a troca de experiências. O encontro, que acontece no teatro da CAIXA Cultural Fortaleza, é voltado para artistas, grupos e interessados em artes cênicas, que queiram desenvolver seus conhecimentos na área. Entrada livre, sujeita à lotação do espaço.

 

 

Serviço:

 

TeatroNós, com Grupo Galpão (MG)

Local: CAIXA Cultural Fortaleza

Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema

Data: 1 a 3 de setembro de 2017

Horários: sexta-feira e sábado às 20h | domingo, às 19h

Duração: 90 minutos

Ingresso: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia)

Classificação indicativa: 16 anos

Vendas a partir de 31/08, das 10h às 20h, na bilheteria do local

Acesso para pessoas com deficiência e assentos especiais
Serviço de manobrista gratuito no local

Paraciclo disponível no pátio interno

 

Bate-papo com o elenco do Grupo Galpão

Local: Teatro da CAIXA Cultural Fortaleza
Data: 
2 de setembro ( sábado)
Horário:  
de 13h às 15h
Entrada gratuita

Entrada livre, sujeita à lotação do espaço

 

Informações gerais | CAIXA Cultural Fortaleza:

(85) 3453-2770

 

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EXPOSIÇÃO REÚNE COLAGENS DE HENRI MATISSE NA CAIXA CULTURAL FORTALEZA

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

10 de julho de 2017

 

 

A mostra Jazz, que estará aberta ao público gratuitamente a partir do dia 12 de julho, conta com 20 pranchas do artista francês

Crédito obrigatório: © Succession H. Matisse / AUTVIS, Brasil, 2017

 

A CAIXA Cultural Fortaleza recebe de 12 de julho a 10 de setembro de 2017, a exposição Henri Matisse – Jazz, com obras do pintor, desenhista e escultor francês Henri Matisse (1869-1954). A mostra reúne 20 pranchas impressas com a técnica aupochoir, feitas especialmente para o álbum Jazz, publicado em Paris, em 1947. Foram impressos 250 álbuns, destes, dois estão no Brasil. As obras ora apresentadas pertencem ao exemplar 196, que integra o acervo dos Museus Castro Maya. A curadoria da exposição é de Anna Paola Baptista, curadora do Museu da Chácara do Céu.

“O mais belo livro de arte do século XX”, com estas palavras, o crítico de arte Paulo Herkenhoff sintetiza o belíssimo conjunto de desenhos feitos com tesoura, técnica desenvolvida por Matisse no início da década de 1940. Obrigado a passar longos períodos na cama e na cadeira de rodas, recuperando-se de uma delicada cirurgia, o pintor primeiro dedicou-se ao desenho e a ilustração, depois foi mais longe, combinando desenho e pintura em colagens feitas com papeis recortados e coloridos com guache. O artista já havia utilizado os papierscollés para o estudo da obra La danse(1909), mas foi a cumplicidade do editor e crítico Tériade que o incentivou a realizar um álbum só com papéis recortados, trabalho que mais tarde foi considerado como uma de suas obras mais importantes.

 

Durante os primeiros dois anos de trabalho, Matisse experimentou cores e formas, utilizando folhas de papel que coloria com vivas e brilhantes cores de guache. Recortava até atingir o resultado que pretendia. O processo de edição do álbum, iniciado em 1942, durou cinco anos. O título foi definido em 1944 e a ideia de incluir texto, em 1946. As imagens variam da abstração a figuras de grande vivacidade, mescladas a um texto manuscrito impresso em fac-símile no qual Matisse tece observações sobre assuntos diversos. O próprio autor esclarece que a composição aborda assuntos ligados ao circo, contos populares e viagens, com ritmo identificável aos sons de uma orquestra de jazz.

