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Acidentes diminuem, mas mortes aumentam nas estradas do Ceará durante o 1º semestre

No ano passado, a PRF registrou 1.913 acidentes com 1.246 feridos e, neste ano, diminuiu para 1.906 com 1.164 feridos

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) divulgou nesta segunda-feira (1º) o balanço dos acidentes de trânsito nos seis primeiros meses de 2013. No ano passado, a PRF registrou 1.913 acidentes com 1.246 feridos e, neste ano, diminuiu para 1.906 com 1.164 feridos. Porém, o número de vítimas fatais dos acidentes aumentou. Em 2012 foram 102 mortes e em 2013 foram 111 vítimas fatais.

De acordo com a assessoria da PRF, os números totais de acidentes, feridos e mortos são bastante semelhantes no comparativo entre 2012 e 2013, característica que vem se mantendo ao longo dos meses. Na avaliação,  a PRF informa que os dados demonstram um importante freio no aumento normalmente registrado, o que já significa um ganho para a sociedade, se considerarmos o aumento na frota e na complexidade dos cenários de trânsito do Ceará.

Infográfico - Balanço de acidentes

ARTE: Tiago Leite/Tribuna do Ceará

Principais causas

Segundo balanço da PRF, as prováveis causas dos acidentes, em sua maioria, são por falta de atenção do condutor. Por este motivo, a polícia registrou 654 acidentes. Entre as outras causas, estão animais na pista, desobediência à sinalização de trânsito e ingestão de álcool.

Entre os municípios onde os acidentes são mais frequentes estão Fortaleza, com 606 casos; Caucaia com 340 casos; Maracanaú com 100 casos; Itaitinga com 52 casos; e Sobral com 52 acidentes.

Outros dados do balanço

Em 2013 foram realizadas 36.271 autuações, 804 CNHs foram recolhidas e 4001 documentos recolhidos. 1803 veículos retidos. O número de autuações e prisões por alcoolemia também aumentou. Em 2012 foram registrados 295 autuações com 118 prisões e em 2013 foram 461 autuações com 197 prisões.

Pesquisa mostra que mais de 60% dos alunos de escola pública têm computador

Foram entrevistados professores de português e matemática, alunos dos ensinos fundamental e médio, além de coordenadores pedagógicos e diretores

A maioria dos alunos de escolas públicas do país (62%) tem computador em casa, aponta a pesquisa Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) Educação 2012, divulgada nesta quinta-feira (23) pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br). O número é crescente desde 2010, primeiro ano do levantamento, quando o percentual era 54%. No ano passado, essa proporção entre estudantes da rede pública já tinha avançado para 56%.

A abordagem reuniu informações de 856 escolas públicas e privadas, selecionadas a partir do Censo Escolar de 2011. Foram entrevistados professores de português e matemática, alunos dos ensinos fundamental e médio, além de coordenadores pedagógicos e diretores.

Internet pelo celular

Também houve avanço do acesso à internet pelo celular entre os alunos de escolas municipais e estaduais: crescimento de 14 pontos percentuais na comparação com 2011, alcançando 44% dos entrevistados. No ensino privado, a proporção de estudantes que acessam internet pelo celular é maior, atingindo 54% dos entrevistados.

Em relação aos professores, a pesquisa mostra que a presença do computador e da internet em casa está próxima da universalização. No último levantamento, o percentual já chegava a 96%. A maioria deles tem o computador como suporte para desenvolver habilidades e usa a internet para manter contatos informais com outros educadores.

Políticas públicas

O estudo chama a atenção ainda para a necessidade de ampliar políticas públicas de incorporação das tecnologias digitais no ambiente escolar. A sala de aula, por exemplo, ainda não incorporou plenamente o uso dessas ferramentas, apesar de ter aumentado o uso de computadores entre os professores durante as atividades. A prática de ensinar os alunos a usar o computador e a internet (que é feita de forma esporádica) ainda é a atividade escolar em que mais se aplica essas tecnologias.

Do ponto de vista da infraestrutura, as escolas analisadas apresentaram maior presença de computadores portáteis, o que revela uma possibilidade de uso dessas tecnologias para além das tarefas de gestão escolar ou das atividades nos laboratórios de informática. Entre os fatores limitantes para esse uso, no entanto, está a quantidade de equipamentos disponíveis e a velocidade de conexão à rede.

