Correr riscos não significa realizar atividade sem relativa segurança

QUAL O SEU EVEREST?

Rosier Alexandre: Correr riscos não significa realizar atividade sem relativa segurança

Neste momento você deve estar se perguntando: E o Everest não tem muitos riscos? Tem sim, e eu me preparei, planejei minuciosamente e treinei

Por Tribuna do Ceará em Rosier Alexandre

15 de Janeiro de 2018 às 15:05

Há 1 mês

Hoje vou falar de um tema com que tenho muita intimidade: os riscos. Todos nós convivemos com eles. Por mais conservadora que seja sua atividade, você está exposto. Então, te convido a aprender a lidar com eles.

A verdade é que a maioria absoluta da população não gosta de encará-los e, com isso, muitas vezes deixa de construir uma vida extraordinária para não sair da zona de conforto. Assim, vive mergulhado numa vida sem profundidade.

Apesar de eu ter escalado o Everest três vezes, confesso que não gosto de conviver com o risco, mas sei que ele é inevitável. Sendo assim, precisei aprender a lidar com isso. Eu não admito correr riscos, entendendo que correr riscos é realizar uma tarefa que você não tem habilidades para fazê-la com uma relativa segurança.

Neste momento você deve estar se perguntando: E o Everest não tem muitos riscos? Tem sim, e eu me preparei, planejei minuciosamente e treinei para minimizar todos os riscos. Este é o meu e o seu desafio diário, tocar a vida intensamente convivendo com seus riscos, sem medo de seguir em frente e com responsabilidade. Algumas pessoas fogem do risco, mas isso é perder tempo. Precisamos é planejar e nos preparar para escalar nossos desafios dentro de um limite aceitável de riscos.

Medo eu também tenho, e até acho que ele é o pai da prudência, ele te ajuda a pensar em meios e recursos que te tragam mais segurança. Mas entendo que, se este medo crescer muito, é sinônimo de insegurança e, neste caso, você precisa tomar providências e fazer algo pra ele voltar a um nível aceitável.

No mundo dos negócios, assim como no Everest, quanto mais empreendedor for o seu negócio, maiores os riscos, mas, em ambos os casos, se você se preparar, deixará de correr riscos e passará a assumir. É assim que a vida segue.

Empreenda em 2018 para construir um ano espetacular.

Até a próxima segunda com o meu abraço do tamanho do Everest.

*Rosier Alexandre é graduado em marketing, palestrante, consultor organizacional e alpinista profissional.

A coluna “Qual o seu Everest?” é publicada no Tribuna do Ceará todas as segundas-feiras e também vai ao ar na Tribuna BandNews (FM 101.7), às 9h10.

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QUAL O SEU EVEREST?

Rosier Alexandre: Correr riscos não significa realizar atividade sem relativa segurança

Neste momento você deve estar se perguntando: E o Everest não tem muitos riscos? Tem sim, e eu me preparei, planejei minuciosamente e treinei

Por Tribuna do Ceará em Rosier Alexandre

15 de Janeiro de 2018 às 15:05

Há 1 mês

Hoje vou falar de um tema com que tenho muita intimidade: os riscos. Todos nós convivemos com eles. Por mais conservadora que seja sua atividade, você está exposto. Então, te convido a aprender a lidar com eles.

A verdade é que a maioria absoluta da população não gosta de encará-los e, com isso, muitas vezes deixa de construir uma vida extraordinária para não sair da zona de conforto. Assim, vive mergulhado numa vida sem profundidade.

Apesar de eu ter escalado o Everest três vezes, confesso que não gosto de conviver com o risco, mas sei que ele é inevitável. Sendo assim, precisei aprender a lidar com isso. Eu não admito correr riscos, entendendo que correr riscos é realizar uma tarefa que você não tem habilidades para fazê-la com uma relativa segurança.

Neste momento você deve estar se perguntando: E o Everest não tem muitos riscos? Tem sim, e eu me preparei, planejei minuciosamente e treinei para minimizar todos os riscos. Este é o meu e o seu desafio diário, tocar a vida intensamente convivendo com seus riscos, sem medo de seguir em frente e com responsabilidade. Algumas pessoas fogem do risco, mas isso é perder tempo. Precisamos é planejar e nos preparar para escalar nossos desafios dentro de um limite aceitável de riscos.

Medo eu também tenho, e até acho que ele é o pai da prudência, ele te ajuda a pensar em meios e recursos que te tragam mais segurança. Mas entendo que, se este medo crescer muito, é sinônimo de insegurança e, neste caso, você precisa tomar providências e fazer algo pra ele voltar a um nível aceitável.

No mundo dos negócios, assim como no Everest, quanto mais empreendedor for o seu negócio, maiores os riscos, mas, em ambos os casos, se você se preparar, deixará de correr riscos e passará a assumir. É assim que a vida segue.

Empreenda em 2018 para construir um ano espetacular.

Até a próxima segunda com o meu abraço do tamanho do Everest.

*Rosier Alexandre é graduado em marketing, palestrante, consultor organizacional e alpinista profissional.

A coluna “Qual o seu Everest?” é publicada no Tribuna do Ceará todas as segundas-feiras e também vai ao ar na Tribuna BandNews (FM 101.7), às 9h10.