 

Sobre Henri Matisse:

 

Henri-Émile-Benoît Matisse (1869-1954) foi um artista francês que ficou mundialmente conhecido pelo uso cor e por sua técnica única de desenhar, que se caracteriza pela forma fluida e original, inspirando-se em mestres como Cézanne, Van Gogh e Gauguin. Formado em Direito, exercia a profissão, mas nas horas vagas tomava aulas de desenho, com apoio da sua mãe.Em1891, no entanto, abandona as leis e ingressa na escola de arte da Academia Julian, dando início a uma trajetória primorosa no mundo das artes plásticas.

 

Apesar de também serdesenhistagravurista e escultor, Matisse se destacou, principalmente, na pintura. Juntamente com Picasso e Marcel Duchamp, foi considerado um dos artistas seminais do século XX,responsável por uma evolução significativa na pintura e na escultura. Seu domínio da linguagem expressiva da cor e do desenho, exibido em um conjunto de obras ao longo de mais de meio século, valeram-lhe o reconhecimento como uma figura de liderança na arte moderna.

 

Em 1896, por exemplo, expõe trabalhos no Salão da Sociedade Nacional de Belas Artes e tem obras adquiridas pelo Estado. Em 1904, apresenta a primeira exposição individual, na Galeria Vollard. No ano seguinte, participa do célebre Salão de Outono, em Paris, ao lado de Albert Marquet, Maurice Vlaminck e André Derain. Já Em 1909 apresenta exposição em Moscou e cria uma de suas obras-primas, A Dança, para o mecenas russo Shchukin.

 

Um de seus últimos trabalhos foi apresentado ao público em 1950: o livro Poemas de Charles D’ Orleans, editado por Tériade, no qual o artista vinha trabalhando na ilustração desde os anos 1940. Em 1952, inaugura o Museu Matisse em sua cidade natal, Le CateauCambrésis, norte da França.

 

 

Serviço:

 

Exposição:Henri Matisse – Jazz

Local: CAIXA Cultural Fortaleza

Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema

Abertura:11/07, às 19h, com visita guiada

Data:12 de julho a 10 de setembro de 2017

Horário:terça-feira a sábado, das 10h às 20h | domingo, das 12h às 19h

Classificação indicativa: Livre

Entrada gratuita 

Informações gerais | Bilheteria CAIXA Cultural Fortaleza:

(85) 3453-2770

 

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CAIXA Cultural apresenta musical sobre Noel Rosa

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

26 de Abril de 2017

O espetáculo ‘Noel Rosa, o poeta da Vila e seus amores’ narra de forma não linear os momentos marcantes da vida do lendário compositor e cronista brasileiro

 

Foto: Barbara Campos

 

A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta, de 28 a 30 de abril de 2017, o espetáculo Noel Rosa, o poeta da Vila e seus amores. Com texto de Plínio Marcos e direção de Dagoberto Feliz, a montagem músico-teatral passeia pela história de Noel Rosa, trazendo diversas músicas de sua carreira e convidando o público a entrar no clima dos botequins cariocas, ambientes favoritos do cantor.

 

Um Noel Rosa moribundo, que se coloca a recordar os grandes momentos de sua vida é o fio condutor para o espetáculo, que narra em forma não linear os fragmentos da história do compositor. Mulheres como a mãe de Noel, as damas que abalaram seu coração e suas intérpretes favoritas, Araci de Almeida e Marília Batista, protagonizam uma espécie de delírio, que recria o clima boêmio da era do rádio, dos grandes carnavais e cabarés típicos dos redores dos Arcos da Lapa.

 

Os dados históricos que compõem o espetáculo servem de apoio para falar de um Noel Rosa pessoa e não do mito musical. O roteiro da peça parte de texto originalmente escrito por Plínio Marcos. Contudo, para levar a peça para um caminho mais fantasioso, algumas cenas foram ambientadas em locais diferentes dos propostos pelo dramaturgo.