Agência Brasil

Número de trabalhadores domésticos sofre redução na RMF

Ainda segundo a pesquisa, na mesma época houve uma expansão de 1.130 mil postos de trabalho nos mais diferentes segmentos de atividade econômica

Um estudo realizado na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF) apontou que o número de trabalhadores domésticos sofreu uma redução de 105 mil profissionais, entre 2009 e 2012. O levantamento foi realizado pelo o Instituto de Desenvolvimento do Trabalho (IDT) por ocasião do Dia da Empregada Doméstica, comemorado neste sábado (27), e considerando as novas regulamentações para a contratação destes profissionais.

Ainda segundo a pesquisa, na mesma época houve uma expansão de 1.130 mil postos de trabalho nos mais diferentes segmentos de atividade econômica. O IDT conclui que tal constatação resultada na diminuição do total de ocupados.

Análise de dados

Em 2009, reunindo todas as regiões metropolitanas da pesquisa (Belo Horizonte, Distrito Federal, Porto Alegre, Recife, Salvador e Fortaleza), este segmento de trabalhadores representava 7,9% da ocupação total, cuja proporção caiu para 7%, em 2012.

Porém uma das maiores reduções de trabalhadores domésticos, tanto em termos relativos como absolutos, ocorreu na RMF, cuja proporção caiu significativamente ao passar de 9,3% (2009) para 7,5% (2012) do total de ocupados, representando a diminuição de 17 mil trabalhadores domésticos.

A proporção de trabalhadores domésticos que possuem carteira assinada, mesmo com elevação, é muito pequena na RMF. Dos 124 mil profissionais, apenas 16,9% destes possuíam vínculo formal de trabalho em 2012. “Este dado reflete o prejuízo que estes trabalhadores possuem em relação à manutenção dos seus direitos e deve ser um dos motivos para a redução do número de trabalhadores neste tipo de trabalho,” analisa o presidente do IDT, De Assis Diniz.

Perfil

Considerando o perfil desse trabalhador, aponta-se que a atividade é desenvolvida massivamente pelas mulheres (92,4%), das quais mais de 1/3 disse que chefia suas famílias, dependendo, assim, dessa ocupação para manutenção delas.

Além disso, 55,6% dos trabalhadores domésticos trabalham mais do que as 44 horas previstas pela legislação (Emenda Constitucional 72/2013). Além disso, o estudo aponta que os que possuem vínculos formais de trabalho são os que detêm jornadas de trabalho mais prolongadas (49 horas). Também é possível perceber que, ao longo dos últimos anos, houve uma redução dessa jornada, ao cair de 53 (2010) para 49 (2012) horas semanais.

O rendimento médio real destes trabalhadores foi estimado em R$ 509, em fevereiro de 2013, ou seja, abaixo do salário mínimo estabelecido em lei para o período (R$ 678).

Apreensão de drogas em Fortaleza diminui mesmo com ações estratégicas da Polícia

O número de drogas apreendidas em Fortaleza diminuiu no mês de outubro, segundo levantamento da SSPDS

O número de drogas apreendidas em Fortaleza diminuiu no mês de outubro, segundo levantamento realizado pela Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS). Quanto à apreensão de crack e cocaína, a diminuição não é pontual, mas já ocorre desde junho e julho, respectivamente.

De acordo com o levantamento, 11,5 quilos de crack foram apreendidos em junho deste ano, mas em outubro a quantidade diminuiu para 2,9 quilos. Já a quantidade de cocaína apreendida no em julho foi de 22,3 quilos, enquanto no mês de outubro foi de 0,4 quilos.

Ao todo, foram apreendidos, de janeiro a outubro: 269,5 quilos de maconha; 57,1 quilos de crack; 76,9 quilos de cocaína. Os dados também são da SSPDS. A Polícia Civil, assim como a Militar, informou que atua em parceria com a Coordenadoria de Inteligência (COIN) no combate ao tráfico de drogas.

Apreensão de drogas em Fortaleza em 2012

Números preocupam, já que o tráfico está relacionado às diversas camadas da criminalidadeARTE: Luana Araújo

Números Denarc no Ceará

Já os dados da Delegacia de Narcóticos (Denarc) apontam que a cocaína teve maior quantidade apreendida. Em 2011, a apreensão de cocaína foi de 42,16 quilos, subindo para 57,36 em 2012 (dados coletados de janeiro ao começo de novembro).

O número de crack apreendido em 2011 foi de 46, 13 quilos, caindo para 26,4 quilos em 2012. Já a maconha teve a taxa de 1,434 toneladas apreendidas em 2011, também caindo para 1,090 toneladas em 2012.

De acordo com o titular da Denarc, delegado Pedro Viana, a quantidade de cocaína apreendida aumento por causa de questões estratégicas. Ele explicou que foi opção da polícia focar na droga, para controlar a circulação com preocupação de que não fosse comercializada com o crack, tornando-se oxi.

