250 pessoas vivem em situação de rua na Praça do Ferreira, em Fortaleza

“CENTRO: HISTÓRIAS E DESAFIOS”

250 pessoas vivem em situação de rua na Praça do Ferreira, em Fortaleza

Na Praça do Ferreira, vivem cerca de 250 pessoas em situação de rua. De dia ou noite, elas espalham colchões e pedaços de papelão pelos bancos e no chão, embaixo das marquises das lojas

Por TV Jangadeiro em Jornal Jangadeiro

31 de outubro de 2018 às 16:28

Há 2 semanas
Moradores de rua que moram no Centro de Fortaleza(FOTO: Reprodução TV Jangadeiro)

Moradores de rua que moram no Centro de Fortaleza(FOTO: Reprodução TV Jangadeiro)

Na última reportagem da série especial “Centro: histórias e desafios”, você vai conhecer os problemas que persistem na região e os desafios para transformar o coração de Fortaleza em um lugar não apenas para compras, mas de ocupação.

Na Praça do Ferreira, vivem cerca de 250 pessoas em situação de rua. De dia ou noite, elas espalham colchões e pedaços de papelão pelos bancos e no chão, embaixo das marquises das lojas. Cenário que incomoda muitos consumidores.

Um morador de rua, que não quer ser identificado, afirma que muitos sairiam da praça se houvesse vagas suficientes nos abrigos públicos.

Reduzir a quantidade de moradores de rua é um dos principais desafios do Centro de Fortaleza. Entre as ações previstas no plano de requalificação do bairro é a construção de um novo espaço de referência para essa faixa da população até agosto de 2019.

Ordenar o comércio ambulante também é um problema. Atualmente, existem 1491 trabalhadores cadastrados para vender mercadorias no Centro. Mas a estimativa da Prefeitura é que outros 3 mil trabalhem na clandestinidade. A ideia é reformar os calçadões da Guilherme Rocha e Liberato Barroso e construir quiosques adequados.

Veja as reportagens da série “Centro: histórias e desafios”:
Série especial mostra história do Centro, um dos bairros mais movimentados de Fortaleza
Mais de 350 mil pessoas são atraídas por dia pela oferta de produtos no Centro de Fortaleza

Outro desafio é estimular o movimento de pessoas além do horário comercial, como à noite e aos finais de semana. Uma das possibilidades é incentivar o uso dos equipamentos culturais que estão situados aqui, como o centenário Teatro José de Alencar.

Uma mudança que caminha a passos lentos. Na Praça do Ferreira, o Cineteatro São Luiz tem exibição de filmes e espetáculos de música e dança, mas ainda não em quantidade suficiente para animar a noite no Centro.

O Teatro São José teve Bienal de Dança em outubro, mas nesses últimos dias está fechado. O Centro Cultural Barão de Camocim tem exposições de artes visuais. E o Passeio Público com programações aos finais de semana e datas comemorativas.

Ainda falta muito para o Centro superar esses problemas. Mas com tempo, investimento e boa vontade é possível. Mesmo assim, o bairro é importante para a cidade. Um lugar de compras, de passeios, de cultura e lazer. Um lugar para sentar no banco e contar histórias. Que sempre vai estar na memória afetiva dos fortalezenses.

Veja mais detalhes no vídeo do Jornal Jangadeiro, da TV Jangadeiro/SBT:

Veja outros vídeos do Jornal Jangadeiro.

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“CENTRO: HISTÓRIAS E DESAFIOS”

250 pessoas vivem em situação de rua na Praça do Ferreira, em Fortaleza

Na Praça do Ferreira, vivem cerca de 250 pessoas em situação de rua. De dia ou noite, elas espalham colchões e pedaços de papelão pelos bancos e no chão, embaixo das marquises das lojas

Por TV Jangadeiro em Jornal Jangadeiro

31 de outubro de 2018 às 16:28

Há 2 semanas
Moradores de rua que moram no Centro de Fortaleza(FOTO: Reprodução TV Jangadeiro)

Moradores de rua que moram no Centro de Fortaleza(FOTO: Reprodução TV Jangadeiro)

Na última reportagem da série especial “Centro: histórias e desafios”, você vai conhecer os problemas que persistem na região e os desafios para transformar o coração de Fortaleza em um lugar não apenas para compras, mas de ocupação.

Na Praça do Ferreira, vivem cerca de 250 pessoas em situação de rua. De dia ou noite, elas espalham colchões e pedaços de papelão pelos bancos e no chão, embaixo das marquises das lojas. Cenário que incomoda muitos consumidores.

Um morador de rua, que não quer ser identificado, afirma que muitos sairiam da praça se houvesse vagas suficientes nos abrigos públicos.

Reduzir a quantidade de moradores de rua é um dos principais desafios do Centro de Fortaleza. Entre as ações previstas no plano de requalificação do bairro é a construção de um novo espaço de referência para essa faixa da população até agosto de 2019.

Ordenar o comércio ambulante também é um problema. Atualmente, existem 1491 trabalhadores cadastrados para vender mercadorias no Centro. Mas a estimativa da Prefeitura é que outros 3 mil trabalhem na clandestinidade. A ideia é reformar os calçadões da Guilherme Rocha e Liberato Barroso e construir quiosques adequados.

Veja as reportagens da série “Centro: histórias e desafios”:
Série especial mostra história do Centro, um dos bairros mais movimentados de Fortaleza
Mais de 350 mil pessoas são atraídas por dia pela oferta de produtos no Centro de Fortaleza

Outro desafio é estimular o movimento de pessoas além do horário comercial, como à noite e aos finais de semana. Uma das possibilidades é incentivar o uso dos equipamentos culturais que estão situados aqui, como o centenário Teatro José de Alencar.

Uma mudança que caminha a passos lentos. Na Praça do Ferreira, o Cineteatro São Luiz tem exibição de filmes e espetáculos de música e dança, mas ainda não em quantidade suficiente para animar a noite no Centro.

O Teatro São José teve Bienal de Dança em outubro, mas nesses últimos dias está fechado. O Centro Cultural Barão de Camocim tem exposições de artes visuais. E o Passeio Público com programações aos finais de semana e datas comemorativas.

Ainda falta muito para o Centro superar esses problemas. Mas com tempo, investimento e boa vontade é possível. Mesmo assim, o bairro é importante para a cidade. Um lugar de compras, de passeios, de cultura e lazer. Um lugar para sentar no banco e contar histórias. Que sempre vai estar na memória afetiva dos fortalezenses.

Veja mais detalhes no vídeo do Jornal Jangadeiro, da TV Jangadeiro/SBT:

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