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Evento no Cocó propõe convívio de crianças fora do mundo virtual

Além dos filhos, os pais também são convidados a largar o mundo virtual para conviver com antigos amigos, "olhando no olho"

Crianças podem brincar ao ar livre, esquecendo um pouco o mundo virtual (FOTO: Flickr/ Creative Commons/ John Liu)

Crianças podem brincar ao ar livre, esquecendo um pouco o mundo virtual (FOTO: Flickr/ Creative Commons/ John Liu)

O ser humano muda o comportamento com o passar do tempo e com o avanço da tecnologia. Muitas pessoas aos 40 anos podem fazer referências bem diferentes de uma infância vivenciada ainda na década de 1970. Eram outras brincadeiras, outro contexto de vida. Agora, os pais observam as crianças e suas novas formas de brincar, utilizando smartphones e computadores.

É com o pretexto de retirar esses filhos da frente dessas tecnologias que o jornalista Apolonio Aguiar organizou o “Criança, fora da caixa”, que acontece neste domingo (16) em Fortaleza. Além dos meninos, os pais também são convidados a largar o mundo virtual para conviver com antigos amigos, “olhando no olho”. Para ele, essa é uma boa desculpa para se encontrar, bater um papo e estreitar os laços.

“A grande sacada é de tirar as pessoas do convívio virtual para um convívio real. Pessoas que se conhecem há muito tempo e que até já tiveram contato real, mas tem uma vida intensa apenas pela internet. Fomos tendo filhos, que cresceram a distância, e às vezes nem os conhecemos, só ficamos curtindo as fotos”.

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Criança fora da caixa

O encontro acontece na trilha do Parque do Cocó, a partir das 14h. “A expectativa é que reúna pouca gente porque é a primeira vez. O importante é que a ideia foi repassada para várias pessoas, a mensagem vai passando. Queremos fazer algo diferente”.

Para agilizar o convite e divulgar a ideia, foi criado um evento no Facebook, aproveitando o local onde o público-alvo estaria, que é nas redes sociais. Até agora, já são mais de 150 pessoas confirmadas. Se contarmos com as crianças, o número pode passar do dobro. Agora, é só esperar chegar o domingo.

Carrossel da Alegria reúne crianças com muitas brincadeiras

O ator Jaime Palilo, ator da novela Carrossel, fez participação especial na comemoração

Para celebrar o Dia das Crianças com toda a família, a Nordestv, retransmissora do SBT no Ceará e empresa do Sistema Jangadeiro de Comunicação, promoveu o Carrossel da Alegria, no Parque do Cocó. O evento aconteceu neste domingo (13), com a participação especial do ator Jaime Palilo, ator da novela Carrossel, que animou a comemoração.

Com muitas atraçõ0es gratuitas, como teatro de super heróis, histórias de príncipe e princesa, brinquedos para os pequenos, distribuição de pipoca, algodão doce e sorteio de prêmios, as crianças e os pais se divertiram juntos.

Confira algumas fotos divulgadas pela organização do evento:

Carrosel Animado NordesteTV - 14

Carrosel Animado NordesteTV - 14

Carrosel Animado NordesteTV - 13

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Carrosel Animado NordesteTV - 12

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Carrosel Animado NordesteTV - 10

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Carrosel Animado NordesteTV - 11

Carrosel Animado NordesteTV - 11

NordesTV - Carrosel da Alegria 04

NordesTV - Carrosel da Alegria 04

NordesTV - Carrosel da Alegria - 01

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Carrosel Animado NordesteTV - 15

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NordesTV - Carrosel da Alegria 02

NordesTV - Carrosel da Alegria 02

 

Após 84 dias, Cocó é desocupado em meio a bombas de gás

Após cerca de duas horas, a polícia conseguiu tomar o Parque. Um manifestante foi preso e liberado após a reintegração

Fim da resistência. Após 84 dias, os manifestantes que defendiam a não derrubada de árvores deixaram o acampamento do Parque do Cocó, em Fortaleza, por conta da decisão judicial, nesta sexta-feira (4). A Polícia Militar teve que intervir para que os jovens deixassem o Parque.

Manifestantes entraram em conflito com a PM (FOTO: Hélcio Brasileiro)

Manifestantes entraram em conflito com a PM (FOTO: Hélcio Brasileiro)

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A última autorização para reintegração de posse da área foi definida nesta quinta-feira (3), quando o Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5), em unanimidade, confirmou a determinação de desocupação imediata do Parque do Cocó.

Não houve acordo em reunião, na manhã desta sexta, na sede da Justiça Federal no Ceará, com representantes da Prefeitura de Fortaleza, da União, de forças de segurança e dos acampados para decidir como será feita a desocupação. Assim, o juiz Kepler Ribeiro informou que, após a notificação, os acampados teriam duas horas para deixar o Parque.

