Uber nega risco para motoristas, após morte de jovem de 22 anos em Fortaleza

SEGURANÇA DO APP

Uber nega risco para motoristas, após morte de jovem de 22 anos em Fortaleza

A empresa explica que clientes que violem termos de conduta são desconectados pelo aplicativo

Por Daniel Rocha em Segurança Pública

25 de julho de 2017 às 13:23

Há 1 ano

A Uber garante que todas as viagens são monitoradas e os motoristas têm um telefone 0800 para casos de emergência (FOTO: Divulgação)

A segurança dos motoristas do Uber durante as corridas foi questionada após a morte de Guilherme e Silva Maia, de 22 anos, no último domingo (23). Por meio de nota, a empresa esclarece que todas as viagens são rastreadas por GPS e que há um telefone 0800 para casos de emergência.

Além disso, ressalta que os motoristas avaliam os passageiros e vice-versa, e quem estiver abaixo da média de avaliação ou violar os termos de conduta é desconectado pelo serviço.

A empresa tem acesso a dados dos passageiros como o Cadastro de Pessoa Física (CPF) e dados de cartão de crédito ou débito. Outro ponto destacado pelo Uber é que o aplicativo não realiza viagens anônimas. Após a morte do motorista, a companhia afirmou que está colaborando com as autoridades para a investigação do crime.

O assassinato gerou revolta nos motoristas do Uber. Na tarde desta segunda-feira (24), houve protesto em frente ao Aeroporto Pinto Martins. Das 12h às 14h, os motoristas não atenderam nenhuma corrida.  Os manifestantes cobraram mais segurança da empresa e da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS).

O caso aconteceu na noite deste domingo (23), no Bairro Ancuri, quando um suposto motorista do aplicativo foi deixar passageiros no bairro. Entretanto, havia uma regra para ter acesso a região. O condutor deveria ter abaixado os vidros e ligado a luz interna do veículos.

O desconhecimento da regra dos criminosos teria causado a morte do rapaz, segundo o presidente da Associação dos Motoristas Privados Individuais de Passageiros do Ceará (Ampip-CE). Há outra linha de investigação. O caso pode ter sido um latrocínio (roubo seguido de morte).

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Uber nega risco para motoristas, após morte de jovem de 22 anos em Fortaleza

A empresa explica que clientes que violem termos de conduta são desconectados pelo aplicativo

Por Daniel Rocha em Segurança Pública

25 de julho de 2017 às 13:23

Há 1 ano

A Uber garante que todas as viagens são monitoradas e os motoristas têm um telefone 0800 para casos de emergência (FOTO: Divulgação)

A segurança dos motoristas do Uber durante as corridas foi questionada após a morte de Guilherme e Silva Maia, de 22 anos, no último domingo (23). Por meio de nota, a empresa esclarece que todas as viagens são rastreadas por GPS e que há um telefone 0800 para casos de emergência.

Além disso, ressalta que os motoristas avaliam os passageiros e vice-versa, e quem estiver abaixo da média de avaliação ou violar os termos de conduta é desconectado pelo serviço.

A empresa tem acesso a dados dos passageiros como o Cadastro de Pessoa Física (CPF) e dados de cartão de crédito ou débito. Outro ponto destacado pelo Uber é que o aplicativo não realiza viagens anônimas. Após a morte do motorista, a companhia afirmou que está colaborando com as autoridades para a investigação do crime.

O assassinato gerou revolta nos motoristas do Uber. Na tarde desta segunda-feira (24), houve protesto em frente ao Aeroporto Pinto Martins. Das 12h às 14h, os motoristas não atenderam nenhuma corrida.  Os manifestantes cobraram mais segurança da empresa e da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS).

O caso aconteceu na noite deste domingo (23), no Bairro Ancuri, quando um suposto motorista do aplicativo foi deixar passageiros no bairro. Entretanto, havia uma regra para ter acesso a região. O condutor deveria ter abaixado os vidros e ligado a luz interna do veículos.

O desconhecimento da regra dos criminosos teria causado a morte do rapaz, segundo o presidente da Associação dos Motoristas Privados Individuais de Passageiros do Ceará (Ampip-CE). Há outra linha de investigação. O caso pode ter sido um latrocínio (roubo seguido de morte).