Operação Ministério Público investiga facções criminosas no Ceará

OPERAÇÃO SARATOGA

Operação Ministério Público investiga facções criminosas no Ceará

Desde 2015, integrantes de facções criminosas estão sendo investigados pelos órgãos integrantes da operação. O trabalho já resultou em prisões em flagrantes

Por Daniel Rocha em Segurança Pública

14 de dezembro de 2017 às 10:00

Há 9 meses

As investigações já resultaram em prisões em flagrantes e apreensões de armamentos e entorpecentes (FOTO: Agência Brasil)

Uma operação foi deflagrada, nesta quinta-feira (14), a fim de investigar a atuação das facções criminosas do Brasil que atua no Ceará. Denominada como Operação Saratoga, a medida faz parte de uma iniciativa do Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE) e da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), por meio, do Grupo de Atuação Especial de Combate Às Organizações Criminosas (GAECO) e da Coordenadoria de Inteligência.

Os grupos criminosos estão sendo monitorados e acompanhados pelas investigação do GAECO e pela SSPDS desde 2015. O trabalho já resultou em apreensões de drogas e armamentos.

Segundo o Ministério Público, já foram apreendidos 19 armas de fogo de diversos calibre, 60kg de cocaína, 200kg de maconha e 8kg de crack e a prisão em flagrante de 53 pessoas.

O material colhido pelos promotores do GAECO e as denúncias criminais foram apresentadas aos juízes de Fortalezas, Caucaia e Maracanaú. Os integrantes da facção podem responder pelos crimes de integrar organização criminosa armada, tráfico de drogas, associação para o tráfico entre outros.

Os magistrados já decretaram a prisão preventiva de mais de 46 integrantes das facções e busca e  apreensão nas residências dos acusados. A ordem está sendo executada na manhã desta quinta-feira, 14, por equipes da SSPDS, coordenada pela Coordenadoria de Operação Policiais (COPOL). De acordo com o MP, os líderes da organização criminosas podem ser condenados de 45 a 503 anos de prisão, conforme a participação e o “cargo” nas facções. Além disso, serão avaliados o números de crimes praticpados pelos integrantes.

Segundo os investigadores do GAECO, as medidas adotadas no decorrer da investigação e as buscas realizadas nesta quinta impediram motins no sistema penitenciários no Estado. O serviço de Inteligência da SSPDS informou à Secretaria da Justiça e Cidadania (SEJUS) sobre a possibilidade de homicídios dentro das unidades prisionais. De acordo com o Grupo, a comunicação foi ideal para adotar medidas dentro e fora dos presídios cearenses.

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OPERAÇÃO SARATOGA

Operação Ministério Público investiga facções criminosas no Ceará

Desde 2015, integrantes de facções criminosas estão sendo investigados pelos órgãos integrantes da operação. O trabalho já resultou em prisões em flagrantes

Por Daniel Rocha em Segurança Pública

14 de dezembro de 2017 às 10:00

Há 9 meses

As investigações já resultaram em prisões em flagrantes e apreensões de armamentos e entorpecentes (FOTO: Agência Brasil)

Uma operação foi deflagrada, nesta quinta-feira (14), a fim de investigar a atuação das facções criminosas do Brasil que atua no Ceará. Denominada como Operação Saratoga, a medida faz parte de uma iniciativa do Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE) e da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), por meio, do Grupo de Atuação Especial de Combate Às Organizações Criminosas (GAECO) e da Coordenadoria de Inteligência.

Os grupos criminosos estão sendo monitorados e acompanhados pelas investigação do GAECO e pela SSPDS desde 2015. O trabalho já resultou em apreensões de drogas e armamentos.

Segundo o Ministério Público, já foram apreendidos 19 armas de fogo de diversos calibre, 60kg de cocaína, 200kg de maconha e 8kg de crack e a prisão em flagrante de 53 pessoas.

O material colhido pelos promotores do GAECO e as denúncias criminais foram apresentadas aos juízes de Fortalezas, Caucaia e Maracanaú. Os integrantes da facção podem responder pelos crimes de integrar organização criminosa armada, tráfico de drogas, associação para o tráfico entre outros.

Os magistrados já decretaram a prisão preventiva de mais de 46 integrantes das facções e busca e  apreensão nas residências dos acusados. A ordem está sendo executada na manhã desta quinta-feira, 14, por equipes da SSPDS, coordenada pela Coordenadoria de Operação Policiais (COPOL). De acordo com o MP, os líderes da organização criminosas podem ser condenados de 45 a 503 anos de prisão, conforme a participação e o “cargo” nas facções. Além disso, serão avaliados o números de crimes praticpados pelos integrantes.

Segundo os investigadores do GAECO, as medidas adotadas no decorrer da investigação e as buscas realizadas nesta quinta impediram motins no sistema penitenciários no Estado. O serviço de Inteligência da SSPDS informou à Secretaria da Justiça e Cidadania (SEJUS) sobre a possibilidade de homicídios dentro das unidades prisionais. De acordo com o Grupo, a comunicação foi ideal para adotar medidas dentro e fora dos presídios cearenses.