Família de mulher que teve corpo partido ao meio em atropelamento há 1 ano pede justiça

MOROSIDADE

Família de mulher que teve corpo partido ao meio em atropelamento há 1 ano pede justiça

Sulamita dos Reis foi atropelada em março de 2017. Marloan Teixeira não tinha carteira de habilitação e dirigia a mais de 100km/h

Por TV Jangadeiro em Segurança Pública

9 de agosto de 2018 às 12:55

Há 2 semanas
mulher

Familiares pedem justiça. (FOTO: Reprodução/TV Jangadeiro)

Após um ano e cinco meses do atropelamento e morte de Francisca Sulamita dos Reis Marques, a família pede justiça. A mulher foi atropelada na BR-116, km 10, por Marloan Teixeira Freire, que segue em liberdade porque nem ele e nem o advogado comparecem ao julgamento.

Francisca, de 52 anos, foi atropelada na BR-116, no km 10, em Messejana. A família da vítima reconheceu o corpo apenas da cintura para baixo no Instituto Médico Legal (IML). O caso aconteceu no dia 10 de março de 2017. O condutor do veículo que a atingiu fugiu do local. Um vídeo mostra o exato momento do atropelamento.

Na época, Marloan Teixeira Freire não tinha carteira de habilitação e dirigia a mais de 100km/h. O acusado ainda ocultou parte do corpo da mulher por pelo menos três dias. Foi a segunda tentativa de realização do julgamento.

“A gente fica com sentimento de impotência porque não vemos resolução. A gente já foi ouvido como testemunha, ele levou as dele, mas no momento do julgamento ele não compareceu. Ele alegou que a família não compareceu porque ta sendo ameaçada, sendo que a família não tem contato nenhum… Ele também nunca nos procurou pra socorrer, pra dar uma ajuda. Todo mundo é família de bem. A gente quer ter tudo resolvido pra ter a sensação de que cumpriou o dever com ela, porque fica a sensação de estar devendo alguma coisa a ela”, disse uma parente da vítima.

Francisca Sulamita deixou três filhos e era muito querida por todos. Ela também cuidava da mãe, que era vizinha dela. A senhora, inclusive, faleceu depois do choque da morte da filha. Já foi a segunda tentativa de realização do julgamento que não deu certo.

“A gente espera um posicionamento da justiça mesmo. Até quando ele vai ficar ausente, o advogado vai ficar ausente e a gente vai ficar nessa espera? Cada etapa dessas é um sofrimento, é um momento de reviver tudo aquilo. É uma dor que se traz à tona de novo”, desabafou.

Confira a reportagem no Barra Pesada, da TV Jangadeiro/SBT, às 12h10 desta quinta-feira (9).

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Sulamita dos Reis foi atropelada em março de 2017. Marloan Teixeira não tinha carteira de habilitação e dirigia a mais de 100km/h

Por TV Jangadeiro em Segurança Pública

9 de agosto de 2018 às 12:55

Há 2 semanas
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Familiares pedem justiça. (FOTO: Reprodução/TV Jangadeiro)

Após um ano e cinco meses do atropelamento e morte de Francisca Sulamita dos Reis Marques, a família pede justiça. A mulher foi atropelada na BR-116, km 10, por Marloan Teixeira Freire, que segue em liberdade porque nem ele e nem o advogado comparecem ao julgamento.

Francisca, de 52 anos, foi atropelada na BR-116, no km 10, em Messejana. A família da vítima reconheceu o corpo apenas da cintura para baixo no Instituto Médico Legal (IML). O caso aconteceu no dia 10 de março de 2017. O condutor do veículo que a atingiu fugiu do local. Um vídeo mostra o exato momento do atropelamento.

Na época, Marloan Teixeira Freire não tinha carteira de habilitação e dirigia a mais de 100km/h. O acusado ainda ocultou parte do corpo da mulher por pelo menos três dias. Foi a segunda tentativa de realização do julgamento.

“A gente fica com sentimento de impotência porque não vemos resolução. A gente já foi ouvido como testemunha, ele levou as dele, mas no momento do julgamento ele não compareceu. Ele alegou que a família não compareceu porque ta sendo ameaçada, sendo que a família não tem contato nenhum… Ele também nunca nos procurou pra socorrer, pra dar uma ajuda. Todo mundo é família de bem. A gente quer ter tudo resolvido pra ter a sensação de que cumpriou o dever com ela, porque fica a sensação de estar devendo alguma coisa a ela”, disse uma parente da vítima.

Francisca Sulamita deixou três filhos e era muito querida por todos. Ela também cuidava da mãe, que era vizinha dela. A senhora, inclusive, faleceu depois do choque da morte da filha. Já foi a segunda tentativa de realização do julgamento que não deu certo.

“A gente espera um posicionamento da justiça mesmo. Até quando ele vai ficar ausente, o advogado vai ficar ausente e a gente vai ficar nessa espera? Cada etapa dessas é um sofrimento, é um momento de reviver tudo aquilo. É uma dor que se traz à tona de novo”, desabafou.

Confira a reportagem no Barra Pesada, da TV Jangadeiro/SBT, às 12h10 desta quinta-feira (9).