 

Composto por atores e músicos, o espetáculo conta com 12 pessoas no elenco. “Gosto de atores que cantem e músicos que representem. O trabalho acaba não ficando complexo quando essas diferenças de formação são consideradas só tecnicamente e não na encenação em si”, afirma o diretor Dagoberto Feliz, que acredita que encenar engloba todas as áreas sem distinção.

 

Com foco especial em canções que marcaram a carreira do compositor e cronista brasileiro, a montagem visa um caminho de maior interação com o público. “O espetáculo busca fazer com que o público se sinta quase que nos bares e locais em que Noel Rosa transitou, numa aproximação ‘fantástica’ do universo boêmio”, conta Dagoberto.

 

Por todo o espaço cênico são espalhadas mesas e cadeiras, nas quais os espectadores são convidados a se acomodarem e a degustarem quitutes e bebidinhas. Nasce, então, um cenário de botequim ou cabaré, que envolve atores e público no mesmo universo de nomes como o radialista Casé e o sambista Wilson Batista – figuras que emolduram o Rio de Janeiro da década de 30.

 

Ficha técnica:

 

Texto: Plínio Marcos

Direção: Dagoberto Feliz

Elenco: Cristiano Tomiossi; Cibele Bissoli; Lucélia Sérgio; Deborah Veneziani; Gisela Millás; Joaz Campos; José Eduardo Rennó; e Katia Naiane.

Músicos: Alexandre Moura; Flavio Rubens; Ildo Silva; e Miró Parma.

 

Serviço:

 

Teatro: Noel Rosa, o poeta da Vila e seus amores

Local: CAIXA Cultural Fortaleza

Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema

Data: 28 a 30 de abril de 2017

Horários: sexta-feira, às 20h | sábado, às 18h e 20h | domingo, às 19h

Duração: 90 minutos

Classificação indicativa: 16 anos

Ingressos:  R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia)

Vendas a partir do dia 27/04, das 10h às 20h, na bilheteria do local

Acesso para pessoas com deficiência e assentos especiais

Serviço de manobrista gratuito no local

 

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JOÃO BOSCO, YAMANDU COSTA E TURÍBIO SANTOS TOCAM JUNTOS EM ESPETÁCULO INÉDITO NA CIDADE

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

14 de Março de 2017

 

Os três músicos apresentam o projeto Cordas Brasileiras, em curta temporada, na CAIXA Cultural Fortaleza

A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta, de 17 a 19 de março, o show Cordas Brasileiras, com João Bosco, Yamandu Costa e Turíbio Santos. O projeto apresenta, pela primeira vez em Fortaleza, três grandes nomes do cenário musical brasileiro que possuem algo em comum: a impressionante habilidade com seus instrumentos de cordas.

 

Em curta temporada, o Cordas Brasileiras tem início na sexta, dia 17, com a apresentação de Turíbio Santos, às 20 horas. No sábado, 18, no mesmo horário, é a vez de João Bosco subir ao palco e tocar seus clássicos da MPB. No domingo, dia 19, às 19h, Yamandu Costa encerra o projeto tocando seu violão de sete cordas.

 

O projeto mostra grandes canções do cenário musical brasileiro registradas nas vozes e na atuação virtuosa destes grandes instrumentistas consagrados do grande público brasileiro e internacional.

 

Turíbio Santos – Dia 17 (sexta)

 

Turíbio Santos é um dos maiores nomes do violão erudito brasileiro. Desenvolveu uma carreira de sucesso tanto no universo erudito quanto no popular. Fundou, em 1983, a Orquestra Brasileira de Violões. Titular da cadeira número 38 da Academia Brasileira de Música, com 64 discos gravados no Brasil e no exterior, este maranhense radicado no Rio de Janeiro, consagrou-se um dos grandes nomes do violão com apenas 22 anos, ao conquistar o primeiro lugar no VII Concours International de Guitare do Office de Radiodiffusion et Television Française (ORTF), premiação que lhe rendeu um convite para lecionar no Conservatório do Xeme Arrondissement, em Paris.