Com a liberação do uso da força policial em caso de resistência, a Polícia Militar montou uma esquema próximo ao acampamento. Por volta das 14h30, a o Batalhão de Choque começou a avançar. Presentes no local, o procurador Oscar Costa Filho e o vereador João Alfredo (Psol) pediam mais tempo, mas não deu.

Com manifestantes resistindo, a PM usou bombas de efeito moral para dispersar o grupo, que entrou em conflito usando paus e pedras. Após cerca de duas horas, a polícia conseguiu tomar o Parque. Um manifestante foi preso e liberado após a reintegração.

Durante a desocupação, a AMC teve que fazer desvios para controlar o trânsito. Enquanto isso, equipes da Prefeitura fazia a retirada do material que era utilizado pelos acampados. Após a remoção, um trator já começou a atuar na continuidade das obras.

A primeira desocupação no Cocó ocorreu durante no dia 8 de agosto, quando a Guarda Municipal foi acusada de usar violência.

Acompanhe como foi a cobertura ao vivo da TV Jangadeiro.

Desocupação do Cocó deve ocorrer ainda nesta sexta

Os manifestantes estão acampados no local há mais 80 dias contra a construção de viadutos no cruzamento

A Polícia Militar deve se concentrar em frente ao Parque do Cocó, no trecho entre as Avenidas Engenheiro Santana Júnior até ás 14h desta sexta-feira (4). Os manifestantes estão acampados no local há mais 80 dias contra a construção de viadutos no cruzamento.

Na quinta-feira (3), o Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5), em unanimidade, confirmou a determinação de desocupação imediata do Parque do Cocó.

Não houve acordo em reunião na sede da Justiça Federal no estado, com representantes da Prefeitura de Fortaleza, da União, de forças de segurança e dos acampados para decidir como será feita a desocupação.

Retirada

Os manifestantes foram expulsos do parque na madrugada do dia 8 de agosto. Policiais da Guarda Municipal de Fortaleza retiraram os ativistas usando spray de pimenta e bombas de gás lacrimogêneo. Após a retirada das barracas, caminhões limparam a área e iniciaram a derrubada de árvores.

Viadutos do Cocó: prefeitura e manifestantes devem participar de audiência conciliatória

Juiz substituto da 6ª Vara Federal determinou que a área pertence à União, portanto a desocupação só deve acontecer com o repasse oficial do terreno

As obras dos dois viadutos no Parque do Cocó ganhou mais capítulo. O juiz substituto da 6ª Vara Federal, Kepler Gomes Ribeiro determinou que a área onde os manifestantes estão acampados pertence à União, assim não há porque restabelecer o terreno ao Município conforme as ordens do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5), dada na última quinta-feira (26).

Segundo nota divulgada nesta segunda-feira (30) pelo portal da Justiça Federal da 5ª Região (JFCE), a decisão referente à desocupação dos manifestantes, entretanto, deverá ser cumprida tão logo a posse do Parque do Cocó seja oficialmente repassada à Prefeitura.

Além disso, o juiz também determinou que prefeitura e manifestantes deverão participar de uma audiência de conciliação, a qual será marcada pelo juiz titular da Vara, Roberto Machado. Somente depois, o magistrado decidirá sobre o cumprimento imediato do mandado de reintegração de posse em favor da União. O descumprimento da ordem judicial, determinada pelo Poder Judiciário na audiência, possibilitará o uso da força policial.

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A decisão, do desembargador federal José Maria Lucena, dá o prazo de até três dias para desocupação

O Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5) determinou, na tarde desta quinta-feira (26), a desocupação da área no Parque do Cocó com auxílio da Guarda Municipal. A decisão, do desembargador federal José Maria Lucena, dá o prazo de até três dias para desocupação.

A área está ocupada por manifestantes, que estão acampados desde o dia 12 de julho em protesto contra os viadutos. O município já estava autorizado a dar continuidade às obras de construção de dois viadutos no cruzamento das Avenidas Engenheiro Santana Júnior e Antônio Sales, mas não tinha autorização para retirar os manifestantes da área do Cocó afetada pelo projeto.

De acordo o magistrado, o estudo elaborado pela Prefeitura de Fortaleza sobre os impactos ambientais estão com as devidas licenças. “A acusação ministerial de um suposto desmatamento no Parque do Cocó superior ao autorizado pelos órgãos ambientais não se mostra provada de plano, exigindo uma análise mais aprofundada na fase probatória da ACP. De fato, o MPF apoia-se numa vistoria do Ibama realizada em apenas 40 minutos, com aferições imprecisas”, ressaltou.

