Irmãos Batista da JBS prometem revelar pagamentos de propina a vários políticos

INVESTIGAÇÕES

Irmãos Batista da JBS prometem revelar pagamento de propina a Cid Gomes

Ex-governador do Ceará Cid Gomes é um dos acusados pelos irmãos Joesley e Wesley de receber mais de R$ 20 milhões em propinas

Por Tribuna do Ceará em Política

24 de Abril de 2018 às 17:39

Há 5 meses
Wesley Batista e seu irmão prometeram novas informações sobre propina. (Foto: Agência Senado)

Wesley Batista e seu irmão prometeram novas informações sobre propina. (Foto: Agência Senado)

Os irmãos Joesley e Wesley Batista, sócios da JBS, prometeram dar detalhes sobre supostos pagamentos de propina a vários políticos, entre eles o ex-governador do Ceará, Cid Gomes (PDT). A informação é do jornal O Globo, publicada nesta terça-feira (24).

No caso de Cid, o dinheiro teria sido recebido pelo político como doação eleitoral. Ainda segundo os irmãos, há documentos que comprovam as suspeitas de corrupção ativa e lavagem de dinheiro.

Desde que o caso veio à tona, ainda na fase inicial do acordo de delação com a JBS, Cid disse que as acusações era mentirosas e anunciou ação judicial contra os delatores.

Os irmãos afirmam que Cid havia recebido R$ 24,5 milhões em propinas nos anos de 2010 e 2104, por meio de doações oficiais e notas frias. Joesley ainda teria uma planilha para apresentar, detalhando os pagamentos a políticos indicados por Cid, que atualmente é pré-candidato ao Senado.

Quase um ano depois do início do escândalo, o caso do ex-governador teve o primeiro desdobramento na Justiça Federal do Ceará. No último mês de março, o juiz da 12ª Vara Federal, Danilo Dias Vasconcelos de Almeida, determinou que a Polícia Federal instaure inquérito para apurar acusações contra Cid no caso.

O Ministério Público Federal no Ceará (MPF-CE) irá apresentar parecer apontando quais diligências poderão ser realizadas pela autoridade policial.

Joesley promete mais informações sobre 32 anexos apresentados em 2017, que reforçam as acusações da delação inicial, homologada em maio. São supostos acertos criminosos com vários políticos, partidos e seus operadores financeiros.

Publicidade

Dê sua opinião

INVESTIGAÇÕES

Irmãos Batista da JBS prometem revelar pagamento de propina a Cid Gomes

Ex-governador do Ceará Cid Gomes é um dos acusados pelos irmãos Joesley e Wesley de receber mais de R$ 20 milhões em propinas

Por Tribuna do Ceará em Política

24 de Abril de 2018 às 17:39

Há 5 meses
Wesley Batista e seu irmão prometeram novas informações sobre propina. (Foto: Agência Senado)

Wesley Batista e seu irmão prometeram novas informações sobre propina. (Foto: Agência Senado)

Os irmãos Joesley e Wesley Batista, sócios da JBS, prometeram dar detalhes sobre supostos pagamentos de propina a vários políticos, entre eles o ex-governador do Ceará, Cid Gomes (PDT). A informação é do jornal O Globo, publicada nesta terça-feira (24).

No caso de Cid, o dinheiro teria sido recebido pelo político como doação eleitoral. Ainda segundo os irmãos, há documentos que comprovam as suspeitas de corrupção ativa e lavagem de dinheiro.

Desde que o caso veio à tona, ainda na fase inicial do acordo de delação com a JBS, Cid disse que as acusações era mentirosas e anunciou ação judicial contra os delatores.

Os irmãos afirmam que Cid havia recebido R$ 24,5 milhões em propinas nos anos de 2010 e 2104, por meio de doações oficiais e notas frias. Joesley ainda teria uma planilha para apresentar, detalhando os pagamentos a políticos indicados por Cid, que atualmente é pré-candidato ao Senado.

Quase um ano depois do início do escândalo, o caso do ex-governador teve o primeiro desdobramento na Justiça Federal do Ceará. No último mês de março, o juiz da 12ª Vara Federal, Danilo Dias Vasconcelos de Almeida, determinou que a Polícia Federal instaure inquérito para apurar acusações contra Cid no caso.

O Ministério Público Federal no Ceará (MPF-CE) irá apresentar parecer apontando quais diligências poderão ser realizadas pela autoridade policial.

Joesley promete mais informações sobre 32 anexos apresentados em 2017, que reforçam as acusações da delação inicial, homologada em maio. São supostos acertos criminosos com vários políticos, partidos e seus operadores financeiros.