 

Na Europa, teve a oportunidade de aprimorar a sua técnica com os mestres Julian Bream e Andrés Segóvia. Os quinze anos de residência na Europa resultaram na gravação de mais de 20 discos.

 

Turíbio é diretor do Museu Villa-Lobos. Sua gestão, que iniciou em 1986, é marcada por ações voltadas para a proteção e universalização da obra do maestro. E, desde 2000, a convite do cineasta João Salles, Turíbio coordena o Projeto Villa-Lobinhos, voltado para o aprendizado musical de crianças carentes.

 

João Bosco – Dia 18 (sábado)

 

Compositor, cantor e instrumentista, João Bosco é um dos maiores artistas do nosso país e responsável pela criação de grandes clássicos da nossa música popular brasileira, eternizados na sua própria voz e na outros grandes artistas. É um dos artistas brasileiros mais prestigiados e reconhecidos por seu talento no Brasil e no mundo. Em 1972, conheceu Elis Regina, que gravou uma parceria sua com Aldir Blanc: Bala com bala, e em seguida, o bolero Dois pra lá, dois pra cá. Sua obra já foi gravada por outros grandes artistas, como: Maria Bethânia, Gal Costa e Zizi Possi.

 

Yamandu Costa – Dia 19 (domingo)
Violonista e compositor de Passo Fundo, RS, Yamandu Costa começou a estudar violão aos sete anos de idade com o pai e, aos 17 anos, apresentou-se em São Paulo no Circuito Cultural Banco do Brasil. A partir daí, passou a ser reconhecido como músico revelação do violão brasileiro e hoje é um dos maiores fenômenos da música brasileira.

 

Yamandu toca de choro a música clássica brasileira, mas também é um gaúcho cheio de milongas, tangos, zambas e chamamés. Um violonista e compositor que não se enquadra em nenhuma corrente musical, ele é uma mistura de todos os estilos e cria interpretações de rara personalidade no seu violão de sete cordas. Em 2010, o CD Luz da Aurora, com Hamilton de Holanda, foi indicado para o Grammy Latino. Em 2012, ganhou em Cuba o Prêmio Internacional Cubadisco pelo CD Mafuá e uma Menção do Prêmio ALBA pelo CD Lida.

 

Ficha Técnica:

 

Turíbio Santos – Violão

João Bosco – Violão

Yamandu Costa – Violão

Carlos Fausto – Técnico de som

Vander Lopes, Letícia Trindade e Glauker Bernardes –  Produção Executiva

Projesom – Sonorização

Proluz – Iluminação
Serviço:

 

Música: Cordas Brasileiras

Local: CAIXA Cultural Fortaleza

Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema

Data: 17 a 19 de março de 2017

Horários: sexta e sábado, às 20h | domingo, às 19h

Duração: 60 minutos

Classificação indicativa: Livre

Ingressos:  R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia)

Vendas a partir do dia 16/03, das 10h às 20h, na bilheteria do local (venda restrita a quatro ingressos por pessoa, sendo no máximo dois ingressos por sessão)

Acesso para pessoas com deficiência e assentos especiais

Serviço de manobrista gratuito no local

 

Informações gerais | Bilheteria da CAIXA Cultural Fortaleza:
(85) 3453-2770

 

Acesse o site www.caixacultural.gov.br
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JARDS MACALÉ  APRESENTA SHOW INTIMISTA NA CAIXA CULTURAL FORTALEZA

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

30 de Janeiro de 2017

 

 

O músico resgata sucessos da Tropicália em curta temporada do espetáculo JM & JM –  Jards Macalé por Jards Macalé, com cinco apresentações

 

A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta, de 3 a 5 de fevereiro, o show JM & JMJards Macalé por Jards Macalé. Em curta temporada, o músico faz cinco apresentações: sexta, às 20h, sábado, às 18h e às 20h e, no domingo, uma sessão às 17h e outra às 19h.