TRF5 modifica trecho sobre desocupação do Parque do Cocó, mas mantém decisão

O tribunal reconsiderou a parte final do processo que autorizava a adoção das providências necessárias para a desocupação do Parque do Cocó

O Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5) reconsiderou a parte final do processo que autorizava a adoção das providências necessárias para a desocupação do Parque do Cocó, nesta terça-feira (17). Mesmo assim, as obras para a construção dos viadutos no cruzamento das Avenidas Antônio Sales e Engenheiro Santana Júnior, mas sem determinar qualquer ordem de desocupação da área.

 

Tribunal mantém decisão sobre obras do viaduto, mas muda trecho sobre desocupação

Tribunal mantém decisão sobre obras do viaduto, mas muda trecho sobre desocupação (FOTO: Rafael Luis Azevedo)

 

O Juízo da 6ª Vara, da Justiça estadual, oficiou à presidência do TRF5, na segunda-feira (16), alegando dúvidas quanto à extensão da decisão proferida pelo presidente em exercício, desembargador federal Edilson Pereira Nobre, datada de 29 de agosto de 2013, especificamente com relação à ordem de adoção de providências para desocupação da área do Parque do Cocó.

“Mesmo tendo o Município de Fortaleza – ao requerer a extensão dos efeitos da Suspensão de Liminar – formulado pedido específico de desocupação da área, verifico que tal pleito exorbitou os limites da discussão travada na Suspensão de Liminar e, por consequência, da competência da Presidência do Tribunal. Desta feita, reconsidero a parte dispositiva da decisão que estendeu os efeitos da Suspensão de Liminar (datada de 29/08/13), dela excluindo o trecho ‘adotando-se as medidas necessárias para desocupação do local’, a fim de que passe a assim constar: ‘Ante o exposto, concedo a extensão dos efeitos da suspensão anteriormente deferida, autorizando, com isso, o regular prosseguimento das obras no encontro das Avenidas Engenheiro Santana Júnior e Antônio Sales, em Fortaleza”, afirmou o presidente do TRF5, desembargador federal Francisco Wildo Lacerda Dantas.

O caso

O Ministério Público Federal ajuizou ação civil pública na Justiça Federal do Ceará, requerendo a suspensão da ocupação, pela Prefeitura de Fortaleza, da área do Parque do Cocó. O Juízo da 6ª Vara da capital do Ceará concedeu a liminar pleiteada para suspender a obra.

A prefeitura alega que houve elaboração do Estudo de Impacto Ambiental/Relatório de Impacto sobre o Meio Ambiente, o qual foi precedido de audiência pública e participação da sociedade e devidamente aprovado pelo Conselho Municipal de Meio Ambiente no dia 31 de março de 2003.

A prefeitura ainda ajuizou Pedido de Suspensão de Liminar perante o TRF5. O presidente em exercício, desembargador federal Edilson Nobre, concedeu a suspensão, autorizando a continuidade das obras. Contra essa decisão, o MPF interpôs o Agravo Regimental que foi julgado no dia 11 de setembro pelo Plenário do Tribunal.

Logo após a primeira decisão da presidência da Corte, o MPF mais uma vez requereu na primeira instância da Justiça Federal do Ceará a suspensão das obras, alegando, para tanto, a existência de um fato novo, que seria o desmatamento, pelo Poder Público Municipal, de área três vezes maior que a autorizada pela licença ambiental.

O Juízo de primeiro grau, acolhendo as alegações, suspendeu, cautelarmente, a continuidade das obras. Contra essa ordem judicial, o Município de Fortaleza ingressou com pedido de extensão dos efeitos da Suspensão de Liminar, o que foi concedido em nova decisão do presidente da Corte, proferida no dia 29 de agosto, que também foi objeto de Agravo Regimental atualmente pendente de julgamento.

Câmara promove debate sobre construção de viadutos no Cocó

O ambientalista Osvaldo Andrade afirmou que audiências públicas são sempre importantes para a sociedade

A Câmara Municipal de Fortaleza promoveu, nesta segunda-feira (16), uma audiência pública sobre a construção dos viadutos na área do Parque do Cocó. Segundo o vereador Guilherme Sampaio (PT), responsável pela organização do debate, o objetivo é de discutir alternativas para a obra “que a prefeitura está querendo fazer aqui com danos ambientais”.

Segundo o vereador Guilherme Sampaio (PT), responsável pela organização do debate, o objetivo é de discutir alternativas para a obra

Segundo o vereador Guilherme Sampaio (PT), responsável pela organização do debate, o objetivo é de discutir alternativas para a obra (FOTO: Samuel Asafe)

O ambientalista Osvaldo Andrade, um dos representantes dos manifestantes acampados no Cocó, afirmou que audiências públicas são sempre importantes para a sociedade. “A gente coloca essa pauta para a sociedade de uma forma mais aberta e democrática para que as pessoas possam se manifestar e tirar suas dúvidas, saindo melhor informado para tomar uma decisão mais qualificada”, disse.

