Diário da Chikungunya #4: Uma semana depois, já voltei à rotina (Santo suco de goiaba!!!)

RECUPERAÇÃO

Diário da Chikungunya #4: Uma semana depois, já voltei à rotina (Santo suco de goiaba!!!)

A repórter Lyvia Rocha, do Tribuna do Ceará, relata a sensação de não ter mais dores após ter sofrido da chikungunya

Por Lyvia Rocha em Saúde

17 de Abril de 2017 às 10:11

Há 7 meses
Lyvia Rocha está com chicuncunya, e também com zika (FOTO: Acervo pessoal)

Lyvia Rocha sofreu de chikuncunya, e também de zika (FOTO: Acervo pessoal)

Após mais de uma semana de repouso em casa, voltei à minha rotina diária. E o melhor: sem nenhuma dor. As marcas da chikungunya ficaram no meu psicológico, mas não em meu corpo. Estou sem nenhum sintoma da doença, acho que por sorte.

Por isso, hoje sou eu mesma quem escrevo o quarto e último capítulo desse diário produzido durante o tratamento. Foi um esforço feito em parceria com os colegas na redação do Tribuna do Ceará, com o intuito de ajudar a quem, assim como eu, foi acometido nesse surto de chikungunya que atinge o Ceará.

Porém, apesar de eu já estar bem, não estou descuidando. Ainda estou tomando diariamente suco de goiaba. Ao invés do tradicional café com pão, troquei pelo suco, que ajuda demais a manter as plaquetas em números normais no nosso sangue.

E claro, sem esquecer da água. Muita água. É melhor continuar se cuidando, para que não aconteça uma recaída, me indicou o médico.

A sensação da fadiga passou na sexta-feira (13), no 7º dia de diagnóstico da doença. Conseguir me vestir, pentear meu cabelo e até escovar os dentes, tarefas básicas, mas que não conseguia realizar durante a doença, e que comecei a realizar, foram os primeiros sinais de que eu já estava me recuperando.

Depois, andar normal, tomar banho sem sofrimento e dormir sem demorar demais para conseguir achar uma posição reforçaram a impressão que já estava apta para voltar à minha rotina.

O repouso e a alimentação à base de muito líquido com certeza foram os pontos cruciais para me recuperar em uma semana. Por fim, quero agradecer a todos que nos comentários compartilharam suas receitas caseiras para vencer os efeitos da chikungunya.

Assim como eu, meu celular também voltou à rotina normal. Ele sentirá saudades da minha voz. Já estou pronta pra digitar nele como gosto mais de fazer.

> A repórter Lyvia Rocha, do Tribuna do Ceará, relatou o dia a dia de um paciente com chikungunya. Os três primeiros textos, apesar de estarem em 1ª pessoa, foram redigidos por um repórter na redação, a partir de conversa por telefone.

Confira o outros capítulo da série:

Diário da Chikungunya #1: Repórter relata as dores e marcas deixadas pela doença

Diário da Chikungunya #2: Já sabia sobre a dor nas juntas, mas não imaginava que era tanta

Diário da Chikungunya #3: Sucos de goiaba e de inhame com maçã são ótimos contra a doença

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RECUPERAÇÃO

Diário da Chikungunya #4: Uma semana depois, já voltei à rotina (Santo suco de goiaba!!!)

A repórter Lyvia Rocha, do Tribuna do Ceará, relata a sensação de não ter mais dores após ter sofrido da chikungunya

Por Lyvia Rocha em Saúde

17 de Abril de 2017 às 10:11

Há 7 meses
Lyvia Rocha está com chicuncunya, e também com zika (FOTO: Acervo pessoal)

Lyvia Rocha sofreu de chikuncunya, e também de zika (FOTO: Acervo pessoal)

Após mais de uma semana de repouso em casa, voltei à minha rotina diária. E o melhor: sem nenhuma dor. As marcas da chikungunya ficaram no meu psicológico, mas não em meu corpo. Estou sem nenhum sintoma da doença, acho que por sorte.

Por isso, hoje sou eu mesma quem escrevo o quarto e último capítulo desse diário produzido durante o tratamento. Foi um esforço feito em parceria com os colegas na redação do Tribuna do Ceará, com o intuito de ajudar a quem, assim como eu, foi acometido nesse surto de chikungunya que atinge o Ceará.

Porém, apesar de eu já estar bem, não estou descuidando. Ainda estou tomando diariamente suco de goiaba. Ao invés do tradicional café com pão, troquei pelo suco, que ajuda demais a manter as plaquetas em números normais no nosso sangue.

E claro, sem esquecer da água. Muita água. É melhor continuar se cuidando, para que não aconteça uma recaída, me indicou o médico.

A sensação da fadiga passou na sexta-feira (13), no 7º dia de diagnóstico da doença. Conseguir me vestir, pentear meu cabelo e até escovar os dentes, tarefas básicas, mas que não conseguia realizar durante a doença, e que comecei a realizar, foram os primeiros sinais de que eu já estava me recuperando.

Depois, andar normal, tomar banho sem sofrimento e dormir sem demorar demais para conseguir achar uma posição reforçaram a impressão que já estava apta para voltar à minha rotina.

O repouso e a alimentação à base de muito líquido com certeza foram os pontos cruciais para me recuperar em uma semana. Por fim, quero agradecer a todos que nos comentários compartilharam suas receitas caseiras para vencer os efeitos da chikungunya.

Assim como eu, meu celular também voltou à rotina normal. Ele sentirá saudades da minha voz. Já estou pronta pra digitar nele como gosto mais de fazer.

> A repórter Lyvia Rocha, do Tribuna do Ceará, relatou o dia a dia de um paciente com chikungunya. Os três primeiros textos, apesar de estarem em 1ª pessoa, foram redigidos por um repórter na redação, a partir de conversa por telefone.

Confira o outros capítulo da série:

Diário da Chikungunya #1: Repórter relata as dores e marcas deixadas pela doença

Diário da Chikungunya #2: Já sabia sobre a dor nas juntas, mas não imaginava que era tanta

Diário da Chikungunya #3: Sucos de goiaba e de inhame com maçã são ótimos contra a doença