O espetáculo faz um passeio pela trajetória deste grande artista, relembrando seus grandes sucessos, comoVapor Barato, Movimento dos barcos e Acertei no milhar. Além disso, ele faz uma homenagem aos 50 anos da Tropicália e aos grandes compositores do movimento: Jorge Mautner e Moreira Da Silva.

 

O tropicalismo foi um movimento cultural que balançou as estruturas do cenário musical brasileiro na década de 1960. Àquela época, cantores como Caetano Veloso, Gal Costa, Tom Zé, entre outros, se juntaram num grande coletivo, iniciando um período pós bossa nova no País. Assim, eles popularizaram a MPB, incrementando outras vieses musicais, como o rock e o estilo psicodélico.

 

Sobre Jards Macalé: O músico é um dos grandes nomes por trás do movimento tropicalista. Ele é cantor, compositor e autor de clássicos do movimento, como Mal Secreto e Hotel das Estrelas, músicas presentes no espetáculo. Macalé sempre esteve ligado aos principais nomes da vanguarda cultural. Artista múltiplo, ele transita com total liberdade em diversas esferas da arte e foi parceiro musical de magníficos poetas, cineastas e artistas plásticos.

 

Violonista primoroso, formado na melhor tradição da música popular e erudita, ele reafirma sua importância como músico, compositor e intérprete, comemorando merecida fase de visibilidade e reconhecimento. Sua obra se mantém atual e é cada vez mais valorizada. Com discos reeditados e remasterizados, Macalé vem conquistando as novas gerações interessadas no melhor da cultura musical brasileira das últimas décadas.

 

Sites oficiais:

http://www.jardsmacale.com.br

https://www.facebook.com/jardsmacale/?fref=ts

 

Serviço:

 

Música: JM & JM JARDS MACALÉ por JARDS MACALÉ

Local: CAIXA Cultural Fortaleza

Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema

Data: 3 a 5 de fevereiro de 2017

Horários: Sexta às 20h, sábado, às 18h e 20h | domingo, às 17h e 19h

Duração: 60 minutos

Classificação indicativa: Livre

Ingressos:  R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia)

Vendas a partir do dia 02/02, das 10h às 20h, na bilheteria do local

Acesso para pessoas com deficiência e assentos especiais

Serviço de manobrista gratuito no local

 

Informações gerais | Bilheteria da CAIXA Cultural Fortaleza:
(85) 3453-2770

 

  • postado por Oswaldo Scaliotti
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PEÇA CONSELHO DE CLASSE FAZ TEMPORADA NA CAIXA CULTURAL FORTALEZA 

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

03 de Maio de 2016

 A peça, que problematiza questões educacionais brasileiras, fica em cartaz no centro cultural de 12 a 15 de maio. Cia dos Atores (RJ) também ministrará a oficina O jogo possibilitando múltiplas narrativas na cena, com inscrições previas e gratuitas, entre 03 e 10 de maio 

 Conselho de Classe - Vicente de Mello 02

Fotos: Vicente de Mello e Dalton Valério

Teaser em vídeo da peça: https://www.youtube.com/watch?v=hU9bPS0Zx5M  

 

A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta,de 12 a 15 de maio, a peça Conselho de Classe, um sucesso de público e crítica da Cia. dos Atores. Com texto do dramaturgo Jô Bilac e direção de Bel Garcia e Susana Ribeiro, o espetáculo já foi visto por mais de 30 mil pessoas. Em 2014, a peça foi a grande vencedora do Prêmio Cesgranrio de Teatro e uma das líderes em indicações aos Prêmios Shell e APTR.

O espetáculo gira em torno de uma escola pública do Centro carioca e, com isso, problematiza as questões macro e micropolíticas da educação. Em cena, uma reunião de professores é desestabilizada pela chegada de um novo diretor. Esse encontro faz eclodir dilemas éticos e pessoais em meio a decisões que se confundem nas relações de poder da instituição escolar. No elenco, estão os atores Cesar Augusto, Leonardo Netto, Marcelo Olinto, João Rodrigo Ostrower e Thierry Trémouroux.