Número de apreensões ainda é baixo

O consumo de drogas ainda é grande em Fortaleza. De acordo com o sociólogo Fran Yan Tavares, é preciso entender a utilização dos entorpecentes como um fenômeno social, presente não apenas na capital, mas em todo o Brasil, nas diversas sociedades e épocas.

Conforme Tavares, o número de apreensões é quase insignificante. “Apesar de ser um número elevado, ele é irrisório em relação à quantidade de drogas ainda em circulação na cidade”.

Para minimizar o problema, segundo Tavares, deve-se deixar mais claro a diferença entre o usuário e o traficante, já que o dependente químico muitas vezes é discriminado. “Quem consome drogas precisa de um tratamento e de uma atenção maior. O problema é que as pessoas tratam logo como um marginal, que deve ser punido, mas não é bem assim. A gente sabe que só a prisão não coibe essa prática, até porque no próprio presídio há consumo de drogas… é uma verdadeira contradição”, afirma.

Para o sociólogo, é preciso ter uma cultura diferenciada. “É necessário discutir em sala de aula, abertamente, as consequências do consumo drogas, porque sabemos que muitos jovens fazem uso dos entorpecentes. O ideal seria a criação de uma política pública de educação casada com saúde”, finaliza.

*Colaborou Roberta Tavares

Quase 2 mil meninas de 10 a 14 anos tiveram filhos no Ceará, diz Censo

Socióloga afirma que não se deve esquecer da vivência da infância por esse grupo de meninas

A taxa de fecundidade no Brasil caiu entre 2000 e 2010, principalmente nos grupos etários mais jovens. No entanto, no Ceará, o número de meninas de 10 a 14 anos que tiveram filhos ainda é alto. Das 416.282 mil, 1.842 garotas foram mães, de acordo com o Censo Demográfico de 2010 divulgado nesta quarta-feira (17) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Conforme o levantamento, das quase duas mil meninas nessa faixa etária que tiveram filhos, 1.366 são urbanas e 475 são rurais. Segundo a socióloga Lara Saraiva, os dados vão de encontro ao pensamento da maioria das pessoas. “O fato de essas meninas residirem na área urbana desconstrói a ideia de que neste espaço haveria maior facilidade no acesso a informações relativas à educação sexual”.

Em relação ao estado civil, 1.579 são solteiras, enquanto164 são casadas, 57 divorciadas e 20 viúvas. “A maioria não tem conhecimento sobre planejamento familiar. Elas não possuem aquele pensamento de pai, mãe e filhos”, explica Saraiva. Sobre o nível de instrução, 1.332 possuem apenas o fundamental incompleto, enquanto 377 têm fundamental completo e médio incompleto. Em relação à cor, 1.188 são pardas, 473 brancas e 154 pretas.

Infância “perdida”

A socióloga Teresa Maia afirma que não se deve esquecer da vivência da infância por esse grupo de meninas. “Ao mesmo tempo que se tornam legalmente adolescentes, tornam-se mães; com isso, elas acabam ‘pulando’ etapas importantes na formação para a vida adulta”.

Confira dados detalhados no infográfico:

ARTE: Luana Araújo

Dados do Brasil

Segundo o IBGE, a queda da fecundidade ocorreu em todas as faixas etárias no Brasil. Houve, no entanto, uma mudança na tendência de concentração da fecundidade entre jovens de 15 a 24 anos, observada nos censos de 1991 e 2000. As mulheres, de acordo com dados de 2010, estão tendo filhos com idades um pouco mais avançadas.

Segundo Maia, “as políticas implementadas após 2002 podem ter influenciado no acesso à educação, melhoria na qualidade de vida familiar, minimizado a problemática de gravidez na adolescência”, finaliza.

Fortaleza participa de pesquisa sobre pessoas que apanharam durante a infância

Uma pesquisa sobre pessoas que apanham na infância foi realizada em Fortaleza e em mais dez capitais do Brasil. Ao todo, os pesquisadores entrevistaram 4 mil pessoas maiores de 16 anos de idade. Os questionários foram aplicados pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope) em 2010 e os dados foram divulgados este ano.

Uma pesquisa sobre pessoas que apanham na infância foi realizada em Fortaleza e em mais dez capitais do Brasil. Ao todo, os pesquisadores entrevistaram 4 mil pessoas maiores de 16 anos de idade. Os questionários foram aplicados pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope) em 2010 e os dados foram divulgados este ano.

De acordo com os resultados, mais de 70% dos entrevistados apanharam na infância, sendo que 20% do total eram agredidos uma vez por semana ou mais. As cidades que participaram da pesquisa, além de Fortaleza, foram: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Salvador, Recife, Belém, Manaus, Porto Velho e Goiânia.

