Empresa de consórcio de Fortaleza dá golpe em pelo menos 12 pessoas

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Empresa de consórcio de Fortaleza dá golpe em pelo menos 12 pessoas

Prometendo aos clientes que seriam contemplados entre 30 e 45 dias, o que é proibido por lei, eles enganavam as vítimas, que chegaram a pagar até R$ 30 mil

Por TV Jangadeiro em Segurança Pública

5 de dezembro de 2018 às 11:38

Há 1 semana

Empresa aplica golpe do consórcio em pelo menos 12 pessoas. (FOTO: Reprodução/TV Jangadeiro)

Pelo menos 12 pessoas foram vítimas do “Golpe do Consórcio”, da empresa Jockey Club Consórcio, em Fortaleza. Os vendedores prometiam que os clientes seriam contemplados entre 30 e 45 dias, prática proibida, já que é necessário que seja realizado um sorteio. As pessoas chegaram a realizar pagamentos de até R$ 30 mil. O 2º Departamento de Polícia prendeu três suspeitos em flagrante, informou o programa Barra Pesada, da TV Jangadeiro/SBT.

Os coordenadores da empresa, Thainara do Santos Martins, Jonh Kennedy Mota do Nascimento e Geovanna da Cunha Silva, foram presos em flagrante por estelionato e associação criminosa. Segundo o delegado titular do 2º DP, Carlos Teófilo, esse tipo de crime é investigado desde 2017 na delegacia. Ele explica que os clientes eram ludibriados a fechar negócio com a promessa de que seriam contemplados no prazo máximo de 30 a 45 dias.

“É proibido porque a gente sabe que os consórcios dependem de sorteio. Não há prazo certo para ser contemplado. Então, as pessoas acabavam fechando contrato. Algumas vezes esse contrato não era sequer formalizado na empresa-sede, que fica em São Paulo. Ou seja, as pessoas aqui se apropriaram desse valor. Quando o tempo chegava, elas não eram contempladas e voltavam para empresa para saber o que ocorria, e eles ficavam dando mais desculpas e pedindo um valor maior para que fossem contemplados no sorteio”, explica o delegado.

A empresa de consórcio de móveis e veículos mudou de endereço pelo menos três vezes. Ela funcionou na rua Silas Munguba, na Monsenhor Tabosa e Santos Dumont. Foi aí que a polícia chegou ao local e realizou as prisões em flagrante. A participação de outros quatro vendedores, que serão ouvidos como testemunha, está sendo investigada.

Algumas vítimas gastaram entre 2 e 30 mil reais. O trio foi preso por estelionato e associação criminosa. O delegado alerta que é importante ficar alerta para esse tipo de crime e pede que outras possíveis vítimas procurem o 2º DP.

“Lembrem que consórcios dependem de sorteio, de sorte. Não se pode acreditar que em alguém que diga que você vai ser sorteado em algum prazo, mesmo se der entrada maior como garantia. E a gente tem informação que há outras empresas fazendo esse tipo de coisas que também estamos investigando. A gente pede que quem tenha recebido esse tipo de promessa indevida que nos procure”, alertou o delegado.

Confira a reportagem no programa Barra Pesada, da TV Jangadeiro/SBT, às 12h10 desta quarta-feira (5).

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Empresa de consórcio de Fortaleza dá golpe em pelo menos 12 pessoas

Prometendo aos clientes que seriam contemplados entre 30 e 45 dias, o que é proibido por lei, eles enganavam as vítimas, que chegaram a pagar até R$ 30 mil

Por TV Jangadeiro em Segurança Pública

5 de dezembro de 2018 às 11:38

Há 1 semana

Empresa aplica golpe do consórcio em pelo menos 12 pessoas. (FOTO: Reprodução/TV Jangadeiro)

Pelo menos 12 pessoas foram vítimas do “Golpe do Consórcio”, da empresa Jockey Club Consórcio, em Fortaleza. Os vendedores prometiam que os clientes seriam contemplados entre 30 e 45 dias, prática proibida, já que é necessário que seja realizado um sorteio. As pessoas chegaram a realizar pagamentos de até R$ 30 mil. O 2º Departamento de Polícia prendeu três suspeitos em flagrante, informou o programa Barra Pesada, da TV Jangadeiro/SBT.

Os coordenadores da empresa, Thainara do Santos Martins, Jonh Kennedy Mota do Nascimento e Geovanna da Cunha Silva, foram presos em flagrante por estelionato e associação criminosa. Segundo o delegado titular do 2º DP, Carlos Teófilo, esse tipo de crime é investigado desde 2017 na delegacia. Ele explica que os clientes eram ludibriados a fechar negócio com a promessa de que seriam contemplados no prazo máximo de 30 a 45 dias.

“É proibido porque a gente sabe que os consórcios dependem de sorteio. Não há prazo certo para ser contemplado. Então, as pessoas acabavam fechando contrato. Algumas vezes esse contrato não era sequer formalizado na empresa-sede, que fica em São Paulo. Ou seja, as pessoas aqui se apropriaram desse valor. Quando o tempo chegava, elas não eram contempladas e voltavam para empresa para saber o que ocorria, e eles ficavam dando mais desculpas e pedindo um valor maior para que fossem contemplados no sorteio”, explica o delegado.

A empresa de consórcio de móveis e veículos mudou de endereço pelo menos três vezes. Ela funcionou na rua Silas Munguba, na Monsenhor Tabosa e Santos Dumont. Foi aí que a polícia chegou ao local e realizou as prisões em flagrante. A participação de outros quatro vendedores, que serão ouvidos como testemunha, está sendo investigada.

Algumas vítimas gastaram entre 2 e 30 mil reais. O trio foi preso por estelionato e associação criminosa. O delegado alerta que é importante ficar alerta para esse tipo de crime e pede que outras possíveis vítimas procurem o 2º DP.

“Lembrem que consórcios dependem de sorteio, de sorte. Não se pode acreditar que em alguém que diga que você vai ser sorteado em algum prazo, mesmo se der entrada maior como garantia. E a gente tem informação que há outras empresas fazendo esse tipo de coisas que também estamos investigando. A gente pede que quem tenha recebido esse tipo de promessa indevida que nos procure”, alertou o delegado.

Confira a reportagem no programa Barra Pesada, da TV Jangadeiro/SBT, às 12h10 desta quarta-feira (5).