Durante o encontro, o estudante de Arquitetura da Universidade Federal do Ceará (UFC), Abner Souza, apresentou diversos projetos de universitários para a melhoria do trânsito nas Avenidas Antônio Sales e Engenheiro Santana Júnior. Para o estudante, os viadutos não vão resolver os problemas do trânsito da área próxima ao Cocó.

Tribunal Regional Federal mantém decisão para construção de viadutos no Cocó

O julgamento negou o pedido realizado pelo Ministério Público Federal, que pedia a suspensão das obras

Por unanimidade dos desembargadores presentes, o Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5) decidiu manter a decisão que permite a construção dos viadutos nos cruzamentos das Avenidas Antônio Sales e Engenheiro Santana Júnior. O julgamento negou o pedido realizado pelo Ministério Público Federal, que pedia a suspensão das obras.

Desembargadores federais decidem manter a construção de viaduto

Desembargadores federais decidem manter a construção de viaduto

Antiga decisão

O TRF5 já havia decidido, no dia 29 de agosto, por manter a continuidade das obras do viaduto no cruzamento. Após a paralisação das obras, a Prefeitura de Fortaleza ajuizou Pedido de Suspensão de Liminar perante o TRF5.

Segundo o desembargador federal Edilson Pereira Nobre Júnior, responsável pela decisão, a alegação de que haveria desmatamento em área maior do que a autorizada já havia sido apreciada na decisão que concedeu a suspensão da liminar, não configurando um fato novo.

Outras ações

O MPF ajuizou ação civil pública na Justiça Federal do Ceará, requerendo a suspensão da ocupação pela Prefeitura de Fortaleza da área do Parque do Cocó. A Justiça do Ceará concedeu a liminar pleiteada para suspender a obra.

Sobre o assunto, a prefeitura alega que houve elaboração do Estudo de Impacto Ambiental/Relatório de Impacto sobre o Meio Ambiente, o qual foi precedido de audiência pública e participação da sociedade e devidamente aprovado pelo Conselho Municipal de Meio Ambiente em 31/ de março de 2003.

O MPF, mais uma vez, requereu na primeira instância da Justiça Federal do Ceará a suspensão das obras, alegando, para tanto, a existência de um fato novo, que seria o desmatamento, pelo Poder Público Municipal, de área três vezes maior que a autorizada pela licença ambiental.

No dia 30 de agosto, a Advocacia Geral da União (AGU) anunciou a suspensão das obras no Cocó. A decisão determinava o “imediato cancelamento” da construção dos viadutos, com base no pedido do Ministério Público.

O órgão, então, pediu que o processo fosse transferido para Justiça Federal, a quem competia julgar a legitimidade da posse da área. Além disso, a AGU condicionou que o início das obras seria realizado apenas com a “prévia obtenção das licenças ambientais e urbanísticas emitidas pelos órgãos competentes”.

Justiça Federal deve decidir a reintegração de posse do Cocó

A Advocacia-Geral da União (AGU) protocolou, na última sexta-feira (30), uma ação de reintegração de posse do território ocupado por manifestantes com o objetivo de dar continuidade às obras

A juíza da 9º Vara da Fazenda Pública Joriza Magalhães Pinheiro declarou, na manhã desta segunda-feira (2), que é de competência da Justiça Federal julgar o processo que envolve a área do Parque do Cocó atingida pela obra da Prefeitura de Fortaleza.

A decisão se deu porque o terreno do Cocó pertence à Marinha, e assim, cabe à Justiça Federal decidir sobre o interesse da União no local.

Veja a decisão:

“Declarada incompetência: Diante do exposto, tendo em vista a expressa manifestação de interesse da União na presente ação, determino o encaminhamento destes autos à Justiça Federal, para os fins dispostos na Súmula 150 do Superior Tribunal de Justiça. Exp. Nec. e Urgente. Fortaleza/CE, 02 de setembro de 2013. Joriza Magalhães Pinheiro Juíza de Direito Assinado Por Certificação Digital”.

Impasse

A Advocacia-Geral da União (AGU) protocolou, na última sexta-feira (30), uma ação de reintegração de posse do território ocupado por manifestantes com o objetivo de dar continuidade às obras de construção de dois viadutos no cruzamento das avenidas Engenheiro Santana Jr e Antônio Sales.

Na ocasião, a AGU afirmou que a União é responsável pela área do Parque. Assim, a reintegração cabia ao órgão e justificou isto para pedir a transferência do processo para a Justiça Federal.

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