Após tragédia em Suzano, professores e alunos relatam vulnerabilidade nas escolas no Ceará

INSEGURANÇA

Após tragédia em Suzano, professores e alunos relatam vulnerabilidade nas escolas no Ceará

Nas escolas municipais de Fortaleza, casos de assalto são os relatos mais comuns. O receio ficou maior após a chacina na escola Estadual Raul Brasil, na cidade de Suzano, em São Paulo

Por TV Jangadeiro em Jornal Jangadeiro

15 de março de 2019 às 16:56

Há 1 semana
Profissionais de educação denunciam casos de violência nas escolas (FOTO: Reprodução TV Jangadeiro)

Profissionais de educação denunciam casos de violência nas escolas (FOTO: Reprodução TV Jangadeiro)

A morte de 10 pessoas na tragédia na escola estadual na cidade de Suzano, em São Paulo, expôs, entre diversas questões, a vulnerabilidade das escolas.

No Ceará, os sindicatos de defesa dos profissionais de educação denunciam que casos de violência nas escolas são constantes.

Do outro lado da calçada, em frente à escola pública em que estuda, no Bairro de Fátima, Ana Clara não se sente segura. “Aqui na rua não tem segurança, e já aconteceram vários assaltos”, comenta Ana Clara.

O receio ficou ainda maior após a chacina na escola Estadual Raul Brasil, na cidade de Suzano, em São Paulo. Na manhã de quarta-feira (13), um adolescente e um homem encapuzados entraram no colégio e mataram sete pessoas. Os autores do crime Guilherme Taucci Monteiro, de 17 anos, e Luiz Henrique de Castro, de 25 anos, eram ex-alunos da escola.

Nas escolas municipais de Fortaleza a sensação de violência é constante, a rede municipal de ensino tem 572 unidades escolares de ensino infantil e fundamental. Casos de assalto dentro das escolas são os relatos mais comuns que chegam ao sindicato.

Já na rede estadual, o Sindicato dos Servidores de Educação do Ceará aponta que a principal vulnerabilidade nas 746 escolas é o controle de acesso de pessoas.

Em nota, a Polícia Militar diz que é realizado um serviço de patrulha e atendimento de ocorrências em escolas públicas, do município e do estado, em cada uma das 12 unidades integradas de segurança de Fortaleza e em mais duas AIS no interior.

De acordo com a PM, o “Grupo de Segurança Escolar” é um policiamento especializado. Em resposta, também por nota, a Secretaria Municipal de Segurança Cidadã e a Guarda Municipal de Fortaleza informaram que empregam seis viaturas e 115 guardas da inspetoria de segurança escolar na ronda de escolas e creches do município.

Veja todos os detalhes no vídeo do Jornal Jangadeiro, da TV Jangadeiro/SBT:

https://mais.uol.com.br/view/16623756

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Nas escolas municipais de Fortaleza, casos de assalto são os relatos mais comuns. O receio ficou maior após a chacina na escola Estadual Raul Brasil, na cidade de Suzano, em São Paulo

Por TV Jangadeiro em Jornal Jangadeiro

15 de março de 2019 às 16:56

Há 1 semana
Profissionais de educação denunciam casos de violência nas escolas (FOTO: Reprodução TV Jangadeiro)

Profissionais de educação denunciam casos de violência nas escolas (FOTO: Reprodução TV Jangadeiro)

A morte de 10 pessoas na tragédia na escola estadual na cidade de Suzano, em São Paulo, expôs, entre diversas questões, a vulnerabilidade das escolas.

No Ceará, os sindicatos de defesa dos profissionais de educação denunciam que casos de violência nas escolas são constantes.

Do outro lado da calçada, em frente à escola pública em que estuda, no Bairro de Fátima, Ana Clara não se sente segura. “Aqui na rua não tem segurança, e já aconteceram vários assaltos”, comenta Ana Clara.

O receio ficou ainda maior após a chacina na escola Estadual Raul Brasil, na cidade de Suzano, em São Paulo. Na manhã de quarta-feira (13), um adolescente e um homem encapuzados entraram no colégio e mataram sete pessoas. Os autores do crime Guilherme Taucci Monteiro, de 17 anos, e Luiz Henrique de Castro, de 25 anos, eram ex-alunos da escola.

Nas escolas municipais de Fortaleza a sensação de violência é constante, a rede municipal de ensino tem 572 unidades escolares de ensino infantil e fundamental. Casos de assalto dentro das escolas são os relatos mais comuns que chegam ao sindicato.

Já na rede estadual, o Sindicato dos Servidores de Educação do Ceará aponta que a principal vulnerabilidade nas 746 escolas é o controle de acesso de pessoas.

Em nota, a Polícia Militar diz que é realizado um serviço de patrulha e atendimento de ocorrências em escolas públicas, do município e do estado, em cada uma das 12 unidades integradas de segurança de Fortaleza e em mais duas AIS no interior.

De acordo com a PM, o “Grupo de Segurança Escolar” é um policiamento especializado. Em resposta, também por nota, a Secretaria Municipal de Segurança Cidadã e a Guarda Municipal de Fortaleza informaram que empregam seis viaturas e 115 guardas da inspetoria de segurança escolar na ronda de escolas e creches do município.

Veja todos os detalhes no vídeo do Jornal Jangadeiro, da TV Jangadeiro/SBT:

https://mais.uol.com.br/view/16623756

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