O texto faz uma abordagem realista do ambiente escolar, a fim de gerar um diálogo a respeito da educação no Brasil e da atual situação no mundo. Hoje, quem deseja trabalhar em uma escola pública? No hospital público? Se o professor é mal remunerado e trabalha sob condições difíceis, que tipo de sociedade está sendo construída?

Além do espetáculo, nos dias 14 e 15 de maio, a Cia. dos Atores vai realizar uma oficina gratuita, com o tema O jogo possibilitando múltiplas narrativas na cena. Na oficina, a investigação é o ponto de partida para a criação de uma linguagem teatral. Os atores Cesar Augusto e Marcelo Olinto vão ensinar a explorar as ferramentas corporais e verbais na elaboração de uma gramática cênica autoral. Para se inscrever, o interessado deve enviar o currículo para o emailciadosatores@nevaxca.com.br, entre 3 e 10 de maio.

Sobre a Cia. dos Atores: Formada atualmente por Cesar Augusto, Gustavo Gasparani, Marcelo Olinto, Marcelo Valle e Susana Ribeiro, a companhia continua investindo em uma das principais características do grupo ao longo destes 28 anos: o encontro com outros artistas e companhias de teatro, criando espetáculos a partir dessas novas articulações. O processo colaborativo, a provocação estética e o diálogo com o tempo presente são marcas da Cia. dos Atores, que perpassam o espetáculo, buscando traçar novas possibilidades para o “estar junto”, no teatro e no mundo.

 

Links:
Teaser – http://www.youtube.com/watch?v=hU9bPS0Zx5M

Íntegra – https://www.youtube.com/watch?v=cg9Uys6OzOE

Página no Facebook – www.facebook.com/ciadosatores25anos

 

Serviço:
Teatro: Conselho de Classe

Local: CAIXA Cultural Fortaleza

Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema

Data: 12 a 15 de maio de 2016

Horário: quinta a sábado, às 20h | domingo, às 19h
Duração: 70 minutos

Classificação indicativa: 12 anos

Ingressos:R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia)

Vendas a partir do dia 11/05, das 10h às 20h, na bilheteria da CAIXA Cultural

Serviço de manobrista gratuito no local

 

Oficina Cia. dos Atores

Data: 14 e 15 de maio (sábado e domingo)

Horário: das 14h às 17h (6h no total)

Inscrições: enviar currículo com foto para ciadosatores@nevaxca.com.br, de 3 a 10 de maio (os alunos selecionados serão informados por e-mail no dia 11 de maio)

Critério de escolha: atores em formação profissionalizante ou universitária

Quantidade de alunos: 30

 

Bilheteria CAIXA Cultural Fortaleza:
(85) 3453-2770

Atendimento à imprensa:
Ana Peyroton – (85) 99944-2005

Kiko Bloc – (85) 3458-1235

imprensa@divulgaacao.com

Assessoria de Imprensa da CAIXA Cultural Fortaleza (CE)
Kelvia Alves – (085) 99943-4767
kelvia.souza@grupoinforme.com.br
(85) 3266-2551
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Musical de Carmem Miranda desembarca nesta semana em Fortaleza

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

28 de julho de 2015

Na Batucada da Vida_1536 x 748 pixels 300dpi

A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta, de 31 de julho a 2 de agosto, o espetáculo Na batucada da vida, em que as cantoras Lucinha Lins, Graça Cunha e Célia prestam homenagem a Carmem Miranda, uma das artistas brasileiras de maior sucesso internacional.

Embora nascida em Portugal, Carmem Miranda apresentou ao mundo o talento de cantores e compositores como Ary Barroso, Dorival Caymmi e Assis Valente. Como atriz, chegou a ser um dos maiores salários de Hollywood e, com um estilo único e extravagante, ditou moda mundo afora. Com seus balangandãs, turbantes e trejeitos, Carmen Miranda conquistou admiradores em toda parte e entrou para a história da música e do cinema – dentro e fora do Brasil.