Pesquisa

Segundo estudo do Núcleo de Estudos da Violência (NEV) da Universidade de São Paulo (USP), a exposição à violência durante a infância pode trazer consequências para a vida adulta. De acordo com a pesquisa, quem sofre agressões quando criança tem mais chances de adotar a violência como principal mecanismo de solução de conflitos.

“A criança entende que a violência é uma opção legítima e vai usá-la quando tiver um conflito com colegas da escola, por exemplo. Mas, ao agredir, ela também pode sofrer agressão e se tornar vítima. E isso cresce de forma exponencial ao longo da vida”, disse Nancy Cardia, vice-coordenadora do NEV.

O estudo apontou ainda o aumento das chances de a pessoa reproduzir a violência sofrida no passado contra os próprios filhos, como método de educação. “Isso tem a ver com o tipo de aprendizagem social. Você aprende que educar por meio da agressão física é um instrumento legítimo de educação”, disse Renato Alves, pesquisador do NEV.

Agressões

Os resultados mostraram que os objetos usados com frequência nas punições físicas foram vara, cinto e pedaço de pau, itens mais comuns que a palmada. Embora o estudo não tenha tido o objetivo de orientar as famílias sobre a criação dos filhos, o pesquisador não acredita que aplicar castigos físicos nas crianças é o melhor método para educá-las.“Usar a punição física na educação dos filhos apresenta mais prejuízos que benefícios, tanto para a pessoa que sofre a punição quanto para a sociedade”, disse.

Renato Alves lembra, porém, que ter apanhado na infância não significa que o adulto será violento. “Tudo tem que ser olhado com muito cuidado, porque também tem muita influência do contexto em que a pessoa vive”, ponderou. De acordo com o pesquisador, o indivíduo que conhece, ao longo da vida, outros modelos de referência para lidar com conflitos pode aprender a enfrentar melhor essas situações.

Fortaleza lidera casos de hanseníase no Ceará

Fortaleza foi o município que apresentou mais casos de hanseníase em todo o Estado do Ceará, no ano de 2011. Foram 588 casos confirmados no ano passado, sendo 43 em crianças e adolescentes menores de 15 anos. O dado foi divulgado no último boletim da Secretaria da Saúde (Sesa), no mês de janeiro deste ano

Fortaleza foi o município que apresentou mais casos de hanseníase em todo o Estado do Ceará em 2011. Foram 588 casos confirmados no ano passado, sendo 43 em crianças e adolescentes menores de 15 anos. O dado foi divulgado no último boletim da Secretaria da Saúde (Sesa), no mês de janeiro deste ano.

A situação da Capital é considerada precária pelos indicadores epidemiológicos da hanseníase. Atrás da Capital estão os municípios de Juazeiro do Norte, com 87 confirmações (situação precária), e de Sobral, que registrou 86 casos (regular).

Ceará

O Ceará está em quarto lugar no ranking dos estados nordestinos com maior índice de casos de hanseníase e em 13º do ranking nacional . Em todo o Estado, foram confirmados 1.854 casos no ano passado, ou seja, 21,9 casos por 100.000 habitantes. De acordo com a Sesa, a taxa ainda é muito alta e a doença permanece entre os maiores problemas da saúde pública .

Segundo boletim, no Brasil, as regiões que mais concentram casos da doença são as Norte, Centro-Oeste e Nordeste, onde foram confirmadas aproximadamente 55% dos casos do país. Vale lembrar, que as três regiões juntos somam apenas 17,5% da população brasileira.

Hanseníase

A hanseníase é uma doença contagiosa, que passa de uma pessoa doente, que não esteja em tratamento, para outra. Outra forma de contágio é por meio do contato com a urina do rato, principalmente no período de chuva, quando se vê várias poças nas ruas.

De acordo com o boletim, os primeiros sintomas só aparecem, em geral, após 2 a 5 anos. O portador de hanseníase apresenta sinais e sintomas dermatológicos e neurológicos que facilitam o diagnóstico.

Controle

O controle da hanseníase é baseado principalmente no diagnóstico precoce dos casos, além da vigilância dos contatos do doente, para eliminar as fontes de infecção e quebrar a cadeia de transmissão da doença. Segundo a Sesa, o monitoramento e a atualização de informações sobre os contatos registrados e examinados são fundamentais para o controle da doença no Estado.

