Polícia Federal investiga pagamentos indevidos de empresários a políticos no Ceará

DESDOBRAMENTO DA LAVA JATO

Polícia Federal investiga pagamentos indevidos de empresários a políticos no Ceará

Oito mandados de busca e apreensão expedidos pelo ministro do STF Edson Fachin foram executados em Fortaleza, São Paulo e Goiânia

Por Tribuna do Ceará em Política

10 de Abril de 2018 às 11:35

Há 7 meses

A operação foi deflagrada nesta terça-feira (10) (Foto: Marcelo Camargo/Arquivo Agência Brasil)

Deflagrada nesta terça-feira (10), a Operação Tira-Teima, desdobramento da Lava-Jato, investiga em Fortaleza pagamentos de vantagens indevidas por parte de um grupo empresarial a políticos com o intuito de conseguir benefícios.

De acordo com os jornais Estado de S. Paulo e Folha de S. Paulo, os alvos da operação são pessoas supostamente ligadas ao presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB). Reportagem informa que o senador é suspeito por crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro em inquérito no STF, aberto em abril de 2017.

Segundo a Polícia Federal, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, relator da operação Lava Jato, emitiu oito mandados de busca e apreensão em mais duas capitais brasileiras além de Fortaleza: São Paulo e Goiânia.

Ao todo, 40 policias federais estão envolvidos na operação para cumprir os mandados judiciais. A PF informa que as medidas visam encontrar documentos e outras informações para contribuir no andamento das investigações.

Segundo o site O Antagonista, uma das empresas cearenses onde a PF teria cumprido mandados foi a M. Dias Branco.

A operação é decorrente das declarações da delação do ex-diretor de Relações Institucionais da Hypermarcas, Nelson Mello. Conforme o G1, o executivo havia dito em depoimento ao Ministério Público Federal que teria repassado R$ 5 milhões para o parlamentar cearense por meio de contratos fictícios.

A Polícia Federal não repassou mais informações sobre a operação. A assessoria de Eunício Oliveira informou que não houve busca de apreensão na residência do parlamentar, no seu escritório e nem na sede do partido no Ceará.

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DESDOBRAMENTO DA LAVA JATO

Polícia Federal investiga pagamentos indevidos de empresários a políticos no Ceará

Oito mandados de busca e apreensão expedidos pelo ministro do STF Edson Fachin foram executados em Fortaleza, São Paulo e Goiânia

Por Tribuna do Ceará em Política

10 de Abril de 2018 às 11:35

Há 7 meses

A operação foi deflagrada nesta terça-feira (10) (Foto: Marcelo Camargo/Arquivo Agência Brasil)

Deflagrada nesta terça-feira (10), a Operação Tira-Teima, desdobramento da Lava-Jato, investiga em Fortaleza pagamentos de vantagens indevidas por parte de um grupo empresarial a políticos com o intuito de conseguir benefícios.

De acordo com os jornais Estado de S. Paulo e Folha de S. Paulo, os alvos da operação são pessoas supostamente ligadas ao presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB). Reportagem informa que o senador é suspeito por crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro em inquérito no STF, aberto em abril de 2017.

Segundo a Polícia Federal, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, relator da operação Lava Jato, emitiu oito mandados de busca e apreensão em mais duas capitais brasileiras além de Fortaleza: São Paulo e Goiânia.

Ao todo, 40 policias federais estão envolvidos na operação para cumprir os mandados judiciais. A PF informa que as medidas visam encontrar documentos e outras informações para contribuir no andamento das investigações.

Segundo o site O Antagonista, uma das empresas cearenses onde a PF teria cumprido mandados foi a M. Dias Branco.

A operação é decorrente das declarações da delação do ex-diretor de Relações Institucionais da Hypermarcas, Nelson Mello. Conforme o G1, o executivo havia dito em depoimento ao Ministério Público Federal que teria repassado R$ 5 milhões para o parlamentar cearense por meio de contratos fictícios.

A Polícia Federal não repassou mais informações sobre a operação. A assessoria de Eunício Oliveira informou que não houve busca de apreensão na residência do parlamentar, no seu escritório e nem na sede do partido no Ceará.