Para homenagear a “Pequena Notável”, as três cantoras se uniram em um espetáculo que traz no nome uma referência ao primeiro sucesso de Célia, Adeus batucada, que ficou consagrado na voz de Carmen Miranda. As outras cantoras também carregam laços com o trabalho de artista. Lucinha Lins sempre foi fã de Carmem, e Graça Cunha já interpretou alguns dos sucessos dela em seus shows.

Sob a direção musical de Ogair Junior e a participação de quatro músicos, o show Na batucada da vida recria grandes sucessos de Carmen Miranda, como Tic-tac do meu coração, Adeus batucada, Tico-tico no Fubá e O que é que a baiana tem. As composições são de Assis Valente, Sinhô, Dorival Caymmi e Joubert de Carvalho.

Serviço:

Música Na Batucada da Vida Local: CAIXA Cultural Fortaleza Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema Data:31 de julho a 02 de agosto de 2015 Horário: sexta-feira a sábado, às 20h e, domingo, às 19h Duração: 85 minutosClassificação indicativa: 14 anos Ingressos: R$ 20,00 (inteira) R$ 10,00 (meia)

Vendas a partir de 30/07, às 10h Acesso para pessoas com deficiência e assentos especiais Serviço de manobrista gratuito no local

Informações Gerais: Bilheteria da CAIXA Cultural Fortaleza (85) 3453-2770

* postado por Oswaldo Scaliotti

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Musical de Carmem Miranda desembarca nesta semana em Fortaleza

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

28 de julho de 2015

Na Batucada da Vida_1536 x 748 pixels 300dpi

A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta, de 31 de julho a 2 de agosto, o espetáculo Na batucada da vida, em que as cantoras Lucinha Lins, Graça Cunha e Célia prestam homenagem a Carmem Miranda, uma das artistas brasileiras de maior sucesso internacional.

Embora nascida em Portugal, Carmem Miranda apresentou ao mundo o talento de cantores e compositores como Ary Barroso, Dorival Caymmi e Assis Valente. Como atriz, chegou a ser um dos maiores salários de Hollywood e, com um estilo único e extravagante, ditou moda mundo afora. Com seus balangandãs, turbantes e trejeitos, Carmen Miranda conquistou admiradores em toda parte e entrou para a história da música e do cinema – dentro e fora do Brasil.

Para homenagear a “Pequena Notável”, as três cantoras se uniram em um espetáculo que traz no nome uma referência ao primeiro sucesso de Célia, Adeus batucada, que ficou consagrado na voz de Carmen Miranda. As outras cantoras também carregam laços com o trabalho de artista. Lucinha Lins sempre foi fã de Carmem, e Graça Cunha já interpretou alguns dos sucessos dela em seus shows.

Sob a direção musical de Ogair Junior e a participação de quatro músicos, o show Na batucada da vida recria grandes sucessos de Carmen Miranda, como Tic-tac do meu coração, Adeus batucada, Tico-tico no Fubá e O que é que a baiana tem. As composições são de Assis Valente, Sinhô, Dorival Caymmi e Joubert de Carvalho.

Serviço:

Música Na Batucada da Vida Local: CAIXA Cultural Fortaleza Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema Data:31 de julho a 02 de agosto de 2015 Horário: sexta-feira a sábado, às 20h e, domingo, às 19h Duração: 85 minutosClassificação indicativa: 14 anos Ingressos: R$ 20,00 (inteira) R$ 10,00 (meia)

Vendas a partir de 30/07, às 10h Acesso para pessoas com deficiência e assentos especiais Serviço de manobrista gratuito no local

Informações Gerais: Bilheteria da CAIXA Cultural Fortaleza (85) 3453-2770

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