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Carnaval: Ceará é 4º o estado nordestino que mais registrou acidentes nas BRs

Durante a Operação Carnaval realizada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) nas BR's, desde a meia noite da sexta-feira (17) até à 23h59 desta quarta-feira (22), os dados apontam que houve uma redução nos acidentes e feridos e aumento nas mortes em relação ao Carnaval do ano passado. Porém, o Ceará ficou na 4ª posição dos estados nordestinos que mais tiveram acidentes nas estradas federais

Durante a Operação Carnaval realizada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) nas BR’s, desde a meia noite da sexta-feira (17) até à 23h59 desta quarta-feira (22), os dados apontam que houve uma redução nos acidentes e feridos e aumento nas mortes em relação ao Carnaval do ano passado. Porém, o Ceará ficou na 4ª posição dos estados nordestinos que mais tiveram acidentes nas estradas federais.

Em cinco dias de fiscalização, a PRF registrou 80 acidentes, 44 pessoas feridas e quatro mortes. No Carnaval de 2011, ocorreram 82 acidentes, 60 feridos e duas vítimas. Em relação as mortes, esse ano  houve um aumento de  100%.

Dados da PRE

Já os dados da Polícia Rodoviária Estadual (PRE) apontoam que dos nove óbitos, sete envolveram motociclistas. A maioria aconteceu no sábado e domingo de Carnaval.

Apesar de mais vítimas, foram contabilizados 77 acidentes nas CE’s, 9,41% a menos que no Carnaval de 2011. O número de feridos também caiu de 74 para 50.

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Durante o fim de semana de Carnaval, a Operação Carnaval registrou 58 acidentes com 34 feridos e sete mortes na CE's, além de 45 autuações por embriaguez, segundo a Polícia Rodoviária Estadual (PRE). Os dados foram colhidos desde às 18h da última sexta-feira (17) até às 7h desta segunda-feira (20)

A Operação Carnaval já  registrou 60 acidentes com 39 feridos e sete mortes na CE’s, além de 55 autuações por embriaguez, segundo a Polícia Rodoviária Estadual (PRE). Os dados foram colhidos desde às 18h da última sexta-feira (17) até às 19h desta segunda-feira (20).

Operação Carnaval

Este ano, na operação da PRF estão sendo realizadas abordagens educativas na rodovias federais. Além do serviço regular de fiscalização de trânsito e policiamento, estão sendo realizadas a distribuição dos cartões postais da Ação Educativa para a Operação Carnaval, destacando o potencial de dano dos veículos automotores quando conduzidos com imprudência.

Já a PRE  conta com 428 policiais, 128 viaturas, 60 motos e 88 bafômetros para a Operação Carnaval 2012 nas rodovias estaduais. Estão sendo realizadas 28 blitze diariamente. A fiscalização foi reforçada nas CEs 040, 085, 170 e 440.

Sentido único

Nesta  terça (21) e quarta-feira (22), os três primeiros quilômetros da CE 085 terão sentindo únic,o Paracuru/Caucaia. A PRE orienta que os motoristas entrem no município de Caucaia e pegue a CE 451, conhecida como antiga estrada velha.

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Redação Jangadeiro Online, com informações da PRE

Russas ganha cobertura de tecnologia 3G

O município de Russas, no interior do Ceará, passa a contar com a cobertura da tecnologia 3G para uso da internet. O serviço permite que os usuários tenham acesso a uma grande quantidade de opções, maior eficácia na transmissão de dados à distância e redução nos valores das tarifas

O município de Russas, no interior do Ceará, passa a contar com a cobertura da tecnologia 3G para uso da internet. O serviço permite que os usuários tenham acesso a uma grande quantidade de opções, maior eficácia na transmissão de dados à distância e redução nos valores das tarifas.

O uso do 3G tem como símbolo os famosos minimodens que podem ser facilmente conectados a um computador fazendo com que o usuário possa acessar a rede mundial de computadores em diversos pontos cobertos.

Telefonia móvel

O Ceará está entre os dez Estados com o maior número de usuários de telefones celulares, de acordo com pesquisa a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), divulgada nesta quinta-feira (16).

O levantamento mostra que os telefones pré-pagos, os que utilizam crédito, são os preferidos dos cearenses. Das 9.451.742 linhas ativas do Ceará, 8.389.965 são a crédito, o que indica 88%. Já as linhas pós-pagas são 1.061.7, sendo apenas  11% das linhas móveis existentes no Estado.

Cobertura

A operadora Tim será a responsável pela implantação da tecnologia em Russas, que se junta aos seguintes municípios cearenses que estão na área de abrangência da tecnologia:

Aquiraz
Aracati
Caucaia
Crato
Eusébio
Fortaleza
Guaramiranga
Horizonte
Iguatu
Itaitinga
Juazeiro do Norte
Maracanaú
Pacoti
Sobral
Várzea Alegre

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