Cearense de quase 100 anos é adotada após perder marido e 6 filhos
NÃO TEM IDADE

Cearense de quase 100 anos é adotada após perder marido e 6 filhos

Depois de anos de sofrimento, Dona Nilza encontrou amor na forma como foi acolhida em seu novo lar

Por Nordestv em Pode Contar

16 de setembro de 2017 às 07:00

Há 1 mês

Dona Nilza ganhou um novo lar aos 97 anos (FOTO: Reprodução Nordestv/Band)

Casos de adoção são mais frequentes com crianças e adolescentes, mas aqui no Ceará há quem fuja dessa regra. É o caso da Dona Nilza, que aos 97 anos encontrou uma nova família para viver.

A vovó teve seis filhos ao longo da vida, mas todos já morreram. “Eu fiquei sozinha depois que meu esposo morreu. Passei 8 anos morando sozinha, sem ninguém. Nunca foram me visitar”, conta com tristeza, em entrevista ao programa Pode Contar, da Nordestv/Band.

Depois de anos de sofrimento, Dona Nilza encontrou amor na forma como foi acolhida em seu novo lar. “Quando eu abracei ela, senti que ela era uma pessoa diferente. A idade dela e a carência dela me chamaram atenção, e eu vi que podia fazer alguma coisa com ela”, conta o “mais novo” filho.

Confira a matéria do programa Pode Contar, da Nordestv/Band:

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Cearense de quase 100 anos é adotada após perder marido e 6 filhos

Depois de anos de sofrimento, Dona Nilza encontrou amor na forma como foi acolhida em seu novo lar

Por Nordestv em Pode Contar

16 de setembro de 2017 às 07:00

Há 1 mês

Dona Nilza ganhou um novo lar aos 97 anos (FOTO: Reprodução Nordestv/Band)

Casos de adoção são mais frequentes com crianças e adolescentes, mas aqui no Ceará há quem fuja dessa regra. É o caso da Dona Nilza, que aos 97 anos encontrou uma nova família para viver.

A vovó teve seis filhos ao longo da vida, mas todos já morreram. “Eu fiquei sozinha depois que meu esposo morreu. Passei 8 anos morando sozinha, sem ninguém. Nunca foram me visitar”, conta com tristeza, em entrevista ao programa Pode Contar, da Nordestv/Band.

Depois de anos de sofrimento, Dona Nilza encontrou amor na forma como foi acolhida em seu novo lar. “Quando eu abracei ela, senti que ela era uma pessoa diferente. A idade dela e a carência dela me chamaram atenção, e eu vi que podia fazer alguma coisa com ela”, conta o “mais novo” filho.

Confira a matéria do programa Pode Contar, da Nordestv/Band: