Radialista é assassinado a tiros na frente da casa da mãe em Morada Nova
VIOLÊNCIA

Radialista é assassinado a tiros na frente da casa da mãe em Morada Nova

Franzé Rodrigues havia deixado o programa em uma rádio local dizendo temer ser assassinado. Em 2011, ele já havia sofrido uma tentativa de homicídio

Por Lucas Barbosa em Segurança Pública

11 de agosto de 2017 às 17:54

Há 2 meses

Crime tem características de execução (FOTO: Acervo Pessoal)

O radialista Franzé Rodrigues foi assassinado a tiros no início da tarde desta sexta-feira (11), em Morada Nova, a 167 quilômetros da capital. O crime ocorreu quando o radialista descia de seu carro, em frente à casa da mãe dele, no bairro Açude Velho.

Os assassinos seriam dois homens em uma moto, contaram testemunhas à polícia. A Delegacia Municipal de Morada Nova investiga as motivações do crime. Até o momento, nenhum suspeito foi preso.

Há cerca de 30 dias, Franzé deixou o programa que fazia ao lado do também radialista Raimundo Estrela, o “Caldeirão de Notícias”, na Rádio Liberal, de Morada Nova. Raimundo conta que ele chegou a dizer que temia ser assassinado, pedindo, inclusive, ajuda para contratar um serviço de segurança privada.

O programa que fazia é destinado a assuntos regionais, com forte ênfase em notícias políticas e policiais. Ao sair da rádio, Franzé passou a trabalhar em uma empresa de provedor de internet. Nas eleições de 2016, Franzé chegou a concorrer ao cargo de vereador, pelo PSD, mas não foi eleito.

Em 2011, ele havia sofrido uma tentativa de homicídio, levando tiros no momento em que colocava a moto na garagem de casa. Hospitalizado, conseguiu recuperar-se. Dois suspeitos de praticar o crime foram presos dois dias após o crime. À época, um dos suspeitos, Edvan da Silva, 27, mais como “Caju”, contou que o atentado foi uma vingança por uma abordagem policial que sofreu. Em depoimento, o suspeito disse que, duas semanas antes do crime, o radialista revelou o local onde Edvan morava.

Além disso, duas semanas antes da ação policial, Edvan também viu Franzé apontá-lo a outras pessoas. No dia do crime, afirma, ele havia ingerido bebida alcoólica e “criou coragem” para atirar em Franzé, tendo chamado um amigo para a ação.

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Radialista é assassinado a tiros na frente da casa da mãe em Morada Nova

Franzé Rodrigues havia deixado o programa em uma rádio local dizendo temer ser assassinado. Em 2011, ele já havia sofrido uma tentativa de homicídio

Por Lucas Barbosa em Segurança Pública

11 de agosto de 2017 às 17:54

Há 2 meses

Crime tem características de execução (FOTO: Acervo Pessoal)

O radialista Franzé Rodrigues foi assassinado a tiros no início da tarde desta sexta-feira (11), em Morada Nova, a 167 quilômetros da capital. O crime ocorreu quando o radialista descia de seu carro, em frente à casa da mãe dele, no bairro Açude Velho.

Os assassinos seriam dois homens em uma moto, contaram testemunhas à polícia. A Delegacia Municipal de Morada Nova investiga as motivações do crime. Até o momento, nenhum suspeito foi preso.

Há cerca de 30 dias, Franzé deixou o programa que fazia ao lado do também radialista Raimundo Estrela, o “Caldeirão de Notícias”, na Rádio Liberal, de Morada Nova. Raimundo conta que ele chegou a dizer que temia ser assassinado, pedindo, inclusive, ajuda para contratar um serviço de segurança privada.

O programa que fazia é destinado a assuntos regionais, com forte ênfase em notícias políticas e policiais. Ao sair da rádio, Franzé passou a trabalhar em uma empresa de provedor de internet. Nas eleições de 2016, Franzé chegou a concorrer ao cargo de vereador, pelo PSD, mas não foi eleito.

Em 2011, ele havia sofrido uma tentativa de homicídio, levando tiros no momento em que colocava a moto na garagem de casa. Hospitalizado, conseguiu recuperar-se. Dois suspeitos de praticar o crime foram presos dois dias após o crime. À época, um dos suspeitos, Edvan da Silva, 27, mais como “Caju”, contou que o atentado foi uma vingança por uma abordagem policial que sofreu. Em depoimento, o suspeito disse que, duas semanas antes do crime, o radialista revelou o local onde Edvan morava.

Além disso, duas semanas antes da ação policial, Edvan também viu Franzé apontá-lo a outras pessoas. No dia do crime, afirma, ele havia ingerido bebida alcoólica e “criou coragem” para atirar em Franzé, tendo chamado um amigo para a ação.