Transexual cearense confunde à primeira vista


Transexual cearense confunde à primeira vista

Imagine uma situação: você entra num salão de beleza e vê uma cabeleireira muito bonita. Este é o caso de Nicole, que tem 20 anos. Ela poderia ser uma menina normal, caso não fosse transexual. Nicole já causou muitas confusões, já que todos pensam que ela é uma mulher. “Ela é paquerada, os clientes olham […]

Por Tribuna do Ceará em Gente na TV

2 de Maio de 2014 às 11:01

Há 4 anos

Imagine uma situação: você entra num salão de beleza e vê uma cabeleireira muito bonita. Este é o caso de Nicole, que tem 20 anos. Ela poderia ser uma menina normal, caso não fosse transexual.

Nicole já causou muitas confusões, já que todos pensam que ela é uma mulher. “Ela é paquerada, os clientes olham pelo espelo e piscam o olho”, conta o cabelereiro Felipe Olyver, que é seu colega de trabalho.

“Sempre senti que eu era feminina. Sempre achava os meninos bonitos. Minha mãe me vestia de homem e se eu me interessasse por outros meninos, eu era gay, e eu não me considero gay. Hoje eu me considero uma mulher”, comenta ao relatar que desde que nasceu possuía trejeitos femininos.
[uol video=”http://mais.uol.com.br/view/15018104″]

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Transexual cearense confunde à primeira vista

Imagine uma situação: você entra num salão de beleza e vê uma cabeleireira muito bonita. Este é o caso de Nicole, que tem 20 anos. Ela poderia ser uma menina normal, caso não fosse transexual. Nicole já causou muitas confusões, já que todos pensam que ela é uma mulher. “Ela é paquerada, os clientes olham […]

Por Tribuna do Ceará em Gente na TV

2 de Maio de 2014 às 11:01

Há 4 anos

Imagine uma situação: você entra num salão de beleza e vê uma cabeleireira muito bonita. Este é o caso de Nicole, que tem 20 anos. Ela poderia ser uma menina normal, caso não fosse transexual.

Nicole já causou muitas confusões, já que todos pensam que ela é uma mulher. “Ela é paquerada, os clientes olham pelo espelo e piscam o olho”, conta o cabelereiro Felipe Olyver, que é seu colega de trabalho.

“Sempre senti que eu era feminina. Sempre achava os meninos bonitos. Minha mãe me vestia de homem e se eu me interessasse por outros meninos, eu era gay, e eu não me considero gay. Hoje eu me considero uma mulher”, comenta ao relatar que desde que nasceu possuía trejeitos femininos.
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